Membros da esquerda se reúnem no Rio para “discutir” volta ao poder custe o que custar (veja o vídeo)

Grupos da esquerda, incluindo MST, sindicatos e partidos como PT, PSOL, PCdoB e PSB se reuniram no Rio

Em uma reunião que mais parecia uma versão politiqueira do filme de terror ‘A Invocação do Mal’, líderes da esquerda, incluindo MST, sindicatos e partidos como PT, PSOL, PCdoB e PSB se reuniram no Rio, para tramar a volta ao poder.

A TV JCO recebeu informações com exclusividade sobre essa reunião e os perigos reais que rondam nosso país, inclusive com players internacionais movimentando o maior bloco de oposição da história.

Haverá mais greves, para frear a economia do país, mobilização contra as aulas? O que podemos esperar? A jornalista Camila Abdo conversa com o advogado e jornalista Paulo Faria, para aprofundar o debate sobre o tema.

A primeira cidade chinesa já está sendo construída no Brasil, na Bahia, estado governado pelo petista Rui Costa. Será o primeiro território sob controle chinês dentro do nosso país. Nossa soberania está em risco?

Assista a mais essa live imperdível!

Os esquerdistas (vulgo progressistas) são assim: mentem, conquistam o poder e traem

Kamala Harris faz um discurso em que pede às pessoas da América Central que não tentem entrar nos Estados Unidos

A jornalista Fernanda Salles publicou um vídeo, em seu canal do Twitter, que mostra a verdadeira face do governo Democrata do presidente norte-americano Joe Biden.

A vice-presidente Kamala Harris faz um discurso em que pede às pessoas da América Central que não tentem entrar nos Estados Unidos.

“Não venham para os Estados Unidos. Se você aparecer em nossa fronteira, será mandado de volta”, diz Kamala.

A fala foi em discurso durante visita à Guatemala, em sua primeira viagem ao exterior, desde a posse, em janeiro deste ano. Em seguida, Kamala Harris encontrou-se com o presidente do México, Andrés Manuel López, onde discutiu tratativas para tentar diminuir a imigração nos Estados Unidos.

A ação vem na esteira do recrudescimento da prisão de pessoas que atravessam as fronteiras americanas e da deportação dos que são considerados ilegais, como os 106 brasileiros em 21 de maio e outros 80 na última sexta-feira, 4 de junho.

Assim, vai por água abaixo mais uma promessa do progressista (um termo bonito para substituir a palavra esquerdista) Joe Biden, considerando que o presidente americano só conseguiu chegar à vitória nas eleições graças aos muitos votos de cidadãos estrangeiros legalizados.

Biden havia dito que colocaria em prática políticas públicas para diminuir as restrições aos estrangeiros e ainda pela regularização dos que já estivessem em território norte-americano.

Mas como é comum aos esquerdistas, ele mentiu.

Mentiu para se eleger, assumiu o poder e depois traiu!

Veja o vídeo:

Foto de Uélson Kalinovski

Por Uélson Kalinovski*

*Uélson é Jornalista desde 1996, com especialização em Ciência Política e mais de uma década de experiência na cobertura dos temas nacionais, em Brasília. Executivo da produtora UK Studios, em Jundiaí/SP. ukalinovski@gmail.com / Uelson Kalinovski (Facebook e YouTube) / @uelsonkalinovsk (Twitter)

Girão acusa CPI de fazer “guerra obsessiva pelo poder” e “fechar os olhos para a corrupção” (veja o vídeo)

“Que a gente possa fazer dessa CPI como aconteceu com a ‘CPI do Mensalão’, do ‘Petrolão’, dos ‘Anões do Orçamento’, onde seja rastreado o dinheiro de corrupção”

O senador Eduardo Girão (Podemos-CE) voltou a criticar a parcialidade da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19, ao afirmar que o colegiado se nega a deliberar sobre os requerimentos que pedem a investigação de bilhões em verbas federais entregues a Estados e municípios.

