Secretário-Geral da ONU mente e perde as condições morais para liderar o processo de paz em Israel

O Centro de Comunicação das Nações Unidas publicou ontem (20) uma declaração do Secretário Geral, António Guterres,  onde ele afirma o seguinte:

“Estamos testemunhando uma matança de civis sem paralelo e sem procedentes em qualquer conflito desde que sou Secretário-Geral”.

A publicação foi feita na plataforma X, e logo foi contestada tal informação pela comunidade da plataforma.

António Guterres iniciou seu mandato em 1º de janeiro de 2017. Informação facilmente confirmada no site das Nações Unidas.

Vários perfis contestaram a informação citando conflitos com milhares de mortes de civis no mundo de 2017 até os dias de hoje.

O perfil brasileiro “Hoje no Mundo Militar” (@hoje_no), que faz uma excelente cobertura em tempo real da guerra de Israel contra os terroristas do Hamas, fez o seguinte registro:

“Em 2017, ano em que assumiu o cargo, morreram mais de 10 mil civis na Síria, mortos pelo ditador Bashar Al Assad, com outros 80 mil civis morrendo naquele país entre 2017 e 2023.

E apesar da guerra no Iêmen ter começado antes dele assumir o cargo, já morreram ali mais de 370 mil civis, 100 mil dos quais entre 2017 e 2023, uma guerra que, é importante lembrar, é patrocinada pelo Irã, o país que preside o fórum dos direitos humanos na ONU.”

Se antes dessa infeliz e mentirosa afirmação, o Socialista António Guterres já não possuía qualidades de líder suficientes para levar uma solução ao conflito, lhe faltam agora condições morais.

Em várias oportunidade demonstrou simpatia ao grupo terrorista Hamas.

Fora António Guterres!

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