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Procon registra mais de 600 reclamações contra serviços essenciais e privados em Ji-Paraná

Em 2019, maiores queixas foram contra as prestadoras de serviços essenciais, como fornecimento de água, energia elétrica e telefonia comparando ao mesmo período em 2020.

Os serviços essenciais e privados dispararam nos atendimentos e reclamações registrados no Programa de Proteção e Defesa do Consumidor do Estado de Rondônia (Procon-RO) de Ji-Paraná, durante o período de pandemia do coronavírus.

O órgão de defesa do consumidor divulgou na segunda-feira (21) os dados dos atendimentos e reclamações realizadas de março a setembro de 2019, comparando ao mesmo período em 2020. A pandemia do coronavírus se agravou em Rondônia em março deste ano, segundo as autoridades sanitárias.

Os gráficos evidenciam os dois setores que receberam mais reclamações. Em 2019, as maiores queixas dos consumidores foram contra as prestadoras de serviços essenciais, como fornecimento de água, energia elétrica e telefonia, por exemplo.

O volume de atendimentos e queixas registradas neste segmento chegou a 41,60% dos 1.089 registros efetuados no período. Os assuntos financeiros registraram o segundo maior número de atendidos, 25,44%.

Durante o período pandêmico, em 2020, as atenções do Procon local se voltaram às queixas contra as empresas que prestam serviços privados, como internet, tv a cabo e compras online.

Os números revelam que 48,42% dos 1.330 consumidores buscaram a proteção e os diretos no Procon, um aumento significativo de 19 reclamações em 2019 para 644 em 2020.

O Procon em Ji-Paraná reabriu os atendimentos presenciais nas instalações do Tudo Aqui, o extinto Shopping Cidadão, de segunda-feira a sexta-feira das 7h30 às 13h30, conforme as normas de atendimentos estabelecidas pela Superintendência Estadual de Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura (Sedi). O consumidor também poderá obter maiores informações sobre os atendimentos por meio dos telefones 3423-8833 3423-4564, e, ainda, pelo aplicativo whatsapp 99270-4113.

Fonte: Procon-RO

Presidente Laerte Gomes cobra blitz do Procon no supermercados de Rondônia

Parlamentar afirma que os preços sobe de forma abusiva, enquanto famílias passam fome

Os preços abusivos praticados nos supermercados de Rondônia foram temas do pronunciamento do presidente da Assembleia Legislativa, Laerte Gomes (PSDB), na sessão ordinária desta terça-feira (8). O parlamentar afirmou que a situação está assustadora na maior rede de supermercados do Estado, onde o quilo do queijo mussarela chega a R$ 53,00, o óleo de soja custa R$ 7,00 e o litro de leite sai por mais de R$ 5,00.

“A situação é preocupante, porque ninguém está fazendo nada. Para que existe o Procon? Não vi uma ação desse órgão nessa pandemia. Não vi fiscais nos supermercados, nem em empresas que vendem material de construção. Não vi nenhuma blitz, nenhuma fiscalização”, afirmou o presidente Laerte Gomes.

O parlamentar disse que o consumidor está pagando uma conta muito alta, devido à falta de ação de órgãos de fiscalização. Ele citou que há alguns dias foi até um supermercado e viu o caso de uma pessoa que estava no caixa e precisou voltar quando ainda faltava um terço das mercadorias para passar.

“Ele teve que parar, porque o dinheiro que levou não seria suficiente para pagar tudo. E há poucos dias a mesma quantidade de dinheiro era suficiente. O governador precisa colocar um coronel ou um delegado da Polícia no Procon. Precisa ser alguém que tenha pulso, que vá até os supermercados, que vá até os estabelecimentos que vendem material de construção”, afirmou Laerte Gomes.

O presidente da Assembleia Legislativa disse que o milheiro de tijolo, que o início da pandemia custava R$ 350,00, chega agora a R$ 900,00. “Acabou o barro no Brasil? Essa conta não fecha. Os órgãos de controle devem agir com urgência. Temos famílias passando fome”, finalizou.

Texto: Nilton Salina-ALE/RO

ALE-RO: Comissão discute sobre aumento dos preços no estado e pedem informações do Procon

Deputados querem esclarecimento sobre aumento nos alimentos, nos combustíveis e no material de construção

A Comissão de Defesa do Consumidor (CDC) se reuniu na manhã desta terça-feira (08), no plenarinho 02, na Assembleia Legislativa, quando reforçou a necessidade de se obter informações do Programa de Orientação, Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), acerca do aumento de preços nos alimentos, no combustível, material de construção e outros produtos.

