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Presidente Donald Trump deixa hospital após três dias internado com covid-19

Aos jornalistas e fotórgrafos que o aguardavam do lado de fora do hospital, ele agradeceu: “muito obrigada”.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, saiu por volta das 18h38 (19h38, em Brasília) desta segunda-feira (5) do Centro Médico Militar Nacional Walter Reed, onde permaneceu desde a última sexta-feira após ter sido infectado pelo novo coronavírus.

Trump saiu do hospital caminhando pela porta da frente. Ele foi levado em um curto percurso de carro até o helicóptero presidencial Marine One e partiu de Maryland até a capital, Washington DC, em um percurso de aproximadamente 15 km.

Aos jornalistas e fotórgrafos que o aguardavam do lado de fora do hospital, ele agradeceu: “muito obrigada”. Mas não respondeu nenhuma pergunta. Apenas posou para uma foto fazendo um jóia com a mão.

Pouco antes de deixar o hospital, o presidente anunciou pelo twitter que “voltará à campanha eleitoral em breve”. Ele acrescentou que as pesquisas eleitorais são notícias falsa. Cerca de 20 minutos depois de sair do hospital, o Marino Onde pousou na Casa Branca.

Agora, Trump continuará o tratamento contra a covid-19 na Casa Branca. A quarta dose do antiviral Remdesivir, por via intravenosa, será aplicada ainda na noite de hoje, segundo os médicos que assistem o republicano. A última dose será amanhã à noite.

Mais cedo, o médico da Casa Branca, Sean Conley, afirmou em entrevista coletiva que tudo o que estava sendo feito no hospital pode ser mantido na residência oficial.

Trump também está tomando o anti-inflamatório dexametasona. O objetivo desse remédio é evitar um processo inflamatório provocado por uma reação exagerada do sistema imunológico ao vírus que ocorre em alguns pacientes com covid-19 e que pode levar à morte. 

Não é possível prever quais pacientes terão essa chamada “tempestade” inflamatória, mas quando acontece, é entre o sétimo e décimo dias desde o início dos sintomas, em média — Trump está no quarto dia. 

Por essa razão, Conley ressaltou que o presidente “ainda não está fora de perigo” e que ele dará “um profundo suspiro de alívio” se o quadro de saúde do republicano se mantiver igual ou melhorar até a próxima segunda-feira.

O fato de não ter mais febre nas últimas 72 horas e a oxigenação sanguínea normal contribuíram para que os médicos autorizassem volta do presidente para casa. 

Trump foi submetido a diversos exames, incluindo de fígado e rins, antes de ser liberado. Os médicos disseram que todos os resultados foram satisfatórios.

Trump tem 74 anos, é tecnicamente obeso, toma remédio para controlar o colesterol e é do sexo masculino, fatores de risco para desenvolver quadros graves de covid-19.

Ontem, o presidente saiu de carro para acenar a apoiadores que permaneciam nas redondezas do centro médico. De máscara, ele apenas passou dentro do veículo pelos grupos acampados e retornou ao hospital.

Fonte: R7

Trump ataca rivais e faz campanha no Twitter enquanto espera alta

Internado com covid-19, presidente dos EUA usou o Twitter na manhã desta segunda-feira (5) para fazer campanha pela reeleição

O presidente dos EUA, Donald Trump, segue internado depois de ter dado positivo para covid-19 e usou as redes sociais para continuar trabalhando na campanha de reeleição durante a manhã desta segunda-feira (5).

Pelo Twitter, Trump enumerou em uma série de tweets as causas que defenderá na reeleição e pediu que os cidadãos votassem em novembro.

Entre os tweets, estão “O exército mais poderoso de todos. Vote!”, “Lei e ordem. Vote!”, “Liberdade religiosa. Vote!” e “Paz pela força (traga nossos soldados de volta). Vote!”.

O presidente também aproveitou para atacar os rivais, o Partido Democrata, alegando que “se você quiser um aumento massivo nos impostos, o maior na história do nosso país (e um que pode quebrar a economia e causar demissões), vote Democrata!!!”

Na série de tweets, Trump também defendeu a Segunda Emenda da Constituição americana, que garante o direito de armar a população e um dos pontos-chaves para segurar o eleitorado Republicano, e prometeu um “sistema de saúde melhor e mais barato”.

