Movimento LGBT agora quer obrigar o uso da camisa 24 pela seleção

O grupo agora quer obrigar a Confederação Brasileira de Futebol usar o número 24 no uniforme, ainda nesta Copa América, sob pena de multa de R$ 460 mil. Absurdo

O Grupo Arco Íris de Cidadania LGBT não se deu por satisfeito, após cobrar a CBF em ação na justiça (semana passada) e receber a resposta da entidade de que a não utilização da camisa de número 24 pelos jogadores da seleção na Copa América era apenas uma opção do jogador Douglas Luis, que, por atuar no meio campo, preferia um número que terminasse em “5” e que não se tratava de um ato de preconceito.

Com uma nova ação, impetrada nesta segunda-feira (5), o grupo agora quer que a Confederação Brasileira de Futebol obrigue o uso do número 24 no uniforme, ainda nesta Copa América, sob pena de multa de R$ 460 mil, ou o equivalente a 5% do que a entidade receberá da Conmebol por participar de competição. Dinheiro que segundo o Arco Íris “seria destinado a projetos sociais no campo da diversidade”.

A Ação que corre na 10ª Vara Cível da Capital do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), e aguarda decisão do juiz Ricardo Cyfer.

“Forçoso concluir que o jogador Douglas ou qualquer outro que compõe a seleção saberia afirmar a simbologia histórica construída sobre o número 24, tornando inconteste que o mesmo diga que é somente uma escolha deliberada, sem razão de fundo”, diz o texto da liminar.

Os advogados da CBF reforçaram o que já haviam dito na primeira ação:

“Por regra da CONMEBOL, Copa do Mundo, Olimpíada só se convocam, respectivamente, 23 jogadores para os dois primeiros e 22 para os jogos olímpicos. Logo, a questão tem que ser decidida AGORA, na Copa América, pois permitiu-se inscrever acima de 23 jogadores. A informação quanto à referida liberalidade é contraditória. O Jogador Douglas é meio campo, Ederson é goleiro, o terceiro da seleção. Aqui não se discute”

A organização LGBT, entretanto, insiste que o número 25 seria destinado à defesa, e que o meio campo seria do número 28 em diante, em claro desconhecimento do que é costume no futebol, e quer obrigar Douglas a trocar de número na partida final, marcada para o próximo sábado (10), no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro.

Mais esta ação absurda do grupo Arco Iris, leva à pergunta de qual será o limite do ativismo ideológico no Brasil?

Vale lembrar que a própria ação de obrigar, a qualquer custo, com coação e extorsão, alguém a cumprir sua vontade ou determinação, é justamente a atitude autoritária e ditatorial que eles tanto dizem combater.

Eis o resultado mais extremo das décadas da esquerda no comando do país.

Mourão é diagnosticado com Covid, mas passa bem e inicia uso da hidroxicloroquina

Vice-presidente foi diagnosticado com a doença neste domingo (27) e segue em isolamento no Palácio do Jaburu, em Brasília 

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, passa bem nesta segunda-feira (28) de acordo com nota da assessoria de comunicação da vice-presidência. Ele foi diagnosticado com covid-19 neste domingo (27) após apresentar dores no corpo, dor de cabeça e febre baixa. 

Ainda de acordo com a nota, Mourão iniciou o tratamento por recomendação médica com os medicamentos faz uso de hidroxicloroquina, nitazoxanida (Annita), azitromicina e remédios para dor e febre. Ele segue em isolamento no Palácio do Jaburu. 

Leia abaixo a íntegra da nota: 

VICE-PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

Nota Informava nº 14/2020/VPR-ASCOM

Assunto: Estado de saúde do Vice-Presidente da República
Antes de ter sido diagnoscado com Covid-19, o Vice-Presidente da República, Hamilton
Mourão, apresentou mialgia (dor no corpo), cefaléia (dor de cabeça) e febre, que não passou de 38 graus, o que o levou a fazer o exame, confirmando o teste posivo no dia de ontem (27).

De acordo com a recomendação médica, faz uso de Hidroxicloroquina, Annita,
Azitromicina e sintomácos (remédio para dor e febre).
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O estado geral de saúde do Vice-Presidente da República é bom, encontrando-se em
isolamento na residência oficial do Jaburu.

Brasília, 28 de dezembro de 2020.

Atenciosamente,
Assessoria de Comunicação Social da Vice-Presidência

Fonte: R7

Imóvel financiado poderá ser usado como garantia de novo empréstimo

Medida provisória foi regulamentada pelo CMN

O Conselho Monetário Nacional (CMN) regulamentou medida provisória que permite que um imóvel financiado possa ser usado como garantia de um novo empréstimo com o mesmo banco do financiamento inicial. Essa é mais uma medida para ajudar a aumentar a liberação de empréstimos pelos bancos, em meio à crise gerada pela pandemia de covid-19.

Foi criada a possibilidade de oferecer um mesmo bem para garantir mais de uma operação de crédito (alienação fiduciária com compartilhamento do bem). Com isso, diz o Banco Central (BC), respeitado o valor total do bem, um mesmo imóvel poderá servir como garantia para mais de uma operação de crédito perante um credor, o que deverá diminuir os juros para o tomador do empréstimo.

Pela regulamentação, as condições da nova operação de crédito têm que ser melhores ou iguais à anterior, ou seja, a taxa de juros não pode ser superior à da primeira operação. O prazo deve ser igual ou inferior ao remanescente da operação de crédito original.

Nessa operação, haverá custos com cartório. Mas podem ser incluídos no novo empréstimo: custos cartorários relativos ao registro e à averbação do título ou ato constitutivo, declaratório ou translativo de direitos reais sobre o imóvel; custos do serviço de transmissão de informações para fins de registro eletrônico, caso contratado pelo mutuário; valor do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI); e valor do Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF).

Mesmo com os custos com o cartório, o chefe do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro do BC, João André Calvino Pereira, disse que o registro será mais simples. “Esse novo empréstimo estará dentro da mesma estrutura de financiamento em vigor. Tem que passar pelo cartório, mas já está dentro da estrutura definida. Haverá alteração [da alienação fiduciária no cartório], mas é mais simples”, disse.

O cliente bancário também poderá pedir portabilidade de crédito e fazer essa operação.

Em caso de inadimplência, disse Pereira, o banco pode executar a garantia, levando o imóvel a leilão, assim como faria em uma operação de financiamento imobiliário tradicional.

A regulamentação do CMN já está valendo e agora cabe aos bancos decidir pela oferta desse tipo de crédito.

Fonte: Lílian Beraldo A/B