“Eu vejo que essa CPI tá enveredando por um caminho um pouco preocupante. É a primeira CPI que, simplesmente, ‘fecha os olhos’ pra corrupção, que é um valor fundamental do povo brasileiro: o combate à impunidade e corrupção. E, até agora, é a terceira semana de oitivas e a gente espera, cobra que possamos rastrear os bilhões de reais de verbas federais enviados a Estados e municípios”, disse, acrescentando que 45 senadores, a maioria da Casa, assinaram o requerimento.

“Existe uma guerra obsessiva aqui, nesta Casa, visando um projeto de poder. Pra mim, com todas as críticas que tenho ao Governo, ao presidente da República, ainda não aceitaram que ele venceu a eleição”, disse.

E acrescentou:

“Que a gente possa fazer dessa CPI como aconteceu com a ‘CPI do Mensalão’, do ‘Petrolão’, dos ‘Anões do Orçamento’, onde seja rastreado o dinheiro de corrupção”, concluiu.

Confira o vídeo:

OTAN jamais alcançará poder militar da Rússia, diz ex-secretário dos EUA

Putin e a Rússia são vistos por Washington como obstáculos à hegemonia dos EUA

A OTAN jamais igualará o poder militar russo, pois a aliança tem apenas uma função propagandística, afirmou à Sputnik o ex-secretário adjunto do Tesouro dos EUA, Paul Craig Roberts.

“A OTAN nunca vai alcançar o poder militar russo. A OTAN serve principalmente como aprovação europeia da política externa dos EUA […] Ela tem uma função propagandística”, afirmou Roberts.

Ele também apontou que é importante compreender que a política hegemônica dos EUA “não deixa nenhuma base para acordos”.

“O que Washington exige é a rendição da soberania russa. As respostas responsáveis, moderadas e não confrontadoras de Putin às ameaças e insultos de Washington não o beneficiarão nem a ele nem à Rússia […] Putin e a Rússia são vistos por Washington como obstáculos à hegemonia dos EUA, e o poderoso e difundido complexo militar dos EUA precisa da Rússia como inimiga para justificar seu orçamento e força. Isso não deixa possibilidade de melhorar a relação”, ressaltou.

Roberts observou que o ex-presidente dos EUA Donald Trump considerava a OTAN como “uma relíquia da Guerra Fria que tinha perdido seu propósito”.

“Para os políticos europeus, isso implicava uma perda de dinheiro e das sinecuras americanas […] Eles estão satisfeitos por Biden continuar a pagá-las”, enfatizou.

Contudo, Roberts aponta que há outros na Europa que não veem vantagens em ser parte do conflito dos EUA com a Rússia.

“É só risco, sem recompensas. A Europa precisa da energia russa, e as empresas europeias desejam participar do desenvolvimento econômico russo […] A consequência é a tensão no interior do império norte-americano. Mas enquanto não houver um custo real para os europeus se aliarem a Washington contra a Rússia, o dinheiro de Washington manterá a Europa na linha”, concluiu.

As relações entre a OTAN e a Rússia se deterioraram significativamente devido ao conflito ucraniano em 2014, com a aliança acusando Moscou de interferir nos assuntos internos da Ucrânia e de aumentar sua presença militar no Leste europeu.

A Rússia expressou repetidamente sua preocupação com o aumento das atividades da OTAN na região e enfatizou que elas representam uma ameaça real para a sua segurança.

Fonte: Sputnik / Aleksei Vitvitsky

No “teatro da política”, o verdadeiro poder são as armas e os negócios

Mas o presidente, o Congresso e o Supremo?

Ficamos olhando para o presidente, o Congresso e o Supremo… mas eles não são o poder, são apenas a delegação dos poderes.

É só ver a História!

No Brasil, quem comanda e lidera as armas é o comandante do Exército, por ora, general Paulo Sérgio, que por sinal segue a Doutrina Villas Boas – moderação, diálogo com todos os matizes políticos e ideológicos e, sobretudo, a defesa da Constituição e das Leis.

Já o dinheiro e os negócios são controlados por 32 mega grupos econômicos oligopolistas, que responsáveis por 2/3 da Economia e, nas últimas três décadas, vêm financiando cerca de 2/3 dos parlamentares eleitos.

Os mais poderosos dentre eles são o Bradesco e o Itaú, seguidos dos grupos Odebrecht, JBS e Iguatemi.

