Lula registra 50,6% de rejeição, segundo levantamento da AtlasIntel. O índice está provocando intensas discussões no Partido dos Trabalhadores sobre a viabilidade de nova candidatura presidencial do petista em 2026. Aliados avaliam nos bastidores a possibilidade de Lula não concorrer. O ex-ministro Fernando Haddad é um dos nomes citados para eventual substituição.
Para piorar a situação e aumentar o drama, percebe-se que a elevação dos números de rejeição está associada diretamente a declarações públicas que estão gerando enorme repercussão negativa.
Em Fortaleza (CE), na quarta-feira (1º), durante encontro com estudantes, Lula afirmou:
“Vocês são as pessoas honestas que vocês querem que eu seja”, ao incentivar jovens a participarem da vida pública.
Críticos interpretaram a fala como evidência de distanciamento em relação à percepção da população. Episódios similares se acumulam desde o início do atual mandato, há dois anos e meio.
No campo internacional, uma comparação feita em fevereiro de 2024, ao relacionar ações militares em Gaza ao Holocausto, provocou crise com Israel, que passou a considerá-lo persona non grata.
Na segurança pública, Lula inverteu termos ao dizer que o Brasil seria respeitado no “crime organizado”, quando pretendia abordar o combate a organizações criminosas. Em outro momento, sugeriu que traficantes seriam “vítimas” de usuários de drogas. A declaração gerou controvérsia sobre o entendimento das dinâmicas do narcotráfico.
A rigor, Lula está senil. Sem condições de administrar. Sem condições de concorrer. É o autêntico Joe Biden brasileiro.
Fonte: jco



