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Carla Redano tem registro de candidatura deferido pela Justiça Eleitoral

Na decisão, a magistrada alegou que houve erro no protocolo da impugnação no processo individual de candidatura

A Juíza Elizangela Nogueira, da 10ª Zona Eleitoral de Ariquemes/RO, julgou improcedente a ação que visava impugnar o registro de candidatura da candidata a prefeita Carla Redano.

Na decisão, a magistrada alegou que houve erro no protocolo da impugnação no processo individual de candidatura, pois neste, segundo a Juíza, somente poderia ser debatido a aptidão do candidato e o atendimento às condições de elegibilidade e de eventual causa de inelegibilidade.

A impugnação correta deveria ter sido protocolada no Demonstrativo de Registro de Atos Partidários – DRAP do partido Patriota, o que não foi feito.

Por fim, constou na decisão que não cabe à Justiça Eleitoral examinar os critérios internos pelos quais os partidos e coligações escolhem os candidatos que irão à disputa das eleições, como pretendia o impugnante, pertencente ao Partido dos Trabalhadores-PT.

Por esses motivos é que foi deferido o registro de candidatura de Carla Redano.

Procurado pela reportagem, o advogado de Carla Redano, Nelson Canedo, disse que a impugnação com base em atos praticados em convenção partidária não pode ser realizado no processo de registro individual, sendo esse um posicionamento pacifico perante o TSE. Aliás, segundo o advogado, o processo do DRAP do partido Patriotas já foi julgado e deferido, encontrando-se atualmente acobertado pelo manto da coisa julgada, portanto essa discussão se encerrou.

Veja a íntegra:

CARLA-3

Fonte: blogpainel

Apesar da crise causada pela pandemia, inadimplência registra queda no País

Especialistas alertam que o temor é que haja uma explosão da inadimplência no início do ano que vem.

A crise econômica provocada pela covid-19 no País elevou o desemprego a níveis recordes e provocou o fechamento de um sem-número de empresas. Mas, ao contrário do que se poderia esperar, os níveis de inadimplência, sejam de pessoas físicas ou jurídicas, recuaram.

Segundo especialistas, esse quadro surpreendente é resultado direto do auxílio emergencial, dos programas de socorro às pequenas e microempresas e também da taxa de juros no piso histórico, o que permitiu um forte movimento de renegociação de dívidas por parte dos bancos. No auge da pandemia, as instituições financeiras também permitiram o adiamento dos pagamentos por 60 dias.

A grande dúvida é como o calote vai se comportar quando todos esses socorros acabarem e a economia tiver de voltar a andar com as próprias pernas. O temor é que haja uma explosão da inadimplência no início do ano que vem.

“A queda da inadimplência é algo inédito”, afirma o economista Luiz Rabi, da Serasa Experian, empresa que monitora a situação financeira de consumidores e empresas no País. Em julho, último dado disponível, 63,5 milhões de brasileiros estavam inadimplentes, segundo pesquisa da Serasa. São 2,5 milhões de pessoas a menos em relação a abril, quando o País parou por causa da covid-19. Também o número de empresas com dívidas em atraso recuou em julho para o menor nível do ano: 5,8 milhões. É exatamente a mesma quantidade de companhias inadimplentes registrada em julho do ano passado.

Outro termômetro do calote é a quantidade de empresas que pediram recuperação judicial. Isto é, que reconheceram a incapacidade financeira de pagar as dívidas em dia e solicitaram à Justiça condições especiais. Os dados, coletados em todos os cartórios do País, mostram que neste ano, até agosto, 868 empresas procuraram esse caminho, um número 7,3% menor que o registrado no mesmo período de 2019. Para os oito primeiros meses do ano, o número de processos em 2020 foi o menor desde 2015. Pelo ritmo atual, a perspectiva é que 2020 termine com 1,3 mil pedidos. Em 2019, sem pandemia, foram 1.387

Rabi diz que o risco de o calote voltar a subir está ligado, num primeiro momento, aos consumidores, e depois às empresas. “Os brasileiros que perderam renda estão pendurados hoje no auxílio emergencial, que tem data e hora para acabar (no fim de dezembro).” Se até o fim do ano o quadro for ainda ruim para o emprego, a inadimplência da pessoa física pode subir e resvalar na pessoa jurídica, que não vai receber os créditos em dia. “A inadimplência está represada, não está extinta”, alerta Rabi.

