Lira diz que levará amanhã à CCJ texto da reforma administrativa

Presidente da Câmara promete abrir discussão sobre o tema o quanto antes; ele também voltou a defender auxílio emergencial

 O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), prometeu em seu Twitter levar amanhã, terça-feira (9), o texto da reforma administrativa à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça).

Será, segundo suas palavras, o primeiro pontapé para a discussão da matéria. “Estou me comprometendo a fazer a discussão e levar para o plenário”, afirmou.

A reforma, uma das prioridades apontadas por Lira em sua posse, promete mudar regras para novos servidore públicos, eliminar cargos e reduzir privilégios da categoria.

Lira também defendeu em outro post a retomada dos pagamentos do auxílio emergencial no país. Ele quer discutir com o Senado e com o governo federal a melhor maneira de voltar com o benefício sem comprometer o teto de gastos da União.

Em seu tuíte ele ainda sugeriu um crédito a empresas que criam empregos, mas não deu mais detalhes. 

Fonte: R7

Roberto Jefferson publica no Twitter

Se será difícil para o STF então será maravilhoso para o Brasil

O ex-deputado Federal, Roberto Jeferson, publicou em sua conta oficial no Twitter, nesta quarta-feira (4/2):

-Saiu na imprensa que os ministros do STF esperam “dois anos difíceis” com a aliança entre o presidente Bolsonaro e o “Centrão”.

“Difícil mesmo é aguentar a aliança STF-Rede ou STF- Psol. São alianças com o único propósito de desgastar o governo e fazer o Brasil andar para trás”, escreveu Jefferson.

“Dois anos difícil foram o nosso os pagadores de impostos e alimentando um bando de deputados esquerdistas inúteis e uns vagabundos sem vergonha na cara da justiça”, comentou Josie de Toledo.

“A preocupação aumentou!! Pois a Biakis na CCJ apavorou!! As Casas legislativas precisam se preocuparem com as interferências nas decisões do plenário, inaceitável, chegasse!! Será que o senado e a Câmara se acovardarão e não agirá??! Povão está de Olhooooo e estamos com Bia Kicis e o PR”, escreveu João Cesar Matos.



da Redação/CN

Após impeachment, Trump pede ‘fim da violência’ a apoiadores

Após sofrer derrota na Câmara dos Representantes, presidente dos EUA tentou desencorajar novos protestos no país

Após ter seu segundo impeachment aprovado pela Câmara dos Representantes, o presidente Donald Trump publicou, por meio do perfil oficial da Casa Branca no Twitter, um vídeo em que pede o fim de atos violentos por conta do clima político nos EUA. Em cinco minutos de pronunciamento, ele não mencionou a votação.

Uma semana atrás, uma multidão de apoiadores do republicano invadiu o prédio do Capitólio, sede do Congresso dos EUA em Washington, enquanto acontecia uma sessão conjunta para confirmar os votos do Colégio Eleitoral que deram a vitória ao democrata Joe Biden. Trump acabou processado pela Câmara por ter incentivado o protesto durante um comício.

“Peço a todos que já acreditaram no meu governo que diminuam as tensões, acalmem-se e ajudem a promover a paz em nosso país. Há informações de que novas manifestações estão sendo planejadas nos próximos dias, aqui em Washington e pelo país. (…) Todo cidadão merece ser ouvido, mas em paz, sem violência e sem quebrar as leis”, disse Trump no pronunciamento.

O presidente afirmou também que colocou todas as agências de segurança do país e todos os recursos necessários à disposição para ajudar no combate à violência.

Medidas de segurança

No início da semana, o FBI alertou as forças de segurança de todo o país para a possibilidade de novos protestos violentos por parte dos apoiadores do presidente. Segundo a agência, o monitoramento dos extremistas indica que poderia haver novos ataques ao Capitólio e às sedes de legislativos estaduais em todo o país.

