O jornal O Estado de S. Paulo identificou o patrimônio imobiliário de um mero servidor público. A apuração foi divulgada nesta segunda-feira (6) e o levantamento se restringiu a consulta de matrículas registradas em cartórios do país.
A metodologia rastreou apenas propriedades formalmente registradas no Brasil. Não abrangeu bens localizados fora do território nacional ou investimentos realizados em outros países.
Esse tipo de levantamento identifica apenas propriedades formalmente escrituradas em nome do investigado dentro das fronteiras nacionais.
Ou seja, o escopo da investigação não incluiu ativos financeiros mantidos em instituições estrangeiras. Propriedades adquiridas no exterior também não foram verificadas. Mesmo assim uma imensa fortuna foi localizada. E isso pode ser apenas a ponta do iceberg.
Por Gonçalo Mendes Neto | Jornalista*
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