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Vacinação “não é uma questão de Justiça”, mas de saúde, diz Bolsonaro

Para presidente trata-se de uma questão de saúde acima de tudo

O presidente Jair Bolsonaro criticou hoje (26) a judicialização sobre a obrigatoriedade da vacinação contra o novo coronavírus. “Temos uma jornada pela frente onde parece que foi judicializada essa questão. E eu entendo que isso não é uma questão de Justiça, isso é questão de saúde acima de tudo, não pode um juiz decidir se você vai ou não tomar vacina”, disse a apoiadores ao deixar o Palácio da Alvorada na manhã desta segunda-feira.

Na semana passada, ao menos três ações foram ajuizadas no Supremo Tribunal Federal (STF), questionando a competência para impor vacinação contra a covid-19 e para que o governo federal seja obrigado a comprar as vacinas e medicamentos que forem aprovados pela Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa). Diversos partidos políticos recorreram à Justiça após Bolsonaro afirmar que a vacinação não será obrigatória no Brasil e que o país não vai adquirir a vacina CoronaVac, desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac Biotech em parceria com o Instituto Butantan.

Por outro lado, o Ministério da Saúde assinou um protocolo de intenções para adquirir 46 milhões de doses da CoronaVac, com o objetivo de ampliar a oferta de vacinação para os brasileiros. O ministério já tinha acordo com a AstraZeneca/Oxford, que prevê 100 milhões de doses da vacina, e outro acordo com a iniciativa Covax, da Organização Mundial da Saúde, com mais 40 milhões de doses.

Bolsonaro citou ainda a notícia anunciada hoje pela Universidade de Oxford e o laboratório AstraZeneca de que a vacina que estão desenvolvendo contra a covid-19 induziu, durante os testes, uma resposta imune tanto em jovens quanto em idosos. Para Bolsonaro, a notícia é promissora, mas é preciso aguardar a publicação dos resultados em revista científica. “O que a gente tem que fazer aqui é não querer correr, não querer atropelar, não querer comprar dessa ou daquela sem nenhuma comprovação ainda”, disse.

Fonte: Fábio Massalli A/B

Saúde planeja incentivo para ações em prol de alimentação saudável

Pesquisa aponta excesso de peso e obesidade na população brasileira

O Ministério da Saúde planeja disponibilizar, ainda este ano, em caráter excepcional e temporário, um incentivo financeiro para qualificação das ações de promoção de alimentação saudável e da atividade física no país. A iniciativa busca reforçar a atenção a pessoas com doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs), e os valores a serem empregados no incentivo ainda estão em estudo.

Divulgada ontem (21), a Pesquisa Nacional de Saúde apontou que o excesso de peso e a obesidade se tornaram mais frequentes na população brasileira entre 2003 e 2019. A pesquisa foi realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com o Ministério da Saúde.

A proporção de obesos na população brasileira aumentou de 12,2% para 26,8% entre 2003 e 2019. No ano passado, 30,2% das mulheres e 22,8% dos homens com 20 anos de idade ou mais tinham índice de massa corpórea (IMC) maior que 30 kg/m2, o que configura obesidade.

O excesso de peso, que se dá a partir do IMC 25 kg/m2, também se tornou mais frequente na sociedade brasileira, passando de 43,3% em 2003 para 61,7% em 2019.

Segundo o Ministério da Saúde, está em preparação o lançamento de ações de qualificação para profissionais de saúde, como o “Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas de sobrepeso e obesidade” e a publicação do “Instrutivo de Cuidado da Obesidade em Crianças e Adolescentes”.

“Nós já vínhamos acompanhando a evolução dos indicadores de sobrepeso e da obesidade, mas agora com esses dados novos temos uma informação real, mensurada, que reforça a necessidade de compromisso do Ministério da Saúde e da sociedade para enfrentamento de um dos principais fatores para doenças de risco, como diabetes e doenças cardiovasculares, entre outras”, disse Eduardo Macário, diretor do Departamento de Análise em Saúde e Vigilância de Doenças Não-Transmissíveis do Ministério da Saúde.

Fonte: Fernando Fraga A/B

Operação da PF mira vice-governador do Amazonas

Investigações apontam fraudes na compra de respiradores

O vice-governador do Amazonas, Carlos Almeida (PTB), é um dos alvos nesta quinta-feira (8) da segunda a fase da Operação Sangria, que investiga desvios em recursos da Saúde no estado. A operação da Polícia Federal, com apoio da Controladoria-Geral da União foi autorizada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR).