O presidente deixará o hospital nesta segunda-feira (5). Segundo boletins médicos, ele não precisou de oxigênio e não está mais com febre. No domingo (4), ele saiu brevemente do hospital para cumprimentar apoiadores. 

Fonte: R7

Presidente Donald Trump e primeira-dama são diagnósticados com Covid

Informação foi dada no Twitter nesta sexta-feira

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, que minimizou a ameaça da pandemia do novo coronavírus por meses, anunciou nesta sexta-feira (2) que ele e a primeira-dama Melania Trump, tiveram teste positivo para covid-19 e entrarão em quarentena.

“Vamos começar nossa quarentena e processo de recuperação imediatamente. Vamos passar por isso JUNTOS!”, escreveu o presidente em um tuíte nas primeiras horas da manhã.

Trump, de 74 anos, faz parte do grupo de risco para a covid-19 tanto por causa de sua idade quanto porque é considerado como alguém que tem sobrepeso. Ele manteve boa saúde durante o mandato, mas não é conhecido por exercitar-se regularmente, nem por manter dieta saudável.

Trump minimizou a gravidade da pandemia no início e, por várias vezes, previu que ela iria embora. Ele raramente usa máscara em público e critica as pessoas – incluindo o candidato democrata na eleição presidencial de 3 de novembro, Joe Biden – que usam.

Mais de 200 mil pessoas morreram por causa da covid-19 nos EUA, com os idosos e portadores de condições pré-existentes sendo atingidos mais duramente.

Republicano, Trump pediu que os estados reabrissem as economia abaladas pela pandemia,mesmo com a alta no número de casos, e atacou governadores democratas que adotaram medidas para controlar a disseminação do vírus.

O resultado positivo de Trump significa que outras pessoas nos altos escalões do governo norte-americano podem ter sido expostas ao vírus e também terão de entrar em quarentena.

Uma autoridade da Casa Branca disse que o rastreamento de contatos do presidente estava em andamento.

O médico de Trump, Sean Conley, disse esperar que o presidente cumpra seus deveres “sem interrupções” enquanto se recupera.

“O presidente e a primeira-dama estão bem neste momento e planejam permanecer em casa, dentro da Casa Branca, durante sua convalescença”, escreveu Conley em comunicado distribuído à imprensa.

Fonte: Agência Brasil

Em 1º duelo, Trump e Biden devem travar debate ‘beligerante’

Este será o primeiro dos três debates programados antes das eleições de 3 de novembro entre os candidatos à presidência dos Estados Unidos  

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, do Partido Republicano, e o candidato pelo Partido Democrata, Joe Biden, terão nesta terça-feira (29), pela primeira vez na campanha eleitoral à presidência, um debate frente a frente, ao qual ambos chegam sob pressão e cujo tom, segundo analistas políticos, deve ser repleto de ataques, inclusive na arena pessoal.

O primeiro dos três debates programados antes das eleições de 3 de novembro será realizado em Cleveland, no estado de Ohio, e tem duração prevista de 90 minutos, sem intervalos comerciais.

Haverá seis tópicos em discussão: a história política dos dois candidatos; a Suprema Corte e a nomeação feita por Trump de uma nova juíza; a pandemia da covid-19; economia; racismo e violência urbana; e a integridade da eleição, disse o moderador, Chris Wallace, da Fox News.

Confronto aberto

Cada assunto será discutido durante 15 minutos, e o moderador será desafiado a evitar que a discussão se desvie do tema e que os ataques se tornem pessoais, já que tanto Trump como Biden são propensos a trocarem golpes abertamente quando desafiados.

“Espero não morder a isca e entrar em uma briga com este cara. Vai ser difícil, porque acho que ele vai estar aos gritos”, disse Biden durante um evento virtual neste mês.

Alan Schroeder, professor emérito da Universidade Northeastern e especialista em debates televisionados, afirmou à Agência Efe que espera um debate “beligerante”.

“Os dois candidatos têm dificuldades em conter suas emoções, e acho que as coisas vão ficar feias, especialmente no caso de Trump, cujo estilo é baseado em insultos e provocações no pátio da escola. O desafio para Biden será evitar esses abusos sem perder a calma”, argumentou.

