Sem autoridade, assim vai ficando o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre. Está perdendo completamente o respeito dos colegas. Também pudera, o seu nome vai colando em inúmeros escândalos e sua situação está cada vez mais incontrolável.
Ele já indicou que não deve abrir uma CPI para apurar o caso Master, porém senadores estão driblando essa decisão com iniciativas próprias que miram apurar o caso em três frentes.
A CPMI do INSS, a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE) e a CPI do Crime Organizado, devem tratar do caso Master.
Mesmo com essas três iniciativas em andamento, os senadores ainda pressionam por uma CPI própria do Master, o que depende de Alcolumbre. Há dois requerimentos, um de CPI mista e um de CPI do Senado, com assinaturas suficientes para a instalação, mas a prerrogativa de dar andamento a esses pedidos é do presidente da Casa.
A CPI do Crime organizado pretende avançar ainda em relação às ligações entre ministros do STF e investigados no Master.
Empresas ligadas a parentes de Dias Toffoli tiveram como sócio um fundo de investimentos conectado à teia usada pelo Master em fraudes. O magistrado, por sua vez, é sócio de firma que foi dona do resort Tayayá e vendeu cotas do negócio a um fundo ligado às investigações sobre Vorcaro.
Outro ministro envolvido é Alexandre de Moraes, já que o Master contratou o escritório de sua mulher, Viviane Barci, por R$ 3,6 milhões mensais
Nesta semana, a CPI deve votar requerimentos de convocação de Vorcaro e de seu ex-sócio Augusto Lima, além de Viviane e de parentes de Toffoli.
Fonte: jco*