Nesta segunda fase, as investigações apontam para o possível envolvimento de agentes públicos do Amazonas nas irregularidades investigadas, inclusive com indícios de recebimento de vantagens indevidas para direcionamento da escolha do fornecedor dos respiradores para tratamento de pacientes infectados pelo novo coronavírus .

Na ação, cinco mandados de prisão temporária e de 11 de busca e apreensão estão sendo cumpridos em Manaus (AM). Entre as prisões decretadas estão a do ex-secretário de Saúde do estado, Rodrigo Tobias, e da ex-secretária executiva da pasta, Daiana de Souza. Há ainda outras três pessoas da cúpula do estado que não tiveram a identidade revelada.

Além de prisão e buscas, as medidas cautelares incluem o sequestro de bens e valores de seis investigados pelos crimes de peculato, lavagem de dinheiro e também por promover a dispensa de licitação fora das hipóteses previstas em lei.

“O Amazonas já recebeu cerca de R$ 546 milhões repassados pelo Fundo Nacional de Saúde (FNS) em 2020. Desse valor, R$ 168.756.854,49 são especificamente para combate à covid-19. A má aplicação desses recursos, em um momento tão delicado como o atual, é extremamente prejudicial para a sociedade, que já está sendo bastante afetada pelos efeitos da pandemia”, diz nota divulgada pela CGU.

Até o fechamento desta reportagem Carlos Almeida ainda não havia se manifestado sobre a operação. Os ex-secretários de Sáude do Amazonas, Rodrigo Tobias e Daiana de Souza, não foram localizados.

Fonte: Maria Claudia A/B

Presidente Laerte Gomes destaca a mudança na Secretaria Municipal da Saúde de Ji-Paraná

Parlamentar afirma que o coronel Vasques tem as condições necessárias para desenvolver um bom trabalho

O presidente da Assembleia Legislativa, Laerte Gomes (PSDB), durante a sessão ordinária desta terça-feira (22), destacou a mudança ocorrida na Secretaria Municipal da Saúde de Ji-Paraná. Na última segunda-feira (21) assumiu o cargo o cirurgião dentista Marcos Vasques, o coronel Vasques. Coronel da Polícia Militar, ele já foi secretário da Saúde em Cacoal e em Vilhena.

“Sugerimos o novo secretário, juntamente com o senador Marcos Rogério (DEM), ao prefeito de Ji-Paraná, Marcito Pinto. O coronel Vasques é alguém com experiência. No momento precisamos de uma pessoa com maior bagagem. O coronel Vasques é conhecido por ser sério e honesto, capaz de estruturar o município nesse momento de pandemia devido ao Covid-19”, disse o presidente Laerte Gomes.

O parlamentar explicou que o coronel Vasques já adiantou as ações que serão implementadas imediatamente em Ji-Paraná, sendo a primeira delas a implantação, no Hospital Municipal, de dez leitos para tratar pacientes com Covid-19. Os profissionais que trabalharão no local já estão sendo contratados e a estrutura começa a funcionar nos próximos dias.

Outras medidas são colocar em funcionamento o tomógrafo para permitir o acompanhamento de pacientes com Covid e a aquisição de medicamentos como azitromicina, cloroquina, ivermectina, zinco e vitamina D para tratamento precoce da doença.

O presidente Laerte Gomes também citou que está sendo planejada uma ação intensiva de consultas especializadas e cirurgias para evitar que o paciente tenha agravamento de sua enfermidade pela suspensão de procedimentos devido ao atendimento ao Covid-19. “Serão duas mil consultas e cirurgias por mês, para atender quem está precisando”, detalhou.

O parlamentar especificou, ainda, que o coronel Vasques iniciou a adequação de todas as unidades de saúde de Ji-Paraná, com isolamento das áreas destinadas a pacientes com Covid, para fortalecer a prevenção.

“O prefeito teve a percepção de trocar o secretário. Damos aqui total apoio ao coronel Vasques devido às ações que ele está desenvolvendo, e prossigo o trabalho de destinar recursos para Ji-Paraná e também para os demais municípios”, finalizou Laerte Gomes.

Texto: Nilton Salina-ALE/RO

Cobertura vacinal na pandemia está abaixo de 60%

Baixa imunização pode trazer problemas para saúde coletiva, diz médico

Com o isolamento social e o medo de comparecer aos serviços de saúde durante a pandemia de covid-19, a cobertura vacinal no Brasil este ano está muito abaixo da meta, com algumas vacinas do calendário básico do Programa Nacional de Imunização (PNI) não atingindo metade do público-alvo esperado.

