“Gilmar Mendes é uma vergonha para o Judiciário brasileiro”, afirma deputado (veja o vídeo)

O ministro Gilmar Mendes não profere decisões judiciais

Em entrevista concedida ao programa “Os Pingos nos Is”, da Jovem Pan, na segunda-feira (5), o deputado federal Cabo Junio Amaral (PSL-MG) criticou a postura do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, de confrontar a decisão do recém-chegado à Corte, Kassio Nunes Marques, em liberar cultos e missas em todo o país, em caráter liminar, proferida no sábado (3).

“O ministro Gilmar Mendes não profere decisões judiciais. Profere decisões políticas, estritamente, políticas”, acusou o parlamentar.

Junio Amaral disse ainda que Mendes não tem disposição para promover a verdadeira Justiça.

“Ele (Gilmar Mendes) está empenhado apenas em tornar Lula elegível, em defender o advogado (Cristiano Zanin Martins) do maior criminoso da história deste país”, afirmou.

E continuou em suas constatações:

“O Gilmar Mendes é uma vergonha para o Judiciário brasileiro”, concluiu.

Apesar da Constituição garantir o direito ao culto religioso, em meio à polêmica criada por Mendes, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, definiu que o plenário julgará, nesta quarta-feira (7), uma posição definitiva a respeito da liberação ou não da realização de cultos ou outras práticas religiosas, presencialmente, durante a pandemia da Covid-19.

Confira o vídeo:

Fonte: JCO

A vergonha de Freixo, o abandono da bancada da fé e as denúncias de Silas Malafaia (veja o vídeo)

Silas Malafaia lembrou, que o próprio Edir Macedo, foi preso há quase três décadas, por perseguição política e religiosa

O deputado federal Daniel Silveira foi detido no dia 16 de fevereiro, após decisão polêmica do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, que mandou prender o parlamentar após a veiculação de um vídeo no qual ele emite opinião a respeito de ministros da corte.

Vale lembrar que o art. 53 da Constituição Federal de 1988 garante aos congressistas o direito de se manifestar livremente.

No dia 14 de março, o ministro Alexandre de Moraes determinou que o deputado federal Daniel Silveira vá para a prisão domiciliar e seja monitorado com tornozeleira eletrônica. Moraes negou o pedido de liberdade provisória do parlamentar e estabeleceu uma série de restrições a Silveira.

O deputado só poderá exercer o seu mandato na Câmara de forma remota, não poderá deixar sua residência, está proibido de receber visitas sem prévia autorização judicial e de ter contato com os investigados nos inquéritos dos atos antidemocráticos e das fake news.

No segundo episódio da série Os 364 Contra a Liberdade de Expressão, produzida pela TV Jornal da Cidade Online, descortinamos mais um pouco dessa história.

Durante a votação na Câmara, que manteve a prisão do deputado, alguns parlamentares relembraram a tentativa de invasão do STF, em 2014, por membros do MST, o Movimento dos Trabalhadores sem Terra, episódio que ficou conhecido pela violência, no qual o prédio foi apedrejado e 30 policiais saíram feridos, sendo 11 em estado grave.

Na época, seis dos atuais 11 ministros já ocupavam suas cadeiras. E ninguém no colegiado ou na grande imprensa acusou os agressores de prática de terrorismo.

Voltando aos dias atuais, os 364 parlamentares que votaram pela manutenção da prisão de Daniel Silveira não serão esquecidos, inclusive deputados ligados à Igreja Universal. O pastor Silas Malafaia lembrou, em uma live, que o próprio Edir Macedo, fundador da igreja, foi preso há quase três décadas, por perseguição política e religiosa. Mesmo assim, parece que esse fato foi esquecido pelos pares no caso Daniel Silveira.

