Safra de grãos deve bater o recorde este ano, estima IBGE

Mesmo com queda, a previsão do mês de maio é que safra chegue a 262,8 milhões de toneladas

A produção brasileira de grãos, cereais e leguminosas deve render uma safra recorde de 262,8 milhões de toneladas em 2021. Apesar do resultado apresentar a segunda queda consecutiva na estimativa mensal, o volume representa aumento de 3,4% em relação à safra do ano passado, que alcançou 254,1 milhões de toneladas.

É o que revela a estimativa de maio do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado hoje (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A queda na comparação com a estimativa de abril foi de 0,6%, ou 1,7 milhão de toneladas. Segundo o IBGE, a retração ocorreu por causa do atraso na colheita da soja, que levou à redução da janela de plantio do milho, além da baixa ocorrência de chuvas em estados produtores, como Paraná e Mato Grosso.

A área total a ser colhida teve alta de 3,9% em relação ao ano passado e chegou a 68 milhões de hectares. Na comparação com abril, a estimativa da área a ser colhida cresceu 119,7 mil hectares, o que representa acréscimo de 0,2%.

Milho

O instituto ressalta que a segunda safra do milho representa 73,9% da produção total desse grão e a estimativa da produção para essa safra caiu 4,4% em relação a abril – 3,4 milhões de toneladas a menos. A queda em relação à produção de maio de 2020 é de 4,3%.

Somadas, as duas safras de milho devem chegar a 99,2 milhões de toneladas, o que é 3,2% a menos do que a estimativa de abril. Na comparação anual, a produção total deve ser 3,9% menor, mesmo com os aumentos de 6% na área plantada e de 6,2% na área a ser colhida.

Soja

A soja, principal cultura do país, deve ter uma safra recorde este ano, com 132,9 milhões de toneladas, um aumento de 9,4% frente ao ano passado. Na comparação com abril, o aumento na estimativa é de 0,7%. De acordo com o IBGE, o crescimento se deve ao preço do grão no mercado internacional, que está vantajoso para o produtor brasileiro.

Arroz

A estimativa para a produção do arroz também cresceu, um aumento de 2,4% na comparação com abril, e deve chegar a 11,4 milhões de toneladas. Para o instituto, a produção é suficiente para abastecer o mercado interno, depois da alta no preço visto em 2020 devido ao aumento do consumo interno e ao crescimento das exportações. Em 2021, a produção do arroz deve ficar 2,8% acima da do ano passado, beneficiado pela seca no sul, que facilita a colheita.

Feijão

A produção de feijão deve chegar a 2,9 milhões de toneladas este ano, o suficiente para atender ao consumo interno. Na comparação com abril, a estimativa caiu 2,3%, mas está praticamente estável em relação ao que foi produzido no ano anterior, com 577 toneladas a menos.

As estimativas para o feijão são de queda de 0,3% na primeira safra, com total de 1,3 milhão de toneladas. A segunda safra foi estimada em 1 milhão de toneladas, 7,2% frente à estimativa do mês anterior. E a estimativa para a terceira safra de feijão é de produzir 578,4 mil toneladas, aumento de 2,7% frente à previsão de abril.

Café

Para o café, o crescimento previsto é de 4,3% frente a abril, mas houve queda de 21% na comparação anual. O café arábica deve chegar a 2 milhões de toneladas, um aumento de 6% em relação a abril e queda de 29,3% frente a produção de 2020. Para o IBGE, a queda é esperada, depois da safra recorde no ano passado, devido ao fato de o café ser uma cultura com bienalidade negativa, ou seja, produz muito em um ano e produz menos no ano seguinte.

Para o café canephora, também chamado de conillon, a produção deve alcançar 919,8 mil toneladas, um aumento de 0,9% em relação à estimativa de abril e de 6,3% em relação a 2020.

Outros

Houve redução também na estimativa da produção do algodão herbáceo em relação a abril, com -3,4% e 5,7 milhões de toneladas. Com relação à área plantada, a queda foi de 16%. O cacau também apresentou queda, com estimativa de -1,5% e total de 269,1 mil toneladas.

Por outro lado, a estimativa de maio apresentou variações positivas na comparação mensal para a produção do trigo (7,2% ou 527,2 mil toneladas), castanha-de-caju (7,2% ou 8,3 mil toneladas), aveia (4% ou 39,2 mil toneladas) e cevada (1,9% ou 8,2 mil toneladas).