Fabio Bentes, economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), considera que os bancos estão empurrando o problema da inadimplência com a “barriga”. Deram uma carência, por isso, o indicador não está saindo do lugar.”

Bancos

Do início da crise até agosto, os bancos postergaram R$ 110,5 bilhões em dívidas, em um total de 14,2 milhões de contratos, segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Desse total, a maior parcela de beneficiados é de pequenas empresas e pessoas físicas, um volume de R$ 62,2 bilhões. Neste mês, vence a primeira rodada das carências concedidas, que pode vir acompanhada de aumento da inadimplência, num cenário de desemprego elevado.

A preocupação dos bancos com risco de calote está estampada nos balanços. No segundo trimestre, Bradesco, Itaú Unibanco, Banco do Brasil e Caixa elevaram o gasto com provisões para devedores duvidosos em mais de R$ 14 bilhões, totalizando R$ 193,6 bilhões.

Simone Pasianotto, economista-chefe da Reag Investimentos, aposta em pico da inadimplência das famílias já no fim deste ano. Bentes, da CNC, lembra que o auxílio emergencial de R$ 600 foi reduzido pela metade a partir de setembro. Ele questiona se, após o fim dessas medidas, a economia terá capacidade de voltar a crescer por conta própria para fazer frente à inadimplência, uma vez que o investimento não foi retomado.

Sem sobras

A catadora de artigos para reciclagem Gisele Santos da Silva, de 34 anos, casada e mãe de duas filhas, estava inadimplente desde 2012. Na época, trabalhava como auxiliar de limpeza, foi demitida e a empresa, segundo ela, não pagou a rescisão. Resultado: ficou sem renda para quitar a fatura do cartão de crédito e a dívida, como acontece nesses casos, virou uma bola de neve.

Em agosto, com juros e multa, a dívida estava em cerca de R$ 700. Mas a catadora conseguiu quitar a pendência e deixar a lista de devedores, desembolsando R$ 143. “Foi fácil até demais negociar desta vez, não esperava esse descontão.”

Como catadora, Gisele tira entre R$ 300 e R$ 350 por semana, mas a renda é incerta. Ela está recebendo o auxílio emergencial, que até agosto era de R$ 600 e foi reduzido à metade a partir de setembro. “Com o auxílio, estou pagando as despesas, não sobra nada, ainda mais agora com tudo aumentando.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: R7

Anvisa reduz exigências para análise de registro de vacinas sobre Coronavírus

Documentação será analisada em até 20 dias

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou uma nota técnica para simplificar o procedimento de análise de dados e registro de vacinas contra a covid-19 no país. A nota, reduz exigências para admissão do protocolo dos novos produtos. A proposta, apresentada ontem (29), determina que após a inclusão das informações, a equipe irá analisar documentação em até 20 dias.

O procedimento, chamado de submissão contínua, diz que a análise dos dados referentes aos imunizantes acontecerá na medida em que forem gerados e apresentados à Anvisa os resultados das pesquisas, “visando uma posterior submissão de registro quando do preenchimento dos requerimentos regulatórios necessários”.

“A partir da adoção desse procedimento, não será preciso aguardar a disponibilização de todos os dados e documentos técnicos, bem como o preenchimento dos requerimentos regulatórios, para realizar a submissão do registro junto à Anvisa. Ou seja, conforme os dados forem gerados, estes deverão ser apresentados à Agência, de modo que o processo regulatório seja agilizado”, informou a Anvisa.

