Polícia Ambiental resgata aves silvestres no interior de Rondônia

Várias espécies de aves foram mantidas em cativeiro.

Policiais civis e militares resgataram 24 aves silvestres que eram mantidas irregularmente em cativeiro em Tarilândia (RO), na Comarca de Jaru. Caso aconteceu na última semana.

Após uma denúncia de crime ambiental, os agentes se deslocaram à residência do suspeito onde encontraram as aves cativas sem licença ou autorização de autoridade ambiental competente.

No total haviam: sete curiós, dois periquitos de cara suja, dois canários da terra, uma coleirinha, um guache, três periquitos tuim, um papagaio, um pássaro identificado pelo infrator como sangue de boi, um urubu cara vermelha, uma arara juba, uma maritaca cara roxa, dois gaviões kiri kiri e um gavião carcará.

Alguns foram devolvidos à natureza e outros entregues aos cuidados da equipe veterinária da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Ambiental (Sedam) de Ji-Paraná, pois estão muito debilitados, inclusive alguns com as penas das asas cortadas.

As gaiolas usadas para manter as aves presas foram apreendidas e posteriormente inutilizadas.

Polícia apreende, cinco suspeitos, com munições e armas de calibre de caça em fazenda Nova Mutum, RO

A operação tem como objetivo prender os suspeitos de armar uma emboscada contra a polícia no distrito de Nova Mutum, cerca de 300 invasores foram retirados da área.

Armas de fogo, munições, dezenas de armas brancas e equipamentos de comunicação foram apreendidos no fim de semana na fazenda onde dois policiais militares foram assassinados no dia 3 de outubro, em Porto Velho.

A apreensão ocorreu durante a Operação Ordodeflagrada no sábado (10) com objetivo de prender os suspeitos de armar uma emboscada contra a polícia no distrito de Nova Mutum Paraná.

Segundo informou a Polícia Militar (PM), cerca de 300 agentes da segurança pública participaram da ação na região da fazenda.

“Inicialmente, durante a operação, prendemos cinco suspeitos, munições e armas de calibre de caça”, afirma Alex Miranda, capitão da PM-RO.

A Polícia Militar encontrou estoque de alimento no barracão

Ao todo, 24 mandados foram expedidos pela Justiça, sendo 17 deles de prisão preventiva. A operação Ordo é integrada foi realizada pela Polícia Civil, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e Polícia Técnico-científica. Ordo é uma referência à ordem.

Arma e rádios de comunicação apreendidos na fazenda — Foto: WhatsApp/Reprodução
Arma e rádios de comunicação apreendidos na fazenda

Segundo apurado nas investigações, os procurados integram uma organização criminosa e praticam diversos crimes na localidade, com treinamento e armamento de guerra utilizando fuzis e metralhadoras para prática de homicídios, torturas, incêndios e roubos.

Na mesma operação do fim de semana, segundo a polícia, cerca de 300 invasores foram retirados da área.

Equipamento para comunicação por rádio foi encontrado na fazenda — Foto: WhatsApp/Reprodução
Equipamento para comunicação por rádio foi encontrado na fazenda

Morte de PM’s

No último dia 3 de outubro, o tenente da reserva José Figueiredo sobrinho pescava com amigos em uma propriedade rural quando foi identificado, torturado e morto por um grupo armado. Uma testemunha disse que os criminosos cometeram o crime após constatar que a vítima era militar.

A Polícia Militar (PM) foi chamada e ao chegar na localidade para retirar o corpo de Figueiredo, houve um ataque por parte dos criminosos e o sargento Márcio Rodrigues da Silva foi alvejado e morto.

Figueiredo e Rodrigues: policiais mortos em emboscada em Rondônia — Foto: Polícia Militar/Divulgação
Figueiredo e Rodrigues: policiais mortos em emboscada em Rondônia

Por conta da intensidade do ataque, os policiais precisaram recuar e os corpos das vítimas só foram retirados em uma operação no domingo (4). Outros quatro militares ficaram feridos no ataque em que o sargento foi morto. Um deles segue internado na UTI.

Fonte: G1/RO

Megaoperação da polícia busca prender grupo envolvidos em mortes de PMS em Nova Mutum, RO

Pelo menos 150 agentes entre policiais civis, militares e ambientais compõe ação na fazenda desde quinta-feira (08).

A polícia realiza prisões neste sábado (10), na ação que está em curso para prender o grupo suspeito de emboscar policiais em uma fazenda do distrito de Nova Mutum, em Rondônia, que iniciou na quinta-feira (8). Informações preliminares apuradas indicam que, até o momento, ao menos duas pessoas foram capturadas.

A emboscada ocorreu no último fim de semana e resultou na morte de dois policiais militares. A operação na área, que tem pelo menos 40 mil hectares de mata, pode se estender até a próxima segunda-feira (12) e conta com reforços de aproximadamente 150 agentes entre policiais civis, militares e ambientais.

