Ji-Paraná: Policial penal é preso com celulares dentro de uma mochila em Presídio

Policiais já investigavam o agente há cerca de seis meses. Celulares seriam repassados para presos no presídio.

Um policial penal foi preso em flagrante com celulares que seriam repassados para detentos do presídio Agenor Martins de Carvalho, em Ji-Paraná (RO).

A polícia já investigava o agente há cerca de seis meses. No flagrante ele estava com cinco celulares dentro de uma bolsa. O policial foi preso e levado ao Centro de Correição de Porto Velho.

O homem deve responder pelos crimes de prevaricação imprópria, desobediência, já que resistiu no momento da prisão, e também por posse ilegal de arma de fogo.

A Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) informou que o policial penal é servidor desde 2004 e que um processo administrativo disciplinar será aberto para apurar os fatos.

Fonte: Sejus

O chefão do crime organizado, se entrega à polícia

Ele sofre de enfisema pulmonar e desistiu de permanecer foragido.

A polícia de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, prendeu, nesta segunda-feira (19), o empresário Fahd Jamil Georges, de 79 anos. Conhecido como o “Rei da Fronteira”, apelido dado a ele pelo Ministério Público que o considera o “chefão” do crime organizado na região.

A família de Fahd negociou com o Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Banco e Resgate a Assaltos e Sequestros) a rendição do idoso para que ele pudesse receber tratamento médico. Ele sofre de enfisema pulmonar e desistiu de permanecer foragido.

No aeroporto, amigos do empresário o acompanharam na prisão e defenderam a atitude como a melhor na atual conjuntura.

“Tem que se entregar. Precisa de tratamento médico. Se ficar foragido é pior. Ele não tem que esconder nada de ninguém. Não tem prova nenhuma contra ele”, defendeu o amigo e advogado Armen Chemzariam.

Fahd Jamil chegou em uma aeronave, ao lado do advogado Gustavo Badaro e de um dos filhos. O defensor adiantou que solicitaria pedido de relaxamento para prisão domiciliar, por conta do delicado estado de saúde do empresário.

Fahd permaneceu quatro décadas sem ser importunado pela polícia até que, em 2019, a “Operação Omertà” apontou o empresário como membro da milícia que exterminava os desafetos em Mato Grosso do Sul.

A lista de crimes relacionados a ele, no entanto, é grande: chefe do crime organizado, contrabando de café e açúcar, traficante de drogas e armas, explorador de jogos de azar, lavagem de dinheiro, sonegação de impostos, corrupção ativa, crimes contra o sistema nacional de armas e até o homicídio do chefe de segurança da Assembleia Legislativa do Estado, Ilson Martins Figueiredo, de 62 anos, a quem Fahd culpava pelo sumiço e morte de seu filho mais velho, Daniel Alvarez Georges, o “Danielito”, 42 anos.

Nunca ficou comprovado que Figueiredo estivesse envolvido no crime. O corpo de “Danielito” nunca foi encontrado.

Fahd Jamil estava foragido desde junho de 2020, quando foi deflagrada a terceira fase da “Omertà”. Ele foi acusado de Mandar matar Ilson Martins Figueiredo e Alberto Aparecido Roberto Nogueira, conhecido como “Betão”.

Em carta entregue às autoridades no momento da sua prisão, Fahd argumenta que tem “consideração aos poderes públicos”. Mas, a defesa também informou que o empresário vem sofrendo ameaças de chefes do PCC na disputa por poder na fronteira.

“É bastante divulgado que sempre colaborei para o equilíbrio da segurança na região da fronteira. Minha história de vida revela permanente respeito e colaboração com as autoridades em geral, pela importância das atribuições que elas exercem”, diz trecho da carta, que cita “consideração” aos poderes públicos.

Antes desta segunda, apenas uma vez houve notícia de prisão de Fahd, há quase 40 anos, pela Polícia Federal do Paraná. Naquela época, o “homem de 6 milhões de dólares” foi capturado em Campo Grande e levado à penitenciária de Ahu, em Curitiba, sob acusação de contrabando. Mas, foi solto logo em seguida por suas relações com homens poderosos.

Fonte: JCO

Jovem de 23 anos morre durante aplicação de hidrogel no corpo na Zona Leste

O caso é investigado como homicídio.

