Morre terceira vítima de incêndio em Hospital no Rio de Janeiro

Ministério da Saúde não forneceu informações sobre o paciente morto. As duas primeiras vítimas eram mulheres internadas com covid-19

O Ministério da Saúde confirmou, na noite de ontem, terça-feira (27, a morte da terceira vítima do incêndio do Hospital Federal de Bonsucesso, na zona norte do Rio de Janeiro. A pasta não forneceu informações sobre o paciente morto. As duas primeiras vítimas foram mulheres de 42 e 83 anos, ambas internadas com covid-19.

Duas pacientes com Covid-19 que estavam no Hospital Geral de Bonsucesso  morrem após incêndio - Jornal O Globo
Duas pacientes internadas com Covid-19 no Hospital de Bonsucesso morrem

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”A pasta se solidariza com as famílias e não vai medir esforços para garantir a segurança e saúde dos pacientes, profissionais de saúde e funcionários da instituição”, conclui a nota.

Até as 18h30, ao menos 76 pacientes já haviam sido levados para outros hospitais. De acordo com o Corpo de Bombeiros, ao menos 300 estavam no local no momento do acidente. As informações iniciais apontam que o fogo teve início no subsolo do prédio 1, onde ficava um almoxarifado. A Polícia Federal investiga as causas do incêndio.

Bombeiros controlam incêndio no hospital de Bonsucesso no Rio de Janeiro
Incêndio atinge o Hospital Federal de Bonsucesso, no Rio

O secretário de Defesa Civil, Leandro Monteiro, confirmou que o Hospital Federal de Bonsucesso não tinha certificado de aprovação do Corpo de Bombeiros. Um relatório feito a pedido da Defensoria Pública da União, em 2019, já havia apontado falhas no sistema de combate às chamas da unidade.

Fonte: R7

Incêndio atinge o Hospital Federal de Bonsucesso, no Rio

Chamas começaram no Prédio 1, onde ficam a enfermaria e o serviço de raio-X. Bombeiros de cinco quartéis foram para a unidade. Duzentas pessoas foram retiradas do edifício.

Um incêndio atingia o Hospital Federal de Bonsucesso, na Zona Norte do Rio, na manhã desta terça-feira (27).

Até o momento não houve registro de feridos, e bombeiros ainda combatiam focos na unidade.

Parte do hospital foi esvaziada, e cerca de 200 pacientes foram transferidos. Alguns estavam no meio de tratamento quando tiveram de sair da unidade.

Bombeiros usam ferramentas para quebrar a estrutura de concreto e facilitar o acesso ao local — Foto: Reprodução/TV Globo
Bombeiros usam ferramentas para quebrar a estrutura de concreto e facilitar o acesso ao local

Incêndio começou em almoxarifado

O fogo começou no subsolo do Prédio 1 por volta das 9h45 e se alastrou pelo almoxarifado, onde fraldas eram guardadas. Nesse edifício ficam ainda enfermarias e salas de raio-X.

Bombeiros de cinco quartéis – Fundão, Ilha do Governador, São Cristóvão, Penha e Central – foram mobilizados.

O Hospital Federal de Bonsucesso é uma das maiores unidades de saúde da Zona Norte do Rio de Janeiro. Cerca de duas mil pessoas circulam pelas alas, segundo a assessoria de imprensa.

Fonte: G1

Processo final de impeachment do Governador Witzel se inicia hoje

Governador afastado tem 15 dias para apresentar defesa prévia

O rito final do processo de impeachment do governador afastado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, começa a contar a partir de hoje (5). A definição do futuro político de Witzel caberá ao Tribunal Especial Misto, composto por cinco deputados estaduais e cinco desembargadores do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), que tem até 120 dias para concluir os trabalhos.

O relator, deputado estadual Waldeck Carneiro (PT), disse que o governador afastado Wilson Witzel tem 15 dias para apresentar uma defesa prévia em resposta à denúncia apresentada contra ele. Segundo Waldeck Carneiro, depois da apresentação da defesa prévia, como relator ele terá 10 dias para emitir um parecer, que nesta etapa, será pela admissibilidade ou não da denúncia, seguida da instauração do processo, caso o parecer seja pela admissibilidade.