A segurança em Washington será reforçada para a posse do democrata Joe Biden, marcada para a próxima quarta-feira (20), com um contingente de 20 mil homens da Guarda Nacional. Nesta terça, muitos soldados já dormiram nos corredores do Congresso.

Além disso, parlamentares republicanos teriam relatados a colegas democratas que poderiam votar contra Trump no impeachment, mas teriam recebidos ameaças contra suas vidas e as de suas famílias.

Fonte: R7

Hildon Chaves confirma em Twitter que não haverá Carnaval na capital

“O momento que atravessamos exige cautela, responsabilidade e amor ao próximo”, disse o prefeito.

O prefeito Hildon Chaves (PSDB) anunciou que não pretende realizar o carnaval de 2021 em Porto Velho, por causa da pandemia do coronavírus. A afirmação do chefe do executivo foi através do Twitter, nesta quinta-feira (14).

“Devido nossas atuais circunstâncias, informo que não celebraremos o carnaval em Porto Velho este ano, ao invés disso, valorizaremos a vida, para que em breve possamos nos divertir e festejar. Conto com a compreensão e respeito de todos, um forte abraço!”, escreveu Hildon.

Na mesma postagem, Hildon disse reconhecer que carnaval é cultura, alegria, diversão, e gera muitos empregos temporários, porém o momento da pandemia não permite a realização da folia.

“O momento que atravessamos exige cautela, responsabilidade e amor ao próximo”, disse o prefeito.

Fonte: G1/RO

Governo suspende compra de seringas por causa dos altos preços

Em rede social, presidente Jair Bolsonaro afirma que Estados e municípios têm estoque suficiente para o começo da vacinação

O presidente Jair Bolsonaro postou, na manhã desta quarta-feira (6), no Twitter a informação de que o Ministério da Saúde suspendeu a compra de seringas por causa dos preços altos pedidos pelos fabricantes.

O chefe do executivo federal afirmou que os custos das seringas dispararam após o Ministério da Saúde divulgar a intenção de comprar o produto. Por isso, argumentou, a pasta decidiu suspender as aquisições “até que os preços voltem à normalidade”.

No tuíte, o presidente disse ainda que Estados e municípios têm estoque suficiente para começar a vacinação contra a covid-19.

Bolsonaro destacou também que os países que já iniciaram a imunização de suas populações receberam poucas doses de vacina.

“Por volta de 44 países estão vacinando, contudo a Pfizer vendeu para alguns destes apenas 10 mil doses. Daí a falácia da mídia como se estivessem vacinando toda a população”, diz o texto. Na sequência, o presidente lista que um percentual mínimo de moradores desses países foi vacinado: China, 0,31%; Rússia, 0,55%; Reino Unido, 1,39%; EUA, 1,28%…

O presidente declarou também que Estados e municípios têm as seringas necessárias para começar a imunização, “já que a quantidade de vacinas num primeiro momento não é grande”.

Fonte: R7

Sergio Moro e André Mendonça batem boca por Bolsonaro

A discussão foi pelo Twitter.

Depois de criticar a atuação do presidente Jair Bolsonaro no combate à pandemia, o ex-ministro da Justiça Sergio Moro discutiu publicamente, pelo Twitter, com o seu sucessor no cargo, André Mendonça, que saiu em defesa do chefe.

“Vários países, inclusive da América Latina, já estão vacinando seus nacionais contra a covid-19. Onde está a vacina para os brasileiros? Tem previsão? Tem Presidente em Brasília? Quantas vítimas temos que ter para o governo abandonar o seu negacionismo?”, questionou Moro.

Mendonça, que está de férias desde o último dia 23, interrompeu o descanso para rebater o antecessor. “Vi que Sergio Moro perguntou se havia presidente em Brasília? Alguém que manchou sua biografia tem legitimidade para cobrar algo? Alguém de quem tanto se esperava e entregou tão pouco na área da Segurança? Quer cobrança? Por que em seis meses apreendemos mais drogas e mais recursos desviados da corrupção que em 16 meses de sua gestão”, reagiu o ministro da Justiça.

