Seagri abre inscrições para o 6º Concurso de Qualidade e Sustentabilidade do Café de Rondônia

A cerimônia de premiação está prevista para acontecer no dia 5 de novembro.

Os cafeicultores interessados em participar do 6º Concurso de Qualidade e Sustentabilidade do Café de Rondônia (Concafé), maior concurso de café robusta do Brasil, já podem realizar a inscrição e concorrer a R$ 346.800 mil em prêmios. O Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), abriu na segunda-feira (31) as inscrições para o concurso que seguem até 13 de agosto de 2021. A cerimônia de premiação está prevista para acontecer no dia 5 de novembro.

As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas on-line, pelo site da Seagri (http://www.rondonia.ro.gov.br/seagri/concafe-2020/) e em todos os escritórios da Entidade de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) nos 52 municípios de Rondônia. A ficha de inscrição segue anexa ao regulamento e deve ser preenchida.

Conforme consta no edital, o produtor deve entregar uma amostra representativa do lote de café participante, com o volume de 3 kg de café pilado, onde deverá estar acondicionada em embalagem de saco plástico transparente, identificada com o nome completo do produtor, Cadastro de Pessoa Física (CPF), telefone de contato e município.

O participante também deve disponibilizar em sua propriedade ou armazém um lote contendo no mínimo cinco sacas de 60 kg de café pilado, homogêneo e equivalente à amostra inscrita neste concurso, e cada participante só poderá inscrever uma amostra (lote) de café, mesmo que possua mais de uma propriedade/lavoura.

Sobre os critérios de avaliação da qualidade do café, todas as amostras inscritas no concurso serão recepcionadas pela organização e passarão por um processo de triagem, em que serão codificadas, com a finalidade de manter em sigilo as informações de origem e nome dos produtores inscritos.

A classificação das amostras será realizada por técnicos indicados pela Agência de Defesa Sanitária, Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron). As amostras poderão enquadrar-se até, no máximo, o tipo 6 (86 defeitos). Já o teor de umidade deverá estar entre 11 e 13%. Nesta edição de 2021, a avaliação de sustentabilidade consistirá somente na aplicação de um formulário contendo questões eliminatórias e classificatórias.

De acordo com o secretário da Seagri, Evandro Padovani, o Concafé é aberto para cafeicultores que produzirem lotes de café robusta (Coffea canephora) no Estado de Rondônia, na safra de 2021. “Estamos iniciando mais uma edição do Concafé, com recordes em premiações e com expectativa de maior número de participação. O intuito é premiar e promover os cafés robustas de qualidade, produzidos com sustentabilidade no Estado. Será mais uma edição de muito sucesso”, discorreu.

O Concafé é uma realização do Governo do Estado, por meio da Seagri, Emater e Idaron, com o apoio de vários parceiros ligados à cafeicultura, como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Câmara Setorial do Café, Federação de Agricultura e Pecuária do Estado de Rondônia (Faperon) e entidades representativas dos cafeicultores, como a Cafeicultores Associados da Região Matas de Rondônia (Caferon).

PREMIAÇÃO

1º Lugar:

Trator Cafeeiro LSR65 Cabinado no valor de R$ 185.500 (cento e oitenta e cinco mil e quinhentos reais);

2º Lugar:

Estufa de Secagem de Café, 12.000 litros, secagem estática, fogo indireto no valor de R$ 110.000 (cento e dez mil reais);

3º Lugar:

Torrador 5kg Standard no valor de R$ 19.000 (dezenove mil reais);

4º Lugar:

R$ 15.000 (quinze mil reais) em crédito para aquisição de produtos na empresa Pinhalense;

5º Lugar:

R$ 10.000 (dez mil reais) em dinheiro;

6º Lugar:

50 toneladas de Calcário;

7º Lugar:

50 toneladas de Calcário.

Fonte: Secom

Safra de arroz plantada cresce e produção mantém expectativa de produtores do Cone Sul

O arroz é a atividade agrícola que mais vem agregando valor dentro do Estado.

A Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), vem prestando todo suporte necessário para que o agronegócio desenvolva sempre resultados positivos. Plantios, colheitas e produção de grãos têm ganhado destaque no Cone Sul e a produção de arroz, cuja colheita está quase terminando, também tem seu espaço nas propriedades agrícolas da região.

Segundo informações da Gerência de Agrodados da Seagri, a área de arroz plantada na safra 2020/2021 voltou a crescer, em relação aos últimos anos, mantendo uma expectativa pelos produtores de que no próximo ano será ainda maior.

