Instituída comissão para avaliar instalação da Faculdade de Direito da Unir

Criação da Faculdade de Direito reduzirá burocracia para criação de cursos de mestrado e doutorado na área

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Porto Velho, RO – O Departamento de Ciências Jurídicas (DCJ) da Universidade Federal de Rondônia (Unir) instituiu na última semana uma comissão para realizar estudos e análise da viabilidade da instalação e criação da Faculdade de Direito da instituição.

De acordo com o chefe em exercício do DCJ, Bruno Valverde, se concretizada a ideia, a Faculdade de Direito será a primeira autônoma da Unir. Ele lembrou que várias universidades públicas tradicionais de outros estados têm faculdades de direito como a USP e a UFPR.

“Com essa criação da faculdade, surge uma autonomia para o departamento de direito, nós poderemos ter abertura de mestrados, doutorados e especializações sem ter toda a burocracia da universidade e isso vai ser benéfico para a sociedade que vai ter acesso a esses cursos de uma maneira menos burocrática”, explicou.

A comissão, formada por seis professores, tem um prazo de 90 das para conclusão das atividades e emissão de relatório técnico, que será apreciado pelo Conselho do Departamento.

Após esta etapa, a criação da faculdade será avaliada pela Reitoria e encaminhada ao Conselho Superior da Unir. Se aprovado em todas as instâncias, a proposta é enviada ao Ministério da Educação (MEC) para execução.

O curso de direito no campus de Porto Velho da Unir começou a ser ofertado em 1986 com o objetivo de formar técnicos em ciências jurídicas. A primeira turma se formou em 1990, quando o curso foi reconhecido pelo MEC.

MPF pede novamente a construção de hospital universitário da Unir

Hospital é de extrema importância para apoiar rede de saúde de Rondônia, que entrou em colapso devido à pandemia da covid-19

O Ministério Público Federal (MPF) realizou novamente na Justiça o pedido para a construção do hospital universitário da Universidade Federal de Rondônia (Unir). A ação civil pública que solicitava a elaboração do projeto do hospital foi ajuizada em 2017, mas as obras nunca foram iniciadas.

Segundo o MPF, a construção do hospital universitário é de extrema importância para apoiar a rede de saúde de Rondônia, que entrou em colapso devido à pandemia da covid-19.

Na ação civil pública ajuizada em 2017, o MPF pedia que a Justiça obrigasse a Unir a elaborar o projeto do hospital e a definir o local de instalação e o método de contratação de seus profissionais.

A Unir teve duas oportunidades para construir o hospital, em 2007 e 2014. Sempre apresentando impedimentos, a universidade chegou a devolver para a União R$ 5 milhões destinados à obra.

De acordo com o procurador da República Raphael Bevilaqua, “se, por disposição constitucional, pela demanda de saúde pública em Rondônia e por necessidade institucional da Unir na formação de profissionais médicos, a existência de um hospital universitário já era evidente, isso torna-se ainda mais necessário a partir da pandemia de covid-19, em que a rede pública de saúde estadual colapsou, o que acarretou na transferência de pacientes para outros estados da Federação”.

Fonte: Assessoria MPF

Semed e Unir se unem em parceria para beneficiar professores da rede municipal

O objetivo da parceria é viabilizar cursos de especialização e mestrado.

A Secretaria Municipal de Educação (Semed), participou de reunião com a reitora da Universidade Federal de Rondônia, Marcele Pereira. A reunião teve como objetivo estreitar as parcerias entre a Unir e a Prefeitura, a fim de viabilizar cursos de especialização e mestrado para os professores da rede municipal de ensino de Porto Velho.

A secretária de Educação, Gláucia Negreiros, acompanhada do secretário executivo, Fabrício Jurado, que representou o gabinete do prefeito Hildon Chaves, falou da expectativa de inserir os professores municipais nesses cursos.

Ele falou da estratégia para melhoria da qualidade da educação. “Precisamos melhorar os índices de aprendizagem e alcançar as metas de alfabetização na idade certa. Para isso precisamos investir em formação de professores, acompanhamento pedagógico, reforço escolar e valorização profissional, garantindo um ensino de qualidade aos nossos estudantes”.

A reitora da UNIR, Marcele Pereira, afirmou o compromisso da instituição em atuar lado a lado com a Semed para apoiar o alcance dos objetivos e contextualizou o trabalho da Universidade nestes primeiros meses de atuação, promovendo o incentivo para a pesquisa e formação.

Segundo ela, o plano de trabalho apresentado pela Semed está em tramitação na Universidade e tão logo se tenha os respaldos jurídicos a parceria será formalizada. A reunião também teve a participação da professora doutora, Rosângela Ilário, da UNIR, que apresentou o projeto de capacitação em alfabetização.

Fonte: SMC

Unir retoma aulas de forma remota em RO

Aulas foram autorizadas somente para cursos de graduação.

