A pedido do deputado Ismael Crispin, secretário de saúde vai antecipar segunda dose em São Miguel do Guaporé e Costa Marques

Parlamentar destacou a necessidade da imunização com duas doses para impedir o avanço de variantes

Buscando garantir medidas para conter o avanço da variante Delta (com origem na Índia) na região do Vale do Guaporé, o deputado Ismael Crispin (PSB) solicitou ao Secretário de Saúde Fernando Máximo, antecipação das 2ª doses das vacinas Pfizer e Oxford/AstraZeneca nos municípios de São Miguel do Guaporé e Costa Marques, já que evidências científicas mostram que apenas uma dose dos imunizantes não é capaz de impedir a ocorrência de casos associados à Delta.

“O secretário atendeu nosso pedido e neste final de semana iniciará o mutirão de vacina, com expectativa de vacinar 2 mil pessoas em São Miguel do Guaporé para acelerar ainda mais o esquema vacinal, considerando que esses municípios estão com estoque disponível do imunizante para a segunda dose”, disse.

Segundo, Fernando Máximo, como forma de prevenção, 12 estados brasileiros já reduziram o intervalo entre doses da vacina. “A bula da vacina AstraZeneca esclarece que a segunda dose do imunizante pode ser utilizada entre 28 e 90 dias, já a Pfizer, a bula indica intervalo de 21 dias. Ou seja, os cientistas quando fizeram a vacina disseram que a segunda dose pode ser antecipada. O Ministério da Saúde havia utilizado 90 dias porque naquele momento não existiam doses de vacina suficientes no país, e pensava-se que dando um prazo de 90 dias dava possibilidade maior de os laboratórios fabricarem e ter essas doses disponíveis”, detalhou Fernando Máximo.

Texto: Laila Moraes – ALE/RO

Covid-19: Anvisa diz que não há estudos conclusivos sobre 3ª dose

Agência monitora evolução de estudos médico-científicos sobre reforço

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou hoje (15) que, até o momento, não há estudos conclusivos sobre a necessidade de uma terceira dose ou dose de reforço para as vacinas contra covid-19 autorizadas no Brasil. Já receberam aval definitivo ou emergencial para uso nos país as vacinas AstraZeneca/Oxford, Pfizer/BioNTech, CoronaVac e Janssen.

Em nota, a Anvisa esclareceu que as pesquisas são desenvolvidas pelos laboratórios farmacêuticos e que já autorizou dois pedidos para pesquisa clínica que buscam investigar os efeitos de uma dose adicional do imunizante contra a doença.

“A Anvisa vem acompanhando as discussões, as publicações e os dados apresentados sobre o surgimento de novas variantes do vírus Sars-CoV-2 e seu impacto na efetividade das vacinas. Até agora, todas as vacinas autorizadas no Brasil garantem proteção contra doença grave e morte, conforme os dados publicados”, diz a nota.

Em andamento

O primeiro estudo em andamento, aprovado em 18 de junho, é da Pfizer/BioNTech que investiga os efeitos, a segurança e o benefício de uma dose de reforço da sua vacina já autorizada, a ComiRNAty. De acordo com a Anvisa, neste estudo, a dose de reforço da vacina da Pfizer será aplicada em pessoas que tomaram as duas doses completas da vacina há pelo menos seis meses.

O segundo caso é o do laboratório AstraZeneca, que desenvolveu uma segunda versão da vacina que está em uso no país, buscando a imunização contra a variante B.1.351 do Sars-CoV-2, identificada primeiro na África do Sul. Esse estudo foi autorizado ontem (14) pela Anvisa.

Segundo a agência, um dos braços do estudo prevê que uma dose da nova versão da vacina (AZD 2816) será aplicada em pessoas que foram vacinadas com duas doses da versão atual da AstraZeneca (AZD1222) ou duas doses de uma vacina de RNA mensageiro (RNAm) contra covid-19, como as da Pfizer e da Moderna. Nesse caso, o estudo prevê que essa dose adicional será aplicada em pessoas cujo exame e monitoramento não identificam a produção de anticorpos capazes de atuar contra o novo coronavírus.