O deputado Aélcio da TV (PP), que preside a Comissão, deliberou, após a aprovação dos deputados Jair Montes (Avante) e Chiquinho da Emater (PSB), pelo convite ao coordenador estadual do Procon, Ihgor Rego, para prestar esclarecimentos à CDC.

O pedido de convite foi apresentado pelo deputado Jair Montes. “Há um aumento abusivo nos alimentos, e a sociedade precisa saber o que tem levado a esse reajuste todo, seguidamente? Como explicar o aumento do arroz, leite, feijão? Por outro lado, temos ainda a questão dos combustíveis, que sofre aumentos sem nenhuma explicação. Como o Procon pode agir frente a essas questões?”, destacou Montes.

Jair Montes sugeriu ainda a presença de algum representante da Secretaria de Estado de Finanças (Sefin), para esclarecer sobre a majoração.

Chiquinho da Emater aproveitou para pontuar que os preços do material de construção também foi bastante majorado, sem nenhuma razão aparente. “Foi um aumento assustador e também seria importante haver um acompanhamento do Procon nesse sentido”, observou.

Fonte: ALE-RO

Procon alerta para golpe que faz clonagem do WhatsApp

Golpista envia mensagens para os contatos pedindo dinheiro

Um golpe da clonagem da conta do WhatsApp está fazendo vítimas, alerta o Procon de São Paulo. O golpe acontece da seguinte forma: uma pessoa envia mensagem dizendo ser funcionário de site de compra, o golpista entra em contato e pede que a vítima digite um código de seis números para supostamente ativar um anúncio; esse código é a verificação do WhatsApp e com ele o criminoso consegue clonar a conta do consumidor.

Após a clonagem, o golpista passa a enviar mensagens para os contatos da vitima pedindo dinheiro no nome dela. Na maioria das vezes, o infrator pede dinheiro para parentes e conhecidos, simulando alguma necessidade urgente.

O Procon-SP alerta os consumidores para não enviar o código de seis números. É importante ainda habilitar a “verificação em duas etapas” no WhatsApp: clicando em “configurações”, “conta” e “verificação em duas etapas”.

De acordo com o secretário de defesa do consumidor, Fernando Capez, os golpes pela internet e por redes sociais explodiram nesse momento de pandemia de covid-19. “É preciso que o consumidor desconfie sempre, redobre a atenção e nunca forneça senhas ou sequência de números”, alerta. Caso tenha sido vítima deste golpe, a pessoa deve entrar em contato com support@whatsapp.com e pedir a desativação temporária da conta.

Consequências dos golpes

Segundo o chefe de gabinete do Procon-SP, Guilherme Farid, os principais golpes realizados por WhatsApp envolvem o envio de mensagens com links fraudulentos, seja para encaminhar o consumidor a uma página falsa de um fornecedor, seja para enganar o consumidor para que este forneça o código de acesso ao aplicativo, “oportunidade em que o golpista sequestra todos os dados”, destaca.

“A principal consequência é o prejuízo financeiro causado ao consumidor, no primeiro caso por comprar um produto ou serviço numa página falsa criada por um criminoso que não realizará a entrega: no segundo por ser vítima de extorsão para recuperar o acesso ao seu aplicativo”, completa Farid.

Ainda no caso de obter o acesso ao aplicativo do consumidor, o golpista encaminha a todos os contatos novos links fraudulentos com o objetivo de aumentar o número de vítimas.

Procon dá dicas para evitar golpes:

– Não forneça dados, senhas, códigos etc.;

– Não acredite em ofertas de ajuda, sorteio, dinheiro etc. enviadas pelo WhatsApp, redes sociais, e-mails e não clique nesses links;

-Não confie e não compartilhe links e informações dos quais não tenha certeza da origem;

-Não preencha formulários que não estejam nos sites oficiais;

-Baixe aplicativos apenas das lojas oficiais;

-Em caso de dúvidas ou dificuldades, procure um familiar ou amigo que possa ajudar;

– Utilize antivírus no computador, tablet e smartphone;

– O Procon-SP não pede informações do consumidor e não envia mensagens via WhatsApp; o consumidor deve procurar a instituição pelos canais oficiais.

Fonte: Agência Brasil

Procon alerta sobre o golpe do consórcio em RO

Segundo o programa de Proteção e Defesa do Consumidor, um morador de Ji-Paraná de 65 anos, contou sobre uma suposta compra de um consórcio de um carro zero quilômetro e pediu orientação pois se sentia lesado.