Com isso, o Tribunal Misto tem duas etapas deliberativas. A primeira para decidir pela admissibilidade ou não da denúncia e, se ela for aceita, ocorre a instauração do processo. A segunda será o julgamento propriamente dito sobre o impeachment do governador, com a possibilidade da sua destituição definitiva do cargo.

“Espero poder contribuir, com o meu parecer, para que o Tribunal Misto possa emitir um juízo imparcial e preciso possível sobre os fatos. Aguardo naturalmente o conteúdo da defesa prévia que será encaminhada pelo governador afastado. Essa defesa prévia, sem dúvida alguma, é um elemento muito importante para a produção do meu parecer”, afirmou o relator. nesta segunda-feira.

Afastamento

Apontado por crime de responsabilidade, o governador Wilson Witzel está duplamente afastado do cargo. Na primeira decisão, o desembargador Benedito Gonçalves do Superior Tribunal de Justiça (STJ) o deixou fora do cargo por 180 dias, desde o dia 28 de agosto. Depois disso, em uma votação no plenário da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) por 69 a 0 os deputados estaduais decidiram dar prosseguimento ao processo de impeachment do governador em um tribunal misto. Com a notificação e formação do tribunal, o governador se tornou novamente afastado por 180 dias.

Agora, no Tribunal Especial Misto, se houver empate na decisão final, o voto de minerva (o que decide uma votação) será do presidente do TJ, desembargador Cláudio de Mello Tavares, que também preside o tribunal misto. Para cassar o mandato de Wilson Witzel serão necessários os votos de sete dos 10 integrantes, ou seja, dois terços da composição.

Fonte: Maria Claudia A/B

PF faz operação contra desvio de verbas do SUS no Rio

Suspeitos teriam desviado R$ 9 milhões do SUS

A Polícia Federal (PF) cumpre hoje (24) dois mandados de prisão temporária e sete mandados de busca e apreensão contra suspeitos de desviar R$ 9 milhões em recursos públicos do Sistema Único de Saúde (SUS) no Rio de Janeiro. 

De acordo com a PF, investigações iniciadas em junho deste ano encontraram indícios de fraudes na contratação de um laboratório no município de Magé, na região metropolitana do Rio.

Ainda segundo a Polícia Federal, foram identificadas irregularidades no processo de contratação do laboratório, como o direcionamento da escolha de empresa específica, fraudes no processo de chamamento público e na execução do contrato.

A investigação encontrou indícios da participação de pessoas ligadas à Secretaria Municipal de Saúde de Magé e de um vereador do município, que seria o proprietário do laboratório beneficiado no esquema.

Fonte: Kleber Sampaio A/B

Justiça do Rio manda Flordelis usar tornozeleira eletrônica

Uma das justificativas do juiz Nearis dos Santos para a decisão foi a dificuldade para localizar a parlamentar até na Câmara dos Deputados

A Justiça do Rio determinou nesta sexta-feira (18) o monitoramento por tornozeleira eletrônica da deputada federal Flordelis, acusada de mandar matar o marido, o pastor Anderson do Carmo. 

A decisão do juiz Nearis dos Santos Carvalho Arce, da 3ª Vara Criminal de Niterói, também impõe o recolhimento domiciliar noturno da parlamentar. 

Entre as justificativas o magistrado ressaltou o “quadro de incerteza acerca do paradeiro da ré Flordelis”. O juiz destacou ainda a dificuldade de localizar a deputada federal na Câmara dos Deputados. 

Nearis citou também o episódio em que uma bomba foi lançada na casa de uma testemunha do caso, no qual a vítima relatou se sentir ameaçada em especial por Flordelis e um dos filhos dela. 

O MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) havia pedido o afastamento deputada federal das funções, o que não foi acolhido pelo juiz.

Nearis considerou que os crimes “imputados a ré Flordelis não guardam relação direta com a função parlamentar”, seguindo uma decisão anterior do STF (Supremo Tribunal Federal).

Por telefone, a defesa de Flordelis informou que pretende recorrer da decisão. 

Processo de impeachment de Wilson Witzel é aprovado pela Alerj

Por unanimidade o relatório pelo prosseguimento foi votado por 24 a 0. Processo será votado em plenário na próxima semana. Governador já está afastado pela Justiça.

A Comissão Especial de Impeachment da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou por unanimidade o prosseguimento do processo de impeachment do governador Wilson Witzel (PSC). O placar final foi de 24 a 0. Um deputado não compareceu por estar com Covid.

