Cármen Lúcia quer explicações do Exército sobre sigilo no caso do General Pazuello

A ministra dá prazo de 5 dias ao Ministério da Defesa se manifestar

Ação movida por partidos de oposição – PT, PCdoB, PSOL e PDT, sempre eles – quer a suspensão do sigilo que o Exército Brasileiro impôs ao processo disciplinar aberto contra o general Eduardo Pazuello.

No dia 23 de maio, Pazuello participou de um ato público juntamente com o presidente Jair Bolsonaro.

O processo disciplinar ouviu Pazuello e decidiu que não houve nenhuma transgressão por parte do ex-ministro da saúde.

A velha mídia, sempre disposta a atacar o presidente da República, solicitou documentos relacionados ao processo.

O Exército se negou a fornecer com base na Lei de Acesso à Informação (LAI), vez que alega que a apuração continha dados pessoais, o que possibilitaria o sigilo de 100 anos.

A ministra agora quer que o Exército se manifeste e deu prazo de 5 dias para que o Ministério da Defesa se manifeste.

Será que a ministra terá coragem de mandar que o Exército apresente para a sedenta plateia dados pessoais de um general da ativa?

Fonte: G1

General manda “recado” para os crápulas que comanda a CPI da covid-19

Presidente do Superior Tribunal Militar, deve frear ímpeto maligno de Renan Calheiros

É fato que todo brasileiro honesto, que não cai na armadilha da narrativa de esquerda e tem o olhar isento sobre os fatos que movem a política nacional, já sabe que a CPI da Pandemia, em curso no senado federal, foi criada única e exclusivamente com a finalidade de culpabilizar o Governo Federal.

Essa é a CPI da Inquisição, da Cortina de Fumaça e, principalmente, a CPI do Relatório Pronto.

Renan Calheiros, uma figura extremamente desgastada politicamente, e mesmo desmoralizado entre os seus pares, já sem o poder absoluto de outrora, que o tornou uma figura quase inatingível mesmo com os 17 inquéritos em curso no STF, buscava formas de “ressurgir no cenário nacional”.

Foi a partir daí que uniu-se o “útil” Renan ao “agradável” para a esquerda, louca por encontrar motivos para apear Jair Bolsonaro do poder. O “marionete” entraria em cena, como o relator da CPI.

Após quase um mês de um verdadeiro circo transmitido em cadeia nacional, já não há mais dúvidas de que o político alagoano entrou por aquela sala da comissão já com um relatório pronto debaixo do braço. Escolheu suas vítimas em conluio com a caterva de senadores oposicionistas, ávida pelo sangue conservador. Os questionou repetidamente, os induziu, os humilhou. Mas também se absteve, covardemente, de trocar sequer uma palavra, quando teve à sua frente, as mentes brilhantes que embasaram com provas e bom-senso tudo o que o governo propôs para combater um vírus desconhecido.

Mas para os que criaram a CPI, a partir, olha só, da ordem de um ministro do Supremo, tudo faz sentido. Desde os ataques até as fugas estratégicas.

Não importa mais o que venha acontecer nos próximos 60 dias, aproximadamente do colegiado, Quem entrar por aquela porta, depor e sair em seguida, seja a favor ou contra o governo de Bolsonaro, é apenas mais um para fazer o volume necessário para preencher as câmeras de televisão e as páginas de sites e jornais (quase todos, aliás, também com seus relatórios prontos, em reportagens mais do que determinadas e escolher o culpado).

É certo que, deste relatório, podemos esperar, sim, um pedido de impeachment do presidente da República. Mas é incerto que o congresso nacional tenha a coragem ou a “velha falta de isenção”, suficientes para dar prosseguimento a tal absurdo.

Sabemos que os partidos de direita jamais aceitariam isso, menos ainda os de centro, hoje em maioria, tanto na câmara quanto no senado, que começam somente agora a colher os sonhados frutos de uma aliança necessária e até benéfica, em que todos os lados ganham politicamente, e principalmente o brasileiro, que vê, finalmente, o país decolar sem as amarras impostas por um rancoroso Rodrigo Maia.

Há ainda o peso das ruas que se mostra por meio das gigantescas manifestações orgânicas da sociedade em apoio ao presidente e, ainda mais, nas incríveis recepções que reúnem milhares em torno da figura de Bolsonaro. Quem seria louco em abrir mão de ter a chance de explorar tamanha popularidade?