De acordo com a agência reguladora, a estratégia tem como objetivo acelerar a disponibilização à população brasileira de vacinas contra o novo coronavírus, desde que garantidas a qualidade, a segurança e a eficácia.

Segundo a nota técnica, o pedido de registro da possível vacina deve ser protocolado com uma justificativa e conter informações sobre o status regulatório mundial, histórico de interações prévias do requerente com a Anvisa e um cronograma de submissão da documentação técnica a ser avaliada.

A cada nova etapa deverá ser feito um aditamento com informações sobre a pesquisa. Caberá à Anvisa analisar a documentação em até 20 dias, “a depender da quantidade de dados submetida, contados a partir da data do protocolo.”

O procedimento será repetido a cada nova submissão de informações. O número de ciclos de aditamentos dependerá do número de pacotes a serem submetidos pela empresa interessada, não havendo limite imposto pela Anvisa para este número.

“Os produtos que tiverem sua análise iniciada pelo procedimento de submissão contínua poderão ter submetido seu pedido de registro formal após a conclusão do último aditamento protocolado e após avaliação pela empresa quanto à suficiência dos dados de qualidade, eficácia e segurança para o estabelecimento de uma relação de benefício-risco positiva e robusta, considerando a indicação terapêutica pleiteada e as discussões prévias com a Anvisa”, diz a nota técnica.

Fonte: Denise Griesinger A/B

Covid-19: Rússia registrará 2ª vacina até 15 de outubro

Instituto da Sibéria concluiu a fase 1 dos testes em humanos na semana passada; Rússia já acelerou aprovação de outra vacina, mesmo antes dos ensaios finais.

Rússia espera registrar uma segunda vacina em potencial contra a Covid-19 até 15 de outubro, informou nesta terça-feira (22) a agência de notícias TASS com base em dados do Rospotrebnadzor, o órgão regulador de segurança do consumidor da Rússia.

A vacina foi desenvolvida pelo Instituto Vector, da Sibéria, que concluiu o estágio inicial de testes em humanos na semana passada. O estudo de Fase I injetou a imunização em cinco voluntários, com a possibilidade de ampliação dos testes em até 100 voluntários com idades entre 18 e 60 anos.

A imunização desenvolvida pelo instituto é feita a partir de uma tecnologia criada inicialmente para o Ebola. Ela é composta por fragmentos de proteínas (peptídeos) do vírus que são capazes de estimular o sistema imune a induzir uma resposta protetora.

A Rússia registrou em agosto sua primeira candidata a vacina, desenvolvida pelo Instituto Gamaleya, de Moscou. Os testes em estágio avançado desta candidata com pelo menos 40 mil pessoas estão em andamento.

Mais de 180 vacinas em potencial estão sendo desenvolvidas em todo o mundo para tentar deter a pandemia de coronavírus. Ao menos nove estão na terceira e última fase de testes em humanos, de acordo com dados da OMS – quatro na China, três dos Estados Unidos, uma do Reino Unido e uma da Rússia.

Etapas para a produção de uma vacina

Para se produzir uma vacina, leva tempo. A mais rápida desenvolvida até o momento foi a vacina contra a caxumba, que precisou de cerca de quatro anos até ser licenciada e distribuída para a população.

Antes de começar os testes em voluntários, a imunização passa por diversas fases de experimentação pré-clinica (em laboratório e com cobaias). Só após ser avaliada sua segurança e eficácia é que começam os testes em humanos, a chamada fase clínica – que são três:

  • Fase 1: é uma avaliação preliminar da segurança do imunizante, ela é feita com um número reduzido de voluntários adultos saudáveis que são monitorados de perto. É neste momento que se entende qual é o tipo de resposta que o imunizante produz no corpo. Ela é aplicada em dezenas de participantes do experimento.
  • Fase 2: na segunda fase, o estudo clínico é ampliado e conta com centenas de voluntários. A vacina é administrada a pessoas com características (como idade e saúde física) semelhantes àquelas para as quais a nova vacina é destinada. Nessa fase é avaliada a segurança da vacina, imunogenicidade (ou a capacidade da proteção), a dosagem e como deve ser administrada.
  • Fase 3: ensaio em larga escala (com milhares de indivíduos) que precisa fornecer uma avaliação definitiva da sua eficácia e segurança em maiores populações. Além disso, feita para prever eventos adversos e garantir a durabilidade da proteção. Apenas depois desta fase é que se pode fazer um registro sanitário.