Um jovem de 23 anos morreu na última segunda-feira (19) após receber uma injeção de hidrogel no corpo. Ele havia pago R$ 1 mil pela aplicação. Uma mulher, suspeita de aplicar a substância, foi presa. O caso é investigado como homicídio.

Segundo o boletim de ocorrência, a Polícia Militar (PM) foi acionada por volta das 20h30 para atender uma ocorrência de homicídio no bairro Socialista. Ao chegar no local, uma mulher informou aos policiais que foi contratada pela vítima para que ela aplicasse hidrogel.

A mulher contou que o procedimento durou cerca de 1h. Depois da aplicação, o jovem começou a ter convulsões, seguida de uma parada cardíaca e ela tentou animá-lo com massagem cardíaca, mas não teve resultado. Diante da situação, ela ligou para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

A equipe médica chegou no local e constatou a morte da vítima. Por conta da situação, ligou para a PM. A Polícia Civil, perícia e o rabecão do IML também foram acionados.

No local, a perícia recolheu objetos utilizados durante o procedimento: um frasco de silicone V1000,01, frasco de álcool 70, caixa com luvas, caixa com máscaras, várias seringas, agulhas, tesoura, cola, fraco de anestésico, rolo de atadura.

A mulher foi presa e levada à Central de Flagrantes da capital. A mãe do jovem informou à polícia que ele tinha problemas respiratórios e também era portador do vírus HIV.

Polícia prende foragido de SP por importunação sexual em Rondônia

Homem era procurado pela justiça de São Paulo por crime de estupro.

Um homem que estava foragido da Justiça de São Paulo, suspeito de estupro, foi preso essa semana no centro de Pimenta Bueno (RO) após denúncia de importunação sexual. Nesta quinta-feira (15) a Polícia Militar (PM) confirmou que uma mulher denunciou ter sido seguida pelo homem na manhã de terça-feira (13).

Segundo a vítima, o suspeito no meio da rua ofereceu dinheiro para que ela mostrasse os seios. Ela, assustada, negou e com isso o homem reagiu agressivamente. A mulher contou à polícia que o homem baixou a blusa dela deixando seus seios à mostra.

Durante a denúncia, a PM colheu as características do homem e uma equipe começou a fazer buscas pelas proximidades. O suspeito foi localizado e levado à Delegacia de Polícia Civil, onde foi reconhecido pela vítima.

Os policiais também fizeram uma consulta nominal e encontraram um mandado de prisão em aberto expedido pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, pela acusação dos crimes de estupro e ameaça.

Com isso foi registrada a ocorrência, dado cumprimento ao mandado de prisão e o homem foi levado à Casa de Detenção de Pimenta Bueno, onde permanece à disposição da Justiça.

Dupla é presa com documentos falsos em tentava de abrir conta em Porto Velho

Conforme a polícia, um dos suspeitos uma mulher de 45 anos, tinha a intenção de fazer um empréstimo.

Polícia prende mulher que tentava abrir conta com documentos falsos; foragido também foi preso
Estelionatários são presos na capital

Na manhã desta segunda-feira (12), equipes da 3ª Delegacia de Polícia de Porto Velho, prenderam uma mulher de 45 anos, após ser flagrada tentando abrir uma conta bancária em uma cooperativa de crédito usando documentos falsos. A criminosa Vandileuza de Azevedo Oliveira, foi presa no Bairro São Cristóvão, na Capital junto com cúmplice foragido Joel Monteiro de Matos, 27 anos. Ambos estavam com documentos falsos.

Segundo a delegada Fabiana Moreira, durante o processo de abertura de conta, verificação de documentos, a gerente da cooperativa suspeitou dos documentos apresentados por Vandileuza e acionou os investigadores. A intenção da mulher era fazer um empréstimo, segundo a Polícia.

Nesta manhã, a mulher retornou ao local para assinar os documentos de abertura de conta. Foi nesse momento que ela foi presa pelos policiais. Com ela, os investigadores encontraram contracheques falsos, RG, CPF, comprovante de residência, certidão de nascimento e cartões de crédito em nome de outras pessoas. Todos os documentos apresentado por Vandileuza estavam em nome de uma mulher que reside em Ji-Paraná.

