Polícia resgata motociclista que caiu em rio no município de Machadinho

A vítima relatou que estava retornando para sua residência na Linha 12, quando perdeu o controle de sua motocicleta e caiu no rio em uma ponte.

O motociclista Josias Rodrigues Mendes foi resgatado por dois policiais militares na noite de domingo (14), após cair em um rio, localizada na RO-0133, na altura do km 05, no município de Machadinho do Oeste.

De acordo com o cabo Arian e o soldado Alonso Queiroz, a equipe foi acionada por volta das 22 horas para realizar um resgate na ponte do Rio Belém.
Chegando ao local, eles ouviram um homem pedindo de socorro. Ao se aproximar, os policiais avistaram Josias dentro do rio, segurando em uma barra de ferro da bomba d’agua da Caerd.

Rapidamente, o soldado Alonso correu na direção da vítima com um pedaço de corda, e uma prancha de madeira e conseguiu puxar o homem até a margem do rio. Aos policiais, o motociclista disse que já estava exausto não tinha mais esperanças de que poderia sair vivo daquela situação. Ele passou 30 minutos pedindo socorro.

A vítima relatou que estava retornando para sua residência na Linha 12, quando perdeu o controle de sua motocicleta e caiu no rio em uma ponte. Mesmo estando muito escuro, ele conseguiu se segurar numa barra de ferro da bomba que passa no meio do rio.

Dois moradores da região ouviram os gritos de socorro e acionaram a equipe policial. A motocicleta de Josias foi localizada submersa a aproximadamente 3 metros da margem do rio, segundo os policiais.

O resgate aconteceu rapidamente, e com muita eficiência, os policiais salvaram a vida do motociclista.

Fonte; Rondônia Agora

Bolsa tem forte alta e fecha no segundo melhor nível do ano

Dólar iniciou semana em queda, mas permanece acima de R$ 5,30

Impulsionada pelo mercado externo e por ações de bancos, a bolsa de valores iniciou a semana com forte alta e fechou no segundo melhor nível do ano. O dólar seguiu o desempenho internacional e caiu nesta segunda-feira (24), mas permanece acima de R$ 5,30, num dia de baixo volume de negociações.

O índice Ibovespa, da B3, fechou o dia aos 124.032 pontos, com alta de 1,17%. O indicador está no maior nível desde 8 de janeiro, quando tinha encerrado aos 125.077 pontos. Apesar da queda da cotação internacional do minério de ferro, que está no menor nível em 20 dias, a bolsa foi beneficiada pelas ações de bancos e pela alta nas bolsas norte-americanas.

No mercado de câmbio, a retomada do otimismo internacional, após dias de tensão, contribuiu para a queda da moeda norte-americana. O dólar comercial encerrou esta segunda vendido a R$ 5,325, com recuo de R$ 0,029 (-0,53%). Na mínima da sessão, por volta das 12h, a cotação chegou a R$ 5,31.

Em maio, a bolsa acumula alta de 4,32%; e o dólar, queda de 1,98%. No ano, o Ibovespa registra valorização de 4,21%, e a moeda norte-americana acumula alta de 2,62%.

Nas últimas semanas, o mercado financeiro global tem vivido momentos de altas e baixas provocados pela expectativa de recuperação da economia norte-americana. No início da pandemia de covid-19, o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) reduziu os juros básicos da maior economia do planeta para uma faixa entre 0% e 0,25% ao ano.

Os Estados Unidos voltaram a crescer em 2021, com ajuda dos estímulos econômicos e da vacinação em massa. No entanto, a divulgação de que a inflação dos Estados Unidos encerrou abril no maior nível para o mês em 12 anos elevou as expectativas de que o Fed aumente os juros antes de 2023. Juros mais altos em economias avançadas pressionam o dólar e a bolsa em países emergentes, como o Brasil.

* Com informações da Reuters

Fonte: Agência Brasil

Levantamento aponta queda nos índices de criminalidade em RO

O índice de homicídios no estado registrou redução de 20%. O registro compara entre os período de abril de 2020 e abril de 2021.

O Núcleo de Estatísticas da Secretaria de Estado de Defesa, Segurança e Cidadania (Sesdec), apontou dados que comprovam a redução no índice de criminalidade no período de abril de 2020 e abril de 2021.

Nos quatros primeiros meses foi registrada queda em todos os indicadores de violência no Estado. Em comparação com janeiro a abril do ano passado, o número de homicídios e tentativas de homicídios caiu 35%.

A intensificação dos trabalhos das polícias de Rondônia, serviço essencial que mantém a atuação no combate ao crime, ocasionou uma redução visível nos índices nesse período, que podem ser comprovados nas estatísticas.