Fonte: G1

Polícia intensifica campanha de combate à violência contra a mulher

De acordo com a Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher o registra de denúncias em agosto aumentou foram 289 ocorrências só este mês.

A Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam), registrou em Porto Velho, de janeiro a agosto de 2020, 2.593 casos de violência contra as mulheres. O número é menor do que no mesmo período em 2019, onde 2.859 ocorrências foram notificadas, 266 casos a menos que ano passado.

Com relação aos inquéritos instaurados em 2019, a delegacia registrou 750 casos e em 2020, 809. De acordo ainda com dados da Delegacia, o número de medidas protetivas acionadas em 2019 foram de 915 casos, já em 2020, 870.

Apesar disso, houve aumento no número de denúncias de agressões contra as mulheres no mês de agosto este ano, 289 ocorrências foram totalizadas através da Polícia Civil, já em agosto de 2019, 36 casos a menos, totalizando 253 denúncias.

Aumento se deve às ações, como o Agosto Lilás, com o lema “Não Se Cale”, abordando o aniversário de 14 anos da Lei Maria da Penha

A delegada titular da Delegacia da Mulher, Lucilene Pedrosa, diz que o aumento se deve às ações intensificadas como o Agosto Lilás, com o lema “Não Se Cale”, onde foi abordado o aniversário de 14 anos da criação da Lei Maria da Penha. “Além das campanhas do Ministério Publico Judiciário, Defensoria Pública, Conselho Estadual dos Direitos da Mulher, Rede de Mulheres, todos estão fazendo lives neste mês de agosto quando a lei completa 14 anos, então isso ajuda um pouco, quanto mais é divulgado, mais as vítimas tem informações, e por isso o aumento”, enfatizou.

OPERAÇÃO HERA

Outro fator positivo que trouxe bons resultados em 2020 para a Delegacia, foram os resultados da “Operação Hera”, realizada em todo o Estado de Rondônia, dia 18 de julho, e abrangeu todas as Deams para cumprimento de mandados de prisão, onde 10 foram cumpridos no interior e mais 10 na capital. “Foi muito boa esta operação, porque 20 é um número de prisões muito grande com relação à violência doméstica”, garantiu a delegada.

PSICOLÓGICO

Os prejuízos às vítimas de violência doméstica e familiar são inúmeros, de acordo com psicólogos especialistas no assunto. Na maioria dos casos, a violência doméstica não afeta somente a integridade física da mulher, deixando marcas visíveis pelo seu corpo mas, também de formas mais sutis, porém não menos importantes, com a violência psicológica, a qual traz sérios danos à estrutura psíquica e ao desenvolvimento afetivo, moral e social da vítima.

De acordo com Michele Domingues, deve-se garantir um acompanhamento com uma rede de atendimento multidisciplinar, composto por diversos profissionais (psicólogos, assistentes sociais, advogados, médicos), ” É de suma importância para o direcionamento correto e, enfrentamento da situação de violência doméstica vivenciada. No entanto, é valido ressaltar que o acompanhamento psicológico às vítimas de violência doméstica, com profissional qualificado, é fundamental para o enfrentamento aos danos psicológicos causados pelas situações de violência vivenciadas, bem como, para ajudar no processo de autodescoberta, empoderamento e fortalecimento emocional das vítimas”, enfatiza a psicóloga.