Fonte: Agência Brasil

Ismael Crispin garante investimentos para saúde de Castanheiras

Parlamentar destinou recursos para aquisição de motocicletas a serem utilizadas pelos agentes comunitários de saúde

Em reunião com o vereador do município de Castanheiras, Gilson Dias, o deputado Ismael Crispin (PSB), garantiu investimentos para agilizar o atendimento realizado pelos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) através da aquisição de motocicletas.  Segundo o parlamentar, essa conquista irá assegurar um atendimento digno a todos os cidadãos.

“Os ACS têm um papel fundamental dentro de uma comunidade e sabemos que muitos enfrentam longas distâncias para levar o serviço para a população. Essas motocicletas vão ajudar na agilidade das visitas diárias dos agentes e ainda vão facilitar o acesso deles nas localidades mais distantes, proporcionando uma saúde de qualidade a todos os munícipes”, disse.

Ismael Crispin ressaltou ainda, que o trabalho preventivo dos ACS é o serviço mais barato e o que dá mais resultados. “Além de melhorar as condições de trabalho dos agentes, proporcionamos também, mais ações de promoção e vigilância da saúde básica do município”, finalizou. 


Texto: Laila Moraes-ALE/RO

Servidores da Saúde, educação e policiais penais, também exigem do estado reajustes salariais em RO

As categorias aguardam as propostas do estado.

Após reajuste a PMs, apresentado pelo Governo, que teve reajuste salarial escalonado, policiais civis, penais, servidores da saúde e da educação negociam tratamento igual ao Governo de Rondônia.

O Sindicato dos Agentes Penitenciários e Socioeducadores do Estado de Rondônia (Singeperon) protocolou um ofício na Assembleia Legislativa do Estado, na última segunda-feira (28), exigindo providência para a equiparação das polícias, por conta do recente acordo de reajuste salarial feito aos militares.

De acordo com presidente Daihane Gomes, a categoria está há mais de dez anos sem nenhum tipo de reajuste salarial e correção sobre o salário da inflação. “Estamos com muita perda no pagamento, além de termos a pior remuneração do país. Somos a favor de que haja uma valorização na segurança pública, porém mais ainda de sermos tratados como iguais”, disse.

Com relação aos profissionais de educação, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado de Rondônia (Sintero), informou que apesar da intensa cobrança, não teve nenhuma manifestação do Poder Público quanto à questão do reajuste salarial.

O Sintero informou ainda, que em 2021, o piso salarial do magistério teve reajuste de 0% pela primeira vez na história, e que desde 2018, os técnicos educacionais não têm aumento salarial. O sindicato informou ainda, que por inúmeras vezes, também reivindicou a criação de um auxílio financeiro para minimizar os prejuízos financeiros da categoria, mas em resposta, o poder público sempre argumentou impedimentos legais, utilizando as determinações da Lei nº 173/2020.

Segundo o Sintero, durante a pandemia da Covid-19, os profissionais da educação não paralisaram suas atividades, e sofreram com a sobrecarga de trabalho e aumento de despesas domésticas em razão do regime de home office, não recebendo uma mínima assistência e apoio estrutural do Governo, sendo obrigados a custear e utilizar seus próprios equipamentos tecnológicos.

Saúde e Civil

Desde janeiro de 2020, profissionais de saúde também estão lutando e até realizaram movimentos grevistas ao longo desse tempo por conta do Plano de Carreira, que segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde (Sindsaúde), Célia Campos, já está em fase adiantada. “O Governo já entregou a minuta do estudo que fez do Plano de Carreira, com a proposta de valores. Nós entregamos uma contraproposta e terminamos as nossas considerações, que deve ser entregue no dia 20 de julho”, disse.

A Polícia Civil informou também estar negociando com o Governo, e até a próxima sexta-feira (2), irá finalizar a proposta.

Fonte; Assessoria

Conselheira cita ilicitudes de Marcos Rocha na saúde de (RO)

Edna Mota, declarou em transmissão ao vivo na Câmara de Cacoal (RO), que o Modus Operandi do governo Marcos Rocha, apresentou a omissão logo no início da sua decadente gestão.

Com mais de 04h00 de audiência sobre as condições da saúde pública da Macrorregião II, que é responsável pelo tratamento de pacientes das mais de 30 cidades do interior de Rondônia. A Conselheira de Saúde de Cacoal (RO) expos as inúmeras ilicitudes administrativas do governo do Coronel Marcos Rocha (Sem Partido) e do seu apaniguado secretário de Saúde, Fernando Máximo. Mais conhecido como o secretário de Saúde das Redes Sociais.

