Usina de Calcário de Pimenta Bueno bate recorde de produção no estado

A Usina é considerada a maior jazida de minério de calcário da região Norte do País, e também tem levado calcário para o Acre, Amazonas, Roraima e Bolívia

O ano de 2020 já entrou para a história da produção de calcário em Rondônia, batendo o recorde das últimas três décadas com 160 mil toneladas distribuídas até o momento, podendo fechar o ano com 180 mil toneladas entregues, refletindo positivamente no desenvolvimento da agricultura e do agronegócio do Estado. Esta é a realidade da Usina de Calcário Félix Fleury, localizada no município de Pimenta Bueno.

Jazida de calcário da Usina de Rondônia deve garantir o produto pelos próximos 200 anos

E o crescimento não vai parar em 160 mil toneladas de calcário entregues. Conforme destacado pelo diretor-presidente, Euclides Nocko, da Companhia de Mineração de Rondônia (CMR), administrada pelo Governo de Rondônia, a previsão para o ano de 2021  é de que a produção ultrapasse 300 mil toneladas, abastecendo toda a demanda do Estado com calcário de qualidade, com Poder Relativo de Neutralização Total (PRNT) que compete com o produto produzido em outros estados do Brasil.

A usina de Rondônia é considerada a maior jazida de minério de calcário da região Norte do País. A mineradora foi construída logo no início da década de 80 ainda pelo então governador, coronel Jorge Teixeira. A reinauguração ocorreu em 2015 e, nos dias atuais, além de abastecer Rondônia, a usina tem levado calcário para o Acre, Amazonas, Roraima e Bolívia.

Há alguns anos, a produção de calcário chegava em torno de pouco mais de 40 mil toneladas anual. O Governo de Rondônia tem impulsionado a produção do calcário garantindo melhores condições para a extração e produção do minério, o que reflete no crescimento do agronegócio sem degradar o meio ambiente.

O Governo do Estado tem direcionado a atenção para a aplicação de calcário e a ação proporciona grande diferença na produtividade final. O calcário é o principal produto utilizado para corrigir a acidez do solo. Em linhas gerais, age reduzindo a quantidade dos elementos nocivos, aumentando o nível de Cálcio e Magnésio, tornando assim o solo mais aerado.

Resultado de uma fina moagem da rocha calcária, o produto produzido na Usina Félix Fleury, tem abastecido os 52 municípios do Estado e, conforme projeção da Companhia de Mineração de Rondônia, a perspectiva é de que a jazida de calcário da Usina de Rondônia possa garantir o produto pelos próximos 200 anos.

A Secretária Estadual de Agricultura (Seagri),  e Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-RO), estão realizando o transporte do calcário com recursos provenientes do Programa de Desenvolvimento da Pecuária de leite de Rondônia (Proleite).

Fonte: Secom-RO

OMS afirma que Covid-19 acelera na Europa e transmissão em setembro está mais rápida que no início da pandemia

Continente teve recorde de casos diários em 11 de setembro. Pessoas com até 49 anos são os principais responsáveis pela aceleração da pandemia na região.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) expressou preocupação nesta quinta-feira (17) com a aceleração da pandemia na Europa em setembro. No dia 11, segundo a entidade, o continente alcançou um recorde diário de casos, com 54 mil registros em 24 horas.

Segundo o diretor da OMS Europa, Hans Kluge, a transmissão do coronavírus em setembro está mais rápida que no início da pandemia.

“Os números de setembro deveriam servir de alerta para todos nós na Europa, onde o número de casos é superior aos registrados em março e abril”, informou Kluge.

O diretor regional afirmou que os principais responsáveis pela aceleração da pandemia no continente seguem sendo as pessoas mais jovens, com até 49 anos.

“Embora tenhamos observado um aumento de casos nas faixas etárias mais velhas, 50 a 64 e 65 a 79 anos, na primeira semana de setembro, a maior proporção ainda está entre os de 25 a 49 anos”, disse.

A entidade destacou o caso da França, que registrou 10 mil novos casos nas últimas 24 horas.