Alex Rillie, economista da Seagri destaca que o município de Pimenteiras do Oeste conta com a maior área plantada de arroz do Cone Sul, sendo também o maior produtor: “Os produtores apostam no cultivo do arroz sequeiro, devido aos bons resultados oferecidos pelo clima, solo com qualidade de fertilidade mais alta e regiões argilosas”. A estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), para este ano, é que haja uma diminuição de área plantada e aumento de produção nesta safra, principalmente pela excepcional safra do Rio Grande do Sul, nosso maior produtor.

Diferente do ano passado e diante do cenário vivido, hoje o produto chega a ser vendido pelos produtores do Cone Sul, acima de R$ 90 a saca de 60 kg. Segundo o pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Rondônia, Vicente Godinho, no Estado o arroz é remunerado pela qualidade do produto.

Para este ano, a safra brasileira de arroz 2020/2021 deverá atingir 10,9 milhões de toneladas. De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) o consumo per capita de arroz no Brasil deve ser de 50,9 kg em 2021.

Godinho explica que o arroz em Rondônia é semeado, principalmente, após o plantio da soja e/ou em segunda safra, em sucessão à soja – arroz safrinha, e por ser menos exigente em condições de preparo de solo é considerada uma cultura de abertura de áreas, em conversão de áreas de pastagens. Devido essa questão, as cidades do Cone Sul se enquadram nesse crescimento de produção de grãos com qualidade.

“É importante enfatizar que o arroz é a atividade agrícola que mais agrega valor dentro de nosso Estado, com todo seu processamento e comercialização efetuada por indústrias arrozeiras locais e altamente tecnificadas”, enfatiza o pesquisador.

Contribuindo com o melhor desempenho, o arroz teve R$ 412 milhões na produção. Colaborando com o crescimento do Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de Rondônia que alcançou R$ 18,3 bilhões em fevereiro de 2021, sendo 56,84% maior do que o obtido no mesmo período de 2020.

Fonte; Seagri

Conseleite publica novos preços de referência do leite em RO

A publicação foi divulgada nesta terça-feira (20).

O Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), divulga os novos “preços de referência” para o leite em Rondônia aprovado pelo Conselho Paritário de Produtores e Indústrias de Leite (Conseleite) e publicado na terça-feira (20) por meio da Resolução Abril/2021.    

O relatório com as informações técnicas do preço de referência do leite foi produzido pela Universidade do Paraná Universidade Federal do Paraná (UFPR/FUNPAR), contratada pela Seagri para fazer o levantamento do custo de produção do produtor e das indústrias, com recursos provenientes do Fundo de Investimento e Apoio ao Programa de Desenvolvimento da Pecuária Leiteira de Rondônia (Proleite).    

Conforme mostra o documento assinado pelo presidente Pedro José Bertelli (Sindileite) e pela vice-presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura de Rondônia (Fetagro), Alessandra Costa Lunas, as variações no preço do produto entregue às indústrias de laticínios durante o mês de abril de 2021 são as seguintes: valor de referência do litro de leite padrão, R$ 1,2524 em fevereiro; R$ 1,2560 em março, com variação de R$ 0,0033.

O valor padrão sobre volume de 25 litros/dia se baseia na unidade com 3,30% de gordura, 8,75% de componentes sólidos, 375 ml de contagem de células somáticas; e 325 ml de proliferação bacteriana por contaminação externa, relacionada à higiene na coleta.

Segundo a resolução do Conseleite, os valores de referência da tabela são para a matéria-prima do leite “posto no tanque de resfriamento”, o que significa que o frete de percurso não deve ser descontado do produtor rural. Nos valores de referência está incluso o valor do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural) de 1,5% a ser descontado do produtor rural, uma contribuição previdenciária obrigatória que incide sobre a atividade do produtor rural pessoa física ou jurídica.

O Conseleite Rondônia alertou que outros parâmetros são considerados pelo mercado para estabelecer o valor final do leite a ser pago ao produtor, entre os quais: 1) Fidelidade do produtor ao laticínio; 2) Distância da propriedade até o laticínio; 3) Qualidade da estrada de acesso a propriedade rural; 4)Temperatura do leite na entrega; 5) Capacidade dos tanques de resfriamento de leite da propriedade; 6) Tipos de ordenha; 7) Adicionais de mercado devido a oferta e procura pelo leite na região; 8) Sazonalidade da produção; 9) Condições sanitárias do rebanho; 10) Outros benefícios concedidos pelas indústrias.