Edna Mota, declarou em transmissão ao vivo na Câmara de Cacoal (RO), na manhã de ontem (28), que o Modus Operandi do governo militar, apresentou a omissão logo no início da sua decadente gestão. Pois o Coronel que é irmão siamês do Presidente da República Jair Bolsonaro passou mais de quatro meses para decidir quem seriam os novos responsáveis da saúde pública da Macrorregião II.

Gente morrendo e o governador sem partido Marcos Rocha ignorando a falta de infraestrutura no Hospital de Urgência e Emergência Regional de Cacoal (HEURO), que vão desde lâmpadas queimadas, portas caindo aos pedações do centro cirúrgico e a incompetência gritante mencionada pela conselheira foi a falta de ar-condicionado, que suspendeu cirurgias no HEURO. No âmbito jurídico o comportamento ilícito do governador e do seu discípulo Fernando Máximo devem ser investigados minuciosamente.

Contudo, o dolo  no direito administrativo vão desde a imprudência, a negligência e a imperícia do secretário das redes sociais que goza do poder em nome de DEUS.

— Que governo é este gente — Desabafou a Conselheira Edna Mota.

Confira:

Fonte: mapping.com.br – Maique Pinto

Presidente Alex Redano acompanha a visita do ministro da Saúde e pede mais vacinas para Rondônia

Deputado ainda agradeceu à bancada federal e ao Ministério da Saúde pelo socorro ao Estado, evitando falta de oxigênio hospitalar

O presidente da Assembleia Legislativa, Alex Redano (Republicanos), participou nesta quinta-feira (03) de uma reunião com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, em Porto Velho, com a presença da bancada federal e de outras autoridades de Rondônia.

No encontro, Redano aproveitou para solicitar do ministro uma atenção especial com o Estado, para que sejam enviadas mais doses de vacinas, para garantir uma maior abrangência na vacinação.

“Sabemos que é preciso atender a todos os Estados, mas acredito que é possível que o ministro, com a sua vinda, possa ter uma atenção especial com Rondônia e mandar mais doses de vacina para atender a nossa população. O ministro foi sensato em responder que é necessário seguir o plano nacional, mas seguimos acreditando que a vacinação vai seguir avançando, renovando a nossa esperança em volta gradativa à normalidade”, ponderou Redano.

O deputado aproveitou para agradecer ao ministro por ter socorrido a rede de saúde de Rondônia, quando houve uma crise no oxigênio hospitalar. “Com a atuação de nossa bancada federal, que acionou o Ministério, foram enviados cargas extras de oxigênio, repondo o nosso estoque e garantindo que não faltasse o produto, que é essencial para o tratamento de pacientes com covid-19 e outras enfermidades”, acrescentou Redano.

Fonte: Assessoria

Governador do Amazonas, Wilson Lima, é alvo de operação da PF contra desvios na Saúde

Policiais cumprem 19 mandados de busca e apreensão e 6 de prisão determinados pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ)

A Polícia Federal (PF) realiza a Operação Sangria nesta quarta-feira (2) contra a alta cúpula do governo do Amazonas por desvios na Saúde. São cumpridos 25 mandados judiciais expedidos pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Os policiais estiveram na casa do governador Wilson Lima (PSC), que enfrentará um julgamento de denúncia ainda hoje no STJ.

São 19 mandados de busca e apreensão e 6 de prisão temporária cumpridos nas cidades de Manaus (AM) e Porto Alegre (RS), além de sequestro de bens e valores, que, somados, alcançam a quantia de R$ 22.837.552,24.

Segundo as investigações, há indícios de que funcionários do alto escalão da Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas realizaram contratação fraudulenta para favorecer grupo de empresários locais, sob orientação da cúpula do governo do estado.

O governador do Amazonas, Wilson Lima, do PSCFoto: Reprodução / CNN

As irregularidades envolvem um hospital de campanha. Segundo as investigações, o local não atende às necessidades básicas de assistência de combate à Covid e ainda coloca os funcionários em risco de contaminação.

Ainda segundo a PF, contratos das áreas de conservação e limpeza, lavanderia hospitalar e diagnóstico por imagem, firmados em janeiro de 2021 pelo governo amazonense para o hospital de campanha, têm indícios de montagem e direcionamento de procedimento licitatório, prática de sobrepreço e não prestação de serviços contratados.