O relator, o deputado Rodrigo Bacelar (SDD), leu as 77 páginas do documento por pouco mais de duas horas, na presença dos 24 dos 25 deputados que formam a comissão.

Comissão da Alerj analisa parecer sobre impeachment de Witzel

Em seguida, os deputados discursaram sobre o relatório e ao final deram os seus votos. O deputado Leo Vieira, do PSC, mesmo partido do governador afastado, também votou a favor do relatório.

Após a aprovação do relatório pela comissão especial nesta quinta, o processo será analisado em plenário da Alerj na semana que vem.

Nesta sexta-feira (18), o Diário Oficial publicará o resultado da votação do relatório. Veja abaixo o passo a passo do processo de impeachment.

Passo a passo do processo de impeachment

  • O resultado da votação do relatório será publicado no Diário Oficial nesta sexta-feira (18)
  • A partir de segunda-feira (21) começa a contar prazo de 48 h para o parecer ser inserido na pauta do plenário da Alerj
  • Contadas as 48 h, o parecer já pode ser votado já na quarta-feira (23)
  • A votação em plenário pode durar mais de um dia
  • Após a votação em plenário, o texto é publicado em Diário Oficial
  • Se o resultado for pelo impeachment do governador, o Tribunal de Justiça é comunicado para dar início à formação do Tribunal Misto
  • Esse tribunal é formado por 5 deputados (eleitos pela Alerj) e 5 desembargadores (eleitos por sorteio com critérios definidos pelo TJ)
  • A partir da formação do Tribunal Misto começa uma nova etapa onde o governador é afastado por até 180 dias enquanto o tribunal analisa a questão.

O que disse o relatório

Na leitura, o relator listou uma série de denúncias contra o governador afastado pelo STJ no último dia 28 de agosto após a Operação Tris In Idem, que investiga desvios de recursos da saúde no governo do RJ em contratos emergenciais.

O governador e outras oito pessoas, incluindo a primeira-dama Helena Witzel, também foram denunciados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por corrupção.

A descoberta do esquema teve início com a apuração de irregularidades na contratação dos hospitais de campanha, respiradores e medicamentos para o combate a pandemia do coronavírus.

O deputado começou a fazer a leitura pouco antes do meio-dia. Boa parte do documento foi dedicada à requalificação do Instituto Unir Saúde e aos contratos com a OS Iabas.

A organização social Unir havia sido impedida de ser contratada pelo poder público pela própria Secretaria de Estado de Saúde por causa da precariedade dos serviços prestados.

Segundo o Ministério Público Federal (MPF), a empresa é ligada ao empresário Mário Peixoto, preso na Operação Favorito.

A operação precedeu a Operação Placebo, que aponta apontou indícios de que Witzel sabia de fraudes na área da Saúde. A revogação da desqualificação da OS também está sob investigação.

“A Unir Saúde não tinha condições de prestar serviços e, ainda assim, foi restituída por um ato do governador, inclusive voltando a receber dinheiro público. Isso indica risco de dano ao erário”, disse o relator.

O deputado incluiu ainda em seu relatório, os valores dos pagamentos feitos à OS.

“Em relação ao Instituto Unir Saúde, consta nos autos pagamentos feitos pelo Estado no período em que esse não possuía mais os requisitos de qualificação e habilitação necessários. Tais informações, obtidas junto ao Portal de Transparência do Governo do Estado, indicam ter havido pagamentos, em período no qual o Instituto Unir Saúde estava desabilitado, da ordem de R$ 26,8 milhões, indicando a existência de fortes indícios de dano ao erário, uma vez que sequer se procurou proteger o Estado contra o pagamento de serviços que não vinham sendo prestados e que, portanto, geraram as mais graves punições à contratada.”

Em outro trecho, o relator listou os contratos com a Iabas, organização social investigada por irregularidades em contratos firmados para a construção de hospitais de campanha no Rio de Janeiro na pandemia.

Por causa dessas denúncias, o então governador Wilson Witzel afastou em junho a Iabas da gestão dos hospitais de campanha do estado por atraso nas obras.

“A proposta de trabalho do Iabas foi feita no dia 26 de março de 2020 – um dia antes da requisição do Estado. Após um rápido trâmite, foi assinado o contrato, n forma d um Termo de Referência Simplificado, para a implantação dos hospitais de campanha no valor de R$ 835.772.409, 78 – assinado por Gabriel Neves, então subsecretário de Saúde.”, disse o relator.