Eles são o Poder.

Os demais, insisto, são apenas delegação do ‘poder’.

Obviamente entre eles, no Teatro da Política, tem um tal de povo, que em geral segue como rebanho. Mas por vezes a boiada estoura com desfecho imprevisível.

Por Hugo Studart | Jornalista.

O Supremo poder que o Brasil não precisa

“Sinceramente, prefiro a imagem grega, em que a Justiça está ereta, com a espada, a balança e os olhos bem abertos”

A Justiça é representada pela estátua de uma mulher, de olhos vendados, segurando em uma das mãos uma balança e, na outra, uma espada. Entendo que, a balança pesa o Direito que cabe às partes, enquanto a espada simboliza a força para demonstrar que a decisão judicial tem que ser cumprida. A venda nos olhos simboliza a imparcialidade.

No Brasil, é representada por uma escultura localizada em frente ao prédio do Supremo Tribunal Federal. O monumento é simbolizado, também por uma mulher, porém, sentada, com os olhos vendados, com uma espada sobre as pernas, sem a balança. “Sinceramente, prefiro a imagem grega, em que a Justiça está ereta, com a espada, a balança e os olhos bem abertos”.

Talvez, quem sabe, seja esse o motivo de tanta divergência de interpretações divergentes na casa da justiça. A balança é um instrumento de fundamental importância e certamente, trará equilíbrio, ponderação e sensatez aos membros da Corte, sinalizando que o direito que cabe à Francisco caberá à João. Seria bom recomendar aos ministros do Supremo o uso da balança em seus julgamentos, seguramente trará equilíbrio, ponderação e sensatez a Suprema Corte.

“Creio que, os olhos vendados representam aquilo que todo cidadão espera da justiça, a “imparcialidade”, sem que o tratamento jurídico oferecido a uns seja distinto daquele dispensado a outros. No Brasil, diante dos acontecimentos mais recentes, a faixa que cobre os olhos da Deusa da Justiça serve apenas para lembrar que ela não enxerga”.

“Essa afirmação de que todos são iguais perante a lei, não passa de uma expressão retórica, sem que ela corresponda com a prática”. Isso não pode continuar! “A Justiça não pode permanecer de olhos fechados para tamanha desigualdade”.

A classe dominante paralisa e simplesmente ignora a classe parasitada, que não lhe significa quase nada (salvo no momento de votar e pagar seus impostos). Não é dessa forma que vamos reconstruir um país devastado pela corrupção. “Morremos no dia em que ficamos em silêncio diante das coisas que que realmente importam”

Sem dúvida, o Brasil todo ficou perplexo diante das decisões dos ministros do Supremo poder, sem pestanejar o ministro Gilmar Mendes, rasga a constituição, faz elogios a defesa do homem mais corrupto do país, debocha da cara de milhões de brasileiros. Que vergonha!

Apesar disso, Gilmar Mendes, tem razão, temos que reconhecer, ele já elogiou o trabalho realizado pela Lava-Jato, o combate à corrupção, já criticou duramente o ex-presidente Lula, o chamando de “bêbado”, no entanto, agora enaltece a defesa do ex-presidiario. Diante do exposto, não poderia deixar de fazer essas considerações sobre a real parcialidade dessa Justiça parcialmente cega.

Gilmar mende disse que a Operação Lava Jato interrompeu o que ele chamou de Plano Perfeito para o PT se eternizar no Poder. Gilmar, também disse que do dinheiro desviado da Petrobras o PT recebeu cerca de dois bilhões de reais, segundo o ministro, suficiente para financiar eleições até 2038. No entanto, agora, com novas interpretações, Gilmar Mendes e sua turma liberta Barrabás e condena o povo Brasileiro. É mole um negocio desse!

Veja o que diz Gilmar Mendes em Relação ao PT:

“Por isso que se defende com tanta força as estatais. Não é por conta de dizer que às estatais pertence ao povo brasileiro – porque pertence a eles – e eles, tinham se tornado donos da Petrobras -, esse era o método de governança, infelizmente para eles e felizmente para o Brasil, deu errado, e nós estamos nesse caos por conta desse método de governança corrupta. Nós temos hoje como método de governança um modelo Cleptocrata”.   

