Governo restringe circulação de veículos pesados na BR-319

Portaria impõe restrições, durante todo o ano, para o tráfego de veículos pesados na estrada que é conhecida pelas péssimas condições.

Uma portaria Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), publicada no Diário Oficial, nesta terça-feira (26), determina uma série de restrições na circulação de veículos de cargas e de passageiros na BR-319, rodovia que liga Manaus a Porto Velho. A estrada é conhecida pelas péssimas condições.

Entre os meses de junho e novembro, a circulação de veículos de carga e de passageiros com peso acima de 23 toneladas fica proibida. Já entre os meses de dezembro e maio, a restrição é para veículos com capacidade de peso acima de 17 toneladas.

O objetivo é manter a circulação segura entre os municípios situados à margem da rodovia, especialmente no trecho entre Careiro da Várzea (AM) (altura do km 13) e o entroncamento com a BR-230, no sentido Humaitá (AM) (altura do km 679).

Em casos especiais, desde que justificado e autorizado pelo Dnit, o veículo poderá trafegar com peso superior ao determinado. O não cumprimento da determinação pode acarretar a aplicação das penalidades cabíveis.

BR-319

A rodovia possui trechos danificados e não tem pavimentação em quase toda a sua extensão, o que provoca atoleiros “gigantes” no período chuvoso. Já no período de estiagem, os motoristas reclamam de outros problemas: buracos e poeira.

Nessa estrada, um comboio que levava oxigênio para a capital do Amazonas enfrentou dificuldades no trajeto. Os veículos, que deveriam cruzar 800 km em 36 horas, levaram mais de cinco dias na estrada e chegaram a Manaus com atraso.

Em 2020, o governo federal chegou anunciar a publicação de um edital para pavimentação da rodovia. Em outubro, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, assinou a ordem de serviço para a manutenção de três segmentos da BR-319 (Manaus-Porto Velho).

Fonte: G1/RO

Caminhões deixam Rondônia para levar oxigênio até Manaus

Carga de 100 mil m³ de oxigênio é escoltada pela Polícia Rodoviária Federal. O oxigênio foi enviado pelo governo federal.

Quatro caminhões saíram de Porto Velho com destino a Manaus, nesta quarta-feira (20), para levar uma carga de 100 mil m³ de oxigênio. A viagem de 838 quilômetros até a capital do Amazonas será pela BR-319, considerada uma das piores do país — por causa de atoleiros “gigantes” no período chuvoso.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), que faz a escolta do comboio, o oxigênio enviado pelo governo federal está sendo transportado até Manaus para ajudar no controle do novo surto da Covid-19. Desde a semana passada, a cidade sofre com falta de oxigênio nos hospitais, e já transferiu mais de 100 pacientes para continuarem o tratamento da Covid em outros estados.

A logística para levar 100 mil m³ de oxigênio de Porto Velho a Manaus pela BR-319 foi a única forma encontrada para economizar em cerca de 75% o tempo de viagem, pois se os caminhões fossem de balsa pelo rio Madeira, a viagem iria durar seis dias.

Além de seis viaturas da PRF, o comboio do oxigênio vai ter o apoio de duas retroescavadeiras Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (DNIT). As máquinas ajudarão em um eventual atoleiro que os caminhões possam ‘cair’ de Humaitá (AM) para frente.

O prazo para a chegada dos cilindros em Manaus pela BR-319, segundo a PRF, será de até 36h.

“Por via fluvial seria, em média, seis dias. Por isso foi optado no planejamento que fosse pela via terrestre. Os pacientes de Manaus precisam com urgência desse oxigênio”, destaca Andrei.

Fonte: G1/RO

Em Porto Velho, motoristas trafegam com dificuldade na BR-319

Por dia mais de 300 caminhões transitam no local.

Os motoristas que transitam diariamente no perímetro urbano da rodovia BR-319 entre o Trevo do Roque e o bairro da Balsa convivem com o perigo dos buracos devido a falta de manutenção da pista.

A equipe do Diário da Amazônia foi até o local e flagrou as dificuldades dos veículos para trafegarem na pista sem provocar acidentes graves. Por dia mais de 300 caminhões transitam no local.

De acordo com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), a empresa responsável pelo trecho da rodovia aguarda o retorno das atividades das usinas de asfalto para retomar os serviços. Segundo a assessoria estes serviços retornam na próxima semana, dia 18 de janeiro de 2021.

Além disso a assessoria afirmou que para o trecho está sendo realizado um levantamento da atual situação do trecho  para começar na próxima semana a execução da manutenção e diminuir os riscos de acidentes.

Por Larina Rosa

Polícia Ambiental resgata Tamanduá ferido em RO

Animal buscou abrigo em uma residência após ser atropelado.

Uma tamanduá fêmea foi encontrado por uma família da capital na última sexta-feira (14). o animal silvestre estava ferido na garagem da residência, embaixo do automóvel. O animal foi atropelado na BR-319 (avenida Governador Jorge Teixeira) e se refugiou na casa de Zaíra. Havia sinais de luta entre ele e o cachorro da família, Thor. O cão sofreu vários arranhões na cara e boca, sendo socorrido pela enfermeira, Zaíra Camelo Correa, dona do animal, entretanto o cachorro passa bem.

O Batalhão de Polícia Ambiental (BPA) foi acionado para fazer o resgate do tamanduá. Na clínica, o mamífero passou pelo exame de raio-X, que detectou fratura na perna esquerda traseira.

Animal foi atropelado na BR-319 (avenida Governador Jorge Teixeira) e se refugiou em Residência

O médico veterinário do Batalhão de Polícia Ambiental, Marcelo Andreani explica que nesta época do ano onde as queimadas são constantes pela ausência de chuva, os animais procuram abrigos no desespero de fugir da morte e acabam vindo parar na cidade, colocando-se em risco de serem atropelados ou capturados.

O Batalhão de Polícia Ambiental fez parceria com uma clínica veterinária particular, para atender casos como este. O ortopedista veterinário e cirurgião geral, Carlos Henrique Tibúrcio Maio não encontrou nenhuma mordida do cão no tamanduá, além da fratura na perna, o animal tinha apenas escoriações.

A cirurgia ortopédica foi realizada de imediato, onde foram colocados uma placa e pinos para corrigir a fratura. O tamanduá estava em estado de choque e desidratado. A fêmea tem aproximadamente um ano de idade. Os médicos estabilizaram o quadro clínico com soro eletrolíticos e monitoraram a frequência cardíaca pelo computador.

Após a cirurgia, o sargento Marcelo Andreani levou o tamanduá femêa para o Centro de Recuperação de Animais Silvestres (Cras), que fica nas instalações do Batalhão de Polícia Ambiental, em Candeias do Jamari, onde deve tomar antibióticos pelos próximos sete dias e ficar em observação durante 15 dias até ser liberada e solta ao habitat natural.

Fonte: Sesdec

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