DENÚNCIAS

Mesmo diante da pandemia, os trabalhos das Deams continuam normalmente e, em Porto Velho, o atendimento acontecem de  segunda a sexta-feira, das 7h30m às 19h30m. As denúncias também podem ocorrer através dos canais de comunicação:

  • 190, 197, 180
  • Fixos: (69) 3216 – 8855, (69) 3216- 8800
  • Celular (69) 98479-8760
  • Delegacia (Deam) – Euclides da Cunha, 299-363 – Baixa da União, Porto Velho
  • Delegacia Virtual (http://delegaciavirtual.pc.ro.gov.br/)

Fonte: Polícia Civil

Segundo Detran, número de acidentes e mortes no trânsito tem redução de 4% em RO

Registros são comparados aos anos anteriores 2019 e 2018.

O índice de mortes causadas por acidentes de trânsito em Rondônia houve uma redução de 4,06% em 2019, se comparado aos dados de 2018, que registrou 394 óbitos contra 378 em 2019. Os dados são da Diretoria Técnica de Fiscalização (DFT) e da Coordenadoria de Registro Nacional de Acidentes e Estatísticas de Trânsito (Renaest), do Departamento Estadual de Trânsito de Rondônia (Detran). Entretanto, os motociclistas são as maiores vitimas com mais de 250% dos óbitos se relacionado ao número de mortes envolvendo condutores de carro, ciclistas e pedestres.

O diretor-geral do Detran, coronel Neil Aldrin Faria Gonzaga, explica que o trabalho de compilação dos dados estatísticos foram concluídos no dia 21 de agosto e já estão disponíveis na página do Detran https://www.detran.ro.gov.br/category/estatisticas/

Gonzaga esclarece, que das 378 mortes causadas por acidentes de trânsito no Estado, 189 são condutores de motocicletas, o que representa 50% dos óbitos ocorridos no trânsito em Rondônia. Outro dado importante é que das 378 mortes, 156 ocorreram em acidentes nas rodovias federais no Estado.

Trânsito de Porto Velho

Das 378 pessoas que perderam a vida em 2019, 304 são homens e 75 mulheres; 202 vítimas tinham idade entre 30 e 59 anos; 83 jovens com idade entre 18 e 29 anos perderam a vida no trânsito; 66 pessoas com idade acima de 60 anos; 11 vítimas com idade entre 11 e 17 anos e 10 crianças entre zero e nove anos.

O número total de acidentes também registrou uma queda de 14.176 em 2018 para 13.702 em 2019 em todo o Estado de Rondônia, sendo que dos 13.702 acidentes ocorridos no ano passado, 9.848 teve o envolvendo de motocicleta, o que representa 63,77% dos casos de acidentes.

EVOLUÇÃO DA FROTA E REDUÇÃO DE ACIDENTES

Em 2019 o Estado de Rondônia registrou uma frota de 1.015.598 veículos, sendo que 528.262 são motocicletas, o que representa 52,01% da frota. Em 2018 a frota era de 970.499 automóveis e o percentual de motocicleta era de 52,62%. A população do Estado passou de 1.757.589 em 2018 para 1.777.225 em 2019.

ÍNDICE DE MORTE NO TRÂNSITO É MENOR EM RO QUE O NACIONAL

O índice de mortos no trânsito por grupo de habitantes no Brasil, conforme prevê a meta do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans), criado pela Lei n. 13.614/18  é de 4,52 % e o índice do Estado de Rondônia é de 3,72%, bem abaixo do índice nacional, resultado do trabalho educativo e repressivo que o Detran juntamente com outros órgãos ligados ao setor promovem no Estado.

Fonte: Detran-RO

Anvisa autoriza registro do medicamento mais caro do mundo

Zolgensma é usado para tratar crianças com atrofia muscular espinhal

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou o registro do medicamento Zolgensma, usado para tratar crianças com atrofia muscular espinhal (AME). O tratamento é o mais caro do mundo, custando US$ 2,12 milhões, o equivalente a R$ 11,5 milhões.