O Conseleite é um método matemático para o cálculo mensal do valor de referência da matéria-prima do leite, que promove o entendimento entre os produtores e indústrias, pois a validação acontece por ambas as partes. Serão divulgadas informações para referência da situação de mercado lácteo em geral. Ao longo do tempo, essas informações contribuirão para a melhoria de gestão, tanto das propriedades rurais quanto das indústrias, em áreas de custo de produção, preços de comercialização da matéria-prima e dos derivados.

De acordo com o secretário da Agricultura, Evandro Padovani, o preço referencial do leite será publicado todos os meses. “Após passar a aprovação do preço do leite, a Seagri fará a publicação desse preço. É um valor referencial, não é um preço mínimo e nem um valor que a indústria será obrigada a pagar, mas sim um ponto de referência que a indústria poderá praticar com preço igual, maior ou menor que esse preço indicado”, explicou.

Fonte; Seagri

Valor Bruto da Produção Agropecuária sobe para R$ 18,3 bilhões durante a pandemia em RO

um aumento de 56,84% se comparado a igual período do ano passado.

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), superou expectativas voltadas às atividades do setor agropecuário. Prova disto, é que atualmente, a agropecuária de Rondônia exibe números expressivos: Rondônia alcançou R$ 18,3 bilhões no Valor Básico da Produção (VBP), um aumento de 56,84% se comparado a igual período do ano passado. Esses números indicam o bom desempenho do setor.

“O Governo de Rondônia planejou um VBP de R$ 14 bilhões para o quatriênio 2019-2022, logo, ele já ultrapassou R$ 4 bilhões”, analisou hoje (24) o assessor da diretoria executiva da Seagri, Alex Rilie Moreira Rodrigues, responsável pelo Agrodados, a análise mensal dos setores componentes dessa parte da economia.

Mesmo com a alta do dólar norte- americano, não houve desaceleração do comércio do gado de corte. O VBP de dezembro a janeiro teve um crescimento de 13,14% e de janeiro para fevereiro, o crescimento foi de 3,42%. No mês passado, a arroba estava a R$ 272,50 (a maior cotação no estado) em Chupinguaia, a 700 quilômetros de Porto Velho. Já Machadinho d’Oeste, a 300 Km da Capital, teve a menor cotação, a R$ 210. Rondônia representa 7,16% do VBP bovino do País.

Para o secretário de Estado da Agricultura, Evandro Padovani, a produção diversificada e a pecuária forte estão em ascensão. sendo ainda a mais importante. “A produção de grãos é que vem se destacando hoje no estado, os quais a soja, o milho, o café, o algodão, e também tempos o peixe, o cacau e as florestas plantadas. 

Segundo o Agrodados, a lavoura fechou 2020 com faturamento de R$ 4,9 bilhões, e logo saltou para R$ 6,2 bilhões em fevereiro deste ano, num acréscimo de 22,80% de dezembro para janeiro. E de janeiro para fevereiro aumentou mais 2,08%.

Das exportações de Rondônia em janeiro de 2021, que totalizaram US$ 60,8 milhões referentes a 50,9 mil toneladas de produtos, o agronegócio contribuiu com US$ 5,15 milhões, sobre 21,9 mil t.

Assim, conforme o Agrodados, esse segmento representa 8,46% das exportações  estaduais. A carne bovina fresca se destaca: US$ 60,9 milhões (66%) das exportações, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio em 2020.

Conforme o secretário, no momento os preços das commodities estão em alta em todo o mundo, o que proporciona maior demanda do que ofertas. Isto é importante para nossos produtores se capitaliza e assim investir mais no seu negócio gerando mais empregos e rendas aos municípios, Estado e União”.

Fonte; Seagri

Seagri entrega mais de 400 kits de prevenção à Covid-19 para produtores rurais de Ariquemes

Feirantes da Feira do Produtor receberam álcool em gel, máscara e protetor facial.

A Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), entregou mais uma remessa de kits de prevenção à Covid-19 para feirantes, na quinta-feira (18), desta vez em Ariquemes. Desde o início da pandemia, O governo estadual emitiu notificações recomendatórias para orientar os cafeicultores, feirantes, proprietários de agroindústrias, entre outros sobre a realização das atividades durante esse período, com o intuito de evitar a contaminação pelo novo coronavírus.

