Existe o jornalismo vendido do consórcio e existe o Estadão.
O editorial fétido e intragável que busca atacar o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, é um inacreditável amontoado de mentiras, opiniões alienadas e militância escancarada.

Me pego imaginando, aqui, quem é que poderia ler ou sequer refletir sobre esse texto, até sendo de esquerda.
A produção desse tipo de entulho escancarado da informação talvez seja compreensível em panfletos como o 247, DCM, definitiva e fatalmente envolvidos não com jornalismo, mas com a ‘publicidade’ de quem paga suas contas.
Mas, em se tratando de um veículo da imprensa paulista fundado em 1875 e com compromisso jornalístico, é surpreendente observar sua decadência absoluta num texto tosco, raso e escroto como esse. Não é, como dizem alguns, a internet que está demolindo esses veículos centenários.
É sua própria ignorância e sordidez, aliados a um oportunismo que fede à distância.
O Estadão, hoje, infelizmente, não passa de um dinossauro caquético assolado por uma demência galopante.
RIP.

Artista plástico, publicitário e diretor de criação.
https://www.marcoangeli.com.br
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