Os investigados devem responder por crimes de fraude à licitação, peculato e pertencimento a organização criminosa. As penas podem chegar a 24 anos de reclusão.

CPI da Pandemia

Wilson Lima também integra o grupo de nove governadores convocados a depor na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia. No cronograma, seu depoimento está marcado para o dia 29 de junho, o primeiro de um chefe do Executivo estadual.

No entanto, acionaram o Supremo Tribunal Federal (STF) e argumentam que uma investigação no âmbito do Legislativo federal não pode ter autoridade para convocar governadores. No entendimento deles, há o risco de rompimento do pacto federativo, o que tornaria as convocações inconstitucionais.

O secretário de Saúde do Amazonas, Marcellus Campêlo, deve ser ouvido pela CPI no próximo dia 15 de junho.

Fonte: CNN

Ministro da Saúde estuda campanha de testagem contra covid

A declaração de Marcelo Queiroga foi dada em Botucatu, o município abriu hoje vacinação em massa da população para pesquisa

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, informou neste domingo (16) que está em estudo na pasta uma ampla campanha de testagem da população brasileira para o novo coronavírus, causador da covid-19. A declaração foi dada em Botucatu, no interior paulista. O município começou a vacinar hoje toda a população entre 18 e 60 anos contra a covid-19, em uma iniciativa que faz parte de estudo inédito sobre a eficácia do imunizante desenvolvido pela Universidade de Oxford, em parceria com a AstraZeneca e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). 

Sobre a interrupção na produção de vacinas contra o coronavírus pelo Instituto Butantan pela falta do ingrediente farmacêutico ativo (IFA), Queiroga ressaltou que a carência da matéria-prima é mundial. “É importante passar uma mensagem positiva para a sociedade brasileira, e não essa cantilena de que está faltando [IFA]. O Brasil precisa de tranquilidade para superarmos juntos essa dificuldade sanitária”, disse.

Ainda sobre a dificuldade na aquisição de vacinas, o ministro lembrou que o Brasil faz parte do acordo Covax Facility, que alocou US$ 150 milhões para garantir a cobertura vacinal de 10% da sua população. “A prova dessa dificuldade de doses é que mesmo a OMS [Organização Mundial da Saúde] tem dificuldade de entregar as doses que se comprometeu conosco e nem por isso nós ficamos criticando a OMS.”

Queiroga acrescentou que o Brasil tem um trabalho diuturno para ter mais vacinas. Ele disse que, nesse sentido, o país é o quinto que mais distribui doses. “O Brasil está indo bem na campanha de vacinação. Poderia ir melhor? Claro que sim, se tivéssemos mais doses”, ressaltou.

Marcelo Queiroga destacou ainda que a curva epidemiológica brasileira em relação não só a óbitos como internações hospitalares vem tendo queda e, por isso, incentivou outras medidas. “Nós precisamos, além da vacinação, de incentivar as medidas não farmacológicas, como uso de máscaras e distanciamento social.”

O ministro destacou que o momento é de união e citou ações do governo como o pagamento do auxílio emergencial. “Vamos construir juntos um cenário que permita resgatar a saúde pública e devolver as condições econômicas no nosso país”, afirmou.

China

Perguntado se os problemas com o IFA poderiam ser reflexo de problemas diplomáticos com a China, Queiroga afirmou que o país asiático tem sido um grande parceiro para o Brasil e disse que não vê nenhuma fissura nas relações entre o governo brasileiro e o chinês.

“O presidente[ Jair Bolsonaro] tem uma excelente relação não só com a China, mas com todas as nações com que o Brasil estabelece relações internacionais. A China integra um bloco econômico importante que é o Brics, o Brasil faz parte, a Rússia faz parte, e as relações são absolutamente normais”, ressaltou Queiroga.

O ministro disse ainda que o embaixador do Reino Unido no Brasil, Peter Wilson, “é um grande parceiro nosso na prospecção não só de IFA, mas de doses prontas de vacina.”

Pesquisa

O município de Botucatu tem cerca de 150 mil habitantes, dos quais 106 mil são maiores de 18 anos. Pelo projeto de vacinação em massa, todos esses receberão imunização contra a covid-19, e os casos positivos na regiã, serão sequenciados. A expectativa é saber a efetividade da vacina produzida pela Fiocruz contra todas as cepas que circulam na cidade.