Indignado, o pastor também fez questão de citar os deputados da Assembléia de Deus, a igreja que comanda, que colaboraram pela manutenção da prisão. Entre eles, Gutemberg Reis, João Campos, Silas Camara, Paulo Ferreira Costa, e outros mais. Alguns poucos deputados evangélicos se manifestaram a favor da soltura de Silveira: Marcos Feliciano, professor Jaziel, Sóstenes Cavalcante, Marcelo Brum e Otoni de Paula.

E é preciso lembrar ainda o espetáculo deprimente exibido por parlamentares de esquerda, no dia da votação. O deputado psolista Marcelo Freixo evocou a memória de Marielle Franco, e acusou Daniel Silveira de crime de ódio, esquecendo-se, entretanto, de suas próprias agressões, entre elas, por exemplo, quando disse que Bolsonaro é o esgoto do sistema político e ainda que teriam que destruir este governo. Claro, ele falou isso sem ser importunado por mandados de prisão ou processos no Conselho de Ética da Câmara, protegido pela mesma imunidade que negou ao colega de oposição.

O Jornal da Cidade Online, de olho na Constituição e sempre exigindo o cumprimento da lei, doa a quem doer, vai continuar acompanhando e trazendo as novidades do caso Daniel Silveira.

Confira:

Fonte: JCO

Vergonha: 364 deputados assinaram o atestado de óbito da democracia

A Câmara dos Deputados desceu mais um degrau, provavelmente o mais baixo de sua história, ao ratificar e atestar subserviência ao poder autoritário do STF, no dia 19.

Precedente histórico: daqui pra frente, a Câmara é puxadinho do STF.

Triste Brasil.

Numa sessão – ou crucificação medíocre – mal puderam esconder o objetivo combinado, o de julgar o CONTEÚDO do vídeo de Silveira, e não o que realmente deveria ser, a LEGALIDADE da ação do STF.

Cachorrinho abanando o rabo enquanto ainda tem rabo.

O precedente aberto permitirá – e é um consolo – que o STF prenda ou desprenda quem quiser entre os deputados, basta querer.

Qualquer um deles, agora, está sujeito à sanha autoritária e ditatorial do STF, basta desafiá-los.

A lama de Brasília hoje se espalha pelo país.

Como brasileiro, apenas, sem vinculações direitistas, bolsonaristas, esquerdistas, centristas e especialmente radicalismos, sinto hoje uma profunda vergonha desses políticos.

O Brasil não merece isso, de forma alguma.

Finalmente, as vias legais – para quem fala tanto em legalidade – foram jogadas na lata do lixo.

Se houve ofensa de Silveira, legalmente deveria ser julgada pela Comissão de Ética.

Ilegal e arbitrariamente, o que os deputados endossaram, um homem julgou, condenou e prendeu.

A vergonhosa sessão na Câmara transcende em muito o simples julgamento da legalidade da prisão de um deputado.

Foi uma definição de poder.

A partir de agora, já se sabe que quem manda na bagaça é o STF.

Sem canhão, tomaram o poder.

E ponto.

O precedente aberto permitirá – e é um consolo – que o STF prenda ou desprenda quem quiser entre os deputados, basta querer.

Qualquer um deles, agora, está sujeito à sanha autoritária e ditatorial do STF, basta desafiá-los.

A lama de Brasília hoje se espalha pelo país.

Com sangue nos olhos, cegos pela mediocridade e vontade de atacar o inimigo, que supostamente defendeu o AI-5, os deputados afiançaram algo muito pior: uma ditadura judiciarista escancarada.

E pior: condenaram todo o povo brasileiro a ela.

A visão limitada, embotada e alienada dos deputados ficou mais do que clara.

Essa sessão histórica irá para os livros – especialmente por se tratar da defesa de um de seus pares – como uma das mais degradantes da existência da Câmara.

Vimos, pasmos, um poder se ajoelhar a outro docilmente enquanto hipocritamente esbravejava pela ‘independência de poderes.’

Esquerda, direita, centro, seja o que for, foram lesados e estão sujeitos a partir de agora, não à lei, mas à vontade de 11 ministros.

