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Instalaram uma máquina de costura política no ateliê da Praça dos Três Poderes, em Brasília

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A linha da costura, bem como os costureiros, vem do Senado Federal e do Supremo Tribunal Federal.

A peça a ser costurada é uma calça da marca Impeachment. Está abandonada, empoeirada, com seus bolsos furados, cós danificado, caimento do gavião desalinhado e barra por fazer.

A linha do Senado, especificamente nas mãos do costureiro Alcolumbre, está emaranhada dentro do STF, nas mãos de alguns dos ministros da casa.

Não à toa, Alcolumbre se senta em cima ou engaveta vários e vários pedidos para resgatar a coitada da calça, anos a fio, e no caso em voga, hoje sequestrada pelo Alexandre de Moraes e que só ele veste.

Já dentro do STF, um destes ministros, e vejo no Gilmar Mendes um hábil costureiro, está desemaranhando a linha do Alcolumbre, que vê no movimento a liberdade para costurar a calça, atendendo a pedidos dos consumidores que querem vesti-la, desfilando com ela orgulhosos e esperançosos pelas ruas e shoppings do país.

A quatro mãos, os costureiros puxam a linha para cá, tiram um nó aqui, outro ali, e assim que tiver certeza de que sua linha passará livre pelo buraco da agulha, sem ter a possibilidade de parecer um camelo, Alcolumbre vai colocar a calça na máquina. E o rei, que antes a vestia, estará nu?

Por enquanto, a barra é o primeiro ponto da calça que está sendo feita. A costura precisa esconder os puídos que já tem e evitar encostar no chão para não voltar a puir.

Nossa percepção, sob o pilar do desespero e os tropeços do Xandão, a pressão da Faria Lima e o serviço, subserviência e oportunismo da imprensa militante, nos permite alcançar costuras atrevidas numa calça antes proibida de se tocar!

Foto de Alexandre Siqueira

Por Alexandre Siqueira*

Jornalista independente – Colunista Jornal da Cidade Online – Autor dos livros Perdeu, Mané! e Jornalismo: a um passo do abismo…, da série Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa! Visite:
http://livrariafactus.com.br

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