Ao ser questionada pela gerente da cooperativa, a mulher não soube informar o cargo que ela exercia de acordo com o contracheque que ela apresentou, segundo a delegada. Os policiais, com apoio de investigadores da 1ª e 2ª DP, deram continuidade nas diligências para prender o comparsa dela, que estava nas proximidades do local esperando a estelionatária.

Ao avistar os investigadores, Joel ainda tentou fugir em um veículo, mas foi perseguido e preso. Com ele, os policiais encontraram documentos falsos. O criminoso se passava por um homem que reside em Ji-Paraná. Na delegacia, os policiais confirmaram que o documento apresentado por Joel era falso. Após alguns minutos de conversa, Joel acabou revelando sua verdadeira identidade.

Na consulta nominal, a Polícia descobriu que havia um mandado de prisão contra ele. Os dois ficaram à disposição da justiça.

Fonte: Rondônia Agora

Bandidos invadem estabelecimento e espancam comerciante na Zona Sul de Porto Velho

Bandidos agrediram brutalmente o idoso e fugiram levando o dinheiro, e vítima acabou não resistindo aos ferimentos.

O comerciante Norival dos Santos Siqueira, 67 anos, morreu na noite de sexta-feira (9), após ser brutalmente espancado por criminosos, durante um assalto em um estabelecimento comercial, localizado na Rua Vitória do Palmar, Bairro Aeroclube, Zona Sul de Porto Velho.

De acordo com a Polícia Militar, os ladrões chegaram no local em um carro de cor branca e renderam a vítima.

Além de roubar o trabalhador, os bandidos agrediram brutalmente o idoso, e fugiram levando dinheiro e alguns objetos da vítima.

Populares acionaram uma equipe de resgate do Corpo de Bombeiros, Norival foi socorrido até o Pronto Socorro, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

A Polícia Civil irá investigar o crime para identificar os criminosos que roubaram e mataram o comerciante.

Fonte: Rondônia Agora

Cacoal e Rolim de Moura são alvo de operação da Polícia de Rio Branco e Rondônia

A investigação aponta um suposto golpe milionário que ao todo, estima-se um prejuízo superior a R$ 1,2 milhão.

Na manhã desta sexta-feira (9), a 2ª Delegacia Regional de Polícia de Rio Branco (PCAC) e a 2ª Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (PCRO) deflagraram Operação Status, dando cumprimento a mandados de busca e apreensão nos municípios de Rolim de Moura e Cacoal. A operação é decorrente de investigação por crimes praticados na comarca de Rio Branco (AC).

Segundo as investigações, foi comprovado no inquérito que os investigados cometeram estelionatos, na medida em que adquiriram carros de luxo sem o devido pagamento, que se deu mediante a entrega de cheques falsificados ou sustados. Após a prática do delito, segundo a Polícia, os investigados fugiram, contudo, as investigações se deram de forma minuciosa e culminou com a identificação, em solo rondoniense, da autoria dos crimes.

Ao todo, estima-se que o prejuízo suportado pelas vítimas seja superior a R$ 1,2 milhão. Durante o cumprimento das buscas, no município de Cacoal, foram apreendidos diversos bens incompatíveis com as condições pessoais de um dos investigados, além de quantia expressiva em dinheiro e ouro. Ainda na casa, uma arma de fogo foi encontrada, o que resultou na prisão em flagrante.

Caso Henry: Polícia confirma que o Ex- vereador Dr. Jairinho assassinou o garoto

Investigação continua, mas delegado disse que já há provas suficientes.

O delegado titular da 16ª Delegacia de Polícia Henrique Damasceno disse hoje (8) que o vereador Dr. Jairinho (RJ), expulso nesta quinta-feira do partido Solidariedade, assassinou Henry Borel, de 4 anos, filho da namorada do vereador. Segundo o delegado, a investigação continua, mas já existem provas suficientes para assegurar que a morte do garoto, no dia 8 de março, não foi um acidente, e sim um crime duplamente qualificado com emprego de tortura e sem possibilidade de defesa da vítima.

De acordo com o delegado, até o momento, não há possibilidade de garantir que a mãe da criança participou das torturas, mas Damasceno acrescentou que Monique Medeiros da Costa e Silva foi omissa em não procurar a polícia para relatar uma agressão ocorrida no dia 12 de fevereiro, dentro do apartamento do casal. Conforme o delegado, a agressão ficou evidente em troca de mensagens entre Monique e a babá de Henry, Thayná, recuperadas pela polícia com a utilização do software israelense Cellebrite Premium. 

