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PF deflagra operação Kawyra no combate aos crimes ambientais dentro de Terra Indígena em RO

Conforme os agentes da polícia, as investigações da Operação Kawyra foram iniciadas depois da “Operação SOS Karipuna”, deflagrada em junho de 2019.

A Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Kawyra, nesta quarta-feira (7), para prender 9 pessoas suspeitas de desmatar e provocar queimadas dentro da Terra Indígena Karipuna, em Porto Velho.

Segundo informações da polícia, a organização criminosa está atuando na região da Terra Indígena Karipuna, no distrito de União Bandeirantes, e é especializada em desmatar, provocar queimadas, lotear e comercializa glebas de terra no interior da reserva.

Polícia cumpre mandados de prisão e apreensão em Porto Velho — Foto: PF/Divulgação
Polícia cumpre mandados de prisão e apreensão em Porto Velho

A operação tem o apoio da Funai e Exército Brasileiro. Ao todo, são cumpridos três mandados de prisão preventiva, seis mandados de prisão domiciliar e doze mandados de busca e apreensão, todos expedidos pela 3ª Vara da Justiça Federal da capital.

De acordo com a polícia, as investigações da Operação Kawyra foram iniciadas depois da “Operação SOS Karipuna”, deflagrada em junho de 2019.

Na ocasião, foi identificado que um grupo utilizava uma associação e uma empresa de georreferenciamento “para iludir supostos compradores de lotes no interior da Terra Indígena Karipuna”, com a falsa promessa de regularização dos terrenos junto aos órgãos responsáveis.

Após os nove suspeitos serem presos, segundo a PF, os mesmos serão levados à sede da PF e encaminhados para o presídio estadual, onde permanecerão à disposição da Justiça Federal.

Fonte: G1/RO

PF combate garimpo ilegal em terras indígenas no Pará

Sistema de monitoramento remoto detectou exploração ilegal

A Polícia Federal (PF) deflagrou a segunda fase da Operação Bezerro de Ouro, informou hoje (28) a instituição. O objetivo foi reprimir garimpo ilegal de ouro no interior da terra indígena Munduruku, no Pará.

Segundo a PF, a ação está no contexto da Operação Verde Brasil 2 – um conjunto de atividades focadas na proteção e preservação da Amazônia e demais biomas, bem como das terras indígenas.

Por três dias seguidos, sexta (25), sábado (26) e domingo (27), a PF partiu de helicóptero para três grandes áreas de garimpo mapeadas dentro da terra indígena Munduruku. Ao final foram inutilizados 20 maquinários de garimpos entre pá carregadeiras, tratores e outros. A PF estima dano de ambiental de aproximadamente de R$ 8 milhões, referente ao período de seis meses.

Participaram da operação cerca de 30 policiais federais. A operação também contou com apoio logístico da Força Aérea Brasileira e do Exército. Houve ainda participação de equipe do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em fiscalizações no interior da terra indígena.

As investigações foram realizadas com o auxílio do sistema de monitoramento remoto contratado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, o programa Brasil Mais, que possibilita o acesso a imagens de alta resolução e alertas diários de detecção de mudanças ambientais com acompanhamento por satélite. Segundo a Polícia Federal, o sistema permitiu a rápida localização das áreas de exploração ilegal.

A PF esclarece que a legislação brasileira não permite a obtenção de lavras garimpeiras dentro de áreas demarcadas como terra indígena.

Bezerro de Ouro

No dia 6 de agosto, a Polícia Federal deflagrou a primeira fase da Operação Bezerro de Ouro, cumprindo seis mandados de busca e apreensão e sequestro de bens contra um grupo apontado como um dos principais atuantes no garimpo ilegal na região.

Fonte: Kelly Oliveira A/B

PF desarticula esquema de exploração ilegal de diamantes em terras indígenas em RO

São expedidos mandados de busca e apreensão em 8 estados.

Extração ilegal de diamantes na Terra Indígena Cinta Larga em Rondônia  — Foto: PF/Divulgação
Local onde acontece extração ilegal de diamantes próximo a Espigão D’Oeste em Rondônia

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (24) a Operação Crassa contra exploração ilegal de diamantes na Terra Indígena Cinta Larga e na Reserva Roosevelt em Rondônia. No total são cumpridos 53 mandados de busca e apreensão no interior de Rondônia, São Paulo, Roraima, Paraná, Piauí, Mato Grosso, Minas Gerais e Distrito Federal.

As pedras preciosas, segundo a PF, são retiradas ilegalmente e passam por avaliação de intermediário até serem vendidas em joalherias — principalmente em São Paulo e no exterior, em países como França, Itália e Suíça.

O esquema, segundo a investigação que começou em 2018, movimenta cerca de US$ 20 milhões por mês.

Os diamantes da reserva estão entre os considerados como mais valiosos do mundo. Entre os alvos da operação estão lideranças indígenas, garimpeiros, intermediários e empresários.

De acordo com a investigação da PF, esses líderes autorizavam a entrada de garimpeiros na reserva. Depois, um intermediador fazia a ponte com um comprador.

Segundo a PF, o trabalho investigativo começou em 2018, com a prisão em flagrante de três pessoas em posse de diamantes. Eles haviam se deslocado de São Paulo a Rondônia para adquiri-las. Na ocasião, admitiram que os diamantes eram da Reserva Roosevelt.

Durante as apuração do esquema foram identificadas as participações de garimpeiros, lideranças indígenas, financiadores do garimpo, avaliadores, comerciantes e intermediadores que estabelecem a conexão entre os fornecedores e o mercado consumidor nacional e internacional.