A permissão da Anvisa contemplou o tratamento da forma mais grave da AME (tipo 1) em crianças de até dois anos. A autorização foi dada em caráter excepcional, o que implica a realização de estudos adicionais acerca de sua eficácia.

A empresa responsável pelo Zolgensma, a Novartis, assinou um termo de compromisso assumindo a obrigação de envio de análises sobre a efetividade do tratamento e a promoção de ensaios clínicos com pacientes brasileiros.

A AME é uma doença rara grave. Ela é causada pela alteração de uma proteína necessária para os neurônios ligados ao movimento dos músculos. A AME produz atrofia progressiva dos músculos, dificultando a condição de movimentação destes pelos pacientes. A incidência da doença é de 1 entre 10.000 nascidos vivos.

Segundo a Anvisa, entre 45% e 60% das crianças acometidas com a AME desenvolvem a forma mais grave (tipo 1). A doença pode evoluir para a morte, sendo a principal causa de falecimentos em crianças por causa de uma enfermidade monogenética.

A terapia com o remédio dura cinco anos. O medicamento constrói uma cópia funcional do gene humano que produz a proteína responsável pelos neurônios vinculados à atividade motora. De acordo com a Anvisa, estudos mostraram que o uso da substância pode dar sobrevida aos pacientes.

Apesar do registro, o alto custo do remédio é um obstáculo para os pacientes que necessitam dele. Para o pesquisador da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e membro do Painel de Alto Nível do Secretário-Geral das Nações Unidas em Acesso a Medicamentos Jorge Bermudez, o valor do tratamento é “fora da realidade”.

Em artigo publicado no site do Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz, o especialista argumenta que ele torna proibitivo o tratamento até mesmo para pessoas com alta renda. Ele lembra que na 72ª Assembleia Mundial da Saúde um grupo de países (integrado por Itália, Portugal, Egito e África do Sul, entre outros) apresentou uma proposta de resolução cobrando maior transparência da indústria farmacêutica quanto aos processos de fabricação de medicamentos, como forma de avaliar os lucros obtidos com determinados tratamentos.

Fonte: Aline Leal A/B

Roubo de celulares sobe 60% em junho, após volta do comércio em SP

Flexibilização da economia — restrita em função do combate à pandemia — gerou impacto em índices criminais, segundo estudo realizado pela Fecap

Um estudo realizado pela Fecap (Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado) revelou que a reabertura do comércio no estado, medida de flexibilização adotada de acordo com o Plano São Paulo de combate ao novo coronavírus, gerou impacto em alguns índices criminais, caso do roubo de celulares, que registrou alta de 60% em junho, comparando-se o número verificado no mês anterior: 12.935 contra 8.047 casos, respectivamente.

O trabalho desenvolvido pelo Departamento de Pesquisas em Economia do Crime da Fecap foi balizado em estudo que compila e analisa boletins de ocorrência e dados da SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo) no primeiro semestre de 2020. Segundo as estatísticas oficiais, foram registradas 69.628 ocorrências de roubo de celulares nos seis primeiros meses deste ano.

Reabertura do comércio em SP provocou aumento de roubo de celulares
Reabertura do comércio em SP provocou aumento de roubo de celulares

A pesquisa mostrou também que houve uma redução brusca de roubos de aparelhos nos meses de abril e maio, mas um aumento significativo desse tipo de crime em junho, justamente o mês em que as autoridades responsáveis — municipais e estaduais — autorizaram a reabertura economia.

“Notamos que com a reabertura gradual da economia, as taxas de roubos já se elevaram, mas os números ainda se encontram inferior ao do mesmo mês do ano passado”, analisou o economista e pesquisador do Instituto de Finanças da Fecap Allan Carvalho.

Para os pesquisadores, os números podem ser ainda maiores, visto que a subnotificação de casos é bastante comum nesse tipo de crime. Além disso, a pesquisa da Fecap descarta boletins de ocorrência incompletos ou com erros por critério de aproximação para objetivos estatísticos.

