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Tratamento dentário em crianças diminui até 89% na pandemia

Queda nos tratamentos foi mais intensa no Nordeste

O tratamento dental de crianças teve uma queda durante a pandemia do novo coronavírus. Após o registro do primeiro caso, a redução foi de 66% nos procedimentos odontológicos infantis, alcançando 89% na fase mais aguda da pandemia da covid-19 no Brasil, em abril.

Essa queda nos atendimentos se deu pelo distanciamento social e pelas orientações de autoridades de saúde de reduzir as atividades como forma de evitar riscos de contágio, reduzindo esses procedimentos àqueles de urgência e emergência.

A análise foi feita por pesquisadores da Universidade Federal de Pelotas e publicada como artigo no periódico científico International Journal of Paediatric Detistry neste mês. Os autores avaliaram dados de procedimentos odontológicos promovidos no âmbito do Sistema Único de Saúde, como extrações e restaurações, no período de janeiro a maio. A queda dos tratamentos odontológicos em crianças foi mais intensa no Nordeste.

Uma pesquisa feita pela mesma universidade e publicada em junho identificou que os dentistas diminuíram bastante o atendimento, mais na rede pública do que na privada. O estudo também constatou que esses profissionais passaram a adotar medidas de prevenção e combate à pandemia, como o emprego de equipamentos de proteção individual.

Fonte: Maria Claudia A/B

Pesquisa mostra que produção de suínos caiu quase 30% em RO

De acordo com os dados são da Pesquisa da Pecuária Municipal (PPM), do IBGE, e correspondem a 2019. Número de cabeças de suínos caiu de 210 mil para 163 mil no estado.

Rondônia registrou uma queda de quase 30% na produção de suínos. É o que revelou a Pesquisa da Pecuária Municipal (PPM), divulgada nesta quinta-feira (15), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o levantamento, entre 2015 e 2019 o número de cabeças de suínos caiu de 210 mil para 163 mil no estado.

No ano passado os maiores rebanhos estavam nas seguintes cidades:

  • Porto Velho (7 mil cabeças)
  • Cacoal (6 mil cabeças)
  • Machadinho D’Oeste (5 mil cabeças)
  • Corumbiara (5 mil cabeças)
  • Vilhena (5 mil cabeças)

Galináceos

O IBGE diz que foi registrado uma queda na produção de galinhas em Rondônia. Em 2015 eram 3,7 milhões de cabeças e, em 2019, esse número caiu para 3,1 milhões, representando uma diminuição de 16%.

“Apesar de o rebanho rondoniense ter diminuído, Alto Paraíso, Porto Velho, Vilhena, Cacoal e Espigão D’Oeste apresentaram aumento”, diz o instituto.

Atualmente, os municípios com mais galináceos são:

  • Vilhena (658 mil cabeças)
  • Cacoal (566 mil cabeças)
  • Porto Velho (285 mil cabeças)
  • Rolim de Moura (96 mil cabeças)
  • Espigão D’Oeste (91 mil cabeças)

Fonte: G1/RO

Apesar da crise causada pela pandemia, inadimplência registra queda no País

Especialistas alertam que o temor é que haja uma explosão da inadimplência no início do ano que vem.

A crise econômica provocada pela covid-19 no País elevou o desemprego a níveis recordes e provocou o fechamento de um sem-número de empresas. Mas, ao contrário do que se poderia esperar, os níveis de inadimplência, sejam de pessoas físicas ou jurídicas, recuaram.

Segundo especialistas, esse quadro surpreendente é resultado direto do auxílio emergencial, dos programas de socorro às pequenas e microempresas e também da taxa de juros no piso histórico, o que permitiu um forte movimento de renegociação de dívidas por parte dos bancos. No auge da pandemia, as instituições financeiras também permitiram o adiamento dos pagamentos por 60 dias.

A grande dúvida é como o calote vai se comportar quando todos esses socorros acabarem e a economia tiver de voltar a andar com as próprias pernas. O temor é que haja uma explosão da inadimplência no início do ano que vem.