Vale lembrar que, a palavra Cleptocracia, é um termo de origem grega e significa, literalmente, “estado governado por ladrões”.

Veja o vídeo:

Com todo respeito senhores Ministros, a coisa parece brincadeira, no entanto, a brincadeira não aparece. Vocês não podem surfar a vida toda na onda da vaidade, e muito menos no oportunismo. Vocês, precisam navegar na onda da justiça, na onda da verdade. Isso sim, seria atitudes de uma Corte considerada Suprema.

Por Edilson Neves*

Nova Lei de Licitações avança e ratifica a contratação da advocacia pelo poder público

A nova regra esclarece em seu bojo quanto a inexigibilidade de licitação para contratação da advocacia e põe fim a conflitos com os órgãos reguladores, em especial os Tribunais de Contas

A sanção da nova Lei de Licitações (Lei 14.133/2021), na última quinta-feira (1), traz em seu bojo uma grande conquista para a advocacia no que tange a sua contratação direta pelo poder público. Além de representar  um avanço à sociedade, a nova regra aprimora o dispositivo que trata sobre a inexigibilidade de licitação para a contratação de serviços advocatícios, pois acaba com o requisito da singularidade desse serviço.

Conforme previsto no Art. 74 da referida lei, é inexigível a licitação quando inviável a competição, nos casos de contratação de serviços técnicos especializados de natureza com profissionais ou empresas de notória especialização, como no caso de patrocínio ou defesa de causas judiciais ou administrativas, atividade exercida de forma exclusiva pela advocacia.

A regra anterior estabelecia, basicamente, os requisitos de notória especialização e singularidade para a contratação direta dos advogados.  Mesmo sendo utilizado há mais de 20 anos pela legislação e, portanto, sedimentado no Direito Administrativo, o conceito de singularidade ainda era questionado por alguns órgãos de controle, sem razão técnica para tanto.

“Essa mudança retira eventuais conflitos de entendimento por parte de órgãos fiscalizadores com relação a contratação de escritórios de advocacia pelo poder público sem licitação. Ou seja, agora basta que seja reconhecido o trabalho técnico especializado, para que seja feita essa contratação. Portanto, vemos a nova Lei como uma ferramenta de reafirmação da atividade da advocacia e que as vezes era negada por alguns órgãos de controle”, explica Elton Assis, presidente da OAB Rondônia.

Elton Assis reforça que a atuação da OAB, desde o início da tramitação da nova lei no Congresso Nacional, foi fundamental para garantir benefícios para a advocacia e toda a sociedade. A alteração da legislação estava em tramitação há quase 10 anos no congresso. O projeto teve origem em uma comissão especial do Senado, em 2013, e passou por três reformulações até chegar à versão atual. A nova lei vai substituir a atual Lei das Licitações (Lei 8.666, de 1993), a Lei do Pregão (Lei 10.520, de 2002) e o Regime Diferenciado de Contratações (Lei 12.462, de 2011).

Observatório Nacional da Nova Lei de Licitações

A OAB Nacional criou, na última quinta-feira (1º), o seu Observatório Nacional da Nova Lei de Licitações. A medida foi adotada com o objetivo de contribuir para efetivação da legislação auxiliando a advocacia e a sociedade no entendimento das novas regras por meio de debates, eventos e produção de material teórico.

Fonte: Eficaz Comunicação

Deputados rejeitam projeto que aumentaria poder de Bolsonaro

Major Vitor Hugo e Hugo Motta pediram urgência para tramitação da matéria, mas pedido não foi pautado por rejeição de líderes

Terminou frustrada a tentativa de deputados de votar a toque de caixa um projeto que ampliaria os poderes do presidente Jair Bolsonaro durante a pandemia, com possibilidade de intervenção em produção de bens e convocação de civis, como ocorre nas guerras. 

Líderes partidários protocolaram, nesta segunda-feira (29), requerimento de urgência para a análise do projeto de lei 1.074/2020, que permite a decretação da Mobilização Nacional nos casos de situação de emergência de saúde pública, como a pandemia de covid-19

O requerimento, no entanto, não chegou a ser incluído na pauta desta terça-feira (30) por rejeição da maior parte dos líderes partidários. 

