Missão “dada” ao Flávio Dino no STF: perseguir Jair Bolsonaro e seus apoiadores

O atual desgoverno não tem compromisso, sequer preocupação, com o Brasil ou com o povo brasileiro.

Quem não se lembra das palavras sobre Sérgio Moro:

“Só vou ficar bem quando fuder esse Moro”.

Lula nunca perdoou o Brasil por sua condenação e prisão.

Por isso tentar “fuder” Bolsonaro é objetivo primordial de um desgoverno perdido em sua falta de políticas públicas que beneficiem o povo brasileiro.

Lula não aceita não poder sair às ruas.

Não aceita ser adjetivado a cada saída dentro de seus próprios pais.

Não aceita, principalmente, a forma como o Brasil admira e apoia Jair Bolsonaro. Não aceita também o respeito e o carinho com que o povo trata  Michelle Bolsonaro,  o que não acontece com a sua companheira.

Portanto, indicar um ministro para o STF capaz de fazer o que Flavio Dino já fez contra Bolsonaro e seus apoiadores como ministro da justiça é o que Lula mais deseja.

Dino também é contra a Liberdade de Expressão, relativizando-a, além de defender abertamente a censura nas mídias sociais, local de presença massiva de apoiadores de Jair Bolsonaro.

Não se pode esquecer que a indicação de Paulo Gonet, procurador eleitoral durante o mandato de Alexandre de Moraes no TSE, feita pelo próprio Alexandre e sob as bênçãos de Gilmar Mendes,  ex-sócio do referido procurador em sua Faculdade, fecha o  complexo circuito paralelo das perseguições contra Bolsonaro.

Tudo isso explicaria o “inexplicável” voto do líder de Lula no Senado, Jaques Wagner, dias antes das indicações ao STF e PGR, pela aprovação da PEC que limita decisões individuais de ministro do STF.

Impedir a aprovação no Senado de Flavio Dino ao STF é proteger os injustiçados e presos ilegalmente dos atos do dia 8 de janeiro, é também proteger Jair Bolsonaro,  é proteger a todos que não comungam com este desgoverno e seus séquito.

Foto de Henrique Alves da Rocha
Henrique Alves da Rocha*

O atual desgoverno não tem compromisso, sequer preocupação, com o Brasil ou com o povo brasileiro.

Quem não se lembra das palavras sobre Sérgio Moro:

“Só vou ficar bem quando fuder esse Moro”.

Lula nunca perdoou o Brasil por sua condenação e prisão.

Por isso tentar “fuder” Bolsonaro é objetivo primordial de um desgoverno perdido em sua falta de políticas públicas que beneficiem o povo brasileiro.

Lula não aceita não poder sair às ruas.

Não aceita ser adjetivado a cada saída dentro de seus próprios pais.

Não aceita, principalmente, a forma como o Brasil admira e apoia Jair Bolsonaro. Não aceita também o respeito e o carinho com que o povo trata  Michelle Bolsonaro,  o que não acontece com a sua companheira.

Portanto, indicar um ministro para o STF capaz de fazer o que Flavio Dino já fez contra Bolsonaro e seus apoiadores como ministro da justiça é o que Lula mais deseja.

Dino também é contra a Liberdade de Expressão, relativizando-a, além de defender abertamente a censura nas mídias sociais, local de presença massiva de apoiadores de Jair Bolsonaro.

Não se pode esquecer que a indicação de Paulo Gonet, procurador eleitoral durante o mandato de Alexandre de Moraes no TSE, feita pelo próprio Alexandre e sob as bênçãos de Gilmar Mendes,  ex-sócio do referido procurador em sua Faculdade, fecha o  complexo circuito paralelo das perseguições contra Bolsonaro.

Tudo isso explicaria o “inexplicável” voto do líder de Lula no Senado, Jaques Wagner, dias antes das indicações ao STF e PGR, pela aprovação da PEC que limita decisões individuais de ministro do STF.

Impedir a aprovação no Senado de Flavio Dino ao STF é proteger os injustiçados e presos ilegalmente dos atos do dia 8 de janeiro, é também proteger Jair Bolsonaro,  é proteger a todos que não comungam com este desgoverno e seus séquito.

Foto de Henrique Alves da Rocha
Henrique Alves da Rocha*

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