Sobre os contratos com a Iabas, o relator disse que as cláusulas contratuais foram imprecisas.

“Nos moldes descritos, o meio adequado para a contratação seria a celebração de contrato de gestão, pois nos moldes firmados, há afronta ao ordenamento jurídico; cláusulas contratuais imprecisas. Mesmo mantido o contrato, o acordo pode se mostrar prejudicial à administração em diversos aspectos; Pede apresentação de justificativa de vantajosidade; indica ao gestor a necessidade de adoção de todas as providências para o ressarcimento de valores em excesso já despendidos.”

Presentes na sessão

  • Chico Machado (PSD)
  • Rodrigo Bacellar (SSD)
  • Alexandre Freitas (Novo)
  • Bebeto (Podemos)
  • Brazão (PL)
  • Carlos Macedo (Republicanos)
  • Dionísio Lins (PP)
  • Dr. Deodalto (DEM)
  • Eliomar Coelho (PSOL)
  • Enfermeira Rejane (PCdoB)
  • Gustavo Schmidt (PLS)
  • Leo Vieira (PSC)
  • Luiz Paulo (PSDB)
  • Márcio Canella (MDB)
  • Marcus Vinicius (PTB)
  • Marina Rocha (MDB)
  • Martha Rocha (PDT)
  • Renan Ferreirinha (PSB)
  • Subtenente Bernardo (PROS)
  • Val Ceasa (Patriota)
  • Valdecy da Saúde (PTC)
  • Waldeck Carneiro (PT)
  • Welberth Rezende (Cidadania)
  • Marcos Abrahão (Avante)

Ausentes da sessão

  • João Peixoto (DC) – internado com Covid

Lista final:

  1. Chico Machado (PSD) – Presidente – Sim
  2. Rodrigo Bacellar – Relator – (Solidariedade) – Sim
  3. Alexandre Freitas (Novo) – Sim
  4. Bebeto (Podemos) – Sim
  5. Brazão (PL) – Sim
  6. Carlos Macedo (Republicanos) – Sim
  7. Dionísio Lins (DEM) – Sim
  8. Doutor Deodauto – Sim
  9. Eliomar Coelho (PSOL) – Sim
  10. Enfermeira Rejane (PC do B) – Sim
  11. Gustavo Schmidt (PSL) – Sim
  12. Léo Vieira (PSC) – Sim
  13. Luiz Paulo (PSDB) – Sim
  14. Márcio Canella (MDB) – Sim
  15. Marcos Abrahão (Avante) – Sim
  16. Marcos Vinícius (PTB) – Sim
  17. Marina Rocha (MDB) – Sim
  18. Martha Rocha (PDT) – Sim
  19. Renan Ferreirinha (PSB) – Sim
  20. Subtenente Bernardo (PROS) – Sim
  21. Val Ceasa (Patriota) – Sim
  22. Valdecy da Saúde – PTC – Sim
  23. Waldeck Carneiro (PT) – Sim
  24. Welberth Rezende (Cidadania) – Sim
  25. João Peixoto (DC) – Ausente – internado com Covid

Fonte: G1

Réveillon do Rio em Copacabana será sem presença de público

Riotur pretende oferecer atrações nos pontos turísticos da cidade

A virada do ano de 2020 para 2021 na praia de Copacabana e em outros bairros da cidade não terá a presença de público, como tradicionalmente  acontece, devido à pandemia do novo coronavírus. A festa do réveillon será transmitida de forma virtual ao vivo pela internet no canal oficial da Empresa de Turismo do Município do Rio (Riotur) no Youtube, com intérpretes de libras em todas as apresentações.

Está prevista ainda a possibilidade de transmissão pela TV aberta ou fechada. A Riotur pretende oferecer atrações musicais nos principais pontos turísticos da cidade do Rio de Janeiro, com apresentação de grandes artistas da cena nacional e internacional e acendimento de luzes a laser, entre diversos efeitos visuais.

“O Réveillon Rio 2021 terá um novo modelo, devido ao cenário em que o mundo se encontra com a pandemia da covid-19, e o formato será diferente do que já tivemos na cidade. Teremos o réveillon da responsabilidade social e não incentivaremos as pessoas a irem às ruas. Além disso, a iniciativa privada terá uma oportunidade única para criar um réveillon que seja marcante, traduzindo o sentimento de esperança e desejo de que tenhamos um ano melhor”, disse o presidente em exercício da Riotur, Fabrício Villa Flor de Carvalho.

