Sobre o STF, General, presidente do Clube Militar, afirma… (veja o vídeo)

A corda está muito próxima de arrebentar

O presidente do Clube Militar, general Eduardo José Barbosa, explicou, em entrevista a TV Jornal da Cidade Online, o motivo pelo qual o Clube Militar vem divulgando notas firmes em defesa da ordem democrática no Brasil, questionando a ação de alguns ministros do Supremo Tribunal Federal.

“É uma opinião quase que unânime entre os nossos membros, nossos associados, de que o STF, ou para não dizer a Instituição como um todo, alguns ministros do STF, tem se utilizado e um artifício, de decisões monocráticas, e que às vezes, até por corporativismo, são confirmadas em plenário, que são claramente inconstitucionais. E quando eu digo inconstitucionais, é o mesmo que dizer que são ilegais”, explicou ele.

Segundo o general, as notas emitidas pelo Clube em relação aos acontecimentos recentes, nada mais é do que um reflexo do posicionamento de seus membros, e que informar a população sobre esse posicionamento é uma das funções do Clube:

“Elas sendo ilegais [decisões do STF], o Clube Militar, como eu falei, atendendo aos anseios de seis associados, de que o Clube Militar tem que se posicionar sobre aquele assunto, então a gente procura fazer notas para a gente poder passar para a população em geral aquele pensamento, a maneira como o Clube pensa e como o Clube está vendo essa atuação do STF, particularmente nesses últimos dois anos”, apontou ele.

Indagado sobre uma possível “esticada da corda”, o general foi firme:

“Eu diria que está muito próxima de arrebentar.”

Confira:

Fonte: JCO

Psiquiatras alertam sobre sinais para prevenção ao suicídio

O Conselho Regional de Medicina de Rondônia (Cremero) abordando o assunto com propriedade.

No Brasil, até pouco tempo, o suicídio não era visto como um problema de saúde pública. Entre as causas externas de mortalidade, o suicídio encontrava-se na sombra dos elevados índices de homicídio e de acidentes com veículos, 7 e 5 vezes maiores. No entanto, a necessidade de se discutir a violência, de modo geral, trouxe à tona o problema do suicídio. Os psiquiatras Dr. Humberto Müller, Dr. Aparício Carvalho, Dr. Robinson Machado e Dr. Ivo Lauro Dickow, estiveram reunidos nesta quinta-feira em uma mesa redonda virtual transmitida pelo canal do Youtube do Conselho Regional de Medicina de Rondônia (Cremero) abordando o assunto com propriedade.

De acordo com o médico e também Diretor-Secretário Núcleo de Psiquiatria de Rondônia (NPR), Dr. Humberto Müller, o que se percebeu ao longo dos anos foi que quanto menos se falou sobre o tema mais aumentava os casos. “O Brasil figura entre os dez países que mais registram suicídios. E o mais lamentável dizer é que a maioria dos casos podiam ter sido evitados através da cura ou controle com tratamentos adequados. Quase 100% eram portadores de doenças psiquiátricas ou transtornos mentais, e dados apontam as três mais recorrentes respectivamente, como depressão e transtorno bipolar, dependência química e esquizofrenia”, esclareceu o psiquiatra.

Também presente na conversa esteve o médico psiquiatra e Presidente da Associação Médica Brasileira (AMB/RO), Dr. Aparício Carvalho, que reforçou a importância de tornar público as informações adequadas que envolvem questões de prevenção ao suicídio. “Essa doença é tratável e precisamos quebrar o preconceito tornando o assunto claro e acessível a serviço da população. Essas quatro instituições, Núcleo de Psiquiatria de Rondônia (NPR), AMB/RO, Cremero e Programa de Residência Médica de Psiquiatria do Hospital de Base se unem para tal, na busca de sempre encontrar caminhos e soluções para reduzir os impactos que temos visto na nossa sociedade”, garantiu Dr. Aparício Carvalho.

A visão de dentro do Casulo

O Presidente do Cremero Dr. Robinson Machado relatou sobre o impacto da pandemia na potencialização dos transtornos mentais e que o fato dos ambulatórios dessa e das demais especialidades terem sido suspensos em atenção ao Covid-19, as pessoas foram desassistidas no momento em que mais precisavam. “As pessoas não estão sabendo lidar muito bem com essa situação. Como psiquiatra, na minha concepção, suicídio é a falta de fé e esperança no amanhã. A pessoa sente uma dor tão grande na alma e sem saber externar procura o suicídio como fuga. Em média, 90% não querem morrer, mas querem cessar a dor de qualquer forma. É nesse momento que é preciso esclarecer que existe um caminho e a procura por profissionais capacitados é o melhor a se fazer. Com o retorno dos ambulatórios, temos tentado mostrar que a pandemia veio e está passando. E que precisamos extrair dela a importância de retornarmos para a simplicidade dos momentos e relacionamentos”, acrescentou.