O procon de Ji-Paraná alerta a mais uma prática de golpistas no estado. Queixas sobre administradoras de consórcios estão sendo recorrentes no escritório do município, especialmente quando se trata de golpes aplicados diretamente ao consumidor nesse período de pandemia do novo coronavírus.

Desde o início da pandemia de coronavírus, em março, até os dias atuais, a unidade local do Procon/RO registrou 1.290 reclamações e mais de duzentas audiências de conciliação foram realizadas. “Felizmente 90% dos resultados de nossas demandas foram frutíferas”, avalia Stocco.

Morador de Ji-Paraná, o autônomo Edson Martins da Costa, 65 anos, recorreu presencialmente à unidade do Procon para pedir socorro, pois sentiu-se lesado por um vendedor do consórcio de um carro zero quilômetro, o qual adquiriu uma cota há mais de quatro anos. O consumidor buscou orientações e entregou o caso aos técnicos do Procon a fim de solucionar o impasse, no caso, o prejuízo que ele considera estar sofrendo.

“O consumidor deve ficar atento às promessas de quitação de consórcio durante o período pandêmico. Os golpistas estão aproveitando do momento e oferecendo descontos consideráveis. Isso é golpe”, alerta a gerente local do órgão, Luana Stocco, informando o registro de 42 casos do gênero só em Ji-Paraná.

A taxa de administração cobrada mensalmente pela administradora de consórcio, segundo Edson Martins, saltou de 7% para 20%. “Resta-me 22 parcelas para quitar o carro novo, mas a administradora se recusa a me fornecer no ‘papel’ o quanto devo”, explicou o consumidor no Procon, reclamando também que a prestação mensal aumentou, e sempre foi quitada até o dia do vencimento.

“Estamos avaliando o caso. Nossa primeira providência foi requisitar cópia do contrato firmado entre as partes e o saldo devedor do consumidor para fins de quitação. Ao recebermos oficialmente esses documentos vamos analisar os fatos e tomar as medidas necessárias”, explicou a gerente local do órgão.

O Procon em Ji-Paraná segue com os atendimentos de maneira remota, conforme as normas implantadas pela Superintendência Estadual de Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura (Sedi). Apenas casos especiais, como o do idoso Edson Martins, por exemplo, recebem atendimentos presenciais.

O órgão funciona nas dependências do Tudo Aqui, o extinto Shopping Cidadão, das 7h30 às 13h30, de segunda a sexta-feira de maneira remota por meio do endereço eletrônico jiparana@procon.ro.gov.br e pelo telefone 151 e, também, pelos telefones e aplicativos de whatsapp 99270-4113 e 98431-2986.

Fonte: Procon-RO

Agentes do Decon fiscalizam irregularidades nos Postos de Combustíveis em RO

Equipes da delegacia, pedem a população que continuem denunciando pelos números 197, e 151.

A Delegacia Especializada em Crimes Contra o Consumidor (Decon), retomou na última semana, seu programa de fiscalização aos postos de combustíveis da capital atendendo a denúncias da população contra uma série abusos que vão de reajuste ilegal de preços, passando pela adulteração do produto, aferição irregular de quantidade (litragem), abaixo do normal (legal), e até a falta de emissão de nota fiscal,

De acordo com a delegada da Polícia Judiciária Civil, Noelle Caroline Xavier Ribas Leite, titular da Decon, esta é uma operação completa que envolve, no âmbito de suas atribuições, não só a Polícia Judiciária Civil, mas instituições como o Programa de Orientação e Defesa do Consumidor (Procon), Receita Estadual – Secretaria de Finanças (Sefin) e até a Vigilância Sanitária Estadual, de modo que “estamos ligados e atentos às resoluções de baixa ou de aumento de preços e estamos prontos para fiscalizar, multar e instaurar competentes procedimentos administrativos de Polícia Judiciária”, disse.

Importa esclarecer, de acordo com nota divulgada pela Decon, que desde julho de 2019, a política de preços dos combustíveis passou a ser adotada pela Petrobras nas refinarias, e desde então os preços da gasolina e do diesel estão sendo alterados, às vezes, diariamente.

A Decon que tem realizado um trabalho intenso em apoio aos órgãos de fiscalização e controle, afirma que a adoção da política de flutuação dos preços dos combustíveis acabou criando uma responsabilidade maior para a Delegacia, tendo em vista que, muitas vezes, os preços são reajustados para baixo nas refinarias, com quedas significativas, mas não são repassados aos consumidores, diferentemente de quando ocorre o contrário, quando as refinarias definem a alta nos preços, e estes são imediatamente repassado aos consumidores.

