Presidente Alex Redano acompanha a visita do ministro da Saúde e pede mais vacinas para Rondônia

Deputado ainda agradeceu à bancada federal e ao Ministério da Saúde pelo socorro ao Estado, evitando falta de oxigênio hospitalar

O presidente da Assembleia Legislativa, Alex Redano (Republicanos), participou nesta quinta-feira (03) de uma reunião com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, em Porto Velho, com a presença da bancada federal e de outras autoridades de Rondônia.

No encontro, Redano aproveitou para solicitar do ministro uma atenção especial com o Estado, para que sejam enviadas mais doses de vacinas, para garantir uma maior abrangência na vacinação.

“Sabemos que é preciso atender a todos os Estados, mas acredito que é possível que o ministro, com a sua vinda, possa ter uma atenção especial com Rondônia e mandar mais doses de vacina para atender a nossa população. O ministro foi sensato em responder que é necessário seguir o plano nacional, mas seguimos acreditando que a vacinação vai seguir avançando, renovando a nossa esperança em volta gradativa à normalidade”, ponderou Redano.

O deputado aproveitou para agradecer ao ministro por ter socorrido a rede de saúde de Rondônia, quando houve uma crise no oxigênio hospitalar. “Com a atuação de nossa bancada federal, que acionou o Ministério, foram enviados cargas extras de oxigênio, repondo o nosso estoque e garantindo que não faltasse o produto, que é essencial para o tratamento de pacientes com covid-19 e outras enfermidades”, acrescentou Redano.

Fonte: Assessoria

OMS autoriza uso emergencial da CoronaVac

Aval da entidade para imunizante da Sinovac dá possibilidade de que ele seja incluído no programa Covax Facility

A OMS (Organização Mundial da Saúde) aprovou nesta terça-feira (1º) o uso emergencial da vacina anticovid Sinovac (CoronaVac), a segunda vacina de fabricação chinesa a receber luz verde da entidade depois da desenvolvida pela Sinopharm, no início de maio.

É o sexto fabricante a entrar na lista de uso de emergência, depois das vacinas da Pfizer (a primeira a fazê-lo), Moderna, AstraZeneca, Johnson & Johnson e Sinopharm.

A aprovação para uso de emergência dá a essas vacinas a possibilidade de entrar no programa Covax Facility, criado pela OMS em cooperação com outras agências para distribuir doses equitativas e de baixo preço de vacinas anticovídeos em todo o mundo.

“O mundo precisa desesperadamente de múltiplas vacinas contra covid-19 para lidar com a enorme desigualdade de acesso em todo o mundo”, disse a diretora-assistente da OMS, Mariângela Simão, em comunicado.

Fonte: R7

‘Os EUA não irão doar vacinas ao Brasil’, afirma Queiroga

Em audiência na Câmara dos Deputados, o ministro da Saúde afirmou que o esforço é para antecipar a entrega das vacinas

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, comentou sobre a manifestação do presidente norte-americano, Joe Biden, sobre a intenção de doar vacinas contra covid-19 a outros países.

Queiroga avaliou positivamente a promessa, mas afirmou que no caso do Brasil, “sendo pragmático”, os EUA não irão doar as vacinas, “até porque o Brasil comprou essas doses das indústrias americanas”, afirmou.

De acordo com Queiroga, o esforço nas tratativas com o país não pleiteia a doação de vacinas, destacando sua conversa com o secretário de Saúde dos EUA, Xavier Becerra, Queiroga afirmou que seu esforço é para antecipar a entrega das vacinas compradas com farmacêuticas americanas como a Pfizer e Johnson & Johnson “e propor algo com as indústrias americanas”.

Queiroga participou na manhã desta quinta-feira, 26, de sessão conjunta das comissões de Fiscalização Financeira e de Defesa do Consumidor da Câmara.

Fonte: R7

Prefeitura de Porto Velho diz que somente faz o uso da vacina Pfizer em grávidas

 Estudos confirmam que a vacina não gera risco para gestante. Ministério da Saúde autoriza somente a Pfizer/BioNtch para este grupo.

A prefeitura de Porto Velho informou, na manhã desta terça-feira (11), que a vacinação contra a Covid em grávidas não será interrompida. A reiteração foi feita horas depois da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitir uma nota recomendando a suspensão imediata da aplicação da vacina AstraZeneca em grávidas.

O município de Porto Velho informou que tem feito uso apenas da Pfizer/BioNtech em grávidas e nunca utilizou a AstraZeneca para esse grupo.