Dados do Núcleo de Estatísticas Sesdec

O quantitativo de tentativas de homicídios, em Porto Velho, teve uma significativa queda, conforme comprova a tabela de índices criminais do Estado.

De acordo com a análise comparativa da Sesdec, o índice de homicídios em Rondônia também registrou redução de 20%, ainda que somados os casos de latrocínio, feminicídio e lesão corporal seguido de morte.

Para o secretário da Segurança Pública, coronel Hélio Cisneyros Pachá, a redução dos crimes está relacionada ao trabalho da polícia. “Os números são resultado do trabalho integrado das forças de segurança que trabalham incansavelmente para tornar Rondônia um lugar melhor e mais seguro para se viver”, avalia.

Fonte: Sesdec

Destroços do foguete chinês caem no Oceano Índico

Queda foi confirmada pela Agência Espacial chinesa

Uma parte dos destroços do foguete chinês Longa Marcha CZ-5B caiu no domingo (9), no Oceano Índico, a oeste das Ilhas Maldivas. As informações são da agência argentina Telam. A queda da peça, de 30 metros de altura e 20 toneladas, foi confirmada pela Agência Espacial chinesa. 

“De acordo com monitoramento e análise, às 10h24 (0224 GMT) de 9 de maio de 2021, o primeiro estágio do foguete 5B Longa Marcha voltou à atmosfera”, disse a agência espacial em comunicado.

De acordo com a agência, a maior parte do segmento se desintegrou ao entrar na atmosfera. Havia a expectativa de que o segmento do foguete pudesse cair em alguma parte habitada, causando prejuízos. As autoridades chinesas haviam afirmado que a queda do segmento do foguete representava pouco perigo.

A queda também foi confirmada pelo Comando Espacial dos Estados Unidos, que disse que o segmento entrou na atmosfera pela Península Arábica aproximadamente às 22h15.  

“#USSPACECOM confirma que o chinês #LongMarch5B reentrou na Península Arábica aproximadamente às 10:15 pm EDT em 8 de maio. Não se sabe se os destroços impactaram a terra ou a água”, disse o perfil do comando no Twitter.

O foguete Longa Marcha CZ-5B tem, no total, 57 metros. Ele foi lançado em 29 de abril, com a missão de levar ao espaço o primeiro módulo da nova estação espacial da China. O seu compartimento de carga, na “ponta” do foguete, tem bem menos, cerca de 27 metros e 25 toneladas. O restante do foguete, se desprende do compartimento de carga assim que sua função no lançamento é cumprida. Após o desacoplamento, esses estágios podem voltar à órbita da Terra.

Fonte: Agência Brasil

Dólar cai para R$ 5,36 à espera de aumento na taxa Selic

Bolsa teve maior alta em um mês e voltou a superar 119 mil pontos

Num dia de expectativa em relação à reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), o dólar voltou a fechar abaixo de R$ 5,40 e caiu para o menor nível em uma semana. A bolsa de valores recuperou-se da queda de ontem (4) e teve a maior alta diária em um mês.

O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (5) vendido a R$ 5,365, com recuo de R$ 0,066 (-1,21%). Esse é o menor valor desde 29 de abril, quando a moeda norte-americana tinha fechado em R$ 5,337.

A cotação chegou a subir para R$ 5,44 no início da sessão, mas despencou ao longo do dia. Na mínima da sessão, por volta das 15h50, o dólar chegou a ser vendido a R$ 5,35. A divisa acumula queda de 1,23% em maio e alta de 3,39% em 2021.

No mercado de ações, o dia foi marcado pela recuperação. O índice Ibovespa, da B3, fechou o dia aos 119.564 pontos, com alta de 1,57%. Esse foi o melhor desempenho diário da bolsa desde 5 de abril. As ações da Petrobras, as mais negociadas no Ibovespa, tiveram altas superiores a 4%, impulsionadas pelo aumento da demanda internacional de petróleo.

Tanto fatores domésticos como externos impulsionaram o mercado nesta quarta-feira. No nível internacional, o índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, bateu recorde, estimulado pela recuperação da economia norte-americana num cenário de queda de casos de covid-19.

No cenário interno, a expectativa de que o Banco Central eleve a taxa Selic (juros básicos da economia) para 3,5% ao ano na reunião de hoje estimula a entrada de capitais no país. Caso o Banco Central aumente a taxa para 4% ao ano na próxima reunião do Copom, o Brasil estará com juros básicos semelhantes aos do México.

* com informações da Reuters

Fonte: Bruna Saniele A/B

Covid-19: Fila de espera para leitos em UTI cai em Porto Velho

Estado chega ao décimo dia sem registrar fila de pacientes.