Ele ressaltou que o novo réveillon deve ser de renovação e reflexão, com um ato de respeito e uma homenagem às vítimas e aos profissionais que estão na linha de frente de combate à pandemia. “Agora, com o Caderno de Encargos e Contrapartidas já publicado, aguardamos as propostas das empresas que queiram fazer parte dessa virada de ano especial com projetos criativos e que estejam em harmonia com a realidade atual”, acrescentou Carvalho.

Caderno de Encargos

A  Riotur, publicou hoje (10), no Diário Oficial do Município, a Convocação do Caderno de Encargos e Contrapartidas para o Réveillon Rio 2021. Os interessados poderão obter o documento e seus anexos na sede da Empresa de Turismo, na Cidade das Artes, na Barra da Tijuca, ou pelo e-mail selecaopublica.riotur@gmail.com.

As empresas interessadas deverão comunicar seu interesse em apresentar propostas no mesmo e-mail, até as 17h do dia 22 de outubro. Depois, as propostas serão apresentadas unicamente no dia 27 de outubro deste ano.

A empresa organizadora eleita apta para realizar o evento será encarregada de toda a organização, desde o desenvolvimento do projeto, que será julgado dentre outros itens pelo seu ineditismo e criatividade, passando pela infraestrutura até a pós-produção do evento da virada. Além disso, a empresa ficará responsável pela viabilização financeira do projeto, devendo obter patrocínio. Será permitida apenas uma marca assinando como “apresentado por” e até oito marcas assinando como “patrocínio”.  

Todos os itens contidos no Caderno de Encargos e Contrapartidas são uma orientação mínima com exigências básicas para as empresas apresentarem os seus projetos e propostas que devem estar de acordo com as regras de ouro do Plano de Retomada da Cidade do Rio de Janeiro.

Fonte: Nádia Franco A/B

Polícia Civil e MP fazem operação contra milícia no Rio

Os policiais cumprem cinco mandados de busca e apreensão

A Polícia Civil e o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) cumprem hoje (9) cinco mandados de busca e apreensão contra suspeitos de envolvimento com a milícia que controla a comunidade de Gardênia Azul, na zona oeste da cidade do Rio.

A ação busca informações para tentar solucionar os assassinatos do ex-policial militar André Henrique da Silva Souza e da companheira dele Juliana Sales de Oliveira, em 2014.

Os assassinatos foram motivados por uma disputa territorial entre milicianos. Os mandados estão sendo cumpridos em locais da cidade do Rio, inclusive na cela de um investigado que está preso em Bangu, e de São Paulo.

Um dos investigados pelo duplo homicídio, segundo a Polícia Civil, é o policial militar reformado Ronnie Lessa, acusado de matar a vereadora Marielle Franco e o motorista dela, Anderson Gomes. O MPRJ não divulgou mais detalhes devido ao sigilo das informações.

Fonte: Valéria Aguiar A/B

Justiça determina afastamento de Governador Witzel do cargo

Órgão também expediu mandados contra o presidente do PSC, Pastor Everaldo, e o ex-secretário de Desenvolvimento Econômico Lucas Tristão

O STJ (Superior Tribunal de Justiça) determinou o afastamento imediato do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), nesta sexta-feira (28). 

A medida tem validade de 180 dias. O STJ também expediu mandados de prisão contra o presidente do PSC, Pastor Everaldo, e contra o ex-secretário de Desenvolvimento Econômico Lucas Tristão.

PF cumpre mandados no Palácio da Guanabara
PF cumpre mandados no Palácio da Guanabara

Os advogados de Witzel enviaram nota sobre a determinação do STJ: “A defesa do governador Wilson Witzel recebe com grande surpresa a decisão, tomada de forma monocrática e com tamanha gravidade. Os advogados aguardam o acesso ao conteúdo da decisão para tomar as medidas cabíveis”.

A PF (Polícia Federal) faz a operação Tris in Idem na manhã desta sexta, desdobramento da Placebo, que investiga corrupção em contratos públicos do Executivo do Rio de Janeiro. 