Entre os crimes investigados estão organização criminosa, usurpação de bens da União e lavagem de dinheiro.

Fonte: G1/RO

PF: Operação Exôdo segue combatendo crimes ambientais no interior de Rondônia

Em umas das operações foram encontrada uma ‘madeireira portátil’ . A teve a participação da PF, Polícia Militar de Rondônia, Ibama e Funai.

PF encontra madeira processada dentro de reserva pela serraria portátil  — Foto: PF/Divulgação
PF encontra madeira processada dentro de reserva pela serraria portátil

A Polícia Federal (PF) deflagra a ‘Operação Exôdo’ desde o começo desta semana. Várias denúncias de extração ilegal de madeira foram divulgada. Em uma das ações foi encontrada Uma ‘madeireira portátil‘ funcionando dentro da Terra Indígena (TI) Tubarão-Latundê, em Chupinguaia (RO). O flagrante aconteceu ontem quarta-feira (8).

De acordo com os agentes da operação, eles cumpriram um mandado prisão temporária em Vilhena (RO), que havia contra um indígena na reserva.

Dentro da Terra Indígena foram localizadas várias áreas desmatadas, além de uma grande quantidade de madeira já serrada e processada pela madeireira portátil. Essa mini-serraria pode ser transportada facilmente por estradas feitas dentro da floresta, sem chamar a atenção de fiscais.

As madeiras encontradas foram processadas na própria reserva pela serraria móvel, que acabou apreendida. A equipe de fiscalização também identificou acampamentos, um trator e dois caminhões utilizados no transporte da madeira furtada.

Toras derrubadas estavam sendo processadas dentro da própria reserva, em RO — Foto: PF/Divulgação
Toras derrubadas estavam sendo processadas dentro da própria reserva, em RO

“Todos os equipamentos encontrados, bem como os acampamentos, foram destruídos ou inutilizados para cessar a prática criminosa”, diz a polícia.

Conforme informações da PF, no momento da saída dos policiais e fiscais do interior da reserva, a equipe se deparou com “barreiras” colocadas na estrada por madeireiros. Várias árvores foram derrubadas para bloquear a passagem dos agentes de segurança.

Logo depois de destruir o maquinário, a PF cumpriu o mandado judicial alvo da operação e localizou o indígena em sua residência. Na casa dele foi achado uma espingarda; o indígena foi autuado em flagrante por porte ilegal de arma de fogo e conduzido ao presídio estadual.

A Operação Êxodo teve a participação da PF, Polícia Militar de Rondônia, Ibama e Funai.

Madeireira portátil é achada funcionando dentro de reserva em RO — Foto: PF/Divulgação
Madeireira portátil é achada funcionando dentro de reserva em RO

Fonte: Rede Amazônica

PF apura desmatamento ilegais e invasões de terra indígenas em Rondônia

Conforme operação Êxodo, madeireiros são alvo, e ação é conjunta com Operação Verde Brasil 2.

PF deflagra operação contra extração ilegal de madeira em terras ...
Madeiras apreendidas durante Operação Êxodo em Rondônia

A Operação Êxodo deflagrada pela Polícia Federal, na manhã desta quarta-feira (8), para prender integrantes de uma organização criminosa responsável pela exploração ilegal de madeiras de Terras Indígenas, principalmente na Terra Tubarão-Latundê, no município de Chupinguaia (RO).

Além do combate à extração ilegal de madeira a operação tem como objetivo preservar as comunidades indígenas que tiveram suas casas ameaçadas e ainda sofreram risco de contágio pelo novo coronavírus.

Serão cumpridos sete mandados de prisão temporária e 32 mandados de busca e apreensão, todos expedidos pela 3ª Vara da Justiça Federal em Porto Velho. Cerca de 90 policiais federais atuam na operação que se estende a várias cidades de Rondônia, incluindo: Vilhena, Chupinguaia, Espigão do Oeste, Ji-Paraná, Cacoal, Colorado do Oeste e Pimenta Bueno.

Até o momento, o dano ambiental contabilizado passa dos R$ 50 milhões, gerados a partir da retirada ilegal de madeiras nobres, resultado do desmatamento de milhares de hectares de áreas da União.

De acordo com as informações da PF, acontece uma ação junto à Operação Verde Brasil 2, com participação da Polícia Militar, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Fundação Nacional do Índio (Funai), que realizam incursão na Terra Indígena Tubarão-Latundê para identificar as áreas destruídas pelos criminosos, assim como para dar cumprimento a mandados de prisão.

Madeiras apreendidas durante Operação Êxodo em Rondônia  — Foto: PF/Divulgação
Operação Êxodo

Durante as investigações, foram constatadas fraudes “que buscavam dar aparência lícita aos produtos florestais explorados ilegalmente, realizando, além do desmatamento das áreas de preservação, diversos outros crimes como inserção de dados falsos em sistemas, falsidade ideológica e lavagem de capitais”.

No esquema criminoso foram usadas empresas madeireiras, na maioria constituídas em nomes de “laranjas”, que utilizavam créditos falsos nos sistemas do Ibama para a comercialização dos produtos.

Os presos, após interrogados na sede da Polícia Federal, devem ser encaminhados à presídios estaduais, e responderão, na medida de sua participação, pelos crimes de organização criminosa, extração ilegal de madeira, falsidade ideológica, inserção de dados falsos e lavagem de dinheiro.

A Operação Êxodo recebeu este nome em referência à prática dos criminosos de migrar de uma Terra Indígena para outra, durante a exploração das madeiras, de modo a dificultar a sua identificação e combate pelos órgãos responsáveis pela proteção ambiental.

Fonte: Rede Amazônica