A situação do Rio Madeira se tornou crítica, pois o nível das águas alcançou a cota de 16,43 metros. Com essa marca, a Prefeitura de Porto Velho declarou estado de alerta e emergência, buscando garantir a segurança e o bem-estar da população afetada.
Por meio do Decreto nº 20.865, publicado no Diário Oficial desta quarta-feira (26), o prefeito Léo Moraes decretou o Estado de Alerta e Emergência no município, devido ao aumento da cota do rio Madeira. Segundo dados do Serviço Geológico do Brasil, a régua na capital marcou 16, 43 metros, pouco mais de meio metro da cota de inundação. Desde o domingo, o nível das águas chegou ao mesmo nível do asfalto na área central da cidade.
De acordo com as autoridades, as medidas visam mobilizar os órgãos municipais e as entidades responsáveis pelas ações de defesa civil para atender eventuais ocorrências, além de prevenir e minimizar danos, e assistir à população afetada e mesmo com a subida do rio, as chuvas devem continuar a influenciar o cenário hídrico na região.
O decreto, assinado pelo prefeito Léo Moraes, destaca que a situação foi provocada pela elevação significativa da cota da bacia do rio Madeira, que atingiu 15 metros e está prevista para superar os 16 metros, caracterizando Estado de Alerta.
Segundo o prefeito, o Município, por meio deste decreto, reforça que os esforços para mitigar os impactos das cheias dos rios e igarapés continuam em andamento. Diante da situação a prefeitura de Porto Velho tem implementado diversas medidas para lidar com a situação. A elevação do nível do Rio Madeira gera preocupações significativas para a comunidade local, por isso, as autoridades locais estão em constante monitoramento, visando evitar tragédias e minimizar impactos na vida das pessoas.
“A mobilização de todos os órgãos e entidades da administração pública é uma prioridade, com a intensificação de medidas de prevenção e assistência às famílias afetadas. É importante a colaboração de toda a comunidade e das organizações responsáveis pela defesa civil para que a resposta a quem precisa seja imediata e eficaz”.
O decreto entra em vigor imediatamente, com prazo de vigência de 90 dias, período em que o município se dedicará a mitigar os efeitos da crise e a proteger sua população das consequências adversas da cheia e das chuvas intensas.
Portanto, é crucial que a população mantenha-se informada e siga as orientações das autoridades. A expectativa é que as próximas semanas sejam decisivas para a estabilização da situação hídrica e para a recuperação das áreas impactadas.
da Redação/CN