“A queda da inadimplência é algo inédito”, afirma o economista Luiz Rabi, da Serasa Experian, empresa que monitora a situação financeira de consumidores e empresas no País. Em julho, último dado disponível, 63,5 milhões de brasileiros estavam inadimplentes, segundo pesquisa da Serasa. São 2,5 milhões de pessoas a menos em relação a abril, quando o País parou por causa da covid-19. Também o número de empresas com dívidas em atraso recuou em julho para o menor nível do ano: 5,8 milhões. É exatamente a mesma quantidade de companhias inadimplentes registrada em julho do ano passado.

Outro termômetro do calote é a quantidade de empresas que pediram recuperação judicial. Isto é, que reconheceram a incapacidade financeira de pagar as dívidas em dia e solicitaram à Justiça condições especiais. Os dados, coletados em todos os cartórios do País, mostram que neste ano, até agosto, 868 empresas procuraram esse caminho, um número 7,3% menor que o registrado no mesmo período de 2019. Para os oito primeiros meses do ano, o número de processos em 2020 foi o menor desde 2015. Pelo ritmo atual, a perspectiva é que 2020 termine com 1,3 mil pedidos. Em 2019, sem pandemia, foram 1.387

Rabi diz que o risco de o calote voltar a subir está ligado, num primeiro momento, aos consumidores, e depois às empresas. “Os brasileiros que perderam renda estão pendurados hoje no auxílio emergencial, que tem data e hora para acabar (no fim de dezembro).” Se até o fim do ano o quadro for ainda ruim para o emprego, a inadimplência da pessoa física pode subir e resvalar na pessoa jurídica, que não vai receber os créditos em dia. “A inadimplência está represada, não está extinta”, alerta Rabi.

Fabio Bentes, economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), considera que os bancos estão empurrando o problema da inadimplência com a “barriga”. Deram uma carência, por isso, o indicador não está saindo do lugar.”

Bancos

Do início da crise até agosto, os bancos postergaram R$ 110,5 bilhões em dívidas, em um total de 14,2 milhões de contratos, segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Desse total, a maior parcela de beneficiados é de pequenas empresas e pessoas físicas, um volume de R$ 62,2 bilhões. Neste mês, vence a primeira rodada das carências concedidas, que pode vir acompanhada de aumento da inadimplência, num cenário de desemprego elevado.

A preocupação dos bancos com risco de calote está estampada nos balanços. No segundo trimestre, Bradesco, Itaú Unibanco, Banco do Brasil e Caixa elevaram o gasto com provisões para devedores duvidosos em mais de R$ 14 bilhões, totalizando R$ 193,6 bilhões.

Simone Pasianotto, economista-chefe da Reag Investimentos, aposta em pico da inadimplência das famílias já no fim deste ano. Bentes, da CNC, lembra que o auxílio emergencial de R$ 600 foi reduzido pela metade a partir de setembro. Ele questiona se, após o fim dessas medidas, a economia terá capacidade de voltar a crescer por conta própria para fazer frente à inadimplência, uma vez que o investimento não foi retomado.

Sem sobras

A catadora de artigos para reciclagem Gisele Santos da Silva, de 34 anos, casada e mãe de duas filhas, estava inadimplente desde 2012. Na época, trabalhava como auxiliar de limpeza, foi demitida e a empresa, segundo ela, não pagou a rescisão. Resultado: ficou sem renda para quitar a fatura do cartão de crédito e a dívida, como acontece nesses casos, virou uma bola de neve.

Em agosto, com juros e multa, a dívida estava em cerca de R$ 700. Mas a catadora conseguiu quitar a pendência e deixar a lista de devedores, desembolsando R$ 143. “Foi fácil até demais negociar desta vez, não esperava esse descontão.”

Como catadora, Gisele tira entre R$ 300 e R$ 350 por semana, mas a renda é incerta. Ela está recebendo o auxílio emergencial, que até agosto era de R$ 600 e foi reduzido à metade a partir de setembro. “Com o auxílio, estou pagando as despesas, não sobra nada, ainda mais agora com tudo aumentando.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: R7

Dólar cai pela primeira vez em três dias e fecha a R$ 5,58

Bolsa teve forte alta de 2,51% ajudada por alguns bancos

Influenciado por notícias positivas do exterior e do Brasil, o mercado financeiro teve um dia de tranquilidade nesta quinta-feira (8). O dólar caiu pela primeira vez em três dias. A bolsa de valores teve forte alta, ajudada por ações de bancos.