Retração dos crimes

O estudo encabeçado pela instituição de ensino com base nos dados da segurança pública do estado verificou um recuo de 38% no número de roubos no primeiro semestre deste ano, em comparação ao mesmo período de 2019. Se analisados os dados mensais em relação ao mesmo período do ano passado, é possível notar quedas acentuadas, com grande destaque ao mês de maio (-58%).

Horários perigosos

De acordo com as estatísticas policiais do estado, reveladas pela pesquisa da Fecap, o período noturno detém a maior incidência de roubo de celulares (44,57%). Depois, aparecem a tarde (22,08%), manhã (18,94%), madrugada (14,14%) e a hora incerta (0,26%).

Bairros e cidades com maior incidência de crimes

A avenida Paulista é detentora do recorde de roubo de celulares na cidade de São Paulo (215). A avenida Cruzeiro do Sul, na zona norte, registrou 167 casos  no primeiro semestre de 2020. Em terceiro lugar, aparece a avenida Sapopemba, na zona leste, com 160 ocorrências.

Entre os bairros da capital com maior número de ocorrências, destaca-se o Grajaú, na zona sul, com 1.092 ocorrências (1,57% dos boletins registrados no estado de São Paulo e 2,73% na cidade). Depois, surgem Capão Redondo (973 ocorrências), Itaim Paulista (874), República (806), Jardim Ângela (656), Campo Limpo (644), Itaquera (618), Cidade Ademar (586), São Mateus (550) e Bela Vista (530).

Os pesquisadores da Fecap também analisaram os dez municípios com maiores taxas de roubo no estado (53.291 ocorrências). Os crimes deste tipo ocorridos nessas cidades correspondem a 76,54% do total estadual.

A capital é possui o maior índice de roubo de celulares no estado (39.996), o equivalente a 57,44% das ocorrências. Em seguida, o ranking tem as cidades de Santo André (1.919 ocorrências), Guarulhos (1.897), Diadema (1.896), Campinas (1.681), São Bernardo Do Campo (1.651), Osasco (1.511), Itaquaquecetuba (1.061), Carapicuíba (853) e Praia Grande (826).

Confira os índices de roubos de celulares no primeiro semestre de 2020:

Janeiro — 14.203 roubos (24% menos do que o mesmo mês de 2019);

Fevereiro — 14.043 roubos (19% menos do que o mesmo mês de 2019);

Março — 12.028 roubos (40% menos do que o mesmo mês de 2019);

Abril — 8.372 roubos (55% menos do que o mesmo mês de 2019);

Maio — 8.047 roubos (58% menos do que o mesmo mês de 2019);

Junho — 12.935 roubos (32% menos do que o mesmo mês de 2019).

Fonte: R7

Em Rondônia, levantamento de Base Populacional contra o câncer é intensificado

Medida é para contribuir e aprimorar as políticas de prevenção e vigilância da doença e seus fatores de risco no estado.

Em comemoração ao Dia Nacional de Campanha Educativa Contra o Câncer (4 de agosto), quando também se comemora o Dia Mundial de Combate ao Câncer, a Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), através da coordenadoria da Vigilância do Câncer, aproveitou a data para intensificar o Registro de Câncer de Base Populacional de Rondônia (RCBP) no Sistema Sisbasepopweb, junto aos municípios no Estado. Devido à pandemia do novo coronavírus, não foi possível realizar nenhuma comemoração alusiva a data.

O Sistema Sisbasepopweb é um sistema do Instituto do Câncer (Inca) e Ministério da Saúde, de base populacional, que faz o levantamento dos casos do câncer. Para contribuir e aprimorar as políticas de prevenção e vigilância do câncer e de seus fatores de risco, o Estado participa da Rede de Vigilância do Câncer através do Registro Hospitalar de Câncer (RHC) e do Registro de Câncer de Base Populacional (RCBP).