Produção regional

Entre as regiões do país, quatro tiveram aumento em suas estimativas de produção de grãos, leguminosas e oleaginosas em relação à safra de 2020. O Sul deve crescer 10,8% e alcançar 81 milhões de toneladas, o Sudeste teve aumento de 6% na estimativa e deve produzir 27,3 milhões de toneladas, o Nordeste cresceu 5,3% e deve chegar a 23,8 milhões de toneladas e a Região Norte teve aumento na estimativa de 1,4%, com total de 11,1 milhões de toneladas. O Centro-Oeste, que responde por 45,5% da produção nacional, apresentou queda de 1,8% na estimativa para o ano e deve colher 119,5 milhões de toneladas.

Por Akemi Nitahara – Agência Brasil

Argentina registra aumento recorde de novos casos de covid-19

Nova fase de infecções pressiona sistema de saúde

A Argentina registrou número diário recorde de novos casos de covid-19 de 41.080 nessa quinta-feira (27), em meio a uma segunda onda de infecções que tornou o país um dos mais afetados do mundo, pressionando o sistema de saúde local.

A nação, de 45 milhões de habitantes registrou até agora um total de 3.663.215 casos e 76.135 mortes, segundo dados oficiais, tornando-se um dos países com mais mortes per capita junto com os vizinhos Uruguai, Paraguai e Brasil.

A Argentina iniciou um isolamento rígido de nove dias no sábado (22) para manter o vírus sob controle. Mas seu programa de vacinação tem sido mais lento do que o prometido pelo governo do presidente Alberto Fernández.

As medidas atuais de lockdown incluem a suspensão das aulas presenciais, o toque de recolher noturno e serviço de restaurante apenas para retirada no local.

Fonte; Agência Brasil

Mesmo durante a pandemia, Brasil bate recorde na produção de alimentos

O Brasil consegue aumentar a produção de alimentos
Foto: Arquivo/Agência Brasil
Foto: Arquivo/Agência Brasil

Em 2021, o Brasil deve renovar o recorde na produção de alimentos, mesmo que ainda esteja enfrentando a pandemia da Covid-19. Agricultores estão finalizando a colheita da maior safra de soja da história. E não é só isso: a produção deve aumentar 8,6%, superando 135 milhões toneladas, de acordo com dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Por conta disso, o Brasil continua “encabeçando” a lista de maior produtor de soja do mundo. A safra de grãos, que inclui, por exemplo, feijão, milho, soja e trigo, também caminha para um recorde.

O Brasil consegue aumentar a produção de alimentos, ano após ano, devido ao ganho de eficiência. Ou seja: consegue dar saltos de produtividade, à medida que aumenta a quantidade de alimento produzido por área. Isso é agricultura sustentável: fazer mais com menos.

O emprego de tecnologia e a modernização do campo ajudam a explicar esses resultados também e fazem do agronegócio um dos setores mais rentáveis e competitivos da economia brasileira.

Graças aos investimentos no setor, há fartura de alimentos, a população brasileira fica abastecida e ainda garante excedente para exportação. E, por isso, o agro é, atualmente, a principal fonte de receita de exportação no país. Nos últimos meses, o setor faturou mais de US$ 100 bilhões com as vendas para o exterior.

Já no Produto Interno Bruto (PIB), a participação do agronegócio brasileiro também aumentou: saiu de 20,5% para 26,6% em 2020, com quase R$ 2 trilhões.

Por fim, o melhor de tudo no agro brasileiro é que, por ter regiões distintas com climas diferentes, o agronegócio não para: enquanto parte dos Estados do Brasil colhe a soja, outra parte segue com o plantio do milho e, assim por diante.

Fonte: JPNews

Desmatamento é recorde às vésperas da saída de militares da Amazônia

Alta do mês de março compromete resultados positivos da Verde Brasil 2, com aceleração do desmatamento em mais de 12%. Militares deixam área no fim do mês. Ministro Salles segue na defesa de “extração legal”

O ministério da Defesa prepara para esta tarde uma prestação de contas sobre os 11 meses de atuação no combate ao desmatamento da região amazônica – à qual este blog teve acesso em primeira mão -, mas os últimos números do INPE sobre desmatamento, divulgados nesta sexta-feira, impedem qualquer comemoração. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, o desmatamento de março foi o maior de toda a  série histórica, iniciada em 2015, e alcançou 367 km2.