Completando as participações na reunião, o Supervisor do Programa de Residência Médica de Psiquiatria do Hospital de Base Dr. Ivo Lauro Dickow apresentou um comparativo destacando o isolamento social e seus riscos. “O afastamento social, o ‘ficar preso dentro de casa’ como a transformação da lagarta no casulo até vir a ser borboleta, apontou para duas vias: de um lado a de um crescimento positivo de autoconhecimento e reflexão, de outro lado, o reverso em lidar com uma situação tão crítica de problemas existenciais. Os serviços disponíveis e responsáveis pela psiquiatria no nosso Estado no pós pandemia será fundamental para auxiliar as pessoas a saírem de casa, na tentativa de sair leve. Estamos desde já a disposição da população”, finalizou o psiquiatra.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Cremero

Witzel comenta sobre delação de ex-secretário (veja o vídeo)

O ex-secretário de Saúde do Rio, Edmar Santos, está muito perto de fechar um acordo de delação com a Procuradoria-Geral da República (PGR).

Segundo informações, Santos prometeu entregar um conjunto de provas que revelariam a participação do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, no esquema que mandou para a cadeia a cúpula da Saúde no estado.

Em suas redes sociais, o governador comentou sobre este possível acordo de delação e demonstrou estar nervoso perante a situação.

“Com relação às informações divulgadas pela imprensa sobre um possível acordo de delação do ex-secretário Edmar Santos com a PGR, reafirmo, com serenidade e firmeza, o meu compromisso com a população do RJ de governar com ética e transparência”, escreveu.

E acrescentou:

“Minha trajetória de vida fala por mim. Jamais me desviei do caminho da lei e, desde janeiro de 2019, do objetivo de reerguer o nosso Estado. Nem eu e nem ninguém pode ser acusado de qualquer irregularidade sem prova.”

Confira:

Fonte: Jornal da Cidade

Depoimento sobre a conduta do jornalista Oswaldo Eustáquio

Tentavam imputar a mim um ato que coube exclusivamente ao secretário.

Meu primeiro contato com Eustáquio foi quando ele me telefonou para me entrevistar sobre a queda do secretário Alvim (Roberto Alvim, ex-secretário nacional de cultura do governo Jair Bolsonaro).

Eu era chefe de comunicação da Secretaria da Cultura e estava sendo caluniado. Tentavam imputar a mim um ato que coube exclusivamente ao secretário.

Eustáquio foi correto e probo. Ouviu a verdade da minha boca, checou as inúmeras provas e as publicou, deixando claro ao leitor minha inocência. Não ataquei e nem acusei ninguém, apenas me defendi das acusações.

Não digo isso para voltar a um assunto que, espero, está morto e enterrado, mas para deixar claro que tive a melhor das impressões de Eustáquio.

Ele soube me ouvir, soube pesar os fatos, também ouviu outros envolvidos, e só depois publicou sua matéria.

E mais: ele não colocou em minha boca nenhuma palavra que eu não tivesse dito, e nem distorceu ou retalhou minhas declarações, retirando-as de contexto – prática tão comum no jornalismo brasileiro.

Noutras palavras, Eustáquio agiu como o jornalista profissional que é; e não como os blogueiros que o STF protege, a exemplo do proprietário da produtora de ficções The Intercept.

Também me desperta simpatia o fato de Eustáquio se assumir cristão e conservador, não escondendo de seu público sua fé e seus valores. Porque apenas os canalhas dizem que fazem jornalismo “isento”.

Jornalismo nunca é isento. Ou diz a verdade ou mente, e nessas duas ações não há isenção, pois a verdade está com o conservadorismo e a mentira está com o progressismo.

Com o STF em seus calcanhares e tentando alcançar sua jugular, o fato de vagabundos insistirem em chamá-lo de “blogueiro”, negando-lhe a nomenclatura de sua profissão, é o menor de seus problemas.

Porém, Deus abre portas aos seus. Ele ganhou muito mais projeção. Se ele desejar, também tem a carreira política como uma opção; e, ao fim, dez dias na cadeia sem ter cometido crime nenhum apenas enriquece seu currículo, e na mesma medida em que empobrece a biografia de quem o persegue.

Por Marco Frenette

Pressionada por cientistas, OMS “atualiza” entendimento sobre transmissão do Coronavírus

A OMS reconheceu nesta terça-feira (7) “evidências emergentes” de transmissão pelo ar do novo coronavírus.

A Organização Mundial da Saúde sempre manteve firme a posição que o coronavírus dissemina-se principalmente através de gotículas expelidas pelo nariz e pela boca de uma pessoa infectada, que logo caem no chão.

Isso mudou… Ou, pelo menos, foi “atualizado”.

Nesta segunda-feira (7), 239 cientistas de 32 países cobraram, por meio de uma carta aberta, que a entidade atualizasse suas orientações sobre como a Covid-19 se espalha.

Na carta, os cientistas afirmam que o vírus se move pelo ar em gotículas ainda menores que as geradas por espirro ou tosse e, portanto, é capaz de alcançar distâncias maiores do que dois metros em ambientes fechados.