O alerta foi feito hoje (15) pela Sociedade Brasileira de Imunização (SBIm), durante o lançamento da campanha #CRIE+proteção, para divulgação dos serviços gratuitos dos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (Cries).

O presidente da SBIm, Juarez Cunha, apresentou dados do Data SUS referentes a agosto, segundo os quais nenhuma cobertura para crianças até 2 anos atingiu 60% do público-alvo no período. No caso da hepatite B, estava em 45,35%, da poliomielite, em 51,75% na primeira dose e 45,23% no primeiro reforço e, no reforço da tríplice viral, em 44,34%. E apenas 10% das gestantes tomaram a dTpa no mês passado. Essa vacina protege contra difteria, tétano e coqueluche.

Cunha alertou que a falta de vacina pode trazer complicações importantes para a saúde coletiva, no momento em que se discute a reabertura das escolas e o retorno às aulas presenciais para crianças e adolescentes. “Temos vacinas seguras, eficazes e gratuitas, e o risco é muito grande se continuarmos com cobertura vacinal tão baixa”, disse o médico. Ele enfatizou que os dados são de agosto são preliminares, mas que os números atuais estão na faixa de 60%, o que é muito baixo.

Segundo Cunha, o risco é que todas essas doenças, que estão eliminadas ou controladas, podem retornar, principalmente com o retorno da mobilidade de toda a população e o retorno às aulas. “É muito importante que todas as crianças estejam com a vacinação em dia”, afirmou.

Ele Lembrou que, no ano passado, não se atingiu a meta em nenhuma vacina para até 2 anos, com praticamente todas ficando abaixo dos 85%.

Hesitação

A vice-presidente da SBIm, Isabella Ballalai, ressaltou que, desde 2017, a cobertura vacinal vem caindo, com o aumento do movimento de “hesitação ante a vacina”, o que levou o país ao retorno, por exemplo, do sarampo, com 18 mil casos em 2018, 10 mil em 2019 e de já estar com quase 8 mil registros este ano, apesar da pandemia e do isolamento social.

Para Isabella, é preciso se orgulhar do PNI: “o brasileiro confia na vacina, isso se repete nas pesquisas, mas por conta de todos esses fatores da hesitação, registramos este ano mais de 7 mil casos de sarampo. Como estaria o sarampo se não estivéssemos trancados em casa? O que pode acontecer com a poliomielite com uma cobertura vacinal em crianças menores de 1 ano agora em torno de 50%? Essa doença pode voltar, como voltou o sarampo.”

O médico e divulgador científico Dráuzio Varella, que apresenta a campanha dos Cries, disse que a expectativa de vida no país mais do que dobrou no último século, passando de 35 anos em 1900 para 76 anos atualmente. Varella afirmou que a vacinação é responsável por boa parte desse avanço, ao lado do saneamento básico e das melhores condições de higiene, e condenou veementemente os movimentos contrários à vacinação.

“Você faz o que quiser da sua vida, mas fazer uma propaganda para convencer as pessoas a não levar o filho para vacinar é crime, não tem outra palavra. Você não teve poliomielite porque seus pais o vacinaram. E agora você nega esse recurso para os seus filhos?A gente deveria ter leis muito severas contra esses grupos.”

De acordo com a médica do Crie Martha Lopes, o programa de vacinação brasileiro, criado em 1973, é o maior do mundo e foi responsável pela eliminação da poliomielite no país desde 1994 e da rubéola desde 2015.

Fonte: Nádia Franco A/B

Governo cria grupo para coordenar vacinação contra covid-19

Resolução foi publicada hoje no Diário Oficial


O Governo Federal instituiu um grupo de trabalho interministerial para coordenar a aquisição e a distribuição de vacinas “com qualidade, eficácia e segurança comprovadas” contra o novo coronavírus. A resolução do comitê de crise da Presidência da República foi publicada hoje (10) no Diário Oficial da União.

A coordenação será pelo Ministério da Saúde. O grupo deverá colaborar no planejamento da estratégia nacional de imunização voluntária contra a covid-19 e terá duração de até noventa dias, podendo ser prorrogado por igual período.