O texto do projeto estabelece que o chefe do Executivo pode tomar as medidas de Mobilização Nacional, hoje permitidas apenas em caso de ataque de forças estrangeiras ao país, também em caso de pandemia. O projeto, portanto, ampliaria os poderes do presidente Bolsonaro e foi visto por deputados de centro e da oposição como uma tentativa de golpe. 

“A aprovação do projeto da mobilização nacional permitiria que Bolsonaro assumisse imediatamente o comando de todos os servidores civis e militares, e até convocar quem não é servidor. Isso significa assumir o comando das polícias civis e militares. Não tem outra palavra: GOLPE!”, disse o deputado Kim Kataguiri (DEM-SP) em suas redes sociais. 

“Enquanto Bolsonaro faz queda de braço com os comandantes das Forças Armadas, no Congresso o líder do PSL quer votar com urgência um PL para o presidente decretar “Estado de Mobilização Nacional” mesmo que não estejamos em guerra. Estamos mobilizados para impedir este absurdo”disse a deputada Fernanda Melchionna (PSOL-RS). 

O requerimento de urgência, que não foi pautado, foi assinado pelos deputados federais Major Vitor Hugo (PSL-GO), autor da proposta, e Hugo Motta (Republicanos-PB).

Durante a pandemia, o poder Executivo poderia com a proposta convocar entes federados para integrar o esforço; reorientar produção, comercialização, distribuição e consumo de bens e da utilização de serviços; intervir nos fatores de produção públicos e privados; requisitar a ocupação de bens e serviços e convocar civis e militares.

Com a proposta, seria criado o Sinamob (Sistema Nacional de Mobilização), que consiste no conjunto de órgãos que atuam de modo ordenado e integrado, a fim de planejar e realizar todas as fases da decretação. Participam os seguintes órgãos: Defesa, Justiça, Relações Exteriores, Planejamento, Ciência e Tecnologia, Fazenda, Casa Civil, Gabinete de Segurança Institucional e Secretaria de Comunicação.

O Sinamob responderia pela área política, econômica, social, psicológica, de segurança e inteligência, de defesa civil, científico-tecnológica e militar. Contudo, esse mecanismo só é decretado se houver aprovação pelo Congresso Nacional.

Em sua justificativa, o deputado argumenta que o Estado de Sítio é diferente da Mobilização Nacional.

“Enquanto o Estado de Defesa e o Estado de Sítio têm, entre suas medidas, a restrição a direitos e garantias individuais e coletivos, como o direito de reunião, o sigilo das comunicações e a liberdade de ir e vir, a Mobilização Nacional tem por objetivo precípuo a reunião de esforços nacionais no campo da logística, da produção, da comercialização e da distribuição de bens e serviços, de modo a resguardar a sustentação material da população e do Estado durante a situação de crise, até que seja superada”, afirma Hugo.

Em nota assiada pela sua assessoria, o deputado nega que o projeto afaste direito ou garantia individual: “Vitor Hugo destaca que seu projeto é fundamental para reforço da logística nacional e garante que nenhum direito ou garantia individual é afastado em caso de acionamento da Mobilização Nacional. Destaca, também, que o Presidente poderia iniciar o processo, mas nada seria feito sem o aval do Congresso, que, em dando sua autorização, definiria também os termos e os limites da medida”.

Fonte: R7

“Todo poder emana dos ministros do STF”…

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É o que se deduz do escandaloso ativismo judicial praticado no CONANDA

O CONANDA (Conselho Nacional dos Direitos das Crianças e Adolescentes) é órgão que integra a estrutura da ADMINISTRAÇÃO FEDERAL, sendo incumbido da formulação de políticas públicas para a infância e adolescência na esfera do GOVERNO FEDERAL (desculpem a repetição, mas é necessária).

Em sua composição original, proliferam ONGs ideológicas que não têm qualquer legitimidade para se dizerem representantes da sociedade, e que já levaram o Conselho a adotar resoluções “belíssimas”, como a que garante a adolescentes infratores (nome oficial para menores de idade que cometem homicídio, roubo, estupro etc), a partir dos 12 anos, o “direito” de fazerem sexo uns com os outros dentro das unidades de internação.

