Inicialmente, divulgamos a informação veiculada pela grande mídia de que Davi Alcolumbre teria cancelado a votação referente à quebra de sigilo de Lulinha, solicitada pela CPMI do INSS. Posteriormente, constatamos que tal informação não é verídica. Assim, registramos oficialmente essa correção.
No atual cenário político brasileiro, Davi Alcolumbre ganhou destaque ao não anular a quebra de sigilo de Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Esta decisão impôs uma derrota significativa ao governo atual.
Diz a CNN Brasil:
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), manteve nesta terça-feira (3) a votação da quebra do sigilo bancário de Fábio Luis da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A votação foi conduzida pelo presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG) de maneira simbólica, ou seja, sem contagem nominal de votos.
A quebra de sigilo ocorre em contextos onde há necessidade de investigação. No caso de Lulinha, essa medida estava relacionada a possíveis indícios de práticas ilícitas.
A negativa de anulação por parte de Alcolumbre gera impactos diretos sobre a imagem do governo. Trata-se de um indicativo de que os políticos não estão imunes a investigações e que suas ações podem (e devem) ser reavaliadas.