As semanas que antecederam o debate foram uma prévia de como o debate deve transcorrer: Trump acusou Biden de usar drogas para melhorar seu desempenho e pediu, sem sucesso, que ambos fossem testados antes da reunião, e o candidato democrata zombou do presidente por sua lentidão ao descer uma rampa em junho.

A animosidade entre os dois é tamanha que Biden, em 2018, chegou ao ponto de se referir a um eventual debate em termos literalmente pugilísticos.

“Perguntaram-me se eu debateria com este cavalheiro, e respondi: ‘se estivéssemos no colegial, eu o levaria para trás do ginásio e o espancaria”, disse o democrata, em 2018.

Jennifer Mercieca, especialista em retórica política da Universidade A&M do Texas, acredita que o debate de Cleveland será “ainda mais combativo” do que o de Trump com Hillary Clinton em 2016.

“Estou preocupada que Trump possa zombar da gagueira de Biden. Eu não me surpreenderia se as coisas ficassem tão ruins”, disse ela à Efe.

“Armas secretas”

Segundo o jornal The Washington Post, Trump planeja fazer ataques pessoais contra Biden e sua família, em particular seu filho Hunter, a quem o presidente acusou, sem fornecer provas, de “corrupção” quando ele trabalhou para uma companhia de gás na Ucrânia enquanto seu pai era vice-presidente dos EUA no governo de Barack Obama.

A campanha de Biden sabe que Trump está mirando a jugular e quer que o ex-vice-presidente se concentre nas questões que realmente interessam aos eleitores, como a economia e o tratamento da pandemia pelo governo atual, ainda de acordo com o “Post”.

Trump passou parte do fim de semana se preparando para o debate, mas em meados de setembro se gabou de não precisar de muito tempo, pois acredita que “fazer o que faz” o prepara bem para eventos como esse.

Ele também diminuiu as expectativas sobre o desempenho potencial de seu oponente, acusando Biden de ter pouca energia, pouca atividade de campanha e um suposto declínio em sua acuidade mental, mas essa estratégia pode ter um efeito contrário para Trump.

“Baixar tanto o sarrafo para Biden significa que o candidato democrata tem menos a mostrar e que um desempenho decente poderia ser considerado uma vitória”, afirmou à Efe a professora de comunicação política Tammy Vigil, da Universidade de Boston.

Mas se Biden “fizer algo que possa desafiar sua capacidade cognitiva, isso reforçará a narrativa que Donald Trump criou”, disse, por sua vez, Mitchell McKinney, especialista em debates presidenciais da Universidade do Missouri.

Grandes expectativas, poucos votos

É improvável que o debate altere as tendências de votos, porque a proporção de indecisos é ainda menor neste ano do que em 2016, e muitos americanos já começaram a votar de forma antecipada.

Por outro lado, a expectativa de audiência é enorme, em parte “porque as convenções dos partidos foram virtuais”, e as oportunidades de campanha, limitadas, segundo Aaron Kall, diretor de debates da Universidade de Michigan e editor de um novo livro chamado “Debatendo com Donald”.

“O primeiro debate das eleições presidenciais de 2016 foi visto por 84 milhões de pessoas, e eu não ficaria surpreso se a audiência fosse maior desta vez”, comentou.

Kall também afirmou que os presidentes que buscam a reeleição nos EUA muitas vezes superestimam sua capacidade e acabam “indo mal nos debates, especialmente o primeiro”, como aconteceu com Barack Obama em 2012 e Ronald Reagan em 1984.

Se isso acontecesse também com Trump, ele ainda teria mais duas oportunidades para melhorar, com os debates de 15 de outubro, em Miami, na Flórida, e 22 de outubro, em Nashville, no Tennessee.

No caso de Biden, seus aliados são claros sobre o que evitar: “quando você entra na lama com um porco, o porco se diverte, e você acaba coberto de lama”, disse o senador democrata Chris Coons na sexta-feira.

Fonte: R7

Trump ataca China e diz, na ONU, que EUA lideram direitos humanos

Presidente dos EUA voltou a chamar o coronavírus de ‘vírus chinês’ e disse que Nações Unidas precisam responsabilizar país asiático pelos seus atos

O presidente dos EUA, Donald Trump, atacou a China e disse que o país é o responsável pela pandemia do novo coronavírus durante discurso na Assembleia Geral da ONU desta terça-feira (22).