Sobraria, então, para o poder judiciário. Sim, o mesmo poder que determinou, na canetada, a abertura do tribunal de inquisição que vemos neste colegiado, é o que poderia, também no papel, intervir no processo, talvez afastando o presidente “até que se concluam as investigações”. Os que lêem este texto, provavelmente terão essa teoria como um verdadeiro absurdo. Mas não foi dessa forma que o Brasil se viu virado do avesso? Não foi o STF que deu poder absoluto a governadores e prefeitos no âmbito de uma pandemia desconhecida, tirando justamente o poder de Bolsonaro?

Seria isso tudo o que temos assistido, ainda mais desde abril do ano passado, uma série de ações arquitetadas já de olho em duas possibilidades?

A primeira o processo de impeachment, improvável em um governo que anda na linha e não tem uma única acusação de corrupção

A segunda, mais plausível, justamente, por meio do afastamento judicial, com o apoio da grande mídia aparelhada e cheia de ódio e vingança que escorre pelo canto da boca.

O que foi narrado acima parece ser de conhecimento inclusive dos mais altos escalões das Forças Armadas, que acompanham do alto de seu dever de imparcialidade, mas que também têm a obrigação de garantir a ordem, se a mesma estiver de fato em perigo.

Na semana passada, o próprio presidente do Superior Tribunal Militar (STM), Luiz Carlos Gomes Mattos em entrevista à revista Veja deu a entender que “há algo fora do normal no ar”.

“Houve alguma acusação de corrupção contra o presidente Bolsonaro? Ele se elegeu para combater a corrupção. De todas as maneiras estão tentando atribuir alguma coisa a ele e não conseguiram até agora. Deviam deixar o presidente governar mas não deixam. Quem critica Bolsonaro faz isso de manhã, de tarde, de noite, tudo atribuem ao presidente. Será que você aguentaria isso? E alguma coisa boa atribuem? O Brasil está crescendo, a economia está crescendo, mesmo com todas as dificuldades”, disse o General.

Na entrevista, Mattos chegou a utilizar um termo que o mesmo Jair Bolsonaro tem repetido com alguma frequência: “A corda está esticando”. Sim, em minha visão pessoal, a corda, de fato já esticou praticamente até o seu limite e, para minha surpresa, ela é mesmo “bem elástica e resistente”.

O que faltaria, então, para que a mesma se rompesse? Talvez a pasta em que será exposto o relatório da CPI contenha em seu interior uma ferramenta. A faca ou a tesoura que será utilizada para cortar ou romper esta corda. Resta saber de quem será a mão que fará uso da mesma e se estará pronto para as consequências.

Fonte: JCO

General escancara as tramas criminosas da “esquerdalha”

O general Luís Carlos Gomes Mattos, presidente do Superior Tribunal Militar (STM), criticou duramente aqueles que tentam atacar o presidente Jair Bolsonaro

O general Luís Carlos Gomes Mattos, presidente do Superior Tribunal Militar (STM), criticou duramente aqueles que tentam lançar a culpa de todos os problemas do Brasil em cima do presidente Jair Bolsonaro, em entrevista concedida à Revista Veja:

“Deviam deixar o presidente trabalhar, mas não deixam”, disse ele.

Segundo o general, quando questionado sobre a sua avaliação sobre o atual governo, o maior problema são as tentativas frustradas dos opositores em tentar vincular o presidente à alguma denúncia de corrupção:

“Houve alguma acusação de corrupção contra o presidente Bolsonaro? Ele se elegeu para combater a corrupção. E de todas as maneiras estão tentando atribuir alguma coisa a ele e não conseguiram até agora. Deviam deixar o presidente governar, mas não deixam”.

O general comentou ainda sobre o desgaste que os ataques constantes causam, principalmente quando os pontos positivos alcançados pelo governo são amplamente ignorados por grande parte da mídia;

“Quem critica Bolsonaro faz isso de manhã, de tarde, de noite. Tudo atribuem ao presidente; tudo de errado. Será que você aguentaria isso? Que reação eu teria? Não sei. E alguma coisa boa atribuem? O Brasil está crescendo, a economia está crescendo, mesmo com todas as dificuldades. Não tenho dúvida de que estão esticando demais a corda”, avaliou.

E aproveitou para dar um aviso aos que estimulam e participam desta campanha de ataques, sem pesar as consequências:

“De maneira geral, todos aqueles que são contra o governo… porque a política é assim: tem gente contra e tem gente a favor. Quem está contra logicamente vai esticar essa corda, como se diz, até que ela arrebente. Esses, na verdade, são os que não têm muito apreço pela democracia, os que defendem ditaduras e apoiam ditadores. Quando a corda vai arrebentar? Isso eu não sei”, refletiu o general.