A Operação Verde Brasil 2, que empregou 2,5 mil militares e agentes de órgãos de controle ambiental, estima ter reduzido em quase 20% os avisos de desmatamento na Amazônia Legal, com operações preventivas e repressivas. A ação termina formalmente em 30 de abril. Mesmo durante o período, os índices de floresta derrubada seguiram altos, com recórdes importantes em 2020. A partir de maio deste ano, os militares tiveram sua ação garantida inclusive por GLO – decreto de Garantia da Lei e da Ordem, instrumento excepcional de segurança pública.

O quadro de aceleração do desmatamento coincide também com o início da temporada da seca, que tradicionalmente acentua o problema. O cenário preocupa ambientalistas, críticos à atuação do ministro Ricardo Salles. O chefe da pasta do Meio Ambiente trava neste momento uma queda de braço com a Polícia Federal do Pará, e assumiu a defesa do grupo de empresários alvo de apreensão recorde de madeira. Para a polícia, trata-se de uma “organização criminosa”. Salles deu prazo de uma semana para a liberação da madeira apreendida pela PF.  O prazo expira na semana que vem. 

No informe oficial do Ministério da Defesa, a ser distribuído neste sábado, o novo chefe da pasta, general Braga Neto, em tom de despedida da missão, declara que daqui para frente a atuação militar volta ao papel de “apoio logístico”.  “O Ministério da Defesa, por meio das Forças Armadas, continuará prestando todo apoio logístico necessário aos órgãos ambientais e de segurança na proteção da maior floresta tropical do mundo”, afirma o ministro.

“Embora a alta nos dados de alertas de desmatamento observada para o mês de março represente um sinal de alerta, a comparação mais adequada envolve períodos maiores que tendem a sofrer menor interferência na estatística por questões climáticas. O dado acumulado desde agosto de 2020 demonstra uma redução superior a 19% nos oito meses quando comparados ao ciclo anterior. Essa redução representa uma área maior que 1000km2. O aumento observado em março é de 41km2, aproximadamente 12% superior a março de 2020. Além disso, historicamente os alertas registrados para mês de março compõem uma porção pouco significativa do total registrado para o ciclo. Em 2020 o mês de março representou menos de 4% da área de alertas total do período de 12 meses.”

Confira os dados do INPE

Fonte: R7

Vilhena bate recorde de vacinados em um só dia

de acordo com a secretária municipal de saúde, Siclinda Raasch foram vacinados 858 pessoas no município.

A secretaria municipal de Saúde, do município informou, que após pedido feito na semana passada por mais vacinas para Vilhena, a cidade recebeu o maior lote de doses já enviado até o momento. Com isso, a vacinação acelerou na cidade, tendo registrado na segunda-feira o recorde de vacinados em um único dia, com 858 pessoas imunizadas.

Saúde - Governo distribui testes rápidos para Vilhena; campanha de testagem  da Covid-19 inicia nesta terça-feira, 30 - Governo do Estado de Rondônia

Segundo a secretária municipal de Saúde, Siclinda Raasch, o censo do IBGE não foi realizado no ano passado, as estimativas de públicos em cada faixa etária fica comprometida, já que o último censo é de 2010. Assim, fizemos pedido ao Governo do Estado para que enviassem mais vacinas para que nossa campanha pudesse acelerar, já que nossa população idosa cresceu muito nos últimos anos. Fomos atendidos pela Sesau, que enviou 2.650 doses no último domingo, o maior lote já enviado ao município, explica a secretária.

A chegada deste carregamento vem acompanhada de informe técnico da Secretaria de Estado de Saúde, delimitando os públicos que devem ser contemplados. A previsão do Estado é que sejam vacinados em Vilhena com este lote 350 profissionais de saúde com a segunda dose, além de 2.220 idosos, 10 policiais rodoviários federais, 10 bombeiros e 60 policiais militares.

Acelerando rapidamente o Setor de Imunização revelou que nesta segunda-feira Vilhena bateu o recorde local de vacinação em um único dia, tendo imunizado 858 pessoas nos quatro espaços destinados para a vacinação. Até a noite de ontem Vilhena já havia imunizado 6.171 pessoas com a 1ª dose e 1.818 com a 2ª dose, totalizando 7.989 doses aplicadas. A vacinação conta com apoio da Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito, bem como da Polícia Rodoviária Federal.

Os locais começaram na segunda-feira a vacinação de idosos com 69 e 68 anos em Vilhena. Nesta terça-feira é a vez daqueles com 67 e 66 anos, enquanto hoje estão sendo vacinados idosos de 65 e 64 anos. A vacinação na cidade acontece em frente à Câmara Municipal de Vereadores, somente por drive-thru.

