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Transporte Coletivo de Rondônia paralisam atividades

Segundo a afirmação do Sindicato, trabalhadores estão sem receber há cerca de 3 meses.

Trabalhadores do transporte coletivo de Porto Velho paralisaram na manhã desta segunda-feira (29) toda frota de ônibus da capital.

Conforme o Sindicato da categoria (Sitetuperon), os Motoristas e cobradores estão sem receber há cerca de 3 meses. População amanheceu sem transporte público.

A Secretaria Municipal de Trânsito, Mobilidade e Transportes (Semtran) informou que 100% da frota da capital está paralisada.

“Nós estamos tomando as providências porque não tivemos nenhum comunicado, não tivemos um aviso prévio de 72 horas e estamos resolvendo junto a empresa para ver essa situação. A prefeitura inclusive, por um passivo que tinha em 2017, realizou até pagamentos anteriores para maior equilíbrio à empresa então não sabemos o que tá justificando essa paralisação”, disse Nilton Kisner, secretário da Semtran.

Fonte: Rede Amazônica

Agevisa divulga novas regras de orientação para o transporte público de Rondônia

Orientações servem tanto para as empresas de transporte público, quanto para a população do estado.

Nota visa orientar empresas e usuários sobre medidas de prevenção à Covid-19

O Governo de Rondônia por meio Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), divulgou nesta terça-feira (23), mais um conjunto de medidas de prevenção e controle baixadas através da Nota Técnica nº 1/2020, pela Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), para orientar as empresas do sistema e os usuários do transporte coletivo de Rondônia quanto ao combate da Covid-19.

A agência rondoniense faz lembrar que o serviço de transporte coletivo foi suspenso desde a decretação das medidas de isolamento restritivo, e flexibilizado em seguida. Entretanto, diante do quadro que resiste às medidas de controle, com a proliferação de novos casos de Covid-19 diariamente, o Governo de Rondônia optou por intensificar junto aos gestores das empresas e aos usuários do transporte coletivo, a adoção de medidas de prevenção e proteção, como meio para evitar a disseminação do coronavírus.

ORIENTAÇÕES DA AGEVISA

A Nota Técnica é explícita em relação à limpeza dos ônibus. A orientação é de que após cada viagem (rota), o ônibus deverá voltar à garagem para ser limpo e desinfetado. Por este protocolo, a limpeza deve ser feita com água e sabão neutro ou desinfecção com álcool 70%. A prioridade é para área do motorista, o volante, câmbio de marcha, assento e cinto de segurança, pontos que deverão ser limpos com água e sabão e, em seguida, desinfetados com álcool 70%. A mesma orientação e protocolo se aplica às paredes e superfícies (bancos e poltronas) dos ônibus, móveis e objetos.

Nesta mesma linha, as empresas deverão disponibilizar aos passageiros do transporte coletivo, por meio de banner, cartazes, e outros meios, informações de forma clara e de fácil acesso sobre etiqueta respiratória e prevenção do coronavírus. A Nota Técnica informa também que, em caso de dúvidas, o MS conta com o serviço Disque Saúde, por meio do telefone 136. Para obter maiores informações sobre o novo coronavírus (Covid-19), pode-se acessar o sítio eletrônico do MS, através do endereço https://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/coronavirus.

Aos passageiros (população) a Agevisa orienta a adoção de hábitos de etiqueta respiratória – cobrir nariz e boca com lenço descartável ou braço ao tossir ou espirrar; descartar lenços de papel em lixo apropriado; higienizar as mãos sempre ao deixar o transporte coletivo e ao chegar em casa, antes de realizar qualquer outra atividade; não levar a mão aos olhos, boca e nariz, e usar máscara. O pleno teor do documento e o conjunto das orientações da Agevisa podem ser acessados na Nota Técnica nº 1/2020.

Fonte: Agevisa

Governo publica regras gerais e foca em transporte para prevenir a covid-19

Portaria recomenda medir temperatura para identificar casos suspeitos, mas empresa não é obrigada a testar todos os funcionários para volta ao trabalho

O governo federal publicou no DOU (Diário Oficial da União) desta sexta-feira (19) as orientações gerais para nortear a retomada das atividades econômicas nos Estados e municípios do país. Um dos principais focos é o uso do transporte público para chegar até o trabalho durante a pandemia do novo coronavírus.

A portaria conjunta é assinada pelo Secretário Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Bianco Leal, e pelo ministro interino da Saúde, general Eduardo Pazuello.

Trata-se de um protocolo geral, destinado às autoridades e aos órgãos de saúde locais, que vão decidir depois de avaliarem o cenário epidemiológico e capacidade de resposta da rede de atenção à saúde.

Essa espécie de cartilha era esperada por governadores e prefeitos desde que Luiz Henrique Mandetta era ministro da Saúde.

Uma das recomendações diz respeito ao uso do transporte público durante a pandemia. A portaria orienta o distanciamento social e recomenda evitar a formação de aglomerações e filas, no embarque e no desembarque de passageiros; adaptar o número máximo de pessoas no local, estimular o uso de máscaras, limpeza e desinfecção constante dos veículos, fornecer e estimular o uso de álcool gel e dar preferência por ventilação natural. 

A portaria não obriga a testagem de funcionários para a covid-19 como critério para a volta às atividades. No entanto, as empresas que adotarem o procedimento devem seguir as recomendações do Ministério da Saúde.

Grupo de risco

A portaria orienta que os trabalhadores com mais de 60 anos ou que tenham condições clínicas de risco para a covid-19 devem, prioritariamente, permanecer em trabalho remoto ou em “atividade ou local que reduza o contato com outros trabalhadores e o público, quando possível”. 

De acordo com o texto, o grupo de risco é composto por idosos, pessoas com cardiopatias graves ou descompensadas (insuficiência cardíaca, infartados, revascularizados, portadores de arritmias, hipertensão arterial sistêmica descompensada), pneumopatias graves ou descompensadas (dependentes de oxigênio, portadores de asma moderada/grave, DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica), imunodeprimidos, doentes renais crônicos em estágio avançado (graus 3, 4 e 5), diabéticos, conforme juízo clínico, e gestantes de alto risco.

Casos confirmados no trabalho

Caso funcionários sejam infectados pelo coronavírus, a orientação é de afastamento do doente por 14 dias das atividades presenciais, com apresentação de um documento que comprove a covid-19. O empregador deve assegurar a manutenção do salário durante o afastamento. 

Além de casos confirmados, o afastamento é recomendado para casos suspeitos e pessoas que tenham tido contato com infectados. 

O período de afastamento no último caso deve ser contado a partir do último dia de contato entre os contatantes e o caso confirmado.

A orientação é que as empresas tenham procedimentos de identificação de casos suspeitos, como medição de temperatura na entrada e canais para comunicação com os funcionários, que podem ser realizadas por enquetes, meio físico ou eletrônico, contato telefônico ou canais de atendimento eletrônico. 

A volta ao trabalho fica autorizada com comprovação de exame negativo ou se o trabalhador estiver assintomático por mais de 72 horas. 

Fonte: R7