O “surgimento” deste general será o “fim” das tramas “esquerdopatas” contra o presidente?

Só o tempo vai dizer…

Fonte: JCO

General Braga Netto ressaltou a união das Forças Armadas

Bastante seguro o general destacou a “Disciplina e União das Forças Armadas para garantir a soberania e a liberdade do nosso povo”

O ministro Walter Braga Netto, afirmou, nesta quinta-feira (10), que o Ministério da Defesa e as Forças Armadas “estão coesas e disciplinadas na preservação dos mais caros valores nacionais”.

A declaração foi realizada durante cerimônia em comemoração aos 22 anos do Ministério da Defesa e de entrega da Ordem do Mérito da Defesa.

“A Defesa e as Forças Armadas estão coesas e disciplinadas na preservação dos mais caros valores nacionais, no propósito de atuarem como vetores de estabilidade institucional para garantir a soberania e a manutenção da paz e da liberdade da população brasileira”, afirmou, demonstrando que o descontentamento e as críticas do general Santos Cruz, é um mero fato isolado.

O tom mais sério de Braga Netto vem uma semana após o Exército não ceder à pressão da “mídia do ódio” e políticos de oposição ao Governo Bolsonaro, que faziam coro para que o general Eduardo Pazuello, ex-Ministro da Saúde, fosse punido por ter participado de evento público ao lado do presidente Jair Bolsonaro.

Além do chefe do Executivo, ministros, os comandantes das Forças Armadas e os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG) também estiveram presentes na solenidade.

Fonte: Correio Braziliense

General Pazuello pode ser preso na CPI?

A CPI reconvocou o General Pazuello para depor. Estranho, não?

O general foi depor por livre vontade, nem precisava falar, estava amparado por habeas corpus, mas para evitar narrativa ele foi. Por dois dias consecutivos foi metralhado por perguntas e mais perguntas. Muitas delas maliciosas, acusatórias, sórdidas, mesmo assim, o General deu um Show.

Até porque quem se apega a verdade não tem dificuldade em responder questionamentos.

Quem acompanha a CPI viu que Pazuello encaixou no bolso os senadores da oposição e vale lembrar que na condição de alta patente do Exército brasileiro o General não foi respeitado. Muito pelo contrário, seus inquisidores eram acusadores. Porém, isso não impediu que no fim da audiência o General estivesse maior. Um gigante!

Não satisfeitos com a performance do General, a CPI decidiu reconvocá-lo.

O QUE É ESTRANHO?

Certamente Pazuello retornará ao banco da inquisição, mas dessa vez sob ameaça dos Senadores Omar Aziz, Renan Calheiros e Randolfe Rodrigues que deixaram bem claro: Não aceitaremos mentiras, agora vamos dar voz de prisão.

Dia desses o senador Renan Calheiros foi decisivo ao pedir prisão de Fabio Wajngarten. No talo, foi repreendido pelo senador Marco Rogério que avisou: Isso é abuso de autoridade. Na sequência o senador Flávio Bolsonaro chamou Renan de vagabundo. No dia seguinte a Web colocou em alta: Renan vagabundo.

Mas, se Omar Aziz tivesse concordado com Renan, Fábio iria preso? Pois é, certamente sim. O disposto no CP art 342, cominado com o CPP, art 301 e CPP, art 202 diz que pode a Comissão decretar a prisão em flagrante desde que o depoente minta.

Todo Brasil sabe, existe um plano para derrubar Jair, vale tudo e tentar colocar no colo de um ministro o bordão: mentiroso, é ótimo para eles. Ou seja, o problema nunca foi Pazuello, mas ele é o tiro para atingir o presidente. Pazuello que vá preparado.

Sobre o que pensa o Brasil? Bom, quando a hashtag Renan Vagabundo subiu foi dito como o povo enxerga a CPI.

QUEM DECIDE SE É MENTIRA OU NÃO?

Então, quem decide é eles mesmos: presidente ou vice da CPI ou o ‘vagabundo’.

S e Pazuello for preso na CPI a corda vai arrebentar. A acusação de mentiroso a um General do Exército é complicada. O circo tá armado e a arapuca tem milho para prender um pombinho.

Repito: Pazuello não é um pombo. É General de alta patente do Exército brasileiro, mas a Comissão da CPI o enxerga como pombinho.

Seus acusadores?

Renan Calheiros responde acusações no Supremo, Omar Aziz segue o colega em processos relacionados a saúde no Amazonas. Ou seja, supostos criminosos com capacidade de decretar a prisão de um General.