Outros três locais também são utilizados como postos de vacinação, dentro das unidades: no Centro de Atendimento ao Idoso e nas escolas Álvares de Azevedo e Ivete Brustolin. Sempre das 8h às 13h, a imunização protege contra 100% dos casos graves após duas semanas da aplicação da segunda dose.

É necessário levar documento pessoal com foto, CPF, comprovante de residência e cartões de vacina e do SUS. Aqueles que não puderem ir em seu dia específico ainda podem ser vacinados normalmente, durante a semana, das 7h às 13h, nos postinhos Afonso Mansur (na avenida Brigadeiro Eduardo Gomes) ou Vitalina Gentil (que funciona atualmente no prédio da Policlínica João Luiz, ao lado do Corpo de Bombeiros, na avenida Capitão Castro).

Fonte: Diário da Amazônia

Coronavírus: Fila de espera de leitos em UTI de Rondônia já contam com 116 pacientes

A informação foi repassada pela Secretaria de Estado da Saúde.

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) informou que há 116 pacientes na fila de espera por leito de UTI. Os dados correspondem aos números divulgados até 16h (local) desta segunda-feira (8). Esse é o maior número de espera por vaga em UTI.

A situação é crítica não só na capital Porto Velho, mas também em Ariquemes, onde dois pacientes morreram na UPA enquanto aguardavam leitos de UTIs no Centro de Afecções Respiratórias (CAR).

Ainda segundo indica o Painel Covid, 12 hospitais de Rondônia seguem com os leitos de UTIs 100% ocupados e isso faz a fila de pacientes aumentar.

As unidades de saúde com 100% de lotação são:

  1. Hospital Adamastor Teixeira de Oliveira – Vilhena
  2. Centro de Afecções Respiratórias – Ariquemes
  3. Hospital de Campanha Zona Leste – Porto Velho
  4. Hospital Cândido Rondon (HCR) – Ji-Paraná
  5. Hospital de Campanha- Porto Velho
  6. Hospital do Amor- Porto Velho
  7. SAMAR – Porto Velho
  8. Cemetron – Porto Velho
  9. Hospital Regional – São Francisco do Guaporé
  10. Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro (HB) – Porto Velho
  11. Hospital Urgência e Emergência (Heuro) – Cacoal
  12. Hospital Regional – Cacoal

Na tarde de domingo (7), o estado tinha 85 pacientes esperando por leito de UTI, e nesta segunda subiu para 116.https://tpc.googlesyndication.com/safeframe/1-0-37/html/container.html

Macrorregiões

Em relação sobre as UTIs das macrorregiões, na tarde desta segunda-feira a situação era a seguinte:

  • A macrorregião I está com 97,3% das UTIs ocupadas
  • A macrorregião II tem 98,5% de ocupação de UTIs

Já quanto aos leitos clínicos (enfermarias), a situação também segue em alerta nas duas esferas:

  • A macrorregião I registra 82% dos leitos clínicos ocupados
  • A macrorregião II tem 71% de ocupação em todas enfermarias

Fonte: Sesau

Leilão de bens apreendidos do tráfico bate recorde e chega a R$ 100 milhões

Em 2019, ao longo de todo o ano, o montante foi de 91,7 milhões.

Até agosto deste ano, o valor arrecadado pelo Fundo Nacional Antidrogas nos leilões de bens confiscados do tráfico de drogas já é maior do que o total do ano de 2019. Nos primeiros 8 meses de 2020, o valor acumulado chegou aos R$ 100 milhões. Em 2019, ao longo de todo o ano, o montante foi de 91,7 milhões.

Esse valor, além de representar um significativo prejuízo para os traficantes que perderam seus bens, será usado para financiar 17 projetos da Secretaria Nacional de Políticas de Drogas (Senad), para aparelhar as polícias federal e dos estados, além de programas de combate ao tráfico.

Segundo informações publicadas, parte dos recursos vai financiar 17 projetos da Senad (Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas), para aparelhar as polícias federal e dos Estados, além de programas de combate ao tráfico.

Do total do valor coletado, R$ 62 milhões são de moedas estrangeiras apreendidas em operações de combate ao tráfico e R$ 19,8 milhões de patrimônio apreendido de traficantes.

A expectativa do ministério é chegar a R$ 200 milhões até o final deste ano.

Sem dúvida, um trabalho elogiável, jamais visto na história do nosso país.