Trump voltou a chamar a covid-19 de “vírus chinês” e disse que a China proibiu viagens domésticas, mas permitia que voos saíssem do país para outras partes do mundo, o que teria espalhado o vírus.

O presidente, que reafirmou que a Organização Mundial da Saúde é controlada pela China, disse que a OMS declarou falsamente que “não havia transmissão entre humanos” e depois deu informações equivocadas sobre casos assintomáticos. Com isso, Trump disse que a “ONU precisa responsabilizar a China pelos seus atos”.

Os Estados Unidos são atualmente a nação mais afetada pela pandemia do novo coronavírus, com quase 7 milhões de casos confirmados da doença. Trump disse que o país está buscando a vacina e que, quando o medicamento estiver pronto, vai “distribuir a vacina, vencer o vírus e acabar com a pandemia”.

Falando sobre meio ambiente, Trump disse que os EUA poluem menos que a China, e que aqueles que criticam o país mas não olham os impactos causados pela China “não estão interessados no meio ambiente. Eles só querem punir os EUA e eu não vou aceitar isso”.

Líder em direitos humanos

Trump também afirmou que o país é líder na luta pelos direitos humanos e que durante a sua administração, os EUA avançaram na liberdade religiosa, oportunidades para mulheres, seguiram descriminalizando a homossexualidade, combatendo medidas contra tráfico de pessoas e aborto.

O presidente também destacou os investimentos nas Forças Armadas, com 2,5 trilhões de dólares nos últimos 4 anos, e disse que o armamento americano é o melhor do mundo, mas espera não ter que usá-lo.

Acordos de paz

Trump disse que, durante os 4 anos de mandato, o país participou de diversas negociaçõe de paz. No discurso, ele diz que os EUA ajudaram Cuba e Venezuela e foram contra a nuclearização do Irã.

Os Estados Unidos também se creditam por terem matado o líder do Estado Islâmico e “obliterado” o grupo jihadista, além do assassinato de Qasem Soleimani, a quem Trump chamou de terrorista. 

O presidente também destacou a participação no acordo entre os Emirados Árabes Unidos, Bahrein e Israel, que depois de anos, conseguiram estabelecer acordos comerciais. “Eles sabem o que é bom para eles e para o mundo”.

Fonte: R7

Trump e Biden lembram ataque do 11 de setembro em NY e Pensilvânia

Atentados terroristas nos Estados Unidos completam 19 anos

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e seu rival democrata na eleição presidencial de novembro, Joe Biden, vão lembrar o 19º aniversário dos ataques do 11 de setembro. Os candidatos vão visitar, separadamente, o campo da Pensilvânia onde um dos aviões sequestrados caiu.

Biden e sua esposa, Jill, comparecerão primeiro a uma cerimônia matutina na parte sul de Manhattan, em Nova York, onde sequestradores da Al Qaeda lançaram dois aviões contra as torres gêmeas do World Trade Center. O vice-presidente republicano Mike Pence também estará presente na ocasião.

Trump discursará em uma cerimônia matutina no Memorial Nacional do Voo 93 em Shanksville, na Pensilvânia, disse uma autoridade da Casa Branca. O evento, que lembrará os 40 passageiros e tripulantes que morreram quando a aeronave caiu em um campo depois dos passageiros lutarem com os sequestradores, será fechado ao público por causa do temor do coronavírus, informou o Serviço Nacional dos Parques.

Memorial do Voo 93 em Shanksville, na Pensilvânia
Campo da Pensilvânia onde um dos aviões sequestrados caiu.

Mais tarde, os Biden visitarão o campo de Shanksville para prestar suas homenagens às vítimas. Os dois candidatos não devem se encontrar na Pensilvânia, um Estado vital na disputa eleitoral do dia 3 de novembro.

