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Aviões russos, navios chineses: até onde vai a tolerância? Uma afronta à soberania nacional

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O Brasil não pode ser tratado como quintal de interesses estrangeiros.

Já tivemos navios chineses aportando no Rio de Janeiro, agora recebemos aviões russos em território nacional. O governo federal insiste em abrir as portas para potências comunistas sem consultar o verdadeiro dono desta casa: o povo brasileiro.

E o CONGRESSO NACIONAL, para que serve mesmo?

Essa permissividade não é apenas uma afronta à soberania nacional, mas um risco direto ao futuro do país.

Muito em breve, poderemos ser penalizados pela Lei Magnitsky dos Estados Unidos, que pune severamente nações e indivíduos envolvidos em associações consideradas nocivas.

E quem pagará essa conta?

Não será o governo, mas sim o cidadão comum, que já carrega nos ombros o peso da inflação, da insegurança e da falta de perspectivas.

O Brasil não pode se tornar refém de acordos obscuros e alianças que não foram autorizadas pela sociedade. O povo não foi consultado, não aprovou, não endossou. O que vemos é um governo que age arbitrariamente, em detrimento da soberania e dos interesses nacionais.

Chega de submissão disfarçada de diplomacia.

O Brasil precisa de firmeza, clareza e respeito à sua própria identidade.

Não somos palco para demonstrações militares de potências estrangeiras. Somos uma nação que exige dignidade e que não aceita ser usada como peça de tabuleiro em jogos geopolíticos que não nos favorecem.

O povo brasileiro merece ser ouvido. O Brasil merece ser respeitado.

O BRASIL NÃO É ÁREA DE LASER DE POTÊNCIAS ESTRANGEIRAS

Navio chinês ficou 7 dias no Rio.

Agora, aviões russos pousam em Brasília.

Tudo autorizado pelo governo, sem consulta ao povo.

Um deles, ligado a empresa já sancionada pelos EUA.

Isso não é diplomacia, é submissão.

O risco? A Lei Magnitsky pode cair sobre nós.

Quem paga? O brasileiro comum.

Chega de arbitrariedade. O Brasil exige respeito. O povo exige voz.

Foto de Jayme Rizolli

Por Jayme Rizolli | Jornalista*

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