Casos diários de Covid-19 batem novo recorde na França
Casos diários de Covid-19 batem novo recorde na França

Quarentena não deve ser reduzida

A OMS também manifestou preocupação com a redução do tempo da quarentena das pessoas infectadas em alguns países europeus, como a França. A entidade ressaltou que permanece a recomendação de um isolamento de 14 dias para todas as pessoas que tiveram contato com vírus.

“Nossa recomendação de quarentena de 14 dias está baseada em nossa compreensão do período de incubação e transmissão da doença. Apenas a revisaríamos com base em nosso conhecimento científico, o que não é o caso no momento”, destacou Catherine Smallwood, diretora de Emergências da OMS Europa.

Na França, a duração do isolamento foi reduzida para sete dias em caso de contato. No Reino Unido e Irlanda, o prazo agora passa a ser de 10 dias. Outros países europeus, como Portugal e Croácia, também planejam encurtar as quarentenas.

Fonte: G1

Produção de Café em Rondônia cresce e se destaca nacionalmente

Produção dos cafés Conilon e Robustas Amazônicas foi recorde em 2020 contou com um recorde de 2,3 milhões de sacas de café do estado.

O café regional de Rondônia, além de expandir-se para o mundo, é destaque nacional e ganha notoriedade pela qualidade e produtividade dos produtos. Isto porque, o Governo de Rondônia, por intermédio da Secretária de Estado da Agricultura (Seagri), vem investindo pesado na cafeicultura em Rondônia e impulsiona o consumo dos cafés Conilon e Robustas Amazônicas dentro do Estado. O produto já é consumido regionalmente, mas o maior consumo ainda é pela indústria nacional.

Com relação à base econômica de Rondônia, dentro da cadeia agropecuária, o café, em arrecadação de Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), perde apenas para o complexo carne bovina e leite. Mas, dentro da cadeia agrícola, é o que mais gera ICMS no Estado.

O café produzido no Estado sai de Rondônia ainda em grão e vai para indústrias do sul e sudeste do Brasil, em especial para indústria de solúvel. Depois do transporte, o café é processado e entra na comercialização nacional, e posteriormente segue para exportação. De acordo com a Seagri, 2020 teve uma novidade, a Coreia do Sul solicitou uma exportação direta de dois contêineres, equivalente a 640 sacas de café, demonstrando a potencialidade do produto que tem sido alvo de países exigentes.

A fim de fomentar a economia, Governo incentiva consumo de cafés Conilon e Robustas Amazônicas

“O nosso café é considerado entre os mais sustentáveis do Brasil. Isto aconteceu graças aos incentivos governamentais e tecnologia implantados nas lavouras como cafeicultura clonal, tecnologia responsável pelo aumento da produtividade, demais processos da produção como assistência técnica, adubação, práticas de irrigação, entre outros, como ainda evolução rápida da forma de produzir café. Se 2020 foi um ano muito bom para setor do cafeeiro, 2021 vamos evidenciar mais resultados surpreendentes no incremento na qualidade do café”, conclui o engenheiro agrônomo Janderson Dalazen.

Mesmo com o surto da Covid-19, a produção de café não sofreu redução, isto porque a safra de 2020 foi um reflexo do manejo começado em 2019. Inclusive, os cafeicultores foram orientados por meio de um material técnico para os cuidados em tempos de pandemia sobre a colheita, transporte, armazenamento, entre outros. Como também recebeu incentivos para melhorar qualidade e produtividade do produto.

Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), entidade responsável por fazer levantamento anual de safra, 2020 contou com uma produção recorde de 2,3 milhões de sacas de café de Rondônia. Além da valorização do preço do café, que é vendido como commodities pela bolsa de valores. Isto é, tornando um ano bem satisfatório aos cafeicultores, para além da safra boa, que também tiveram um preço justo pelo sua produção de café, se comparado a anos anteriores.

De acordo com engenheiro agrônomo e assessor técnico da Seagri, Janderson Dalazen, a plantação de café vem crescendo em produtividade, quantidade de café produzido por hectares. Segundo ele, isto se deve pelos incentivos, nos últimos anos, do Governo com distribuição de mudas, programa de facilitação do transporte de calcário, programa de implantação de agro industrialização, entre outros.