Entre as medidas, a Seagri enviou aos chefes do Executivo Municipal de Rondônia uma resolução com recomendações de boas práticas para a continuidade da realização de feiras livres, que devem ser respeitadas para a prevenção de contágio da Covid-19, com o intuito de garantir a continuidade de serviços essenciais para o escoamento da produção familiar e auxílio ao abastecimento da população, bem como de mini e pequenos mercados, comércios e restaurantes.

A Secretaria tem buscado apoio e parcerias para ajudar os produtores da agricultura familiar a continuarem com sua produção e vendas. Na quinta-feira (18), a Seagri, em parceria com uma instituição financeira, Instituto Federal de Rondônia (Ifro) e uma filial de outra instituição financeira, entregou uma remessa de mais de 400 kits de prevenção à Covid-19 contendo álcool em gel, máscara facial e protetores faciais (face Shields), para produtores rurais que trabalham na Feira do Produtor de Ariquemes.

Todas as medidas realizadas são em respeito ao Decreto, para ajudar os produtores com suas atividades, considerando que seus trabalhos são essenciais para garantir a alimentação aos rondonienses.

Fonte; Seagri

Parceria entre Seagri e instituição financeira estimula crédito rural e fortalece o agronegócio

O segmento de pequenos e médios produtores foi o que mais demandou crédito bancário em Rondônia

O Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), tem buscado várias parcerias para ajudar o desenvolvimento do agronegócio no Estado, como por exemplo, novas linhas de crédito rural para produtores realizarem financiamentos.

Em 2020, foram beneficiados mais de 24 mil produtores só no segmento do agronegócio, por meio das linhas de crédito de uma instituição financeira. Na agricultura familiar, por intermédio das linhas do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) do Governo Federal e crédito fundiário, foram investidos mais de R$ 1,1 bilhão. Já na agricultura empresarial foram quase R$ 600 milhões, totalizando R$ 1,8 bilhão de investimentos para o agronegócio de Rondônia.

O segmento de pequenos e médios produtores foi os que mais demandou crédito bancário em Rondônia e que, consequentemente, recebeu maior apoio creditício. Com esses investimentos é possível também atrair empresários para a instalação de indústrias no Estado.

O superintendente da instituição bancária, Edson Lemos, disse que o financiamento está disponível para o produtor que está iniciando seu negócio, ampliando ou para a manutenção dos seus projetos.

O secretário Padovani ainda ressaltou que as linhas de créditos são oportunidades de conquistas e de crescimentos. A Seagri tem recebido um forte apoio do governo no intuito de fazer o crédito chegar ao homem do campo, por meio da assistência técnica e projetos agrícolas e na contratação de 35 técnicos que estão trabalhando junto ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) para a emissão de 16 mil títulos rurais, pelo Projeto Regulariza Rondônia Brasil!.

“Nos próximos anos, Rondônia terá mais investimentos das agências bancárias no setor produtivo. O Estado tem a menor taxa de inadimplência de financiamento rural da região Norte. Vamos continuar buscando o melhor para nossos produtores rurais, para o nosso agro crescer e continuaremos unindo forças para superar os desafios e adversidades e fazer de Rondônia cada vez mais forte”, finalizou Padovani.

Fonte: Seagri

Programa “Peixe Saudável” garante maior qualidade para os mercados nacional e internacional

Peixes cultivados em cativeiros são mais seguros e possuem alto valor nutricional; o tambaqui é o mais procurado

A Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), reforça as ações voltadas para o Programa “Peixe Saudável” em consonância com a Instrução Normativa, que institui o Programa Nacional de Sanidade de Animais Aquáticos de Cultivo-“Aquicultura com Sanidade” para assegurar que o pescado de Rondônia corresponda às exigências sanitárias dos mercados nacionais e internacionais.

O objetivo deste programa é o atendimento especializado ao piscicultor da agricultura familiar em análise de água e de peixes para auxiliá-lo na manutenção da qualidade sanitária dos animais, mediante adoção de boas práticas de manejo.

Segundo destacado pelo secretário da Agricultura, o governo tem fortalecido as medidas para que se invista fortemente junto à Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão rural do Estado de Rondônia (Emater) na aquisição de equipamentos de última geração para ajudar o produtor a criar peixe de melhor qualidade. “Um dos equipamentos são os laboratórios móveis, que colocamos, por meio da Seagri e Superintendência Estadual de Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura (Sedi), para a Emater levar esse trabalho técnico junto ao produtor rural para que possamos acompanhar e certificar a qualidade do peixe em Rondônia”, finalizou.

