O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), apresentou resposta formal ao presidente da Corte, ministro Edson Fachin, após o envio de relatório da Polícia Federal (PF) que menciona seu nome em mensagens encontradas no celular de Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master.
O documento foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR), que deverá se manifestar sobre eventual pedido de suspeição do magistrado.
Depois do recebimento do ofício, foi protocolado no Supremo um pedido para que Toffoli seja declarado suspeito no caso. Em sua manifestação, o ministro rejeitou a hipótese de afastamento e reiterou os termos de nota divulgada anteriormente. Ele afirmou ter recebido um “pedido de declaração de suspeição” elaborado pela PF, mas classificou o relatório como baseado em “ilações”.
Além de enviar o caso à PGR, Fachin informou que dará ciência do conteúdo aos demais ministros ainda nesta quinta-feira. Em meio à repercussão do caso Master, o presidente do STF anunciou no início da sessão de julgamentos que haverá um “diálogo” entre os integrantes da Corte ao longo do dia, indicando articulação interna para tratar do tema.
A permanência de Toffoli na Corte ficou insustentável.
Fonte: jco*