Os números de internações por Covid-19 começaram a cair após quase três meses com registros diários de fila de espera por um leito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em Rondônia. O último registro de espera por um leito foi em 18 de abril, quando Rondônia tinha 6 pacientes aguardando por uma vaga. O estado chegou a 10 dias sem pacientes aguardando por vagas na rede pública de saúde.

Os dados são dos relatórios de ações da Sala de Segurança Integrada do Governo do Estado.

Segundo decreto do Governo do Estado, publicado em 23 de abril de 2021, as atividades educacionais presenciais podem ser retomadas na rede privada de ensino após 10 dias sem filas de pacientes para leitos de UTI Covid. As aulas presenciais estão suspensas em toda a rede ensino em Rondônia desde o final de março de 2020 devido a pandemia da Covid-19.

Na rede pública municipal, o retorno das aulas fica a critério de cada gestor municipal. Na rede pública estadual, o retorno deve acontecer após a finalização do plano de retomada, criado em conjunto com a Secretaria de Estado da Educação (Seduc). Confira o decreto na íntegra.

Conforme o último boletim divulgado pelo Governo, Rondônia tem 212.000 casos diagnosticados da doença, sendo 8.169 ativos, e pelo menos 5.143 pessoas morreram vítimas da Covid-19.

Até a última quinta-feira (29) eram registrados 595 pacientes internados, sendo 391 na rede estadual. Quase 190 mil pessoas já receberam a primeira dose da vacina.

Fonte: Rede Amazônica

Mortes por covid entre maiores de 80 anos na Europa têm menor nível

Diretor regional da OMS disse que vacinação é responsável pela queda na taxa, que alcançou 30% neste mês

A proporção de mortes por covid-19 na Europa entre os idosos maiores de 80 anos caiu para seu nível mais baixo desde o início da pandemia, até representar 30%, graças à vacinação, disse nesta quinta-feira (15) o diretor regional da OMS, Hans Kluge.

“Nos últimos dois meses, a tendência nas pessoas maiores de 80 anos se distanciou da tendência observada em todas as outras faixas etárias, o que pode ser consequência da grande proporção da vacinação neste grupo de alto risco”, afirmou Hans Kluge em coletiva de imprensa online em Atenas. 

A seção da Europa da Organização Mundial da Saúde, que no início de abril registrou o número de casos “mais preocupante em meses”, com um aumento rápido e contínuo, agora vê “sinais de alerta que indicam que a transmissão poderia diminuir em vários países”, acrescentou.

A OMS continua pedindo a vigilância em um momento em que, segundo seus dados, há uma média de 160 novos casos por minuto em toda a região.

Na União Europeia, a campanha de vacinação permitiu até esta quinta-feira que 16,9% da população recebesse uma primeira dose, segundo dados oficiais coletados pela AFP.

Fonte: R7

Dólar tem pequena queda e fecha a R$ 5,42

Bolsa sobe 0,38% em dia de recuperação

O dólar teve pequena queda e a bolsa de valores fechou com leve alta num dia de recuperação de recentes perdas. Declarações sobre o futuro dos juros nos Estados Unidos e a expectativa em torno da votação de medidas fiscais e de privatizações no Brasil influenciaram os mercados nesta quarta-feira (24).

A moeda norte-americana recuou pelo segundo dia consecutivo. O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 5,421, com queda de R$ 0,021 (-0,39%). Na mínima do dia, por volta das 10h, a divisa chegou a cair para R$ 5,39, mas aproximou-se da estabilidade durante a tarde.

No mercado de ações, o índice Ibovespa, da B3, fechou aos 115.668 pontos, com alta de 0,38%. Durante a manhã, o indicador chegou a operar em baixa, mas recuperou-se a partir do meio-dia, até fechar com pequena valorização. As ações da Petrobras, as mais negociadas, subiram 1,28% (papéis ordinários, com voto em assembleia de acionistas) e 1,41% (preferenciais, com preferência na distribuição de dividendos).

No Brasil, o envio da medida provisória da privatização da Eletrobras e as negociações em torno da renovação do auxílio emergencial influenciaram as negociações.

No exterior, a declaração do presidente do Federal Reserve (FED, Banco Central norte-americano), Jerome Powell, de que os juros nos Estados Unidos permanecerão baixos fez o dólar cair perante as principais moedas de países emergentes. Em discurso ontem (23), ele declarou que a autoridade monetária norte-americana continuará a comprar títulos para estimular a economia, em meio à pandemia do novo coronavírus.

