Colisão na BR-364, mata educadora e deixa três pessoas feridas em RO

Segundo a PRF, o motorista de um dos veículos que teria provocado o acidente ao ultrapassar fugiu do local.

Uma colisão entre carros na BR-364, matou uma pessoa e deixou três feridas durante a tarde de domingo (25) no Candeias do Jamari (RO). A vítima fatal do acidente foi identificada como Raimunda Pereira, professora do Colégio Classe A de Porto Velho.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a professora estava em um Gol (sentido Cuiabá) e o outro veículo, um Vectra, seguia na pista contrária (sentido Porto Velho).

A PRF diz que, em determinado momento, ambos os veículos ficaram na mesma faixa de rolamento durante uma ultrapassagem e, com fim de evitar uma batida, os dois motoristas se direcionaram ao acostamento da pista, porém ainda acabaram colidindo frontalmente.

Após o impacto, um incêndio se iniciou no carro Vectra e outros condutores que passavam pela BR-364 conseguiram retirar a professora do Gol, a fim de evitar outro incêndio.

A educadora Raimunda Pereira foi levada a uma unidade de saúde, mas, devido aos ferimentos, acabou não resistindo. Outras três pessoas, parentes de Raimunda, ficaram feridas no acidente e foram socorridas com ferimentos leves.

Conforme o Corpo de Bombeiros, que atendeu o acidente, a professora teve três paradas cardíacas no hospital e por isso não resistiu. O esposo da educadora segue internado no João Paulo II, em Porto Velho.

Condutor do carro Vectra fugiu após acidente que terminou com incêndio — Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação
Condutor do carro Vectra fugiu após acidente que terminou com incêndio

Já o motorista do Gol, que era sobrinho do casal, foi atendido e liberado. Uma criança que estava no carro quebrou a perna e foi transferida para o hospital Cosme Damião.

Segundo a PRF, o motorista do Vectra que teria provocado o acidente ao ultrapassar fugiu do local.

Fonte: Rede Amazônica

Professora é intimada por ataques a Bolsonaro

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Professora da UFRPE foi vira alvo da PF e é intimada a depor na PF devido aos ataques ao governo de Jair Bolsonaro

Mais uma vez, a esquerda usa a liberdade de expressão como desculpa para atacar o presidente Jair Bolsonaro.

A professora da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Erika Suruagy, foi intimada, pela Polícia Federal, a prestar depoimento em um inquérito criminal para apuração da publicação de outdoors com críticas ao presidente Jair Bolsonaro e à sua postura no combate à pandemia de covid-19.

O fato ocorreu em 2020, quando Erika, era a presidente da Associação dos Docentes da Universidade Federal Rural de Pernambuco. Hoje, ela ocupa o cargo de vice-presidente.

“O senhor da morte chefiando o país / No Brasil, mais de 120 mil mortes por COVID19 / # FORABOLSONARO”, diziam os outdoors.

Erika prestou depoimento de forma virtual no dia 26 de fevereiro. O dono da empresa de outdoors também foi chamado para prestar depoimento. A acusação é de que os dizeres publicados teriam ferido a honra do presidente.

Professora da UFRPE foi intimada a depor à PF devido a críticas ao governo de Jair Bolsonaro — Foto: Aduferpe/Divulgação
Professora da UFRPE foi intimada a depor à PF devido a críticas ao governo de Jair Bolsonaro — Foto: Aduferpe/Divulgação

Segundo o depoimento de Erika, a campanha de publicidade foi financiada por uma série de entidades no estado de Pernambuco, que pagaram pela veiculação das críticas ao presidente.

“Deixei claro no depoimento que estava na minha atividade sindical como representante, não eram dizeres proferidos por mim, pessoa física. E não era um ataque pessoal, à honra, mas um questionamento político à gestão da pandemia, à época ainda com 120 mil mortes”, justificou Erika.

A UFRPE redigiu nota apoiando a professora e chamando o processo de ‘tentativa de censura à liberdade de expressão’.

Fonte: JCO

Universitários de luto: professora da UNIR é vítima da covid-19 em Porto Velho

O reitor da instituição, Ari Miguel Teixeira Ott, decretou luto oficial de três dias

Morreu na tarde desta terça-feira (30), a professora doutora Ana Maria Lima de Souza. Ela estava internada na UTI há quatro dias, mas há 17 iniciou a batalha contra o novo coronavírus (covid-19), quando apresentou os primeiros sintomas virais. A morte da professora, que ocupava uma cadeira no Departamento de Educação da Universidade Federal de Rondônia (UNIR), causou comoção na comunidade acadêmica. O reitor da instituição, Ari Miguel Teixeira Ott, decretou luto oficial de três dias. 

Ana Maria Lima de Souza era mestre e doutora em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano pelo Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo. Possuía duas especializações: Cooperação Técnica Internacional pela Universidade de Brasília (UnB) e Metodologia do Ensino Superior pela Universidade Federal do Pará (UFPA) onde iniciou a trajetória na comunidade escolar e, concluiu a graduação em Pedagogia, entre os anos de 1976 e 1978.

Ao longo da trajetória acadêmica, a docente orientou 67 estudantes entre os cursos de graduação e pós-graduação e ainda participou de mais de 70 bancas avaliadoras. Como pesquisadora desenvolveu estudos voltados à psicologia aplicada na educação e no comportamento dos alunos no processo de ensino e aprendizagem. Além de fazer parte do quadro da UNIR, a professora também atuou na Faculdade Interamericana de Porto Velho (Uniron) e na Faculdade de Porto Velho (atual Sapiens).

Além da rica trajetória acadêmica, Ana Maria Lima de Souza também era conselheira do Centro Espírita Beneficente União do Vegetal (UDV). Era sócia fundadora e integrante da direção do Núcleo Mestre Gabriel, sede histórica da UDV, em Porto Velho, onde as suas palavras traziam clareza e orientação para todos.

O marido de Ana Maria também contraiu a COVID-19 e está internado há três dias em um leito de enfermaria de um hospital particular da Capital, em observação médica. Ana Maria deixa três filhos e três netos.

Até esta terça-feira, a Secretaria Estadual de Saúde de Rondônia registrou 21.251 casos de coronavírus, apenas 9.255 pacientes foram recuperados, o Estado contabiliza 518 mortes em decorrência do vírus. A capital se tornou o epicentro da doença no Estado, pois até o momento foram confirmados 13.133 casos, com apenas 4.292 pacientes recuperados e 365 mortes.

Fonte: Redação | Portal da Cidade