O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 5,589, com recuo de R$ 0,035 (-0,62%). A divisa começou o dia em alta, chegando a R$ 5,64 por volta das 10h. Ao longo da sessão, no entanto, a cotação foi caindo até fechar próxima da mínima do dia.

No mercado de ações, o índice Ibovespa, da B3, fechou esta quinta-feira aos 97.920 pontos, com alta de 2,51%. O indicador operou em alta durante todo o dia, amparado por ações de bancos, que registraram forte valorização.

No noticiário externo, comentários do presidente norte-americano, Donald Trump, indicaram uma possível retomada das negociações de um novo pacote de estímulos para a maior economia do planeta, afetada pela pandemia de covid-19. Ontem (7), Trump tinha pedido a aprovação de leis menores e de medidas de ajuda a companhias aéreas até que o Congresso dos Estados Unidos retome as discussões em torno do pacote, depois das eleições de novembro.

A presidente da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, disse que a proposta estímulos para companhias aéreas é uma questão de segurança nacional e que só pode ser aprovada no Congresso com garantias de que os parlamentares trabalharão em um pacote de auxílio mais abrangente.

No Brasil, a reação do comércio em setembro contribuiu para animar o mercado. Segundo a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o setor varejista registrou, no mês passado, o maior volume de vendas da série histórica. O indicador reforça a percepção de retomada da economia brasileira.

Fonte: R7

Criança morre após cair em poço dentro de casa, no distrito de Triunfo

Caso é investigado pela polícia civil.

Uma menina de 2 anos morreu depois de cair em um poço dentro de casa no distrito de Triunfo, em Candeias do Jamari (RO), região metropolitana de Porto Velho. O caso foi registrado na tarde de quinta-feira (17).

Conforme a Polícia Civil, três crianças brincavam na cozinha de uma casa enquanto as mães estavam na sala. Em certo momento, as responsáveis ouviram um barulho como de um objeto caindo em água e encontraram apenas duas crianças na cozinha.

Elas perceberam que a tampa do poço estava quebrada e correram para pedir ajuda. Policiais militares foram chamados e ainda tentaram reanimar a menina, mas ela não resistiu. A morte foi confirmada por uma técnica de enfermagem da localidade.

A 1ª Delegacia de Polícia Civil de Candeias do Jamari vai apurar se houve negligência na morte da criança. Caso comprovada, os responsáveis podem ser responsabilizados criminalmente. A ocorrência foi registrada como morte acidental.

Fonte: G1/RO

Juro do cartão de crédito cai, mas ainda é o mais alto do país

Taxas médias registraram recuo de 0,36%. Porém, modalidade mantém o maior patamar de juros das operações de crédito: 254,41% ao ano

Os juros das operações de crédito voltaram a cair em julho, seguindo a sequência de reduções da Selic (taxa básica de juros). É o que aponta pesquisa divulgada pela Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças).

O cartão de crédito continua na liderança do ranking com a taxa mais cara, apesar de sofrer um pequeno recuo, 0,36% no mês passado.

A modalidade passou a operar de 11,16% ao mês (255,94% ao ano) em junho, para 11,12% ao mês (254,41% ao ano) em julho.

Também atingiu o menor patamar desde janeiro de 2016 quando chegou a 10,96% ao mês (248,34% ao ano).

A segunda maior taxa é encontrada no cheque especial, que também apresentou redução no mês passado.

Com queda de 0,28%, o juro da modalidade passou de 7,13% ao mês (128,52% ao ano) para 7,11% ao mês (128,01% ao ano). É o menor patamar da série histórica.

Taxa média caiu 0,03 ponto percentual

No mês, a taxa média geral para pessoa física caiu 0,03 ponto percentual, atingindo 0,66 ponto percentual no ano, o que correspondente a uma queda de 0,53% em julho e de 0,71% em doze meses.