Usina de Calcário de Pimenta Bueno bate recorde de produção no estado

A Usina é considerada a maior jazida de minério de calcário da região Norte do País, e também tem levado calcário para o Acre, Amazonas, Roraima e Bolívia

O ano de 2020 já entrou para a história da produção de calcário em Rondônia, batendo o recorde das últimas três décadas com 160 mil toneladas distribuídas até o momento, podendo fechar o ano com 180 mil toneladas entregues, refletindo positivamente no desenvolvimento da agricultura e do agronegócio do Estado. Esta é a realidade da Usina de Calcário Félix Fleury, localizada no município de Pimenta Bueno.

Jazida de calcário da Usina de Rondônia deve garantir o produto pelos próximos 200 anos

E o crescimento não vai parar em 160 mil toneladas de calcário entregues. Conforme destacado pelo diretor-presidente, Euclides Nocko, da Companhia de Mineração de Rondônia (CMR), administrada pelo Governo de Rondônia, a previsão para o ano de 2021  é de que a produção ultrapasse 300 mil toneladas, abastecendo toda a demanda do Estado com calcário de qualidade, com Poder Relativo de Neutralização Total (PRNT) que compete com o produto produzido em outros estados do Brasil.

A usina de Rondônia é considerada a maior jazida de minério de calcário da região Norte do País. A mineradora foi construída logo no início da década de 80 ainda pelo então governador, coronel Jorge Teixeira. A reinauguração ocorreu em 2015 e, nos dias atuais, além de abastecer Rondônia, a usina tem levado calcário para o Acre, Amazonas, Roraima e Bolívia.

Há alguns anos, a produção de calcário chegava em torno de pouco mais de 40 mil toneladas anual. O Governo de Rondônia tem impulsionado a produção do calcário garantindo melhores condições para a extração e produção do minério, o que reflete no crescimento do agronegócio sem degradar o meio ambiente.

O Governo do Estado tem direcionado a atenção para a aplicação de calcário e a ação proporciona grande diferença na produtividade final. O calcário é o principal produto utilizado para corrigir a acidez do solo. Em linhas gerais, age reduzindo a quantidade dos elementos nocivos, aumentando o nível de Cálcio e Magnésio, tornando assim o solo mais aerado.

Resultado de uma fina moagem da rocha calcária, o produto produzido na Usina Félix Fleury, tem abastecido os 52 municípios do Estado e, conforme projeção da Companhia de Mineração de Rondônia, a perspectiva é de que a jazida de calcário da Usina de Rondônia possa garantir o produto pelos próximos 200 anos.

A Secretária Estadual de Agricultura (Seagri),  e Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-RO), estão realizando o transporte do calcário com recursos provenientes do Programa de Desenvolvimento da Pecuária de leite de Rondônia (Proleite).

Fonte: Secom-RO

OMS afirma que Covid-19 acelera na Europa e transmissão em setembro está mais rápida que no início da pandemia

Continente teve recorde de casos diários em 11 de setembro. Pessoas com até 49 anos são os principais responsáveis pela aceleração da pandemia na região.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) expressou preocupação nesta quinta-feira (17) com a aceleração da pandemia na Europa em setembro. No dia 11, segundo a entidade, o continente alcançou um recorde diário de casos, com 54 mil registros em 24 horas.

Segundo o diretor da OMS Europa, Hans Kluge, a transmissão do coronavírus em setembro está mais rápida que no início da pandemia.

“Os números de setembro deveriam servir de alerta para todos nós na Europa, onde o número de casos é superior aos registrados em março e abril”, informou Kluge.

O diretor regional afirmou que os principais responsáveis pela aceleração da pandemia no continente seguem sendo as pessoas mais jovens, com até 49 anos.

“Embora tenhamos observado um aumento de casos nas faixas etárias mais velhas, 50 a 64 e 65 a 79 anos, na primeira semana de setembro, a maior proporção ainda está entre os de 25 a 49 anos”, disse.

A entidade destacou o caso da França, que registrou 10 mil novos casos nas últimas 24 horas.

Casos diários de Covid-19 batem novo recorde na França
Casos diários de Covid-19 batem novo recorde na França

Quarentena não deve ser reduzida

A OMS também manifestou preocupação com a redução do tempo da quarentena das pessoas infectadas em alguns países europeus, como a França. A entidade ressaltou que permanece a recomendação de um isolamento de 14 dias para todas as pessoas que tiveram contato com vírus.

“Nossa recomendação de quarentena de 14 dias está baseada em nossa compreensão do período de incubação e transmissão da doença. Apenas a revisaríamos com base em nosso conhecimento científico, o que não é o caso no momento”, destacou Catherine Smallwood, diretora de Emergências da OMS Europa.