O Estado de Rondônia ocupa há cinco anos a liderança como maior produtor de peixes nativos do país, sendo o tambaqui a principal espécie produzida em cativeiro, com 90% de toda a produção. Em seguida, vem a jatuarana, com 6%; o pintado, com 2%; e pirarucu, também com 2%. São mais de 80 mil toneladas de peixes produzidas anualmente no Estado, conforme apontam os dados Anuário Peixe BR 2020, da Associação Brasileira da Piscicultura, que valoriza, fomenta e defende a cadeia da produção de peixes no Brasil.

A Seagri divulgou uma nota na semana passada para esclarecer alguns fatos sobre as informações noticiadas recentemente, relacionando o tambaqui à ocorrência dos raros casos da síndrome de Haff, conhecida como doença da “urina preta”. De acordo com a nota, até o momento, não há qualquer publicação científica ou relato da comunidade médica relacionando a doença ao consumo de pescado de cultivo. “Os peixes produzidos em Rondônia, em especial o tambaqui, são cultivados com base na sustentabilidade, com segurança sanitária e acompanhados por profissionais e piscicultores experientes para produzir os melhores peixes”, conforme informa a nota.

A nutricionista ressalta que o consumo de peixe em cativeiro não oferece risco à saúde humana. Os peixes representam uma fonte de proteína de alta qualidade, com menos gordura, os quais estão diretamente associados à saúde humana pelo seu efeito protetor. O tambaqui, peixe mais produzido e consumido em Rondônia, está entre os peixes amazônicos com maior valor nutricional.

Os peixes podem ser consumidos de várias formas de preparo, assado, ensopado, grelhado, cozido e recomenda-se apenas que se evite ou reduza o consumo em forma de frituras. Pode ser inserido na alimentação desde a infância.

Fonte: Seagri


Rondônia ocupa terceiro maior na produção de grãos da Região Norte

Os dados são da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

O Estado de Rondônia é o 14º maior produtor de grão do Brasil e o 3º maior da região Norte do Brasil, segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) de dezembro de 2020.  A previsão para esse ano é produzir 2.408,4 mil toneladas de algodão, amendoim, arroz, feijão, milho e soja.

Os dados da Conab demostram que comparado à safra 2019/2020, que foi de 2.405,3 mil toneladas, o Estado de Rondônia obteve um crescimento de 0,1% na produção. O economista e assessor da Secretaria de Estado de Agriculta (Seagri), Alex Rilie Moreira Rodrigues esclarece que “As condições climáticas, que apresentaram certa instabilidade no início do plantio no verão, em praticamente todas as regiões produtoras agora seguem um ritmo de normatização, e a perspectiva é que os níveis de produtividade apresentem bom desempenho nesta temporada”.

PRODUÇÃO

Segundo o Valor Bruto da Produção (VBP) de Rondônia, no mês de dezembro de 2020, chegava ao valor de mais de 15,2 bilhões de reais obtendo um crescimento de 1,52% quando comparado ao mês anterior. A lavoura corresponde a mais de 4,9 bilhões de reais ( valor de preço de produção) e a pecuária mais de 10,2 bilhões de reais no estado de Rondônia. A lavoura obteve crescimento de 0,93% e a Pecuária 1,82% quando comparado ao mês anterior.

O economista explica ainda que a soja é o maior produtor de grãos. Se comparado à lavoura, produz um total de 1.348.784 toneladas e o valor bruto da produção chega a mais de R$ 2,3 bilhões de reais.  “A soja é o ponto destaque produzido hoje. Conforme a safra 2020/2021, houve uma produção de 1.295 mil toneladas e um crescimento de 5% na produção quando comparada a safra 2019/2020”.

Depois da soja, outro grão de referência e crescimento de produção em Rondônia é o milho com um total produtivo de 948 mil toneladas. Em terceiro lugar se encontra o arroz, com 137 mil toneladas, e em seguida o algodão em caroço com 36 mil toneladas, o algodão em pluma com 14 mil toneladas e o feijão com 3,8 mil toneladas.

Fonte: Secom-RO

Seagri alerta produtores sobre o Cadastro da Agroindústria Familiar em RO

O cadastro tem como objetivo obter o diagnóstico das agroindústrias no estado

Todo produtor deve realizar o cadastro para regulamentar sua agroindústria

A Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), orienta todos os produtores das agroindústrias familiares para que realizem o Cadastro da Agroindústria Familiar do Estado de Rondônia. O objetivo do cadastro é obter o diagnóstico das agroindústrias no Estado, como localização geográfica, produção, regularização, segmento de produção, situação econômica, e produtiva, além de ser uma ferramenta para auxiliar o produtor rural a acessar as políticas públicas da Seagri.