Figueiredo e Rodrigues: policiais mortos em emboscada em Rondônia — Foto: Polícia Militar/Divulgação
Figueiredo e Rodrigues: policiais mortos em emboscada em Rondônia

Os suspeitos de participarem da emboscada – cerca de 15 pessoas – têm mandados de prisão em aberto por outros crimes. Em entrevista coletiva no último domingo (4), o Coronel Plinio, subcomandante da PM, informou que o grupo responsável pela emboscada é de “alta periculosidade, com treinamento de guerrilha”.

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“Não podemos dizer que eles fazem parte de movimentos sociais. Ocorre que nessa ação nos deparamos com uma quadrilha organizada. E o estado está tomando todas as medidas necessárias e adequadas. É uma área de conflito agrário”, reforçou o subcomandante.

Área onde ocorre operação é de conflito agrário, segundo o governo de Rondônia.  — Foto: Reprodução/Rede Amazônica
Área onde ocorre operação é de conflito agrário, segundo o governo de Rondônia.

Em sobrevoo, mulheres e crianças foram avistadas e, com isso, a orientação foi para retrair a tropa e garantir que a operação fosse de resgate. Segundo o governo do Estado, a região onde acontece a operação é conhecida por ser uma área de conflito agrário.

Pelo menos 100 policiais foram deslocados para a região das mortes em uma operação inicial para procurar os criminosos envolvidos nos assassinatos. Segundo a polícia, uma milícia armada que atua na grilagem de terras estaria por trás dos ataques.

O setor de inteligência apurou que a região é de conflito agrário. Em sobrevoo, mulheres e crianças foram avistadas, com isso, a orientação foi para retrair a tropa e garantir que a operação fosse de resgate.

Tenente da PM Fredson Amorim Ferraz segue internado em Porto Velho — Foto: Facebook/Reprodução
Tenente da PM Fredson Amorim Ferraz segue internado em Porto Velho

O tenente Fredson Amorim Ferraz, da Polícia Militar (PM), segue internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital João Paulo II em Porto Velho. O policial foi baleado no abdômen por um tiro de fuziil na fazenda onde acontece a operação.

Depois de ser baleado, Ferraz foi socorrido às pressas para o Hospital João Paulo II e submetido a uma cirurgia. Porém, devido à gravidade dos ferimentos, o policial foi transferido à UTI.

Nesta sexta, a família iniciou uma campanha nas redes sociais para doação de sangue ao tenente. “Iniciamos a campanha de doação de sangue para nosso irmão, o tenente da PM Fredson Amorim Ferraz, que se encontra hospitalizado em razão de um disparo de arma de fogo na região de Nova Mutum!! Seu sangue é O +“, diz a mensagem da campanha.

Quem tiver sangue O+ pode procurar o hemocentro de Porto Velho e fazer uma doação direta para o tenente da PM. A Fhemeron em Porto Velho fica localizada na Avenida Governador Jorge Teixeira, 3766, ao lado do Hospital de Base. O agendamento para a doação pode ser feito pelo (69) 3216-2234.

Fonte: Rede Amazônica

Polícia Ambiental resgata Tamanduá ferido em RO

Animal buscou abrigo em uma residência após ser atropelado.

Uma tamanduá fêmea foi encontrado por uma família da capital na última sexta-feira (14). o animal silvestre estava ferido na garagem da residência, embaixo do automóvel. O animal foi atropelado na BR-319 (avenida Governador Jorge Teixeira) e se refugiou na casa de Zaíra. Havia sinais de luta entre ele e o cachorro da família, Thor. O cão sofreu vários arranhões na cara e boca, sendo socorrido pela enfermeira, Zaíra Camelo Correa, dona do animal, entretanto o cachorro passa bem.

O Batalhão de Polícia Ambiental (BPA) foi acionado para fazer o resgate do tamanduá. Na clínica, o mamífero passou pelo exame de raio-X, que detectou fratura na perna esquerda traseira.

Animal foi atropelado na BR-319 (avenida Governador Jorge Teixeira) e se refugiou em Residência

O médico veterinário do Batalhão de Polícia Ambiental, Marcelo Andreani explica que nesta época do ano onde as queimadas são constantes pela ausência de chuva, os animais procuram abrigos no desespero de fugir da morte e acabam vindo parar na cidade, colocando-se em risco de serem atropelados ou capturados.

O Batalhão de Polícia Ambiental fez parceria com uma clínica veterinária particular, para atender casos como este. O ortopedista veterinário e cirurgião geral, Carlos Henrique Tibúrcio Maio não encontrou nenhuma mordida do cão no tamanduá, além da fratura na perna, o animal tinha apenas escoriações.

A cirurgia ortopédica foi realizada de imediato, onde foram colocados uma placa e pinos para corrigir a fratura. O tamanduá estava em estado de choque e desidratado. A fêmea tem aproximadamente um ano de idade. Os médicos estabilizaram o quadro clínico com soro eletrolíticos e monitoraram a frequência cardíaca pelo computador.