Moro voltou ao Twitter e contra-atacou: “Ministro, o senhor nem teve autonomia de escolher o Diretor da PF ou de defender a execução da pena da condenação em segunda instância (mudou de ideia?), então me desculpe, menos. Faça isso e daí conversamos”.

O ex-juiz que coordenou a Lava Jato em Curitiba se demitiu em 24 de abril, quando acusou Bolsonaro de tentar interferir politicamente na Polícia Federal para proteger familiares e amigos. Moro saiu após o presidente exonerar o diretor-geral da PF, Maurício Valeixo. O caso virou inquérito no Supremo Tribunal Federal que apura se houve interferência indevida da parte do presidente ou denunciação caluniosa da parte do ex-ministro.

Mendonça voltou às redes para responder: “Defendi da Tribuna do STF a execução da pena a partir da condenação em 2ª instância. 2. Rolando Alexandre é o meu diretor da PF, até porque sua gestão tem resultados muito melhores que a anterior”. “Agora, se não por mim, mas por sua biografia e pelo povo brasileiro: por que sua gestão tem resultados bastante inferiores aos da minha gestão?”, questionou.

O ministro da Justiça prosseguiu nas críticas ao antecessor: “Não coloco o Brasil à frente do ego (digo, “biografia”). Trabalho não para dar entrevistas, para dar mais resultados que opiniões, para tirar menos fotos, para tirar mais recursos do crime organizado”. E o indagou por que, depois de ter condenado a Odebrecht, hoje presta consultoria a uma empresa com ligações com o grupo: ““E por falar em escolhas… Por que você escolheu trabalhar para o Grupo Odebrecht?”.

Fonte: Congresso em Foco

Trump acusa oposição de usar fake news sobre coronavírus

Em tweets, presidente disse que estratégia democrata deveria ser crime eleitoral e afirma que Joe Biden esqueceu seu nome em entrevista

O presidente dos EUA, Donald Trump, acusou a oposição de usar fake news sobre a pandemia do novo coronavírus de forma coordenada para ganhar votos em no twitter na manhã desta segunda-feira (26).

Trump diz que seu governo fez avanços contra a covid-19, mas que a mídia do país não está cobrindo seus feitos e disse que as estrategias dos Democratas deveriam ser vistas como crime eleitoral.

Donald J. Trump on Twitter: "To follow Donald J. Trump visit  @realDonaldTrump."

“Nós fizemos um avanço tremendo contra o vírus chinês, mas as fake news se recusam a falar sobre isso tão perto das eleições. Covid, Covid, Covid está sendo usada por eles, em total coordenação, para mudar os nossos números. Deveria ser um crime eleitoral!”, tweetou o presidente. 

“Joe Biden me chamou de George ontem. Não conseguia nem se lembrar do meu nome. Conseguiu uma ajuda do âncora durante a entrevista. O cartel das fake news está trabalhando pesado para cobrir isso!”, escreveu.

Os EUA seguem sendo o país mais afetado pela pandemia, com mais de 8,6 milhões de casos de covid-19 e 225 mil mortes.

Ele afirma que seu rival, Joe Biden, não se lembrava de seu nome, mas que esse deslize estava sendo encoberto pelo “cartel das fake news”, se referindo a mídia. 

Fonte: R7

Maia diz que Salles “resolveu destruir o próprio governo”

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), entrou na briga entre as alas militar e ideológica do governo. Depois de o ministro Ricardo Salles, do Meio Ambiente, chamar o ministro Luiz Eduardo Ramos, da Secretaria de Governo, de “Maria Fofoca”, Maia disse que  depois de acabar com o meio ambiente, Salles agora vai acabar com o próprio governo.

“O MINISTRO RICARDO SALLES, NÃO SATISFEITO EM DESTRUIR O MEIO AMBIENTE DO BRASIL, AGORA RESOLVEU DESTRUIR O PRÓPRIO GOVERNO”, DISSE MAIA EM PUBLICAÇÃO NO TWITTER. 