A Universidade Federal de Rondônia (Unir) autorizou esta semana o ensino e atividades remotas durante a suspensão emergencial do calendário acadêmico 2020. A medida vale para os curso de graduação. As aulas presenciais estão suspensas desde março por causa da pandemia da Covid-19.

A autorização foi oficializada pela Resolução nº 253, do Conselho Superior Acadêmico (Consea), que deu autonomia aos estudantes e docentes em realizarem, ou não, as disciplinas.

Conforme o documento, a recusa ou impedimento em efetuar matrícula não repercutirá em nenhuma restrição de direitos ao fim da suspensão do calendário acadêmico.

Nesse período a Unir explica que é necessário informar amplamente à comunidade acadêmica os recursos tecnológicos a serem empregados, o cronograma de atividades, o número de créditos correspondentes e as formas de avaliação.

Devem ser priorizados os atendimentos aos estudantes que estão na reta final dos curso, por período e por defesa de TCC.

A resolução entrou em vigor na última quarta-feira (9) e vale para os oito campi, localizados nos municípios de: Ariquemes, Cacoal, Guajará-Mirim, Ji-Paraná, Porto Velho, Presidente Médici, Rolim de Moura e Vilhena.

Coronavírus na Unir

O último boletim sobre ocorrências do novo coronavírus divulgado pela Unir na quinta-feira (10), aponta que 128 servidores e 326 estudantes foram confirmados com Covid-19. Os dados foram computados até 4 de setembro.

Boletim informativo sobre Covid-19 na Universidade Federal de Rondônia — Foto: Unir/Divulgação
Boletim informativo sobre Covid-19 na Universidade Federal de Rondônia

Fonte: G1/RO

Preço médio da gasolina de Porto Velho cai 1,86%, segundo pesquisa da Unir

O preço médio do diesel nos postos de Porto Velho ficou em R$ 3,56, variando de R$ 3,18 a R$ 3,89.

O preço médio do litro da gasolina comum caiu cerca de 1,86% no mês de agosto deste ano, em comparação com julho, segundo levantamento realizado pelo Programa de Educação Tutorial do curso de Ciências Econômicas da Universidade Federal de Rondônia (Unir).

Já em comparação com o mês de agosto de 2019, a queda foi de 7,45%, e no acumulado dos últimos 12 meses o preço diminuiu 7,02%.

De acordo com a pesquisa, o preço médio do combustível ficou em R$ 4, tendo uma variação de até R$ 0,63 entre os postos da capital, indo de R$ 3,76 a R$ 4,39.

O litro do etanol também apresentou queda de 0,67% no mês de agosto, em comparação com julho, e de 5,22% em relação ao mesmo mês do ano anterior. No acumulado dos últimos 12 meses, a queda foi de 4,95%

A diferença de preço entre os postos de combustíveis chegou a 19,24%, sendo R$ 3,27 o menor valor registrado e R$ 3,90 o maior.

O levantamento ainda apontou que o diesel teve aumento de 1,57% no preço médio no mês de agosto de 2020, em comparação com julho do mesmo ano. Em comparação com agosto de 2019, o litro do combustível apresentou uma queda de 7,5%.

O preço médio do diesel nos postos de Porto Velho ficou em R$ 3,56, variando de R$ 3,18 a R$ 3,89.

Fonte: G1/RO

Estudantes de direito da UNIR denunciam tentativa de implantação de ensino remoto sem qualquer diagnóstico preciso e embasamento científico

Nota do Centro Acadêmico de Direito questiona método de “pesquisa” e questionam medida de aulas remotas: “NENHUM ALUNO DEVE FICAR PARA TRÁS”.

Cacoal, RO – O Centro Acadêmico de Direito JURIS, do Campus da Universidade Federal de Rondônia em Cacoal, divulgou “NOTA QUANTO À APLICAÇÃO DE AULAS REMOTAS NO CAMPUS DE CACOAL” em que pontuam uma série de preocupações acerca de uma eventual implantação de aulas remotas naquele campus, como em toda a Universidade. O CAD JURIS, defende que “qualquer tomada de decisões deve firmar o compromisso de atender a todos os alunos, sem exceção, pois esse NÃO é objetivo da nossa UNIR: diferenciar seus discentes, nem mesmo instituir modalidades de ensino que prejudiquem os acadêmicos”.

O CAD Juris, denuncia ainda, que à toque de caixa, querem implantar aulas remotas sem considerar os quesitos necessários para a manutenção da qualidade de ensino. Além disso, defendem a necessidade de que a UNIR, apresente de forma precisa e clara se realizou um mapeamento completo dos estudantes em vulnerabilidade social, com atenção especial aos acadêmicos indígenas e aos discentes que recebem auxílios.