Dezenove pessoas farão parte do grupo: três da Casa Civil; um do Ministério da Defesa; três do Ministério das Relações Exteriores; um do Ministério da Economia; quatro do Ministério da Saúde; um do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações; um da Controladoria-Geral da União; um do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos; um da Subchefia para Assuntos Jurídicos da Secretaria-Geral da Presidência; dois da Secretaria de Governo; e um da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Atualmente, quatro estudos de vacinas contra o novo coronavírus estão sendo realizados no Brasil. Em junho, a Anvisa autorizou o ensaio clínico da vacina desenvolvida pela empresa AstraZeneca e pela Universidade de Oxford, do Reino Unido; no dia 3 de julho, o da vacina desenvolvida pela Sinovac Biotech, da China, em parceria com o Instituto Butantan; no dia 21 de julho, o das vacinas desenvolvidas pela BioNTech, da Alemanha, e Wyeth/Pfizer, dos Estados Unidos; e no mês passado, o da vacina da Jansen-Cilag, unidade farmacêutica da Johnson & Johnson.

Nesta semana, entretanto, a AstraZeneca suspendeu os testes globais de sua candidata a vacina após um dos voluntários, no Reino Unidos, apresentar sintomas adversos. Essa vacina é uma das principais apostas do governo brasileiro para a imunização contra a covid-19 no país.

Confira na reportagem da TV Brasil:

Fonte: Agência Brasil

Fundação Pró-Sangue pede que doadores compareçam a postos de coleta

Instituição está operando com 40% da capacidade

A Fundação Pró-Sangue, vinculada à Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo, está operando com estoque baixo e pede que doadores de sangue façam agendamento e compareçam com urgência a um posto de coleta.

A instituição está trabalhando com 40% das bolsas de sangue necessárias para dar atendimento a mais de 100 instituições de saúde da rede pública da região metropolitana do estado de São Paulo. Os sangues do tipo O+ e O- são os mais necessários, já que o estoque existente é suficiente para menos de um dia. Já os tipos A-, B+ e B- são suficientes para um dia e o tipo A+ é suficiente para dois dias.

De acordo com a Fundação Pró-Sangue, por conta da pandemia da covid-19 e do tempo mais frio, a doação de sangue registrou forte queda nas últimas semanas. A instituição faz um apelo para que os doadores compareçam ainda esta semana a um posto de coleta.

“A fundação está muito preocupada com a situação, pois as cirurgias eletivas foram retomadas e a demanda de sangue tem aumentando gradativamente ao longo das últimas semanas”, diz, em nota.

A Fundação Pró-Sangue afirma que a doação é segura e os postos de coleta não oferecem riscos aos doadores, já que estão sendo adotadas medidas de cautela para preservar as pessoas. Para doar é preciso fazer o agendamento pela internet.

Critérios

Doadores no centro de coleta da Fundação Pró-Sangue Hemocentro São Paulo
Centro de coleta da Fundação Pró-Sangue, em São Paulo 

Para doar sangue é preciso estar em boas condições de saúde e alimentado, ter entre 16 e 69 anos (para menores de idade, consultar site da Pró-Sangue), pesar mais de 50 kg e levar documento de identidade original com foto recente, que permita a identificação do candidato.

Recomenda-se também evitar alimentos gordurosos nas 4 horas que antecedem a doação e bebidas alcoólicas, por 12 horas. Se a pessoa estiver com gripe ou resfriado, não deve doar temporariamente. Mesmo que tenha se recuperado, deve aguardar uma semana para que esteja novamente apta à doação.

“Vale lembrar que o coronavírus foi incluído nos critérios de triagem e pode trazer alguns impedimentos para as pessoas que viajaram para o exterior ou tiveram algum contato com a doença. No site da Pró-Sangue é possível se informar das condições para doação em relação a essa infecção”.

Para verificar horário de funcionamento dos postos de coleta basta consultar o site da fundação ou ligar para o Alô Pró-Sangue no (11) 4573-7800.

Fonte: Lílian Beraldo A/B

Profissionais do Cemetron recebem atendimento durante pandemia em Porto Velho

Servidores passam por avaliação de especialistas, como fisioterapeuta, para retorno das atividades

O Cemetron conta com o Núcleo em Saúde do Trabalhador, que já atua a seis anos cuidando da saúde dos servidores, conforme explica a enfermeira e coordenadora do Núcleo, Célia Aparecida Maciel Souza, o Governo tem uma equipe empenhada, que cuida da saúde ocupacional dos servidores principalmente neste período de pandemia.

“No início da pandemia passamos por uma capacitação e adequação às normas de protocolo do Ministério da Saúde e foi aberto um canal de atendimento 24h para cuidar do servidor com sintomas da Covid-19. Os nossos servidores, graças a Deus, estavam bem amparados com médicos especializados”.