Assim, a OMS reconheceu nesta terça-feira (7) “evidências emergentes” de transmissão pelo ar do novo coronavírus.

“Temos conversado sobre a possibilidade de transmissão pelo ar e transmissão por aerossol como uma das modalidades da Covid-19”, declarou Maria Van Kerkhove, principal autoridade técnica da organização para a pandemia de Covid-19.

Em entrevista ao New York Times, especialistas afirmaram que o comitê de prevenção e controle de infecções da OMS estava desatualizado em relação à transmissão aérea do vírus.

Portanto, em ambientes fechados, o distanciamento de dois metros não é suficiente para evitar a contaminação.

Fonte: O Antagonista

Maduro adverte EUA sobre navegação em águas venezuelanas

“Se você se atrever a realizar ações no mar, o que chamam de ações legais, no mar que corresponde à Venezuela, receberá uma resposta digna dos patriotas da Venezuela”,

O ministro da Defesa venezuelano, Vladimir Padrino López, advertiu nesta quarta-feira (24) os EUA de que, se seus navios entrarem nas águas venezuelanas, receberão uma resposta das Forças Armadas.

Se dirigindo ao almirante Craig Faller, chefe do Comando Sul das Forças Armadas dos EUA, o ministro advertiu: “Se você se atrever a realizar ações no mar, o que chamam de ações legais, no mar que corresponde à Venezuela, receberá uma resposta digna dos patriotas da Venezuela, de nossa Marinha Bolivariana”, assegurou durante um discurso dedicado aos 199 anos da Batalha de Carabobo.

Na terça-feira (23), a Marinha norte-americana anunciou em um comunicado que havia realizado uma ação de “liberdade de navegação, contestando uma reivindicação marítima excessiva da Venezuela”.

“O navio navegou legalmente por uma área sobre a qual o regime ilegítimo de Maduro afirma falsamente ter controle, uma afirmação que é incompatível com o direito internacional”, destacou.

Além disso, comunicado norte-americano indicou que o navio “realizou a operação em águas internacionais fora da jurisdição territorial de 12 milhas náuticas da Venezuela”.

No entanto, Padrino López explicou que o destróier da Marinha dos EUA se aproximou a cerca de 30 milhas da costa norte venezuelana e que Caracas realizou um rastreamento do navio e de sua rota.

“O almirante Faller exibindo sua enorme ignorância sobre o que é o direito do mar, o direito marítimo internacional e as convenções do mar, que foram assinadas pelos países da Organização das Nações Unidas, emite uma declaração cantando vitória por ter navegado na nossa Zona Econômica Exclusiva”, observou.

O ministro, que qualificou a ação como “um ato provocativo” e “próprio de uma atitude arrogante”, reiterou aos EUA que, se estes realizarem operações militares em seu espaço marítimo, receberão uma “resposta contundente” do Exército. “É uma ordem, um mandato constitucional”, assegurou.

Fonte: Sputnik

Comitê Ministerial de Israel apoia projeto de lei sobre maconha e abre caminho para legalização

O Comitê Ministerial de Legislação de Israel aprovou um projeto de lei para legalizar a maconha no país, informou a mídia local neste domingo (21).

projeto agora será encaminhado ao Knesset, o parlamento israelense, para três rodadas de votação, sendo que a primeira está prevista para ocorrer na quarta-feira (24), conforme publicou o jornal The Times of Israel.

O projeto prevê a legalização total da posse e uso recreativo de até 15 gramas de maconha para cidadãos acima de 21 anos e a descriminalização da posse de até 50 gramas, de acordo com o jornal.

Caso seja aprovada, a venda e a compra de maconha para uso pessoal serão legalizadas para pessoas acima de 21 anos e comércios autorizados terão permissão para vender maconha como produto, uma vez que o cultivo doméstico continuará ilegal. O projeto de lei também define novos parâmetros para o uso medicinal da planta.

© AP PHOTO / ABIR SULTANBenjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, durante reunião de gabinete, em Jerusalém, 24 de maio de 2020

“Pela primeira vez na história do Estado de Israel, minha ação legislativa está oficialmente começando a regular o mercado de cannabis”, escreveu no Facebook a legisladora Sharren Haskel, do partido Likud, o mesmo do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu.

Haskel co-patrocinou o projeto junto a Ram Shefa, membro do partido Azul e Branco, informou o jornal israelense. Apesar disso, o projeto enfrentou oposição de membros ultra-ortodoxos do comitê.

No início do mês, Netanyahu divulgou uma declaração conjunta com o co-chefe do governo Benny Gantz, prometendo pressionar pela legalização, além de facilitar o acesso à maconha para uso médico e também para licenças para produtores.

Israel tem avançado na direção de uma maior aceitação da maconha, que já é descriminalizada na maioria dos casos desde 2017, promovendo a pesquisa e o licenciamento de vários dispensários no país.

Fonte: Sputnik