Cabe à Vigilância Epidemiológica do Câncer coordenar os dois programas e ações, bancos de dados e dar subsídios técnicos para a formulação de políticas públicas e relativas ao câncer.

De acordo com a coordenadora da Vigilância do Câncer da Agevisa, Rose Brito, atualmente 90% dos municípios de Rondônia estão fazendo parte da Sisbasepopweb e os primeiros dados estão em processo de coleta para o RCBP. “O Registro Hospitalar de Câncer está em disponibilidade de atualização no Site do Inca”.

CUIDADOS

Rose Brito faz um alerta para a população ter mais consciência e aderir a hábitos saudável para prevenção do câncer. “Precisamos de medidas de prevenção, tendo uma alimentação saudável, ter um peso corporal adequado, práticar atividades físicas. Não podemos exagerar nos doces e alimentos salgados, evitar o sol de meio dia e o mais preocupante, o fumo. Quando for ter relação sexual utilizar preservativo e realizar os exames periódicos, para as mulheres os preventivos anuais e para os homens exames de próstatas”, finaliza a coordenadora.

DIA NACIONAL

O dia 4 de agosto foi criado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), nesse dia especifico foi criada a União Internacional Contra o Câncer (UICC), que é a principal organização mundial não-governamental contribuindo com discussões e encontros científicos direcionados para políticas de câncer .

A UICC tem vários afiliados e o Brasil é o único país da América do Sul que faz parte, através do Ministério da Saúde e o Instituto do Câncer (Inca), onde foi implantado a Rede de Vigilância do Câncer.

Fonte: Agevisa

Covid-19: Rússia vai registrar 1ª vacina do mundo na quarta-feira

Caso se concretize, país será o primeiro do mundo a ter um imunizante contra a doença; previsão é que vacinação em massa ocorra em outubro no pais

A Rússia anunciou nesta sexta-feira (7) que irá registrar oficialmente sua primeira vacina contra a covid-19 na próxima quarta-feira (12), segundo publicado no Sputnik News, agência de notícias russa. A informação foi divulgada pelo vice-ministro da Saúde, Oleg Gridnev. Caso isso seja concretizado, o país será o primeiro do mundo a ter uma vacina contra o novo coronavírus

“No momento, o último e terceiro estágio está em andamento. Os ensaios são extremamente importantes. Temos que entender que a vacina deve ser segura. Profissionais de saúde e idosos serão os primeiros a serem vacinados”, disse afirmou Gridnev, segundo divulgado pelo Sputnik.

Segundo o ministro, a eficácia da vacina será julgada quando a população tiver desenvolvido imunidade.

Leia também: Em Live, Governo diz que estados estão mais preparados para enfrentar pandemia

A vacina russa contra a covid-19 está sendo desenvolvida pelo Instituto Gamaleya de Epidemiologia e Microbiologia, em Moscou, em conjunto com o Ministério da Defesa da Rússia.

Utiliza o mesmo prinícipo da vacina de Oxford, que passa por testes no Brasil. É composta por adenovírus, vírus que causa o resfriado comum, enfraquecido, e fragmentos do novo coronavírus, para estimular o corpo a produzir anticorpos. É uma tecnologia que nunca foi usada.

Segundo o Sputnik, os testes estão sendo feitos no Hospital Clínico Militar de Burdenko e na Universidade Médica Estatal Sechenov, em Moscou. Começaram em 18 de junho e incluíram 38 voluntários. Todos os participantes desenvolveram imunidade, segundo o Sputinik.

O governo russo entrou em contato com o governo do Paraná e com o Instituto Butantan para a venda a tecnologia, e ambos não descartaram a possibilidade de compra.

A velocidade do desenvolvimento e a falta de transparência levaram à desconfiança em relação ao imunizante. O Reino Unido, os EUA e o Canadá acusaram a Rússia de ter usador hackers para tentar roubar pesquisas sobre a vacina contra a covid-19

Fonte: R7