“O reajuste para baixo ou a queda nos preços dos combustíveis nas refinarias demoram muito a chegar – quando chegam – ao consumidor”, situação que exige ação do Poder Público.

Na nota, a delegada Noelle Ribas afirma a Delegacia “está atenta aos preços praticados e não permitirá essa prática criminosa, quer seja por distribuidoras, postos ou ambos, tendo em vista, que o preço de combustível infere diretamente na cadeia de valores dos demais produtos”.

Por fim, a titular da Decon agradeceu a população pela decisão de denunciar à Polícia Civil, pelo 197, e ao Procon, pelo 151, pedindo que continue denunciando, visto que esta decisão é fator essencial ao sucesso das investigações policiais.

Fonte: Secom-RO

Procon de Ji-Paraná volta atender por agendamento eletrônico

O serviço de audiência de conciliação ocorre em vídeo conferência.

O Programa de Proteção e Defesa do Consumidor do Estado de Rondônia (Procon/RO) reabriu os atendimentos em Ji-Paraná por meio de agendamento eletrônico. O serviço de audiência de conciliação ocorre em vídeo conferência.

O uso de tecnologia se tornou um aliado do Procon/RO ao atendimento dos usuários. Toda solicitação deve ser feita por meio dos telefones (69) 3423-8833 e 3423-4564 entre às 7h30 e 13h30, de segunda-feira a sexta-feira.

Ao ser acionado, os técnicos do órgão de defesa do consumidor direcionam as pessoas ao serviço prestado pelas plataformas digitais disponíveis. A adoção do recurso tecnológico faz parte das políticas do Governo de Rondônia no enfrentamento da pandemia do novo coronavírus.

O endereço eletrônico www.procon.ro.gov.br está sendo o canal recomendado pelo órgão para os registros de denúncias, reclamações e tirar dúvidas.

“A ação registrada é redirecionada ao órgão instalado em cada cidade rondoniense. A partir daí, assumimos o trabalho e damos os encaminhamentos pertinentes”, explica a chefe do órgão em Ji-Paraná, Luana Stocco.

Em Ji-Paraná, o sistema virtual de atendimento gerou durante o período de pandemia 200 reclamações diversificadas. “O próprio consumidor pode acompanhar de casa mesmo pela plataforma www.sindec.ro.consultas a evolução do registro”, ensina Stocco, a praticidade do serviço virtual que tende a ser o mais usual no futuro.

Sobre as audiências de conciliação, o Procon/RO local está reagendando as 68 reuniões pendentes. “Vamos convocar as partes interessadas para a resolutividade desses casos de maneira virtual”, assinala Luana Stocco, que adotou as normas de atendimentos implantadas pela Superintendência Estadual de Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura (Sedi).

Fonte: Procon

Procon Inaugura unidade em Costa Marques

Além do atendimento ao consumidor, o comércio será fiscalizado para coibir irregularidades.

A população de Costa Marques ganhou uma unidade de atendimento ao consumidor, onde serão oferecidos os serviços presenciais de recebimento de reclamações e denúncias, de tramitação de processos incluindo a realização de audiências. A inauguração do Programa Estadual de Proteção e Orientação do Consumidor do estado de Rondônia (Procon), aconteceu na última segunda-feira (27).

A instalação da unidade de atendimento ao consumidor foi uma parceria com a prefeitura de Costa Marques.

De acordo com Procon, a instalação do Posto de Atendimento ao Consumidor foi uma parceria com a prefeitura de Costa Marques. Um espaço onde os consumidores do município podem obter orientações quanto aos direitos e deveres do consumidor.

Para o coordenador estadual do Procon, Ihgor Jean Rego, a unidade trará segurança para as relações de consumo, atenderá as dificuldades dos consumidores, além de fiscalizar o comércio a fim de coibir e punir eventual irregularidade.

A população do município poderá agendar seu atendimento por telefone 3651-3895, ou pelo e-mail costamarques@procon.ro.gov.br.

Para atendimento presencial, o Posto do Procon está localizado no prédio da prefeitura,  Av. Chianca, Nº 1.381, Centro. O horário de funcionamento acontece de segunda-feira à sexta-feira das 7h30 às 13h30.