* Com informações da Reuters

Fonte: Agência Brasil

Sem auxílio emergencial, comércio deixa de faturar R$ 50 bilhões

Valor foi injetado diretamente no varejo no ano passado por meio de aplicativo em pagamentos por QR code ou cartão virtual

Com o fim do auxílio emergencial, o comércio deixará de faturar quase R$ 50 bilhões injetados diretamente em compras por pagamento digital. Segundo a Caixa Econômica Federal, somente por meio do aplicativo, o benefício movimentou em lojas e supermercados no ano passado R$ 47,6 bilhões, sendo R$ 35,5 bilhões em compras por cartão virtual e R$ 12,1 bilhões em QR Code.

O valor que deixará de ser gasto é apenas um dos impactos que o encerramento do programa pode provocar no setor.

Mesmo com a pandemia de coronavírus, o comércio fechou o ano de 2020 com alta de 1,2%, de acordo com dados do IBGE divulgados nesta quarta-feira (10). Houve crescimento em setores como de material de construção (10,8%), móveis e eletrodomésticos (10,6%), farmácia (8,3%) e alimentação (4,8%).

Para o economista Guilherme Dietze, assessor econômico da FecomercioSP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo), o auxílio emergencial foi fundamental para o varejo e, se não houvesse o benefício, a queda teria sido muito maior.

“Porém, é importante que haja um cenário de previsibilidade a longo prazo. O que segura o consumo é o emprego. Precisa retomar a geração de emprego de forma mais forte, para que o consumo seja sustentável, não somente artificial, pelo auxílio emergencial”, afirma Dietze.

O cenário, explica o economista, ainda é de cautela nesse início de ano, com o fim do auxílio emergencial e aumentos expressivos nos preços dos alimentos, o que diminui o poder de compra da população. “Os varejistas vão ter que ficar mais atentos para poder postergar período de promoções para continuar atraindo o consumidor que não está seguro no seu emprego e tem medo dessa segunda onda de covid”, explica.

Volta do auxílio

O governo encerrou no fim do ano o programa que começou em abril e beneficiou 68 milhões de pessoas, com R$ 294 bilhões, principalmente trabalhadores informais e população de baixa renda, para minimizar os efeitos da pandemia de coronavírus. Mas a pressão política e econômica, com a escalada dos casos de covid-19 após as festas de fim de ano, fez o tema voltar à tona.

presidente Jair Bolsonaro admitiu nesta quarta-feira (10) que um novo auxílio emergencial voltou à mesa de negociações, mas advertiu que “não há dinheiro no cofre” e qualquer pagamento será feito com endividamento do governo.

Apesar das resistências, o Ministério da Economia discute a possibilidade, mas desde que tenha um acordo com o Congresso para aprovação rápida de medidas de corte de gastos. No Congresso, já há pelo menos 14 projetos para estender o benefício até que a situação da covid-19 seja controlada no país.

Além disso, os novos presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), colocaram a volta do auxílio como uma das prioridades das duas Casas neste primeiro semestre.

Retomada lenta

O economista Marcel Solimeo, da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), diz esperar que o benefício seja prorragado. “Foi muito importante porque impediu uma queda maior do comércio, especialmente no setor de alimentos e gêneros essenciais”, afirma Solimeo.

Para ele, a expectativa é que terá alguma prorrogação, mesmo com um valor menor. “A retomada está bastante lenta, isso torna indispensável que o governo consiga manter mais um pouco esses recursos.”

Fonte: R7

Tratamento dentário em crianças diminui até 89% na pandemia

Queda nos tratamentos foi mais intensa no Nordeste

O tratamento dental de crianças teve uma queda durante a pandemia do novo coronavírus. Após o registro do primeiro caso, a redução foi de 66% nos procedimentos odontológicos infantis, alcançando 89% na fase mais aguda da pandemia da covid-19 no Brasil, em abril.

Essa queda nos atendimentos se deu pelo distanciamento social e pelas orientações de autoridades de saúde de reduzir as atividades como forma de evitar riscos de contágio, reduzindo esses procedimentos àqueles de urgência e emergência.

A análise foi feita por pesquisadores da Universidade Federal de Pelotas e publicada como artigo no periódico científico International Journal of Paediatric Detistry neste mês. Os autores avaliaram dados de procedimentos odontológicos promovidos no âmbito do Sistema Único de Saúde, como extrações e restaurações, no período de janeiro a maio. A queda dos tratamentos odontológicos em crianças foi mais intensa no Nordeste.

Uma pesquisa feita pela mesma universidade e publicada em junho identificou que os dentistas diminuíram bastante o atendimento, mais na rede pública do que na privada. O estudo também constatou que esses profissionais passaram a adotar medidas de prevenção e combate à pandemia, como o emprego de equipamentos de proteção individual.

Fonte: Maria Claudia A/B