“Desde o início, a indicação do Ministério da Saúde foi apenas o uso da Pfizer/BioNtech”, diz a prefeitura.

A prefeitura também afirma que, na capital rondoniense, nunca houve relatos de eventos adversos envolvendo grávidas vacinadas contra a Covid.

Recomendação da Anvisa

Na noite de segunda-feira, através de uma nota técnica, a Anvisa recomendou que a vacina AstraZeneca não seja usada em grávidas e que a orientação é seguir “o Programa Nacional de Imunização (PNI) a indicação da bula da vacina AstraZeneca e que a orientação é resultado do monitoramento de eventos adversos feito de forma constante sobre as vacinas Covid em uso no país”.

A Anvisa, no entanto, não relatou nenhum evento adverso ocorrido em grávidas no Brasil. O texto diz ainda que “o uso de vacinas em situações não previstas na bula só deve ser feito mediante avaliação individual por um profissional de saúde que considere os riscos e benefícios para a paciente”.

A bula atual da vacina contra Covid da AstraZeneca, porém, não recomenda o uso da vacina sem orientação médica.

Fonte: Comdecom

Rondônia recebe 7.500 doses de vacina CoronaVac

Lote foi enviado às regionais de saúde neste domingo (9); veja como foi a distribuição pelo estado.

O governo estadual enviou, neste domingo (9), mais 7.500 doses da vacina CoronaVac aos municípios de Rondônia. A carga com os imunizantes foi entregue na tarde de sábado (8).

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), essas novas doses serão destinadas para pessoas de 60 a 64 anos que aguardavam a 2ª dose da CoronaVac e aos profissionais da Força de Segurança e salvamento e Forças Armadas (2ª dose)

Abaixo, veja como foi feita a distribuição das doses neste domingo:

Doses entregues para cada regional de saúde

RegionalQuantidade
Porto Velho2.230
Ji-Paraná1.850
Cacoal650
Vilhena750
Ariquemes1.020
Rolim de Moura1.000
Fonte: Agevisa

Chega em Rondônia primeira remessa da vacina Pfizer

Foram entregues 46.500 doses da vacina AstraZeneca.

Rondônia recebeu na tarde desta segunda-feira (3) o primeiro lote da vacina Pfizer contra Covid-19. No total são 3.510 doses. O carregamento chegou em Porto Velho por volta das 16h. Também foram entregues 46.500 doses da vacina AstraZeneca.

A Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) informou que vai seguir as determinações do Ministério da Saúde, portanto inicialmente a vacina da Pfizer será aplicada em moradores da capital com comorbidades.

A partir desta semana são administradas três vacinas no estado: a CoronaVac produzida no Brasil pelo Instituto Butantan, a AstraZeneca fabricada no país pela Fiocruz e agora a desenvolvida pela empresa alemã BioNTech em parceria com a farmacêutica norte-americana Pfizer.

As doses da Pfizer precisam ser armazenadas em caixas com temperaturas entre -25°C e -15°C por, no máximo, 14 dias. Ao chegarem às salas de vacinação, as doses devem ser mantidas a uma temperatura que varia entre 2°C e 8°C, e precisam ser aplicadas na população em um período de até cinco dias.

Devido ao pouco tempo de armazenamento, as doses estão sendo disponibilizadas apenas para as capitais. Também por isso, os distritos de Porto Velho não receberão doses dessa vacina.

Grupos prioritários

O governo divulgou os grupos prioritários que irão receber a primeira dose da vacina Pfizer:

  • pessoas com síndrome de down (18 a 59 anos);
  • pessoas com doença renal em terapia de substituição – diálise – (18 a 59 anos);
  • gestantes e puérperas (mães com bebês de até 45 dias) com comorbidades (18 a 59 anos);
  • pessoas com comorbidades (55 a 59 anos) e
  • pessoas com deficiência permanente cadastradas no Programa de Benefício de Prestação Continuada (55 a 59 anos).

Fonte; Agevisa

Rondônia deve receber primeiro lote da vacina Pfizer na tarde desta segunda-feira

As 3.510 vacinas da Pfizer destinadas ao Estado vão contribuir com a vacinação de pessoas com comorbidades

Rondônia ganha reforço para imunizar a população contra a covid-19: o primeiro lote da vacina Pfizer chega ao Estado na tarde desta segunda-feira (03), com 3.510 imunizantes, inicialmente para atender a população de Porto Velho.