Se os bons – poucos, raros – jamais terão voz na cidadela malcheirosa, como vimos, vou usar o direito que ainda me resta – ainda – e a partir de agora não voto mais.

E viro um defensor ferrenho – nunca imaginei – do voto nulo.

Não compactuo mais com filho da puta.

Confira:

VOTACAO

Foto de Marco Angeli Full

Por Marco Angeli Full* | https://www.marcoangeli.com.br

*Angeli é Artista plástico, publicitário e diretor de criação

VERGONHA: Presidente do Senado arquiva todos os pedidos de impeachment contra ministros do STF

No total, existiam 38 pedidos de impeachment contra os magistrados e o procurador-geral da República

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM), arquivou todos os pedidos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e todos contra o Procurador-Geral da República (PGR), Augusto Aras. A informação é do O Globo.

A decisão tomada por Alcolumbre aconteceu em 22 de dezembro, último dia do ano legislativo. No total, existiam 38 pedidos de impeachment contra os magistrados e o procurador-geral da República.

Foram rejeitadas 36 denúncias contra os ministros do STF e duas contra o PGR, todas apresentadas durante a gestão de Alcolumbre.

O principal alvo dos pedidos de impeachment era o ministro Alexandre de Moraes e o jurista Modesto Carvalhosa foi quem mais ingressou com ações de impedimento. Foram cinco contra ministros e uma contra Aras.

Vereador petista vota contra o próprio projeto e passa vergonha na Câmara (veja o vídeo)

Na última semana, uma cena um tanto inusitada chamou a atenção dos Brasileiros.

O vereador de Ilhéus, na Bahia, Carlos Augusto Cardoso da Silva, conhecido como Augustão do PT foi o protagonista.

Durante a apresentação de projeto acerca do fornecimento de internet em escolas e órgãos públicos, Augustão pediu a palavra e foi firme em sua declaração:

Presidente, pela ordem! Eu entendo que esse projeto visa à inclusão digital, mas eu tenho a preocupação porque quem vai custear esse projeto?”

O petista mostrou-se preocupadíssimo com o custo e por este motivo votou contra.

Aí é que acontece o mais interessante…

Em seguida, o presidente da Câmara fez uma observação no mínimo constrangedora:

“O autor do projeto é Vossa Excelência!”.

Visivelmente envergonhado, Augustão não acreditou no aviso, porém o presidente mostrou a assinatura do vereador como o autor da proposta.

“Eu vou retirar o meu projeto, vou analisar e vou reapresentar“, disse o petista.

Isso é coisa do PT…

Confira:

Fonte: Jornal da Cidade

Nikolas Ferreira faz feminista passar vergonha e é “censurado” nas redes (veja o vídeo)

Em suas redes sociais para debater com feministas e tentar entender as suas percepções de mundo.

Conservador assíduo na web, Nikolas Ferreira, tem cada vez mais incomodado a esquerda que prega “valores” errôneos e tenta impor ideologias e hipocrisias.

Nikolas tem promovido “lives” em suas redes sociais para debater com feministas e tentar entender as suas percepções de mundo.

Cada discussão promovida tem sido um circo de horror, onde o diretor do Direita Minas destrói todos os argumentos das feministas e faz as ‘empoderadas’ passarem vergonha ao vivo.

Confira:

Recentemente, Nikolas publicou este trecho acima de um dos debates com uma feminista e, segundo alega, foi censurado no Facebook e no Instagram, e teve sua conta suspensa por supostamente praticar “Bullying e Assédio”.

Nikolas fez uma live em seu canal no Youtube e disse estar temeroso quanto às denúncias feitas pela esquerda em suas redes e por consequência pode acabar perdendo suas contas.

“Surreal! Eu simplesmente não posso mostrar que uma feminista tá passando vergonha. Eu não tenho culpa se uma pessoa se coloca pra debater comigo e passa vergonha porque não sabe nada sobre o tema”, disse.

Confira o desabafo de Nikolas Ferreira:

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