Fiquei bastante tempo sem ver o presidente Jair Bolsonaro e hoje tive a oportunidade de vê-lo e conversar.
Mesmo estando em casa, é evidente que se trata de uma situação menos pior do que uma prisão, e isso precisa sempre ser lembrado. Afinal, ele ainda está preso e não cometeu crime algum que justifique uma pena de 27 anos e 3 meses.
Meu pai continua enfrentando crises de soluços intermináveis e ininterruptas, e sua saúde se deteriora rapidamente em razão das comorbidades e do cerceamento de liberdade.
Ainda assim, vejo o mesmo homem inacreditavelmente forte, resiliente e participativo. Sua “máquina” não parou, como muitos insistem diariamente em cumprir a missão, mas tenho absoluta certeza de que, independentemente da maldade que tentam impor a um homem inocente, ele jamais se entregará.
Como determinam as peculiares regras impostas, os filhos só podem visitá-lo por 2 horas às quartas e sábados, tendo ainda que dividir esse tempo entre os irmãos.
É assim que deixo hoje a casa do presidente Jair Bolsonaro.
Seguimos.