A fala de Salles, nesta sexta-feira (23), inaugurou uma série de ataques da ala mais radical do governo ao general Ramos, responsável pela articulação política do governo e pela aproximação com o Centrão.

“Não tente fingir que você é a honra viva das Forças Armadas. Você é apenas você mesmo e, cá entre nós, não acredito que isso seja grande coisa”, escreveu Olavo de Carvalho em comentário dirigido ao general Ramos. Filipe Barros compartilhou a mensagem de Salles, disse concordar 100% com ele e levantou a #ChegaDeMariaFofoca.

Fonte: Congresso em Foco

Eleições 2020: TSE anuncia parcerias com Twitter e TikTok para combater desinformação

Plataformas vão facilitar acesso a informações fidedignas nas eleições

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anunciou hoje (2) parcerias com as redes sociais Twitter e Tik Tok para combater a desinformação durante as eleições municipais deste ano.

As plataformas se comprometeram a facilitar o acesso a informações fidedignas sobre o processo eleitoral, destacando-as em resultados de busca, por exemplo.

Durante o anúncio, por videoconferência, o gerente de Políticas Públicas do Twitter Brasil, Fernando Gallo, pediu que os usuários leiam a política de integridade cívica da plataforma, que veda alguns conteúdos relacionados ao pleito.

Ele também frisou que o Twitter baniu em todo mundo a veiculação de anúncios políticos ou eleitorais. “Entendemos que alcance político deve ser merecido, e não pago, portanto, não vamos vender publicidade nessa eleição”, disse Gallo.

O diretor de Políticas Públicas do TikTok no Brasil, Ricardo Tavares, também ressaltou uma atualização nas políticas da plataforma para deixar mais clara a proibição a conteúdo enganoso.

Uma equipe do TikTok deverá ajudar a Justiça Eleitoral a fazer publicações mais eficazes na rede social de vídeos curtos, que é marcada pela presença de um público mais jovem.

Fonte: Nádia Franco A/B

Bolsonaro descarta programa Renda Brasil e continuará com o Bolsa Família

Presidente disse que, até o fim do governo, não vai reformular programa e que jamais vai congelar salários de aposentados ou reduzir auxílio a pobres

O presidente Jair Bolsonaro publicou, no perfil pessoal do Twitter nesta terça-feira (15), que desistiu do programa Renda Brasil, uma ampliação do Bolsa Família e que substituiria o auxílio emergencial, previsto para terminar em dezembro. 

Visivelmente contrariado com manchetes de jornais que diziam que o governo estudava congelar aposentadorias ou acabaria com programa de proteção a idosos, Bolsonaro disse que até 2022 não irá reformular programas e reiterou o que disse há algumas semanas, que não irá tirar do pobre para dar ao paupérrimo”. 

Após a publicação do vídeo, o presidente se reuniu com o ministro da Economia, Paulo Guedes, em compromisso que não estava na agenda de nenhum dos dois.

Presidente Jair Bolsonaro

“Eu já disse há poucas semanas que jamais vou tirar dinheiro dos pobres para dar para os paupérrimos. Quem, porventura, vier a propor uma coisa como essa, eu só posso dar um cartão vermelho para essa pessoa. Gente que não tem um mínimo de coração, um mínimo de entendimento de como vivem os aposentados do Brasil. Vou dizer para vocês. De onde veio? Pode ser que alguém da equipe econômica tenha falado sobre esse assunto. Pode ser. Mas, por parte do governo, jamais vamos congelar salários de aposentados bem como jamais vamos fazer com que o auxílio para idosos e pobres com deficiência seja reduzido para qualquer coisa que seja. Para encerrar: até 2022 no meu governo está proibido falar a palavra Renda Brasil. Vamos continuar com Bolsa Família e ponto final”, afirmou.

A fonte das matérias publicadas nos jornais desta terça nas matérias sobre a proposta de congelamento de salários de aposentados é o secretário especial de Fazenda do ministério da Economia, Waldery Rodrigues. 

Fonte: R7

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