De acordo com Ana Flora Gehardt, diretora geral da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) é uma determinação do próprio Ministério da Saúde que as doses sejam aplicadas em moradores das capitais. “As doses estão destinadas para contribuir com a imunização de pessoas com comorbidades, moradoras das capitais. Os próximos lotes devem chegar, também, aos demais municípios”, adianta.

A vacina Pfizer recomenda um intervalo de 12 semanas entre a primeira e a segunda dose, ou seja, um período de três meses. A estratégia de vacinação seguirá aos critérios desenvolvidos pela secretaria de Saúde do município de Porto Velho. “Os vacinadores anotam na carteira de vacinação, a data certa para o retorno, quando deve ser aplicada a segunda dose”, lembra Ana.

A Pfizer requer refrigeração diferenciada para o seu armazenamento, principalmente se for reservada por longo período. Para que sua validade aumente para seis meses, por exemplo, os imunizantes precisam ser armazenados em temperaturas que variam entre -80ºC e -60ºC. O Ministério da Saúde enviará para Rondônia, freezers para comportar as vacinas para que assim, elas possam ser distribuídas, também, nas Regionais de Saúde do interior do Estado. Como em Porto Velho as vacinas serão aplicadas no período inferior a 14 dias, os imunizantes podem ser armazenados à temperatura de -25ºC a -15ºC, ou seja, dentro das características atendidas pela Rede de Frio instalada na capital de Rondônia.

Somados à Pfizer em Rondônia estão sendo administradas vacinas CoronaVac (Butantã) e AstraZeneca (Fiocruz), de ambos os laboratórios como primeira e segunda doses.

GRUPOS PRIORITÁRIOS

Os grupos prioritários que irão receber a primeira dose da vacina Pfizer são compostos por: pessoas com síndrome de down (18 a 59 anos); Pessoas com doença renal em terapia de substituição – diálise – (18 a 59 anos); gestantes e puérperas (mães com bebês de até 45 dias) com comorbidades (18 a 59 anos); pessoas com comorbidades (55 a 59 anos) e pessoas com deficiência permanente cadastradas no Programa de Benefício de Prestação Continuada (55 a 59 anos).

Fonte: Agevisa

Acompanhe a chegada do 1º lote da vacina da Pfizer-BioNTech

Carregamento vindo da Bélgica chega por via aérea em Campinas

primeiro lote de 1 milhão de doses de vacinas da Pfizer chegou hoje (29) no aeroporto internacional de Viracopos, em Campinas (SP), por volta das 19h30. Segundo o Ministério da Saúde (MS), as doses deverão ser usadas prioritariamente nas capitais em razão das condições específicas de armazenamento, que precisa ocorrer em temperaturas muito baixas.

De acordo com o MS, os entes federados receberão as doses de forma proporcional e igualitária. Os frascos serão entregues em temperaturas entre -25ºC e -15ºC. A conservação, nessa faixa de temperatura, pode ser feita apenas durante 14 dias. Se mantidas em temperaturas de armazenamento entre 2ºC e 8ºC, da rede frio dos estados, o prazo para aplicação das doses diminuiu para cinco dias.

Acompanhe ao vivo:


Em razão das especificidades dessa vacina, o ministério informou que enviará ao estados as doses em duas etapas. Cada uma delas terá 500 mil doses e será referente, respectivamente, à primeira e segunda doses que cada cidadão deverá receber. Até serem despachadas aos entes da federação, as doses ficarão a -85ºC em 16 super geladeiras do Centro de Distribuição Logístico do Ministério da Saúde, em São Paulo.

“É uma logística específica para essa vacina por conta da cadeia de frio. Mas o Sistema Único de Saúde do Brasil está preparado para distribuir a vacina da Pfizer e todas as outras que forem aprovadas pela Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária]”, destacou o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, nas redes sociais do ministério. 

O governo brasileiro comprou 100 milhões de doses do imunizante da Pfizer. Em março, em reunião com a farmacêutica, o MS apresentou a previsão de que até junho seriam entregues 13,5 milhões.

Fonte: Agência Brasil

Senado deve votar quebra de patentes de vacinas contra covid-19

Na pauta também está uma proposta que proíbe o reajuste anual de medicamentos durante a pandemia.