Além da efetividade contra as variantes, o estudo servirá para comparar o quão eficiente foi a vacinação em massa em relação aos demais municípios da região. Botucatu abriga uma unidade do Hospital das Clínicas da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) e, por isso, tornou-se um polo de referência na região.

O estudo terá duração estimada de oito meses. O período incluiu a aplicação das duas doses – com intervalo de 90 dias – e o acompanhamento da população imunizada.

Por Karine Melo

Ismael Crispin confirma recurso para atender saúde de Governador Jorge Teixeira

Valor destinado será utilizado para compra de carro e aparelho para hemograma

Na manhã desta quarta-feira (12), o deputado Ismael Crispin (PSB) em reunião com o vereador de Governador Jorge Teixeira, Paçoca, a secretária de Assistência Social e primeira-dama do município, Keila Maria de Souza e o diretor do hospital municipal Douglas Henrique, confirmou o recurso de R$ 100 mil para aquisição de um veículo popular para transporte de pacientes em tratamento de hemodiálise e um aparelho de automação para hemograma.

“Nosso trabalho visa transformar a realidade daqueles que confiaram no nosso trabalho e tenho certeza que esse investimento irá proporcionar mais conforto aos pacientes que precisam se deslocar para fazer hemodiálise e ainda ajustar as necessidades do laboratório municipal”, disse.

Segundo Ismael Crispin, os investimentos em saúde pública garantem o atendimento dos munícipes, e isso significa alocar mais recursos para o funcionamento dos serviços básicos com a qualidade que os usuários necessitam, para a ampliação da oferta e a melhoria da gestão. 


Texto: Laila Moraes-ALE/RO

Egressa do UniFacimed é a primeira profissional de RO a assumir vaga no Conselho Nacional de Saúde

A enfermeira é da 5ª turma de profissionais formados pelo Centro Universitário UniFacimed

O Conselho Nacional de Saúde (CNS), agora conta com o profissionalismo da enfermeira Edna Mota, formada pelo Centro Universitário Unifacimed, no ano de 2007. Pela primeira vez, uma enfermeira de Rondônia irá representar a categoria na cadeira do CNS, que é a instância maior do controle social do Sistema único de Saúde (SUS) no Brasil.

Edna destaca que, como profissional, possui uma trajetória na defesa do controle social no SUS, citando que os estágios nas Unidades Básicas de Saúde e Hospitais Públicos do município de Cacoal durante a graduação, contribuíram muito para o início da sua profissionalização. “A Faculdade foi fundamental para meu conhecimento e para a minha atuação no SUS, e, a partir dos estágios, pude enxergar e agregar cada vez mais a atuação prática na carreira como enfermeira”, disse.

Ainda segundo ela, a contribuição do centro Universitário no sucesso profissional, vai além de uma formação de qualidade, agregando também na construção de um profissional de saúde humanitário. “Tive uma excelente vida acadêmica, coleciono muitas histórias nesta Instituição, tenho orgulho de ter tido professores renomados, que colaboraram com a profissional que me tornei hoje”, afirmou.

De acordo com a coordenadora do curso de enfermagem do UniFacimed, Teresinha Cícera Teodoro, a instituição oferece para os acadêmicos ainda durante a graduação, uma preparação do que eles vão vivenciar quando se formarem, isso faz com que os acadêmicos já se formem com uma vivência do SUS.

“O estágio propicia ao nosso estudante, o enfrentamento da sua futura profissão estabelecendo artifícios para que lide com as inúmeras situações que podem lhe acometer no exercício da enfermagem, foi exatamente esse caminho que a Edna trilhou, e hoje está representando nosso estado em um nível nacional, o que nos enche de orgulho”, pontuou Teresinha.  

O Conselho Nacional de Saúde, tem a função de fiscalizar, e deliberar por todos as ações da saúde pública no Brasil. Aprovar as contas do Presidente da República, e os gastos e recursos enviados para os estados e municípios. — * Esta mensagem, incluindo seus anexos, tem caráter Confidencial e seu conteúdo é restrito ao destinatário da mesma. Caso você tenha recebido esta mensagem por engano, queira, por favor, retorná-la ao remetente e apagá-la de seus arquivos. Qualquer uso não autorizado, replicação ou disseminação desta mensagem ou parte dela é expressamente proibido.

Fonte: Assessoria

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