A coordenadora esclarece ainda, que quando algum servidor apresenta sintomas, passa por atendimento médico, recebe a medicação da própria farmácia do Cemetron e, dando o resultado positivo para Covid-19, o servidor é afastado das suas atividades para realizar o período de quarentena de maneira correta com isolamento social.

Núcleo em Saúde do Trabalhador atua a seis anos cuidando dos servidores do Hospital Cemetron

De acordo com a coordenadora Célia, ela explica que o servidor recebe toda a assistência necessária do atendimento médico, ambulatório e, caso precise, internação durante o período de afastamento, recebendo também atenção após o retorno às atividades. “ Também temos os atendimentos psiquiátricos e psicológicos para os servidores receberem orientação de como enfrentar essa pandemia durante e depois que ele volte às atividades. Antes do servidor voltar, passa por uma avaliação médica, é observado se houve complicações, e caso tenha será encaminhado para o especialista que necessitar”.

A coordenadora ressalta ainda, que quando o servidor apresenta alguma complicação mais grave na parte respiratória, é atendido pelo pneumologista.

Além dos servidores da saúde, os atendimentos são estendidos para os familiares também.

Para a diretora geral do Cemetron, Stella Zimmerli, garantir o atendimento de nossos servidores, no sentido de fazer exames periódicos de dar assistência também no agendamento de consultas com especialistas, apoio e suporte psicológico e nutricional aos colaboradores é fundamental.

A coordenadora do Núcleo, afirma que desde março foram realizados mais de mil atendimentos aos servidores. Além dos servidores da saúde, os atendimentos também são estendidos para os familiares.

O Núcleo em Saúde do Trabalhador existe desde 2013, cuidando da saúde dos profissionais que atuam na unidade hospitalar com atendimentos médicos durante o período da manhã e tarde. Atualmente, oito servidores atuam no núcleo, entre parte administrativa e médica, que são atendimentos de especialistas como nutricionista, psicólogo, fisioterapeuta, terapia ocupacional. Para algumas especialidades que não têm no Núcleo, o servidor que atua no Hospital Cemetron tem sua consulta agendada na Policlínica Oswaldo Cruz.

Fonte: Sesau

Covid-19: 4 estados brasileiros têm nota máxima em transparência

Mesmo com critérios mais rigorosos, média nacional permanece “boa”

Lançado em maio deste ano, o Ranking de Transparência no Combate à Covid-19 registrou 4 estados com nota máxima em relação às informações sobre os protocolos contra o novo coronavírus. A informação foi divulgada hoje (1º) pela organização não governamental Transparência Internacional, e é o quarto relatório sobre o assunto desde o início da pandemia.

Alagoas, Ceará, Espírito Santo e Rondônia conseguiram marcar a nota máxima em transparência nacional – 100 pontos. Segundo o levantamento, programas de estímulo econômico, doações recebidas e medidas de proteção social são critérios usados para elaborar a lista, além da facilidade em achar dados e informações sobre as medidas tomadas por administradores públicos.

O levantamento mostra que a avaliação das administrações públicas estaduais e municipais é, em média, “boa” ou “ótima”. 

Veja o ranking dos estados:

EstadoPontuaçãoAvaliação
Alagoas100 ptsótimo
Ceará100 ptsótimo
Espírito Santo100 ptsótimo
Rondônia100 ptsótimo
Amapá99 ptsótimo
Mato Grosso do Sul99 ptsótimo
Tocantins98 ptsótimo
Distrito Federal97 ptsótimo
Minas Gerais96 ptsótimo
Rio Grande do Sul96 ptsótimo
Pernambuco95 ptsótimo
Maranhão91 ptsótimo
Paraná89 ptsótimo
Goiás88 ptsótimo
Amazonas87 ptsótimo
Bahia87 ptsótimo
Mato Grosso85 ptsótimo
São Paulo82 ptsótimo
Paraíba80 ptsótimo
Rio Grande do Norte80 ptsótimo
Pará72 ptsbom
Roraima71 ptsbom
Santa Catarina68 ptsbom
Sergipe66 ptsbom
Rio de Janeiro61 ptsbom
Piauí49 ptsregular
Acre38 ptsruim

Dois estados – Piauí e Acre – não foram classificados como “bons” ou “ótimos”. Piauí, com 49 pontos, foi classificado como “regular”. Acre, que está no final da lista, registrou 38 pontos, e tem o índice de transparência classificado como “ruim”. A organização informa que, além das métricas e parâmetros que normalmente são utilizados para o estudo, uma mudança metodológica foi implementada nesta edição. A comparação com edições anteriores é, portanto, inválida.