Além de Witzel, o vice-governador do estado, Cláudio Costa (PSC) e o presidente da Assembleia Legislativa do estado, André Ceciliano (PT), são alvos da operação. 

As autoridades cumprem 17 mandados de prisão, sendo seis preventivas e 11 temporárias, e 72 de busca e apreensão. Além dessas medidas, em outro inquérito, o também  ministro do STJ Jorge Mussi autorizou o cumprimento de 12 mandados de busca e apreensão no estado do Piauí, objetivando coletar provas sobre suposto esquema de nomeação de funcionários fantasmas no governo fluminense para desvio de dinheiro público.

Os mandados estão sendo cumpridos no Palácio Laranjeiras, no Palácio Guanabara, na residência do vice-governador, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, além de outros endereços nos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, São Paulo, Alagoas, Sergipe, Minas Gerais e no Distrito Federal. Também está sendo alvo de busca e apreensão um endereço no Uruguai, local onde estaria um dos investigados cuja prisão preventiva foi decretada.

A defesa de Witzel afirmou que recebeu afastamento com “grande surpresa”.

Denunciado pela PGR

A PGR (Procuradoria-Geral da República) ofereceu uma denúncia nesta sexta contra Witzel, sua mulher, Lucas Tristão, Mário Peixoto, Alessandro Duarte, Cassiano Luiz, Juan Elias Neves de Paula, João Marcos Borges Mattos e Gothardo Lopes Netto.

De acordo com o MPF (Ministério Público Federal), os alvos do processo são “pagamentos efetuados por empresas ligadas ao empresário Mário Peixoto ao escritório de advocacia de Helena Witzel. Também é objeto da denúncia pagamentos feitos por empresa da família de Gothardo Lopes Netto ao escritório da primeira-dama”. 

Segundo a acusação, a contratação do escritório de advocacia consistiu em artifício para permitir a transferência indireta de valores de Mário Peixoto e Gothardo Lopes Netto para Wilson Witzel.

Operação anterior

Em maio deste ano, Witzel foi alvo na operação Placebo, que investigava irregularidade na saúde durante a pandemia de coronavírus. 

O governador do Rio de Janeiro e a mulher dele, Helena Witzel, estão no centro das investigações de corrupção no combate à covid-19, que resultou em contratos de mais de R$ 2 bilhões de empresas e organizações sociais, principalmente, ligadas ao empresário Mário Peixoto, preso na operação Favorito em 14 de maio.

Fonte: R7

Duas pessoas morrem após serem baleadas em confronto no Rio

Tiroteio teria começado quando traficantes dos morros da Coroa e Fallet/Fogueteiro invadiram o Complexo do Estácio na noite desta quarta-feira

Invasão iniciou tiroteio que matou duas pessoas no Rio
Invasão iniciou tiroteio que matou duas pessoas no Rio

Duas pessoas morreram após serem baleada durante confronto entre quadrilhas rivais no Complexo do São Carlos, no Estácio, região central do Rio. Outras cinco pessoas ficaram feridas.

Invasão iniciou tiroteio que matou duas pessoas no Rio

Ana Cristina da Silva, de 25 anos, estava dentro do carro quando foi surpreendida pela ação dos bandidos. Ela foi atingida na cabeça e no peito e encaminhada ao Hospital Municipal Souza Aguiar, mas não resistiu aos ferimentos. A outra vítima não foi identificada.

Segundo a PM, no início da noite desta quarta-feira (26), criminosos dos morros da Coroa e Fallet/Fogueteiro invadiram as comunidades do Catumbi, Querosene, Rio Comprido e São Carlos. Houve um intenso tiroteio que assustou moradores e comerciantes. Muitos trabalhadores não conseguiram voltar para casa e tiveram que se abrigar em quiosques.

“Foi tiro para todo lado, metralhadora, bomba… Tive que aguardar para poder ficar em segurança.”, afirmou o consultor financeiros Carlos Moreno.

De acordo com os moradores, foram pelo menos 2 horas de intenso confronto. Dois blindados da polícia se deslocaram até o local para reforçar a segurança nos principais acessos das comunidades.

“Muito desespero, mas é a realidade hoje, infelizmente,” disse Carlos.
Em nota, a Polícia Civil afirmou que instaurou um inquérito para apurar a morte da mulher e de mais um homem que ainda não foi identificado. A 6ª DP (Cidade Nova) está investigando os envolvidos na invasão.

Fonte: R7