Com isso, o juro médio para pessoa física pasou de 5,65% ao mês (93,39% ao ano) em junho, para 5,62% ao mês (92,73% ao ano) em julho. É a menor taxa desde dezembro de 2013.

Houve uma redução de 0,36%, passando a taxa de 11,16% ao mês (255,94% ao
ano) em junho/2020, para 11,12% ao mês (254,41% ao ano) em julho/2020.

A taxa deste mês é a menor desde janeiro/2016 (10,96% ao mês – 248,34% ao
ano).

Para José Miguel de Oliveira, diretor executivo da Anefac, as constantes quedas na Selic são as responsáveis por esse recuo.

Também influenciam nesse cenário:

•    Redução dos depósitos compulsórios, promovida pelo Banco Central;
•    Reduções dos depósitos
•    Realização de operações de crédito com juros baixos;
•    Aportes do governo para pagamento das folhas das empresas pequenas e médias; e
•    Renegociação de dívidas com juros menores e a redução de juros para não agravar ainda mais o quadro de inadimplência e solvência das empresas e pessoas físicas.As quedas nos juros das modalidades de crédito, porém, não devem continuar nos próximos meses.José Miguel de Oliveira

O motivo, segundo ele, é a previsão de piora do cenário econômico com maior risco de crédito e da elevação da inadimplência.

“Entretanto algumas ações do BC podem amenizar estas altas como redução de impostos, compulsórios e reduções da Taxa Básica de Juros”, diz.

Empréstimo pessoal tem maior queda

A maior queda no juro, de 0,93%, foi no empréstimo pessoal feito em bancos. Passou de 3,21% ao mês (46,10% ao ano) em junho, para 3,18% ao mês (45,59% ao ano) em julho.

É a menor taxa desde outubro de 2013 quando atingiu 3,16% ao mês (45,26% ao ano).

Nas operações com financeiras, a redução foi de 0,48%. Com isso, a taxa passou de 6,27% ao mês (107,46% ao ano) para 6,24% ao mês (106,76% ao ano).

A taxa deste mês é a menor da série histórica.

Uso do crédito exige cautela

Para Teresa Tayra, educadora financeira, é sempre bom considerar uma dívida no crédito rotativo do cartão de crédito por uma mais barata.

Porém, ela frisa que antes de fazer a troca, é preciso se conscientizar sobre três pontos:

•    Parcelamento

Na maioria das negociações em parcelas, caso você comece a pagar e não consiga honrar a dívida até o fim, o valor do débito retorna ao montante inicial, não considerando o que foi pago até aquele momento.

“Por isso, quando o assunto é renegociar dívidas de uma forma parcelada, esteja atento e tenha a certeza e que o valor não vai comprometer o seu orçamento mensal.”

•    Dívidas recorrentes

Outro ponto importante pe analisar se estar em dívidas é algo recorrente em sua vida.”Faça um mapeamento para entender se é falta de organização ou necessidade de uma renda complementar.”Teresa Tayra

    Uso correto do cartão de crédito

O cartão de crédito é um dos maiores causadores de endividamento pois, infelizmente, as pessoas o usam como extensão do salário e não como um centralizador de pagamento.

“A maioria das pessoas não percebe que o limite aprovado, quase sempre,  é além de sua capacidade de pagamento  ou controle”, diz Teresa.

Não conseguir pagar o cartão na totalidade já é um alerta de que é preciso rever  imediatamente seu padrão de vida e seu controle financeiro, alerta a educadora.

Fonte: R7

Dólar cai por primeira vez em cinco dias, mas fecha acima de R$ 5,40

Bolsa encerra em queda e volta a ficar abaixo dos 103 mil pontos

Pela primeira vez em cinco sessões, o dólar caiu, influenciado por um movimento global de correção das altas dos últimos dias. O dólar comercial fechou esta terça-feira (11) vendido a R$ 5,415, com recuo de R$ 0,05 (-0,91%).