Na classificação das cidades, o ranking mostra que nenhuma capital alcançou nota máxima. Goiânia, João Pessoa, Macapá e Vitória ficaram empatadas na primeira colocação, todas com 99 pontos. Teresina (PI), com 56 pontos, São Luís (MA), com 52 pontos, Aracaju (SE) com 51 pontos e Maceió, também com 51 pontos, estão no final da lista. Todas constam como “regulares”. Nenhuma cidade foi classificada como “ruim”.

Veja o ranking das cidades:

Capital:PontuaçãoAvaliação
Goiânia99 ptsótimo
João Pessoa99 ptsótimo
Macapá99 ptsótimo
Vitória99 ptsótimo
Porto Velho98 ptsótimo
Rio Branco98 ptsótimo
Manaus97 ptsótimo
Palmas97 ptsótimo
Fortaleza96 ptsótimo
Boa Vista95 ptsótimo
Campo Grande94 ptsótimo
Porto Alegre94 ptsótimo
Belo Horizonte93 ptsótimo
São Paulo92 ptsótimo
Florianópolis89 ptsótimo
Recife86 ptsótimo
Natal85 ptsótimo
Salvador84 ptsótimo
Curitiba83 ptsótimo
Belém78 ptsbom
Cuiabá73 ptsbom
Rio de Janeiro69 ptsbom
Teresina56 ptsregular
São Luís52 ptsregular
Aracaju51 ptsregular
Maceió51 ptsregular

“As novas fases de enfrentamento à pandemia exigirão contínua atenção do poder público para garantir a transparência de suas ações, agora em outras frentes. As cidades, em particular, devem redobrar seus esforços”, afirma Guilherme France, coordenador do ranking, em nota. 

ranking avaliou o desempenho geral do governo como “bom”, com 71 pontos. Segundo o boletim, ainda não há divulgação ampla e fácil de dados de contratos, notas de empenho e documentos que permitam o monitoramento das ações.

Metodologia e robôs

O boletim informa que nesta 4º edição, as metodologias utilizadas foram mais rigorosas e trouxeram mais pontos de avaliação. Entretanto, a média geral permaneceu no mesmo patamar, tendo variado em apenas um ponto – 84 pontos nesta edição contra 85 pontos na edição passada.

O estudo revela ainda que um dos critérios essenciais para formulação do ranking é a possibilidade dos dados estarem disponíveis para a leitura por “robôs” – programas criados para extração massiva de dados que ficam disponíveis abertamente em portais de informação pública. A avaliação também contabiliza o esforço do governo em criar canais para escutar a sociedade sobre as ações em relação à pandemia do novo coronavírus.

Procurado pela reportagem, o Ministério da Saúde ainda não se manifestou sobre o ranking.

Fonte: Pedro Ivo de Oliveira A/B

Pastor Everaldo é preso em ação da PF que investiga corrupção na saúde

STJ também determinou o afastamento do governador Wilson Witzel e a prisão do ex-secretário de Desenvolvimento Econômico Lucas Tristão

Pastor Everaldo foi levado para sede da PF
Pastor Everaldo foi levado para sede da PF

O presidente do PSC e principal articulador do governo Witzel, pastor Everaldo, foi preso na manhã desta sexta-feira (28), em sua residência no Recreio dos Bandeirantes, zona oeste do Rio, em operação que investiga corrupção em contratos da Saúde

Everaldo foi preso na operação Tris in Idem da PF (Polícia Federal) que investiga irregularidades em contratos públicos do executivo do Rio de Janeiro. Ele é acusado de ser o principal articulador do esquema de corrupção envolvendo os recursos destinados à pandemia da covid-19. 

“Everaldo era influente nas decisões da Saúde”, diz Edmar Santos

As autoridades cumprem ainda 17 mandados de prisão, sendo seis preventivas e 11 temporárias, e 72 de busca e apreensão. Além dessas medidas, em outro inquérito, o também ministro do STJ Jorge Mussi autorizou o cumprimento de 12 mandados de busca e apreensão no estado do Piauí, com o objetivo de coletar provas sobre suposto esquema de nomeação de funcionários fantasmas no governo fluminense para desvio de dinheiro público.

O pastor Everaldo foi encaminhado para a sede da PF na região portuária da cidade. Em nota, ele afirmou que sempre esteve à disposição de todas as autoridades e reitera sua confiança na Justiça. 

Fonte: R7