Além disso, a entidade representativa dos acadêmicos de direito questiona a forma genérica como está sendo realizada uma suposta pesquisa naquele campus: não há detalhamento de turmas a serem atendidas, como, será o atendimento e a metodologia utilizada para implementação de aulas remotas. Questionam ainda se o princípio da Universalidade do ensino está sendo respeitado e como se dará os critérios e métodos de avaliação discente.

A preocupação dos estudantes – além da já elencada em ser uma modalidade que excluirá os estudantes sem acesso à internet e em condições de vulnerabilidade – também refere-se a qualidade de ensino, uma vez que a UNIR não estabeleceu formas de garantir “equipamentos e acesso à internet para que os alunos que precisam possam assistir às aulas” e “equipamentos e acesso à internet para que os alunos que precisam possam assistir às aulas”.

Além das justas preocupações, os estudantes de Direito também denunciam que “surpreendidos com um formulário de pesquisa elaborado pela Direção do campus para identificar a possibilidade de ensino remoto”, sendo que o referido formulário apresentava falhas absurdas, como:

1. Ausência de uniformidade dos formulários de pesquisa entre os campi;

2. Ausência do envio de cópia das respostas ao e-mail dos alunos;

3. Título da pesquisa errado;

4. Ausência de campo para informar e delimitar a resposta pelo número de matrícula do aluno (o que possibilita que o mesmo indivíduo responda o formulário mais de uma vez, usando e-mail e nome diferentes);

5. Ausência de transparência e esclarecimento inicial dos alunos quanto ao teor da pesquisa, de modo formal (não concordamos com o envio de áudios de WhatsApp para esclarecer dúvidas nem com o repasse de informações por meio de outros alunos: quem deve esclarecer as dúvidas é o diretor do campus, com as formalidades que cercam a relação administrados e Administração, até mesmo para atender ao princípio da transparência e da informação);

6. Não observância ao princípio da publicidade da Administração Pública, visto que a pesquisa não consta no site do próprio campus, do Departamento de Direito e dos demais Departamentos;

7. Não observância ao princípio da impessoalidade da Administração Pública, visto que os meios de divulgação da pesquisa que foram eleitos confundiam-se com opiniões pessoais (como no exemplo da não utilização do site ou e-mail institucional. Ressalta-se o repúdio a qualquer forma de intimidação e pontuamos que qualquer posicionamento de servidores deve ser dado em locais pessoais e não em canais de divulgação de informações oficiais e que exigem a devida impessoalidade);

8. Ausência de opção para quem não tem acesso à internet responder a pesquisa no campo “Como é seu acesso à internet” (isso dificulta o mapeamento dos alunos que precisam e a organização de políticas direcionadas a essas pessoas);

9. O questionário limita-se ao acesso, não questionando a qualidade do mesmo, ou seja, não é possível aferir se a qualidade permite uma condição adequada para acessar o ensino remoto.

A Nota, enviada a todos os departamentos da UNIR e ao Conselho Superior encontra-se em anexo.

Fonte: DCE UNIR

Preço da Cesta básica de Porto Velho cai em junho conforme o levantamento

Segundo a pesquisa, no comparativo entre junho de 2020 e junho de 2019, o aumento foi de 2,18% no preço médio da cesta.

O preço da cesta básica em Porto Velho caiu 5,58% no mês de junho se comparado com maio deste ano. O levantamento divulgado na segunda-feira (6) foi feito pelo Programa de Educação Tutorial (PET) da Universidade Federal de Rondônia (Unir).

Conforme a pesquisa, no último mês o preço médio da cesta passou de R$ 391,33 para R$ 369,49. Dos 12 itens pesquisados, cinco tiveram aumento, sendo o leite o que teve a maior variação relativa de preço.

  1. Leite: 6,39%
  2. Carne: 6,00%
  3. Arroz: 4,50%
  4. Açúcar: 3,20%
  5. Farinha: 1,04%

Sete produtos sofreram redução do preço médio:

  1. Tomate: – 37,91%
  2. Manteiga: – 6,71%
  3. Feijão: – 3,83%
  4. Banana: -1,47%
  5. Óleo: – 1,04%
  6. Café: – 1,66%
  7. Pão: – 0,24%

Ainda segundo a pesquisa, no comparativo entre junho de 2020 e junho de 2019, o aumento foi de 2,18% no preço médio da cesta, tendo o feijão ficado com a maior alteração nos preços, de 58,61%, e o tomate a maior queda, de -50,84%.

Tiveram aumento:

  • Feijão: 58,61%
  • Carne: 26,48%
  • Farinha: 22,74%
  • Óleo: 22,46%
  • Arroz: 22,01%
  • Açúcar: 21,16%
  • Leite: 9,41%
  • Banana: 9,37%

Tiveram queda:

  • Tomate: -50,84%
  • Manteiga: -17,54%
  • Café: -5,83%

Fonte: G1-RO