As mensagens foram fundamentais para determinar a prisão do casal nesta quinta-feira. A aquisição do software vinha sendo pedida pela polícia há dois anos e foi autorizada pelo governador em exercício Cláudio Castro durante as investigações.

Nas mensagens, que tinham sido apagadas do celular de Monique, a babá informou que o menino foi trancado no quarto por Dr. Jairinho e naquele momento sofria agressões. A mãe então pediu para que ela entrasse no quarto, o tirasse de lá e desse um banho para ele ficar mais calmo. A babá contou ainda que o menino relatou que levou “uma banda” do padrasto e que pediu para que a sua cabeça não fosse lavada, porque sentia dor. Henry falou ainda que tinha dores no joelho.

Ameaças

O delegado descartou a possibilidade de a mãe ter sofrido ameaças para não relatar as agressões e ressaltou que não faltaram oportunidades para falar das agressões sofridas pelo menino.

“Com relação à ameaça, com bastante sinceridade, não é isso que percebi. Ela teve inúmeros momentos em que poderia ter falado conosco. O depoimento foi bastante longo e ela se mostrou à vontade em vários pontos dele [depoimento]”, afirmou.

Presos, Dr. Jairinho e mãe de Henry Borel chegam algemados à cadeia - Fotos  - R7 Rio de Janeiro
Monique Medeiros da Costa e Silva, mãe do menino Henry Borel

O comportamento de Monique após a morte do filho chamou atenção de Damasceno. “Ela conseguiu prestar um depoimento por mais de quatro horas e apresentou uma versão fantasiosa protegendo o assassino do próprio filho”, ressaltou, destacando, que com base na legislação brasileira, a denúncia seria uma obrigação legal da mãe.

“A mãe não procurou a polícia, não afastou a vítima do agressor, do convívio de uma criança de 4 anos, filho dela. É bom que se diga que ela tem obrigação legal. Além disso, quando verificamos depois de uma rotina, esteve em sede policial por mais de quatro horas protegendo o assassino do próprio filho. Não só se omitiu, como também concordou”.

O delegado informou ainda que após o enterro do filho, Monique foi a um salão de beleza para tratar do cabelo e das unhas. A imagem que o casal tentava passar da convivência com o menino era de uma família harmoniosa, inclusive induzindo a polícia para esta versão.

IML

Durante as investigações foi ouvido um alto executivo da Saúde, com nome não revelado pelo delegado, que no seu depoimento na 16ª DP revelou ter recebido quatro ligações de Dr. Jairinho pedindo que o corpo fosse liberado pelo Hospital Barra D’Or, onde a criança já chegou morta, e não fosse encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML). O executivo, segundo o delegado, negou o pedido, porque constatou que o menino tinha sido vítima de agressões e, por isso, o corpo precisava ser levado ao IML.

Descarte de celulares

O casal foi preso na casa de uma tia do vereador, em Bangu, na zona oeste do Rio de Janeiro. O endereço não tinha sido informado às autoridades policiais, que conheciam apenas a localização da casa da mãe de Monique e dos pais de Dr. Jairinho, onde estavam morando separados nos últimos dias. Esse foi um dos motivos pelos quais a prisão foi feita nesta quinta-feira. O delegado relatou que não houve resistência no momento que foram presos, mas o vereador tentou se livrar de dois celulares que o casal estava usando depois que tiveram anteriormente a apreensão dos seus aparelhos. Jarinho jogou os celulares pela janela, mas a polícia recolheu e os encaminhou para perícia.

O promotor do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), titular da 1ª Promotoria da Zona Sul e Barra, Marcos Kac, disse que as provas continuam sendo produzidas porque as investigações ainda não terminaram, uma vez que ainda tem uma série de atos de polícia judiciária e pericial para serem praticados para que todo o acervo probatório seja encaminhado ao Ministério Público. “Aí sim, vai valorar a conduta de cada um e imputar o tipo penal violado por cada um dos atores dessa tragédia”, contou Marcos Kac, esclarecendo o processo para determinar a punição de cada um no crime.