Na França, a duração do isolamento foi reduzida para sete dias em caso de contato. No Reino Unido e Irlanda, o prazo agora passa a ser de 10 dias. Outros países europeus, como Portugal e Croácia, também planejam encurtar as quarentenas.

Fonte: G1

Produção de Café em Rondônia cresce e se destaca nacionalmente

Produção dos cafés Conilon e Robustas Amazônicas foi recorde em 2020 contou com um recorde de 2,3 milhões de sacas de café do estado.

O café regional de Rondônia, além de expandir-se para o mundo, é destaque nacional e ganha notoriedade pela qualidade e produtividade dos produtos. Isto porque, o Governo de Rondônia, por intermédio da Secretária de Estado da Agricultura (Seagri), vem investindo pesado na cafeicultura em Rondônia e impulsiona o consumo dos cafés Conilon e Robustas Amazônicas dentro do Estado. O produto já é consumido regionalmente, mas o maior consumo ainda é pela indústria nacional.

Com relação à base econômica de Rondônia, dentro da cadeia agropecuária, o café, em arrecadação de Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), perde apenas para o complexo carne bovina e leite. Mas, dentro da cadeia agrícola, é o que mais gera ICMS no Estado.

O café produzido no Estado sai de Rondônia ainda em grão e vai para indústrias do sul e sudeste do Brasil, em especial para indústria de solúvel. Depois do transporte, o café é processado e entra na comercialização nacional, e posteriormente segue para exportação. De acordo com a Seagri, 2020 teve uma novidade, a Coreia do Sul solicitou uma exportação direta de dois contêineres, equivalente a 640 sacas de café, demonstrando a potencialidade do produto que tem sido alvo de países exigentes.

A fim de fomentar a economia, Governo incentiva consumo de cafés Conilon e Robustas Amazônicas

“O nosso café é considerado entre os mais sustentáveis do Brasil. Isto aconteceu graças aos incentivos governamentais e tecnologia implantados nas lavouras como cafeicultura clonal, tecnologia responsável pelo aumento da produtividade, demais processos da produção como assistência técnica, adubação, práticas de irrigação, entre outros, como ainda evolução rápida da forma de produzir café. Se 2020 foi um ano muito bom para setor do cafeeiro, 2021 vamos evidenciar mais resultados surpreendentes no incremento na qualidade do café”, conclui o engenheiro agrônomo Janderson Dalazen.

Mesmo com o surto da Covid-19, a produção de café não sofreu redução, isto porque a safra de 2020 foi um reflexo do manejo começado em 2019. Inclusive, os cafeicultores foram orientados por meio de um material técnico para os cuidados em tempos de pandemia sobre a colheita, transporte, armazenamento, entre outros. Como também recebeu incentivos para melhorar qualidade e produtividade do produto.

Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), entidade responsável por fazer levantamento anual de safra, 2020 contou com uma produção recorde de 2,3 milhões de sacas de café de Rondônia. Além da valorização do preço do café, que é vendido como commodities pela bolsa de valores. Isto é, tornando um ano bem satisfatório aos cafeicultores, para além da safra boa, que também tiveram um preço justo pelo sua produção de café, se comparado a anos anteriores.

De acordo com engenheiro agrônomo e assessor técnico da Seagri, Janderson Dalazen, a plantação de café vem crescendo em produtividade, quantidade de café produzido por hectares. Segundo ele, isto se deve pelos incentivos, nos últimos anos, do Governo com distribuição de mudas, programa de facilitação do transporte de calcário, programa de implantação de agro industrialização, entre outros.

O café produzido em Rondônia é da espécie Coffea canephora das variedades Conilon e Robusta. Historicamente, o café era utilizado nas indústrias de café solúvel e também nas misturas que chamamos de bland para os cafés tradicionais, café torrado e moído, que encontramos nos mercados.

Há algumas indústrias que trabalham com café de Rondônia, mas trabalham de forma geral misturando com outras variedades da espécie Coffea arábica. O Coffea arábica vem de outros estados, como Minas Gerais e Paraná, e ao chegar em Rondônia, é torrado e misturado com o café robusto, fazendo o chamado bland.

Atualmente, Rondônia conta em torno de 38 sacas por hectares, quantidade relevante quando é falado sobre produtividade. Para ter uma base, nos anos 2000, havia 145 mil hectares de café implantando em Rondônia, todavia sua produtividade possui índice baixo, em torno de 10 sacas por hectares.

Fonte: Seagri