Alguém belisque o Brasil para ver se acorda.

Foto de Josinelio Muniz

Por Josinelio Muniz*

*Josinelio é Formado em Teologia pela Faculdade Teológica Logos (FAETEL), matéria em que leciona na Comunidade Internacional da Paz – Porto Velho, RO. Bacharel em Direito pela (UNIRON) e Docente Superior pela (UNINTER).

Senador “DPVAT” demonstra despreparo e desrespeito ao ignorar a patente do General Eduardo Pazuello (veja o vídeo)

De fato, uma lástima o desempenho do senador mirim

Truculento, mal educado e extremamente deselegante. Assim foi o comportamento do senador Randolfe Rodrigues, quando inquiriu o General Eduardo Pazuello, na famigerada CPI da Covid, mais conhecida como “CPI dos horrores”.

De fato, uma lástima o desempenho de Randolfe.

Num ambiente como o Senado Federal, seria natural e necessário o respeito ao cargo e a posição das pessoas, mormente de uma testemunha que já foi ministro da saúde.

Ademais, Eduardo Pazuello é um general do exército, homem respeitado e dono de uma carreira exemplar.

Inadmissível que tenha sido tratado pelo suspeitíssimo senador Randolfe Rodrigues como “seu Eduardo”, numa clara tentativa de diminuí-lo, ignorando a sua elevada patente.

Ao final, Randolfe ainda pediu a quebra dos sigilos telefônico, fiscal, bancário e telemático do general Eduardo Pazuello, caracterizando a mais completa inversão de valores.

Confira:

Sobre o STF, General, presidente do Clube Militar, afirma… (veja o vídeo)

A corda está muito próxima de arrebentar

O presidente do Clube Militar, general Eduardo José Barbosa, explicou, em entrevista a TV Jornal da Cidade Online, o motivo pelo qual o Clube Militar vem divulgando notas firmes em defesa da ordem democrática no Brasil, questionando a ação de alguns ministros do Supremo Tribunal Federal.

“É uma opinião quase que unânime entre os nossos membros, nossos associados, de que o STF, ou para não dizer a Instituição como um todo, alguns ministros do STF, tem se utilizado e um artifício, de decisões monocráticas, e que às vezes, até por corporativismo, são confirmadas em plenário, que são claramente inconstitucionais. E quando eu digo inconstitucionais, é o mesmo que dizer que são ilegais”, explicou ele.

Segundo o general, as notas emitidas pelo Clube em relação aos acontecimentos recentes, nada mais é do que um reflexo do posicionamento de seus membros, e que informar a população sobre esse posicionamento é uma das funções do Clube:

“Elas sendo ilegais [decisões do STF], o Clube Militar, como eu falei, atendendo aos anseios de seis associados, de que o Clube Militar tem que se posicionar sobre aquele assunto, então a gente procura fazer notas para a gente poder passar para a população em geral aquele pensamento, a maneira como o Clube pensa e como o Clube está vendo essa atuação do STF, particularmente nesses últimos dois anos”, apontou ele.

Indagado sobre uma possível “esticada da corda”, o general foi firme:

“Eu diria que está muito próxima de arrebentar.”

Confira:

Fonte: JCO

Na cara de Renan, General Pazuello detona: “Antes da pandemia (veja o vídeo)

o Brasil já sofria com o vírus da corrupção e da impunidade

O General Eduardo Pazuello deu uma tremenda lição nos “lobos” da CPI da Covid.

Em depoimento, o ex-ministro rompeu o silêncio e subiu o tom!

Segundo o general, o vírus da “corrupção” e da “impunidade” fizeram o Brasil sofrer muito antes da pandemia de Covid-19.

“Antes da pandemia, o Brasil sofria com outros dois vírus: o da corrupção e da impunidade, ainda bastante presentes e que também matam milhões de brasileiros todos os dias”, afirmou Pazuello.

E disse mais:

“A pandemia serviu para escancarar uma realidade bastante conhecida na Saúde Pública: a superlotação; leitos nos corredores; falta de medicamentos; falta de insumos; equipamentos e profissionais insuficiente; profissionais da área da Saúde desvalorizados e, algumas vezes, desmotivados. São problemas que se arrastam à décadas, resultado de anos de negligência, de inoperância e de desvios de recursos públicos em todas as áreas.”