A solenidade de inauguração contou com a presença do coordenador Estadual do Procon, Ihgor Jean Rego, do assessor técnico do Procon, Jadson Fernandes, da gerente do Posto de Atendimento Eliude Avelino do Nascimento e autoridades da região de Costa Marques.

Atendimento

Para garantir maior segurança e acesso à população, os consumidores também poderão registrar denúncias ou reclamações diretamente na plataforma on-line: procon.ro.gov.br ou www.consumidor.gov.br .

Fonte: Procon-RO

Procon de Rondônia Orienta população sobre golpe do FGTS Emergencial

Segundo coordenador, o golpe da facilidade do recebimento para colher dados da pessoa, através de plataformas é antigo. E já lesou milhares de brasileiros.

O Programa de Proteção e Defesa do Consumidor de Rondônia (Procon) está orientando a população e chamando a atenção do consumidor sobre o risco de ficar exposto a esta nova estratégia dos criminosos o golpe do recebimento facilitado do dinheiro (R$ 1.045,00) do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Conforme o coordenador estadual do Procon, Ihgor Rego, este é um golpe antigo, que foi aprimorado pelos criminosos e já lesou milhares de brasileiros que repassaram seus dados por meio de aplicativos, como WhatsApp, Facebook Messenger e SMS, e foram surpreendidos com pesadas dívidas feitas em seu nome, como abertura de contas, saques de cartão, empréstimos e uma série de outros serviços bancários, devidamente “autorizados”, sem que o consumidor tenha legalmente proposto.

Ele explicou que, na versão aprimorada, os golpistas estão se aproveitando do início do novo saque emergencial de R$ 1.045,00 do FGTS para enganar beneficiários, prometendo facilitar o recebimento do valor, que é creditado pela Caixa Econômica Federal, de acordo com o mês de nascimento, em contas poupanças sociais digitais abertas em nome dos trabalhadores, e assim, na ânsia de receber os valores antecipadamente, eles arriscam e passam seus dados aos criminosos.

O golpe é aplicado por meio de aplicativos e SMS

Segundo ele, este é um crime afeto à Delegacia de Crimes contra o Consumidor, mas que é papel do Procon alertar a população, repassando orientações importantes para evitar o golpe. Ele disse que autoridades e empresas especializadas em segurança digital, como o PSafe (dfndr lab) já identificaram vários novos links do golpe que promete o saque do FGTS. Em geral, na página falsa, os golpistas solicitam dados pessoais das vítimas e, em seguida, pedem o compartilhamento do link falso com seus contatos, como uma suposta garantia para o recebimento do dinheiro.

COMO O CONSUMIDOR DEVE AGIR?

Ihgor Rego chegou a ser didático ao informar que o consumidor, não deve, por nada, repassar seus dados pessoais por meio de aplicativos como WhatsApp, Facebook Messenger e SMS, por que isso facilita o trabalho dos criminosos. Ele fez questão de lembrar que a rede bancária não se comunica por aplicativos com seus clientes, o que feito diretamente no site de cada banco, e que o consumidor ainda tem que checar se aquela página é oficial e tem segurança, se não é falsa.

De acordo com pesquisa publicada pela Revista Exame, e recomendada pelo coordenador do Procon, o consumidor deve atentar para três dicas importantes para se proteger do golpe: “1 – Os aplicativos de conversa são os principais meios utilizados para disseminar golpes digitais. Utilize soluções de segurança no celular, como o dfndr security, que oferecem proteção em tempo real contra links maliciosos compartilhados por meio de WhatsApp, Facebook Messenger e SMS e no navegador; 2 – Evite fornecer seus dados pessoais sem antes saber se o site é oficial e confiável, e por fim, 3 – Tenha cuidado ao clicar em links compartilhados no WhatsApp ou nas redes sociais. Antes de compartilhar informações, procure em veículos confiáveis e fontes oficiais, jornais e sites para confirmar se aquilo é realmente verdadeiro”.

Ihgor Rego afirmou, por fim, que usou a publicação para explicar que quando a vítima informa seus dados no link malicioso, ela fica vulnerável ao vazamento de suas informações pessoais, que podem ser usadas pelo cibercriminoso para realizar todo tipo de crime. Disse também que outro problema é que, quando a vítima compartilha o link malicioso com seus contatos, ela torna-se um vetor de disseminação da ação, o que garante aos cibercriminosos um crescimento acelerado do golpe que, como consequência, explica o ataque a mais de 100 mil brasileiros lesados só no golpe do FGTS.

Fonte: Procon-RO