O Senado deve votar nesta quinta-feira (29) o Projeto de Lei (PL) 12/2021 que permite a quebra de patentes de vacinas, testes de diagnóstico e medicamentos de eficácia comprovada contra a covid-19 enquanto vigorar o estado de emergência de saúde. Na pauta também está uma proposta que proíbe o reajuste anual de medicamentos durante a pandemia e outra que impede a suspensão da educação presencial nas escolas e universidades.

No caso das patentes, o projeto libera a produção de imunizantes, remédios e insumos sem necessidade de observância dos direitos de propriedade industrial enquanto durar o estado de emergência de saúde. Os titulares de patentes ficam obrigados a ceder ao poder público todas as informações necessárias para a produção de vacinas e medicamentos para o enfrentamento à covid-19.

Os senadores também podem votar o PL 5.595/2020, da Câmara, que impede a suspensão de aulas presenciais em escolas e universidades durante a pandemia de covid-19. Para isso o projeto inclui o ensino entre serviços essenciais, de suspensão vedada.

Outro projeto da pauta (PL 939/2021) proíbe o reajuste anual de medicamentos enquanto perdurar o estado de emergência em saúde pública. A proibição será aplicada retroativamente a qualquer reajuste de feito em 2021, mas não geraria direito a restituições de pagamentos já realizados.

Fonte: Congresso em Foco

TCE investiga contrato de aquisição da vacina contra Covid-19 pela Prefeitura de Porto Velho

O tribunal de contas alega que a documentação apresentada relacionada ao contrato de aquisição está incompleta, e passará por uma equipe de inspeção técnica.

A Prefeitura de Porto Velho negocia a compra de 400 mil doses da vacina Oxford/AstraZeneca, contra a Covid-19, com a empresa Ecosafe Solutions. A informação foi confirmada nesta segunda-feira (19) pelo Tribunal de Contas de Rondônia (TCE-RO). O anúncio das negociações foi feito há mais de um mês e o nome da empresa ainda não havia sido divulgado oficialmente.

O presidente do TCE-RO, Paulo Curi Neto, pediu que uma equipe de auditores fiscalize a aquisição de vacinas e de insumos. Essa equipe solicitou no dia 17 de março que a prefeitura enviasse todos os documentos relativos à negociação para análise técnica.

Após diversos atrasos, o TCE diz que no dia 30 de março foi enviada a cópia do contrato assinado entre a Prefeitura de Porto Velho e a empresa Ecosafe Solutions. A empresa, conforme consta na cópia do contrato enviado à Corte, atua como representante da farmacêutica Oxford/AstraZeneca no Brasil.

Porém, a documentação foi apresentada de maneira incompleta e os auditores pediram mais uma vez todos os comprovantes relacionados à compra, inclusive a cópia integral do processo administrativo.

O município enviou os novos documentos no dia 16 de abril. Eles atualmente passam por análise da equipe de inspeção e a opinião técnica preliminar está prevista para ser emitida até a próxima sexta-feira (23).

Na última quarta-feira (14) houve uma reunião com representantes da prefeitura e Tribunal de Contas de Rondônia. Na ocasião, o município afirmou que “o processo está avançado, que a entrega das vacinas está prevista para 15 de maio”.

Nessa reunião os auditores voltaram a destacar a necessidade de transparência no processo de aquisição.

Na mesma reunião, a prefeitura da capital declarou que abriu conta bancária para depositar R$ 20 milhões — o valor das vacinas — mas o pagamento ainda não foi realizado, pois a abertura da conta foi solicitada pela empresa Ecosafe Solutions apenas para comprovar a existência do capital.

Declarou ainda que, segundo o contrato, o pagamento será feito por meio de carta de crédito 10 dias após o despacho da mercadoria no aeroporto de Londres, atestado por empresa certificadora contratada pela empresa Ecosafe Solutions.

Até esta segunda-feira (19), a carta de crédito ainda não foi apresentada à Corte de Contas para análise dos termos.

O Tribunal alegou que os termos da carta de crédito precisam estar redigidos de forma que “assegure que o pagamento somente será efetivado após o efetivo recebimento da mercadoria em Porto Velho e a efetiva comprovação de que os imunizantes correspondem às vacinas fabricadas pelo laboratório Oxford/AstraZeneca”.

Conforme a prefeitura disse ao TCE, a qualidade das vacinas será garantida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) durante o desembarque da carga no aeroporto de Guarulhos, com o apoio do despachante aduaneiro contratado pelo município.

Afirmaram, ainda, que estão negociando com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para que haja certificação da qualidade dos imunizantes assim que as doses chegarem em Porto Velho.

Fonte: G1/RO

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