O Voo 93, que ia de Newark, em Nova Jersey, para San Francisco, nunca chegou ao seu destino porque passageiros invadiram a cabine de comando e tentaram retomar o controle do avião. Acredita-se que os quatro sequestradores planejavam lançá-lo ou contra o Capitólio, ou contra a Casa Branca

Ao todo, quase 3 mil pessoas morreram nos ataques de 11 de setembro de 2001, que ainda incluíram um quarto avião sequestrado que se chocou contra o Pentágono, nos arredores de Washington.

As cerimônias que lembram os ataques são uma parada frequente de candidatos presidenciais e autoridades. Trump visitou Shanksville no aniversário dos ataques em 2018 e compareceu a cerimônias de homenagem no Pentágono.

Biden esteve nos memoriais de Shanksville durante seus anos como vice-presidente de Barack Obama.

Durante a campanha presidencial de 2016, Trump e a então candidata presidencial democrata, Hillary Clinton, visitaram o memorial do Marco Zero de Nova York no aniversário do 11 de setembro.

A campanha de Biden anunciou que retirará seus anúncios de televisão do ar nesta sexta-feira para rememorar a data dos ataques.

O Dia 11/9, uma iniciativa sem fins lucrativos, havia pedido que as duas campanhas retirem os anúncios. A campanha de Trump não respondeu quando indagada se o faria.

Fonte: Agência Brasil

Trump é indicado para o Prêmio Nobel da Paz

Nomeação veio de um parlamentar norueguês, que creditou o presidente dos EUA na resolução de conflitos e pelo acordo entre Israel e Emirados Árabes

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi indicado, nesta quarta-feira (9), para receber o Prêmio Nobel da Paz.

A nomeação veio do membro do Parlamento da Noruega, Christian Tybring-Gjedde, que destacou os esforços de Trump em tentar resolver conflitos pelo mundo, especialmente depois do acordo entre Israel e os Emirados Árabes Unidos.

“Eu acredito que ele fez mais para criar paz entre as nações que os outros nomeados para o Prêmio da Paz”, disse o parlamentar em entrevista a emissora norte-americana Fox News.

Tybring-Gjedde disse que o acordo assinado entre os dois países árabes depois do envolvimento dos Estados Unidos “pode ser um fator de mudança que vai transformar o Oriente Médio em uma região de cooperação e prosperidade”.

Além disso, segundo o norueguês, Trump também teve um papel vital na mudança de dinâmica entre países rivais, como a Índia e o Paquistão por conta da Caxemira, nos diálogos e negociações entre a Coreia do Sul e do Norte e na tentativa de desnuclearização da Coreia do Norte.

Essa não é a primeira vez que o norueguês indica Trump para o prêmio. Em 2018, ele e outro parlamentar do país indicaram o presidente dos EUA, que não ganhou o Nobel. 

Mesmo com as indicações, Tybring-Gjedde diz que “não é um grande fã de Trump”, e ressaltou que o comitê de avaliação do Nobel devia “olhar os fatos e julgá-lo pelos fatos, não pela forma que ele se comporta às vezes”. 

Em 2009, o então presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, recebeu o Nobel da Paz pelos “esforços extraordinários para reforçar a diplomacia internacional e cooperação entre as pessoas”. Para Tybring-Gjedde, o ex-presidente “não fez nada”.

Pelo Twitter, rede de comunicação oficial do presidente, Trump agradeceu a indicação.

Fonte: R7

Trump anuncia que Sérvia e Kosovo entraram em acordo para normalizar relações econômicas

Kosovo anunciou sua independência da Sérvia em 2008. Os dois países também anunciaram acordos com Israel.

Sérvia e o Kosovo decidiram normalizar as relações econômicas, anunciou nesta sexta-feira (4) o presidente Donald Trump, dos Estados Unidos.

Ele classificou o acordo como um grande avanço depois de mais de uma década em que o Kosovo declarou independência em relação à Sérvia.

Localização da Sérvia e do Kosovo — Foto:  G1
Localização da Sérvia e do Kosovo

O presidente dos EUA falou da Casa Branca antes de um encontro com os líderes dos outros dois países.

O presidente da Sérvia, Aleksandar Vucic, e o primeiro-ministro do Kosovo, Avdullah Hoti, assinaram documentos no Salão Oval.

Vucic, da Sérvia, disse que ainda há muitas diferenças entre os dois países, mas que o acordo é um grande passo.