Após a cirurgia, o sargento Marcelo Andreani levou o tamanduá femêa para o Centro de Recuperação de Animais Silvestres (Cras), que fica nas instalações do Batalhão de Polícia Ambiental, em Candeias do Jamari, onde deve tomar antibióticos pelos próximos sete dias e ficar em observação durante 15 dias até ser liberada e solta ao habitat natural.

Fonte: Sesdec

Polícia ambiental fiscaliza pesca clandestina em Rondônia

Segundo o batalhão da polícia ambiental, as regiões de Jacy-Paraná, distritos de Jacy-Paraná, Nova Mutum, Abunã e em Porto Velho são os pontos onde mais acontece a prática.

Equipes do Batalhão de Polícia Ambiental, durante fiscalização em Jacy-Paraná

O Batalhão de Polícia Ambiental, recebe diariamente inúmeras denúncias de infratores sobre a pesca ilegal em Rondônia. A polícia alerta sobre as consequências de quem for pego atuando essa prática de crime.

Segundo os agentes, constam nas denúncias a captura e o transporte de peixes com o tamanho fora da medida, sendo que algumas espécies possuem tamanho mínimo para a captura e transporte, como exemplo o Tambaqui (55cm); Surubim (80cm); Caparari (80cm), dentre outros”, conta o subcomandante. também ocorre a pesca com malhadeiras nas “bocas dos rios”, o que impede os peixes de subirem até as cabeceiras dos rios para realizarem a desova e a reprodução.

“O crime de pesca predatória é de três anos de detenção, além da multa que pode chegar até R$ 100 mil”, afirmou o subcomandante, capitão Jairo Alves Carneiro.

Durante a abordagem é verificado se a pessoa possui a licença para pescar (carteirinha de pescador), os materiais utilizados como: linha de mão, caniço simples, caniço com molinete, anzóis simples, caniço com carretilha, providos de isca natural ou artificial, a quantidade de pescado para o transporte é de 10 kg + um exemplar, com exceção do Rio Guaporé que é de um exemplar apenas.

Os pescadores profissionais podem utilizar alguns petrechos além dos citados, porém, devem se aterem aos tamanhos mínimos das malhas previstas em normas.

As equipes de fiscalização monitoram as regiões de Jacy-Paraná, distritos de Jacy-Paraná, Nova Mutum, Abunã e em Porto Velho, onde está prática ocorre com frequência.

Para realizar denúncias, a população pode ligar no Batalhão de Polícia Ambiental no telefone (69) 3230-1088 ou (69) 9995-6874 – WhatsApp.

Fonte: Sesdec

Polícia Ambiental deflagra operação contra grilagem de terras em reserva de RO

Ação começou a ser realizada no início de julho na região. Com 170 famílias, a reserva integra o maior bloco de área protegida do Estado de Rondônia.

Levantamento na ação aponta que famílias da área são ameaçadas por grileiros.  — Foto: Divulgação/PMA
Levantamento na ação aponta que famílias da área são ameaçadas por grileiros

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e equipes da Polícia Militar Ambiental realizam uma operação de fiscalização e combate a grilagem de terra pública, na Reserva Extrativista Rio Ouro Preto, em Guajará-Mirim (RO).

Conforme o levantamento as ações , duas famílias foram obrigadas a saírem de suas áreas após ameaças de grileiros.

A Operação 4, de fiscalização e combate a grilagem na região, começou a ser realizada no início de julho na região. Com 170 famílias, a reserva integra o maior bloco de área protegida do Estado de Rondônia.

Segundo um levantamento preliminar feito pelo ICMBio foram lavrados:

  • 11 autos de infração por: desmatamento, extração irregular de madeira, destruição das unidades de pesquisas instaladas no ramal dos seringueiros para monitoramento da biodiversidade, entrada irregular na unidade de conservação e introdução de espécies exóticas (gado);
  • embargo de três áreas, totalizando até hoje: 100 hectares de área embargada, que foram desmatadas;
  • apreensão de um caminhão com 110 estacas para cercamento, totalizando 3,51 m³ de madeira;
  • apreensão de 11,2 m³ de mourão e 6,81 m³ de réguas/ripas.

Ainda de acordo com o levantamento, também foram registrados dois boletins de ocorrência por dois comunitários do Ramal dos Seringueiros, que foram obrigados e ameaçados a saírem das suas áreas.

As ameaças estão sendo encaminhadas pelo instituto ao Ministério Público Federal (MPF) e para a Polícia Federal (PF) para identificação dos autores.

A Amazônia registrou 1.034,4 km² de área sob alerta de desmatamento em junho, recorde para o mês em toda a série história, que começou em 2015. No acumulado do semestre, os alertas indicam devastação em 3.069,57 km² da Amazônia, aumento de 25% em comparação ao primeiro semestre de 2019.

Os dados são do sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), atualizados na última semana.

O Brasil enfrenta pressão de investidores estrangeiros para diminuir o desmatamento na Amazônia. Nesta quinta-feira (9), o vice-presidente Hamilton Mourão disse para investidores que o Brasil busca reduzir o desmatamento, mas os dados mostram aumento na tendência de desmate.

Fonte: Rede Amazônica

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