Para o diretor do Departamento Geral de Polícia da Capital (DGPC), delegado Antenor Lopes, para as investigações este foi um caso extremamente sensível e delicado, que começou com a possibilidade de ser um acidente doméstico, mas que avançou nas apurações. “Caso difícil porque ocorreu dentro de um apartamento sem maiores testemunhas e sem câmeras. Era um caso com dificuldade muito grande, mas a equipe do Dr Henrique evoluiu na investigação e eles começaram a perceber que algo estava errado. Fomos auxiliados pela perícia técnica, bem como toda a investigação foi acompanhada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro, com o Dr Marcos Kac”, completou.

Expulsão

O partido Solidariedade, que ontem tinha anunciado o afastamento de Dr. Jairinho, em nota nesta quinta-feira, informou a expulsão do vereador. “Diante dos novos fatos revelados, a Executiva Nacional do Solidariedade, em conjunto com a Estadual do partido, resolve expulsar, de forma sumária, o vereador Dr. Jairinho”.

A Câmara Municipal do Rio de Janeiro confirmou que se reunirá hoje para definir a situação do vereador, com a responsabilidade que o caso exige e atenta à gravidade da prisão de Dr. Jairinho. Está prevista para esta tarde uma reunião do Conselho de Ética. “Embora inexista até o momento representação formulada no Conselho de Ética, será dada toda celeridade que o caso exige. Em razão da prisão, o vereador tem sua remuneração imediatamente suspensa e fica formalmente afastado do mandato a partir do trigésimo primeiro dia, na forma do art. 14 do Regimento Interno”, informou.

Depois de passar por exames de corpo de delito no IML, o casal foi levado para o presídio de Benfica, na zona norte, para entrada no sistema prisional do estado do Rio.

Assista na TV Brasil:

Fonte: Aline Leal A/B

Polícia Federal deflagra Operação “Checker”

A Operação mira suspeitos de fraude no auxílio emergencial

A “Operação Checker” foi deflagrada, nesta terça-feira (6), pela Polícia Federal, para desmantelar uma organização criminosa que fraudava o auxílio emergencial concedido pelo Governo Federal à parte da população brasileira mais prejudicada durante os lockdowns consecutivos impostos por governadores e prefeitos no combate à disseminação da pandemia da Covid-19.

Os agentes federais cumprem dois mandados de prisão preventiva e dois mandados de busca e apreensão no município de Umuarama (PR). Investigações da PF apontam que os suspeitos teriam usado programas de computador e, por meio de algoritmos, gerado números de Cadastro de Pessoa Física (CPF) e softwares – conhecidos como “checkers” – indicavam titulares aptos para receber o benefício.

“Os saques eram realizados, diretamente, no caixa eletrônico, na agência bancária, ou então, quando em valores maiores, por meio de transferência através do sistema PIX”, explicou a PF.

O prejuízo – aos cofres públicos e às vítimas donas dos CPFs – é estimado em R$ 1 milhão. Porém, este valor será recalculado e poderá aumentar, consideravelmente, após análise dos materiais apreendidos.

“Com a atuação dos investigados, além do enorme prejuízo ao erário, centenas de pessoas foram privadas do recebimento do benefício, justamente no momento mais agudo da pandemia”, informou a polícia.

Fonte: IstoÉ

Polícia investiga furto de 50 vacinas em posto de saúde

CoronaVac foi furtada do Centro Municipal de Saúde Professor Carlos Cruz Lima, na zona norte do Rio

A Polícia Civil do Rio de Janeiro abriu inquérito para investigar o furto de 50 vacinas, do tipo CoronaVac, fabricadas pela gigante farmacêutica Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, do Centro Municipal de Saúde Professor Carlos Cruz Lima, na zona norte do Rio.

Por volta das 04 horas da madrugada desta segunda-feira (5), um vigilante do posto de saúde constatou o arrombamento e, por meio das imagens das câmeras de segurança, confirmou a entrada de um homem.

A ação durou apenas dez minutos e o homem, entre 30 e 40 anos de idade, carregava uma mochila. Ele arrombou a sala de imunização, onde os frascos das vacinas estavam armazenados e retirou os imunizantes do local.

O funcionário do posto de saúde contou, em depoimento à polícia que, ao perceber o furto, notificou a Secretaria Municipal da Saúde.

A Secretaria, por sua vez, informou que a polícia já realizou perícia no local e prosseguirá as investigações. Os agentes realizam diligências para identificar o autor e recuperar as vacinas furtadas.

Fonte: JCO

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