Confira:

Fonte: JCO

Presidente do Clube Militar, General Eduardo José Barbosa, fala ao povo brasileiro (veja o vídeo)

“Que nossa soberania nunca seja ultrajada e que nossa bandeira continue tremulante com as cores originais que foram criadas junto com nossa proclamação da República, em 1889”

As notas do Clube Militar causam verdadeiro pavor na extrema esquerda e alvoroço entre os jornalistas militantes, mas para o cidadão de bem, intelectualmente honesto, não é difícil perceber que o Clube Militar apenas tem externando sua preocupação com a situação do país.

A equipe da TV Jornal da Cidade Online foi ao Rio de Janeiro, e esteve dentro do Clube Militar, para descobrir quem é o general por trás desses comunicados que tão bem expressam os anseios da nação.

Em entrevista exclusiva e histórica, o General Eduardo José Barbosa criticou duramente o ativismo judicial, a politicagem por trás da CPI da pandemia, a bandidolatria da mídia militante e das facções de esquerda. Militar da reserva, ele afirmou que o Exército ainda corre em suas veias e que as Forças Armadas sempre vão buscar o bem-estar da nação brasileira.

“Que nossa soberania nunca seja ultrajada e que nossa bandeira continue tremulante com as cores originais que foram criadas junto com nossa proclamação da República, em 1889”, ressaltou.

Confira alguns destaques da entrevista:

Ativismo judicial

“Alguns ministros do STF têm se utilizado do artifício de decisões monocráticas e, às vezes até por corporativismo, essas decisões são confirmadas em plenário, mas são claramente inconstitucionais, é o mesmo que dizer, ilegais. E sendo ilegais, o Clube Militar, atendendo ao anseio de seus associados, faz notas para passar para a população o pensamento dos associados do clube”.

CPI da pandemia

“O momento [para realizar a CPI] é totalmente inoportuno. Querem colocar a culpa em um governo que, desde o início, há um ano, foi impedido pelo próprio STF de coordenar as ações contra a pandemia, diferente de outros países do mundo”.

“O militar é formado para não mentir”

O senador Randolfe Rodrigues afirmou que o General Pazuello seria preso caso não falasse a verdade na CPI. Durante a entrevista, o presidente do Clube Militar comentou a declaração do senador.

“O senador Randolfe deve ser um daqueles que estava sem audiência, agora recebeu de presente a vice-presidência da CPI, e talvez não conheça bem os militares, o militar é formado para não mentir. Não existe nenhum tipo de preocupação com relação a alguém achar que o General Pazuello vai chegar numa CPI e vai mentir”.

A entrevista do General Eduardo José Barbosa, presidente do Clube Militar, é importantíssima para entendermos o momento que o Brasil está vivendo. De forma corajosa, ele reafirmou o compromisso com o país e com os cidadãos de bem.

Assista e compartilhe!

Após decisão do STF, General desabafa

“Mister L” e suas mágicas

Mais um capítulo tenebroso do maior caso de Ilusionismo na Política e Justiça brasileira foi ao ar.

Depois de quase 8 anos, o Mister L e seus Assistentes de Palco do STF conseguiram mostrar para o mundo que não houve crime nos casos do Tríplex do Guarujá e muito menos no Sítio de Atibaia.

Aliás, tudo o que foi encontrado no sítio, não era nada do Mister L.

Era ilusão de ótica, apesar de vários artigos/objetos pessoais, inclusive “roupões personalizados”, terem sido mostrados em vídeos, nas buscas efetuadas pela Polícia Federal.

As imagens e os áudios do Mister L com a família visitando o apto foram fruto de algum efeito especial, através de hologramas?

Além disso, as delações premiadas do “Italiano” e do Empreiteiro foram, nada mais, nada menos, que distração de palco?

Agora, se realmente tudo isso foi fruto da nossa imaginação, falta apenas dizer aonde foi parar a volumosa quantia arrecadada com esse “espetáculo” de “mágica” política e criminal.

Além do mais, ficamos na dúvida sobre o montante em bilhões que foi desviado da Petrobrás, nos vários escândalos mostrados, inclusive, também, com depoimentos e delações premiadas, homologados pelo Ministério Público e juizados de 1ª e 2ª instância.

Aliás, montante este que foi admitido e, em parte, já devolvido, somando mais de 14 bilhões de reais.

No fechar das cortinas, nosso desejo, e não ilusão, é assistirmos alguém “retirar da cartola”, não um coelho branco, mas uma onça parda, já saciada em sua sede.

Assim, poderemos gritar aos quatro cantos do mundo:

“Temos justiça no Brasil!”.

Foto de General Girão

Por General Girão*

*Girão é Deputado Federal pelo Rio Grande do Norte