A cotação abriu em alta. Pela manhã, chegou a subir 0,33%. Durante a tarde, a tendência inverteu-se, e a moeda passou a cair. Na mínima do dia, por volta das 15h10, chegou a ser vendida a R$ 5,37, até se estabilizar acima dos R$ 5,40.

A expectativa do fechamento de um acordo para um pacote adicional de estímulos à economia norte-americana dominou as negociações. O mercado estava animado com comentários do presidente Donald Trump de que parlamentares democratas queriam reunir-se com ele para discutir as medidas. No entanto, a queda do dólar perdeu força depois de o líder republicano no Senado norte-americano, Mitch McConnell, negar que a conversa tenha ocorrido.

No mercado de ações, o dia foi marcado pelas oscilações. O índice Ibovespa, da B3 (a bolsa de valores brasileira), encerrou esta terça aos 102.174 pontos, com recuo de 1,23%. O indicador seguiu a bolsa norte-americana. O índice Dow Jones, da bolsa de Nova York, fechou o dia com queda de 0,38%, depois de operar em alta durante quase toda a sessão.

* Com informações da Reuters

Fonte: Pedro Ivo de Oliveira A/B

Gasolina de Porto Velho tem queda de 2,68%

Diesel e etanol também tiveram queda nos preços, segundo ANP. Gasolina fechou última semana custando R$ 3,99, em média.

O preço médio do litro da gasolina caiu 2,68% na penúltima semana de julho nos postos de Porto Velho, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados no fim de semana.

E em 18 de julho, de acordo com a ANP, o litro na capital era comercializado a R$ 4,10, em média. Já em 25 de julho o valor do litro recuou para R$ 3,99.

Esta foi a terceira semana seguida de queda na gasolina. O maior pico tinha sido em 11 de julho, quando o litro custava R$ 4,17.

O etanol também teve redução no valor do litro na última semana. Caiu de R$ 3,50 para R$ 3,43 (uma queda de 2,28%), em média.

Segundo a ANP, o diesel foi o combustível com menor recuo no preço médio: 0,48%. Na semana retrasada o litro de diesel custava R$ 3,42 na cidade e, em 25 de julho, passou a custar R$ 3,40.

Os preços são uma média calculada pela ANP a partir de dados coletados em diversos postos da cidade. Por isso, os números podem variar de acordo com a região.

Fonte: G1/RO

Aeronave de pequeno porte cai e pega fogo em Alta Floresta, RO

Ainda não foi informado se houve feridos. de acordo com a PM a queda ocorreu em uma área de difícil acesso e vegetação.

Um avião caiu na zona rural de Alta Floresta D’Oeste (RO) por volta das 15h30 de ontem quinta-feira (16). Segundo informações iniciais da Polícia Militar (PM) local, a queda ocorreu em uma área de difícil acesso e vegetação.

A região também fica a 125 quilômetros da cidade, depois do distrito de Izidolândia.

Uma equipe da PM atuou no local. Não há informações sobre pessoas dentro do avião ou feridos.

Fonte: G1/RO

Dólar fecha em queda e encerra semana perto da estabilidade

Moeda americana fechou cotada a R$ 5,32, em queda de 0,37%, após subir ao longo do dia. Na semana, variação foi de 0,06%

O dólar fechou em queda ante o real nesta sexta-feira (10), depois de chegar a subir quase 1%, com as vendas predominando no fim da sessão em meio à recuperação do apetite por risco no exterior por esperanças de tratamento mais eficaz para o covid-19.

O dólar à vista caiu 0,37%, a R$ 5,3236 na venda.

A moeda oscilou entre alta de 0,97%, a R$ 5,3954, e recuo de 0,55%, para R$ 5,314.

Na semana, o dólar teve variação positiva de 0,06%. Em julho, a cotação recua 2,14%. Em 2020, o dólar sobe 32,66%.

No exterior, o índice do dólar frente a uma cesta de divisas de países desenvolvidos caía 0,13% no fim da tarde. O dólar cedia mais contra peso mexicano, peso colombiano e rand sul-africano –assim como o real, divisas que se beneficiam de maior apetite por risco.

Fonte: R7