O decreto do presidente da República pretendia reduzir a participação dessas organizações.

O (correto) voto vencido do ministro Marco Aurélio lembra que compete privativamente ao Presidente da República, democraticamente eleito, editar decretos sobres organização e funcionamento da administração federal (art 84, VI, “a” da Constituição).

O ministro lembra ainda que tal legitimidade faz parte da democracia e cumpre a vontade da maioria da população, manifestada pelo voto, “para que os rumos do Estado acompanhem as manifestações da soberania popular”.

Deveria ser o óbvio num sistema político cuja ideia central é a de que “todo poder emana do povo”.

No entanto, o inacreditável voto do ministro Barroso, seguido por outros adeptos do ativismo judicial na corte, foi em sentido contrário; o voto, do início ao fim, invade o MÉRITO do ato do presidente da República e poderia ser resumido assim: o presidente tem a prerrogativa de editar decretos reorganizando o próprio governo do qual ele é o chefe – desde que nós aqui no STF concordemos com o conteúdo (ou seja, o MÉRITO) do decreto.

Há mais de 100 anos todos os estudantes de todas as faculdades de Direito do país vêm aprendendo que o Judiciário não pode apreciar o MÉRITO dos decretos e demais atos do Executivo – ou seja, não compete a juízes decidir se tais atos são convenientes ou não para essa ou aquela política pública, se sua adoção é ou não oportuna, etc.

Cabe ao Judiciário analisar tão somente os aspectos formais de legalidade do ato (exemplo: verificar se a Constituição dá ao presidente poder para tratar dessa ou daquela questão por decreto – e, no caso do CONANDA, já vimos que sim, o presidente TEM esse poder).

A razão para essa restrição à interferência dos juízes e tribunais é óbvia: não fosse assim, quem governaria seria o Poder Judiciário – exatamente aquele NÃO ELEITO pelo povo.

É por isso que insistimos: quando ministros do STF agem como deuses e ignoram O TEXTO EXPRESSO da Constituição, praticando o mais escandaloso ativismo judicial, estão violando não só a regra da separação de poderes como, principalmente, a democracia representativa.

Quem governa o país deve ser escolhido por eleição direta. Foi para isso que o povo foi às ruas, há mais de 30 anos, no movimento das “Diretas Já!”.

Ou então aceitamos passivamente que a nova “regra” é:

“Todo poder emana dos ministros do Supremo, e por eles mesmos será exercido.”



Por Marcelo Rocha Monteiro | Procurador de Justiça no Estado do Rio de Janeiro.

Em tom de ameaça, Lula promete “desarmar” o país se o PT voltar ao poder (veja o vídeo)

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O molusco, está, realmente, revelando sua real intenção

O condenado em 2ª instância por corrupção e lavagem de dinheiro e ex-presidiário, Luiz Inácio Lula da Silva, está, finalmente, revelando suas reais intenções.

Em tom ameaçador, o petista prometeu “desarmar” o país, caso o PT volte ao poder.

“Nós aprovamos o Estatuto do Desarmamento. Veja a diferença entre eu e o Bolsonaro. Ele não quer dar arma pro favelado nem pro trabalhador, ele quer dar arma pros milicianos, pros fazendeiros”, afirmou Lula.

E prosseguiu:

“Ele quer dar arma pras pessoas atirarem em sem terras, em quilombolas, pra matarem Marielle. Podem saber, se o PT voltar no governo, a gente vai fazer com que as pessoas devolvam essas armas. Vamos desarmar esse país. Quem tem que ter armas são as Forças Armadas e as Polícias Militares.”

Assista:

Lula, assim como o seu partido, está seguindo à risca os moldes que formam ditadores…

Um povo desarmado estará à mercê do socialismo que reina em países como Venezuela e Cuba.

Esse sujeito é capaz de tudo para chegar ao poder.

Entretanto, sua insanidade junto com as mentiras não tem fim! Em antigo vídeo que circula na web, veja a contradição do petista:

Lula deveria estar em seu devido Lugar… Atrás das grades!

Fonte: JCO