De acordo com a coordenadora de Agricultura Familiar da Seagri, Adriana Afonsina, todos os agricultores familiares, devem realizar o cadastro para regulamentar sua agroindústria. Para os que já possuem, a orientação é que mantenham atualizado, quando houver alterações nas informações agroindustriais, e/ou a cada quatro anos, conforme validade do certificado do Programa de Verticalização da Produção Agropecuária da Agricultura Familiar do Estado de Rondônia (Prove).

Tem direito de participar do cadastro, o produtor de agroindústria familiar que possuir as informações exigidas. O cadastro pode ser realizado por meio físico, através de um técnico da extensão rural, ou pelo próprio produtor de forma on-line, através do link: Cadastro da Agroindústria Familiar

Segundo o secretário da Seagri, Evandro Padovani, a Secretaria tem desenvolvido vários projetos e ações para regulamentar, capacitar e orientar os produtores das agroindústrias familiares do Estado. 

Para fazer o cadastro, o produtor deve informar o endereço de e-mail, o nome da agroindústria, o nome do representante legal da agroindústria, o CPF/CNPJ, o número de inscrição de produtor rural, a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP), o endereço e localização (coordenadas geográficas) da agroindústria, o segmento da Agroindústria, e o segmento do produto e regularização.

Fonte: Seagri

5ª edição do Concurso Concafé será virtual em Cacoal

A transmissão acontecerá no dia 6 de novembro, através de uma live ao vivo pelos canais oficiais da Seagri.

5º Concafé será transmitido ao vivo

A cerimônia de premiação da 5ª edição do Concurso de Qualidade e Sustentabilidade do Café de Rondônia (Concafé), maior concurso de café robusta do Brasil, ocorrerá no dia 6 de novembro, em Cacoal. Em razão da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), o 5º Concafé será transmitido através de uma live ao vivo pelos canais oficiais da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), das 10h às 12h. A cerimônia também será retransmitida no canal oficial do Governo do Estado, secretarias estaduais e todos os parceiros do evento.

O evento contará com a presença do governador do Estado, coronel Marcos Rocha, secretário da Seagri, Evandro Padovani e patrocinadores, e poderá também contar com a presença da ministra da Agricultura, Tereza Cristina. A vinda dela já está na pré-agenda, mas a confirmação se dará nos próximos dias.

Nesta edição do Concafé, 103 amostras foram classificadas como cafés especiais, com mais de 80 pontos, resultado histórico para Rondônia.

Será uma live técnica para divulgar os resultados das premiações, mas ao mesmo tempo descontraída, com atração musical, vídeos contando a história de produção dos cafeicultores, entre outros. Parte da live já foi gravada com a participação dos produtores (protagonistas do evento), e patrocinadores. No decorrer do evento, serão disponibilizadas ferramentas para os cafeicultores participarem ao vivo e mandarem recados.

“O objetivo principal da live é deixar o produtor como protagonista. Estamos preparando esse evento com muito carinho para poder valorizar o trabalho que os cafeicultores fizeram no decorrer do ano de 2020. Agora será o momento final, de entrega dos prêmios”, relatou o secretário da Seagri, Evandro Padovani.

O Concafé é a maior premiação que existe no Brasil para concurso de qualidade de café. Nesta 5º edição, os cafeicultores estão concorrendo a R$ 289 mil em prêmios nas categorias “Qualidade de Bebida” e “Sustentabilidade”, a maior premiação da história do concurso. O ganhador da categoria “Qualidade de Bebida” será contemplado com um trator cafeeiro, no valor de R$ 136 mil. Para o 2º lugar R$ 30 mil em dinheiro e crédito; 3º lugar R$ 15 mil em crédito e 4º lugar: R$ 10 mil em crédito e uma secadora de café, no valor de R$ 98 mil para o cafeicultor ganhador da categoria “Sustentabilidade”.

A cafeicultura de Rondônia ainda é considerada jovem comparada com a agricultura nacional, mas nos últimos anos a cultura avançou e tem colocado o Estado no topo nacional, como um dos maiores produtores de café do país. Conforme informou Janderson, o Concafé é um dos responsáveis por este avanço, pois visa valorizar o trabalho dos produtores de café, além de mostrar o potencial da cafeicultura do Estado.

Fonte: Seagri