O café produzido em Rondônia é da espécie Coffea canephora das variedades Conilon e Robusta. Historicamente, o café era utilizado nas indústrias de café solúvel e também nas misturas que chamamos de bland para os cafés tradicionais, café torrado e moído, que encontramos nos mercados.

Há algumas indústrias que trabalham com café de Rondônia, mas trabalham de forma geral misturando com outras variedades da espécie Coffea arábica. O Coffea arábica vem de outros estados, como Minas Gerais e Paraná, e ao chegar em Rondônia, é torrado e misturado com o café robusto, fazendo o chamado bland.

Atualmente, Rondônia conta em torno de 38 sacas por hectares, quantidade relevante quando é falado sobre produtividade. Para ter uma base, nos anos 2000, havia 145 mil hectares de café implantando em Rondônia, todavia sua produtividade possui índice baixo, em torno de 10 sacas por hectares.

Fonte: Seagri

Captação da poupança bate recorde para meses de julho

Depósitos superaram saques em R$ 27,14 bilhões no mês passado

Aplicação financeira mais tradicional dos brasileiros, a caderneta de poupança voltou a atrair o interesse dos brasileiros em meio à pandemia provocada pelo novo coronavírus (covid-19). No mês passado, os investidores depositaram R$ 27,14 bilhões a mais do que retiraram da aplicação, informou nesta quinta-feira (6) o Banco Central. Em julho do ano passado, os brasileiros tinham sacado R$ 1,61 bilhão a mais do que tinham depositado.

O resultado de julho é o maior já registrado para o mês desde o início da série histórica, em 1995. Com o resultado do mês passado, a poupança acumula entrada líquida de R$ 111,58 bilhões nos sete primeiros meses do ano.

A aplicação tinha começado o ano no vermelho. Em janeiro e fevereiro, os brasileiros retiraram R$ 15,93 bilhões a mais do que depositaram. A situação começou a mudar em março, com o início da pandemia da covid-19, quando os depósitos passaram a superar os saques.

O interesse dos brasileiros na poupança se mantém apesar da recuperação da bolsa de valores nos últimos meses e da melhora das condições de outros investimentos, como títulos do Tesouro. Nos dois primeiros meses da pandemia, as turbulências no mercado financeiro fizeram investidores migrar para a caderneta.

Rendimento

Com rendimento de 70% da Taxa Selic (juros básicos da economia), a poupança atraiu mais recursos mesmo com os juros básicos em queda. Com as recentes reduções na taxa Selic, o investimento está rendendo menos que a inflação.

Nos 12 meses terminados em julho, a aplicação rendeu 3,12%, segundo o Banco Central. No mesmo período, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), que serve como prévia da inflação oficial, atingiu 2,13%. O IPCA cheio de junho será divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) amanhã (7).

Para este ano, o boletim Focus, pesquisa com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, prevê inflação oficial de 1,63% pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Com a atual fórmula, a poupança renderia 1,4% este ano, caso a Selic de 2% ao ano, definida ontem (5) pelo Banco Central, estivesse em vigor desde o início do ano. No entanto, como a taxa foi sendo reduzida ao longo dos últimos meses, o rendimento acumulado será um pouco maior.

Histórico

Até 2014, os brasileiros depositaram mais do que retiraram da poupança. Naquele ano, as captações líquidas chegaram a R$ 24 bilhões. Com o início da recessão econômica, em 2015, os investidores passaram a retirar dinheiro da caderneta para cobrir dívidas, em um cenário de queda da renda e de aumento de desemprego.

Em 2015, R$ 53,57 bilhões foram sacados da poupança, a maior retirada líquida da história. Em 2016, os saques superaram os depósitos em R$ 40,7 bilhões. A tendência inverteu-se em 2017, quando as captações excederam as retiradas em R$ 17,12 bilhões, e em 2018, com captação líquida de R$ 38,26 bilhões. Em 2019, a poupança registrou captação líquida de R$ 13,23 bilhões.

Fonte: Wellton Máximo A/B

Alerta de desmatamento na Amazônia bate recorde histórico em junho

Os dados servem de indicação às equipes de fiscalização sobre onde pode estar havendo crime ambiental.