Hoti, do Kosovo, afirmou que se trata de uma etapa para o reconhecimento mútuo entre os dois.

“A Sérvia e o Kosovo concordaram com a normalização econômica. Ao centrar seus esforços na criação de empregos e crescimento econômico, os dois países puderam chegar a um avanço”, afirmou o presidente dos EUA.

O anúncio foi feito dois dias depois de conversas entre os líderes e conselheiros da Casa Branca.

Kosovo, de maioria albanesa, declarou independência em 2008 depois de uma campanha de bombardeio liderada pela Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) para impedir um massacre étnico.

A Sérvia é de maioria eslava. Apoiada pela Rússia, ela não reconhece a independência do Kosovo. Por isso, ela não é aceita na União Europeia.

As negociações para esse acordo haviam fracassado em 2018. Elas voltaram em julho deste ano. O cronograma inicial era para que as conversas fossem retomadas em junho, mas foram adiadas porque o presidente do Kosovo, Hashim Thaci, foi indiciado por crimes de guerra durante uma campanha de guerrilha entre 1998 e 1999, em que os kosovares se rebelaram contra os sérvios.

Israel entra nos acordos

Os dois países europeus também fizeram acordos com Israel. O Kosovo também normalizou suas relações com o país.

A Sérvia vai transferir sua embaixada de Tel Aviv para Jerusalém. É o primeiro país europeu a fazer isso. Os palestinos também consideram Jerusalém sua capital, e a maioria das embaixadas ficam em Tel Aviv.

Fonte: G1

Facebook apaga post de Trump com desinformação sobre coronavírus

O porta-voz disse que foi a primeira vez que a empresa de mídia social removeu um post de Trump por desinformação sobre o coronavírus

O Facebook removeu nesta quarta-feira (5) um vídeo do presidente dos EUA, Donald Trump, no qual ele afirma que as crianças são “quase imunes” a covid-19. De acordo com a empresa, o conteúdo violou suas regras contra o compartilhamento de informações erradas sobre o coronavírus.

“Este vídeo inclui falsas alegações de que um grupo de pessoas é imune ao covid-19, o que é uma violação de nossas políticas sobre desinformação prejudicial sobre a covid”, disse um porta-voz do Facebook.

O porta-voz disse que foi a primeira vez que a empresa de mídia social removeu um post de Trump por desinformação sobre coronavírus.

A Casa Branca não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.

Fonte: R7

Trump diz que covid-19 está sendo controlada

Flórida notificou mais de 12 mil novos casos nesse domingo

O estado norte-americano da Flórida informou mais de 12 mil novos casos de covid-19 nesse domingo (19), o quinto dia seguido com mais de 10 mil novas infecções, mesmo após promessas do presidente Donald Trump de que o vírus estava começando a ficar sob controle.

A pandemia já causou a morte de mais de 140 mil pessoas nos Estados Unidos (EUA). A Flórida, a Califórnia, o Texas e outros estados do Sul e Oeste estão batendo recordes diariamente.

Apesar do número de novos casos notificados nacionalmente, o governo Trump está pressionando pela reabertura de escolas em algumas semanas e combatendo uma norma federal para o uso de máscaras em público.

Trump defendeu sua gestão na crise do novo coronavírus em uma entrevista ontem, dizendo que há apenas focos do vírus ocorrendo ao redor do país. “Temos brasas e temos chamas. A Flórida está como uma chama, mas que será controlada”, afirmou.

O presidente norte-americano repetiu à emissora Fox News seu mantra de que o vírus vai sumir em algum momento. “Eu estarei certo, eventualmente. Ele vai desaparecer e eu estarei certo”, disse.

Especialistas do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) alertaram que os casos e mortes podem aumentar no outono e inverno no país, que correspondem à primavera e ao verão no Brasil.

Quase todos os 20 modelos de previsão usados pelo CDC projetam aumento de mortes nas próximas semanas.

Em todo os EUA, cada métrica usada para medir a pandemia está indo na pior direção: a de aumento de casos, mortes, internações e taxas de testes positivos.

Pelo menos 14 estados informaram ter recordes de internação por covid-19 em julho, incluindo Alabama, Arizona, Geórgia, Flórida, Carolina do Norte, Nevada e Texas.

Fonte: Agência Brasil