Polícia tenta capturar presos que fugiram da área externa de presídio enquanto trabalhavam no Vale do Jamari

Um dos presos em fuga é o réu Jamiro Alves acusado de matar fazendeiro em 2017.

Dois presos conseguiram fugir enquanto trabalhavam na área externa do Centro de Ressocialização Jonas Ferreti, em Buritis (RO), no Vale do Jamari. A fuga aconteceu na última sexta-feira (19) e Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) disse nesta quinta-feira (25) que eles seguem foragidos e a polícia tenta recaptura-los.

De acordo com a Sejus, Jamiro Alves e Leocir de Jesus Santos, ambos do regime fechado, trabalhavam do lado de fora do alambrado da unidade montando tubos de metal para bueiros, em um projeto em parceria com o executivo municipal.

Durante os trabalhos, os detentos “adentraram na capoeira e tomaram rumo ignorado”, conforme informa a secretaria.

A Sejus informou ainda que diligências foram realizadas na tentativa de recaptura, mas não houve sucesso “devido à mata fechada e a extensa capoeira nos entornos da unidade”.

De acordo com a secretaria responsável pela administração do presídio, providências já foram tomadas, como uma apuração do fato na corregedoria e trabalho da equipe de inteligência em conjunto com a Polícia Civil para recapturar os foragidos.

Quem tiver informações sobre o paradeiro dos foragidos, deve entrar em contato por telefone com a PM (190) e Polícia Civil (197).

Um dos presos foragidos é Jamiro Alves, réu por homicídio qualificado, por ter matado um fazendeiro na região do Vale do Jamari. O crime ocorreu no dia 5 de agosto de 2017.

Segundo a denúncia do Ministério Público Estadual (MP-RO), a vítima Lindalto Alves de Lima chegava em sua propriedade na Zona Rural de Alto Paraíso (RO), quando foi surpreendida por Jamiro Alves.

Escondido em um matagal, ele e um comparsa dispararam várias vezes contra o fazendeiro e ainda desferiram golpes de faca contra ele. O crime ocorreu a mando de Inri Câmera, que segundo o MP, pagou R$ 20 mil a Jamiro pela execução.

Em 2019, o juiz da 1ª Vara criminal decidiu que Jamiro e o comparsa Juarez deveriam ser julgados no Tribunal do Júri. A sessão de julgamento ainda não foi marcada.

Fonte: G1/RO

Doses de vacina contra poliomielite em Ji-Paraná e Ariquemes acabam

Ação no município do Vale do Jamari é alterada.

As doses da vacina contra a poliomielite acabaram em Ji-Paraná e Ariquemes. O município do Vale do Jamari, por exemplo, precisou alterar a data do “Dia D” de vacinação para 24 de outubro. O Dia Nacional da Vacinação ocorre no sábado (17) em todo país.

Em Ji-Paraná, a reposição das doses deve acontecer na próxima semana, mas o setor de imunização não informou quantas serão enviadas.

As 600 doses que foram disponibilizadas pelo Governo de Rondônia acabaram no município nesta semana. As primeiras imunizaram 12% da meta de vacinação contra a poliomielite. O objetivo é vacinar sete mil crianças menores de 5 anos. A campanha de multivacinação para atualizar o cartão de vacina na cidade segue em curso.

No caso de Ariquemes, município do Vale do Jamari, a data do “Dia D” de vacinação precisou ser alterada para o dia 24 de outubro por causa da falta da dose.

Segundo a gerência de Vigilância em Saúde, para a campanha que começou no último dia 6 de outubro, a cidade recebeu apenas 500 doses que deram para dois dias de vacinação. O município tem cerca de 5 mil crianças na faixa etária que precisa ser vacinada.

A previsão é de que o Ministério da Saúde envie para Rondônia mais doses da vacina dia 22 de outubro.

Vacina contra a poliomielite

  • A vacina é oferecida o ano inteiro em todos os postos de saúde.
  • Uma criança deve tomar ao menos três doses da vacina para estar imunizada: 1ª dose aos 2 meses; 2ª dose aos 4 meses; 3ª dose aos 6 meses.
  • Há um reforço da vacina aos 15 meses. Nesse reforço, são administradas duas gotinhas.
  • O Ministério da Saúde realiza campanhas nacionais duas vezes ao ano. Mas a vacina pode ser aplicada a qualquer momento.

Fonte: Rede Amazônica

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