A Amazônia registrou mais uma triste estatística: 1.034,4 km² de área ficaram sob alerta de desmatamento em junho, recorde para o mês em toda a série história, que começou em 2015.

O número é 10,6% maior do que o registrado no mesmo mês em 2019 e 24,31% maior em relação a maio de maio, que também foi recorde para o período. Os dados são do sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.

O sistema serve para indicar às equipes de fiscalização onde pode estar havendo crime ambiental. Os números não representam a taxa de desmatamento oficial, mas serve para dar uma ideia do tamanho do problema.

Nos últimos 11 meses, os alertas de desmatamento cresceram 64% em comparação ao mesmo período anterior.

Já o acumulado deste ano, de janeiro a junho, o Inpe registrou aumento de 25% nos alertas de desmatamento, se comparado ao mesmo período de 2019

Os dados indicam que os crimes ambientais segue ocorrendo mesmo com a pandemia do novo coronavírus.

Em junho, os focos de queimadas foram os maiores dos últimos 13 anos, de acordo com o Inpe.

Para tentar resolver a questão, o governo divulgou neste ano um plano nacional contra o desmatamento, com vigência até 2023. O documento foi elaborado em cinco eixos: tolerância zero ao desmatamento ilegal, regularização fundiária; ordenamento territorial; pagamentos por serviços ambientais; e bioeconomia. Não há metas ou prazos.

Brasil recebe carregamento recorde de 11,8 milhões de máscaras

Insumos provenientes da China ajudarão contra novo coronavírus

Uma aeronave da companhia aérea Latam chegou hoje (7) a São Paulo transportando mais 11,8 milhões de máscaras cirúrgicas de procedência chinesa. O voo trouxe a maior quantidade de insumos para combate à pandemia transportado de uma única vez no Brasil.

A carga faz parte da encomenda de equipamentos de proteção individual (EPIs) feita pelo Ministério da Saúde, com a coordenação operacional viabilizada pelo Ministério da Infraestrutura. Segundo os registros dos ministérios, essa é a 35ª remessa de mais de 40 previstas. 

“No início da crise, assumimos um desafio logístico imenso para ajudar o Ministério da Saúde com o abastecimento de EPIs para todas as regiões do Brasil. Uma verdadeira operação de guerra foi montada e, de modo contínuo, estamos transportando 960 toneladas de equipamentos no total. É uma vitória silenciosa do governo federal que está ajudando a garantir as condições necessárias para o enfrentamento da pandemia”, informou o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas.

Segundo nota divulgada pelo ministério, 220 milhões de 240 milhões das máscaras compradas foram recebidas, sendo uma parte do equipamento do tipo N95 – a mais eficaz máscara médica descartável disponível no mercado.

O voo anterior da Latam que transportou insumos vindos da China para o Brasil chegou no dia 2 de junho e trouxe cerca de 9,2 milhões de máscaras para serem distribuídas entre estados e municípios.

Fonte: Fábio Massalli A/B

Com 38 mortes, DF bate recorde diário e conta 700 óbitos por coronavírus

Considerando os falecimentos de pacientes de outras unidades da Federação, registros nesta terça sobem para 41 e chegam a 767 no total

Nas últimas 24 horas, foram notificadas 38 mortes de moradores do Distrito Federal em decorrência de coronavírus. Trata-se de novo recorde diário de óbitos. Com os registros mais recentes, a capital do país alcança a marca de 700 falecimentos desde o início da pandemia de Covid-19.

Considerando os falecimentos de moradores de outras unidades da Federação que estavam em tratamento na rede de saúde do DF, o número nesta terça-feira (7/7) sobe para 41 e o total de mortes chega a 767.

As perdas mais recentes são de moradores das seguintes regiões administrativas: Ceilândia, Samambaia, Taguatinga, Planaltina, Gama, Recanto das Emas, Guará, Santa Maria, Sobradinho, Paranoá, Brazlândia, Riacho Fundo e Pôr do Sol.

A quantidade de infectados chegou, de acordo com informações do Painel Covid-19, alimentado pelo Governo do Distrito Federal (GDF), a 62.694: foram 2.311 diagnósticos positivos nesta terça.

Por Gabriella furquim