Bolsonaro critica proposta de Lula de regulação da mídia: ‘censura’

Presidente afirma que liberdade de imprensa tem que persistir, mesmo ‘com todos os seus defeitos’

O presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar propostas de regulação de mídia, nesta terça-feira (14). Em evento no Palácio do Planalto, o presidente da República avaliou uma possível regulação como censura.

“A nossa liberdade de imprensa, com todos os seus defeitos, tem que persistir. No que depender de nós, jamais teremos quaisquer medidas visando censurá-los. É melhor falando do que calado”, afirmou Bolsonaro.

As falas ocorrem em meio ao crescente discurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a favor da regulação. Os dois devem se enfrentar nas eleições presidenciais de 2022, apesar do petista ainda não ter confirmado a candidatura. Para Lula, o Brasil precisa “fazer um novo marco regulatório para a comunicação”.

A regulação da mídia pretendida pelo ex-presidente Lula deve seguir o exemplo da Venezuela, em que o controle do governo foi usado como forma de perseguir e sufocar financeiramente os veículos que faziam críticas ao regime bolivariano.

O ministro das Comunicações, Fabio Faria, também defendeu a linha de pensamento do presidente Jair Bolsonaro. “Em vários momentos ele conversou, recebeu, brigou, mas, em nenhum segundo, esse presidente que está ao meu lado falou em regular a mídia. Quem está falando de regular a mídia não é o presidente Bolsonaro.”

Lula não detalhou como seria criar uma nova regulamentação para a imprensa brasileira, mas o Plano de Governo de Fernando Haddad, produzido na campanha presidencial de 2018, defende o impedimento de “monopólios e oligopólios”, e que “o monitoramento e aplicação dos princípios constitucionais deve se dar por meio de um órgão regulador com composição plural para evitar sua captura por qualquer tipo de interesse particular”.

Por outro lado, críticos às propostas levantam dúvidas sobre possíveis censuras com um governo vigente criando regras para a imprensa. Durante o evento desta terça-feira, Bolsonaro disse que seu governo “conversa com todo mundo”, enquanto falava sobre atritos com a mídia.

Fonte: R7

Boris Casoy sobe o tom, escancara a hipocrisia de Lula sobre Cuba e manda um recado (veja o vídeo)

Boris aproveitou para ironizar o posicionamento de Lula sobre a questão:

O jornalista Boris Casoy fez uma análise sobre as últimas declarações de ex-presidente e ex-presidiário Lula durante o Jornal do Boris, na última quarta-feira (14).

Ao comentar os pronunciamentos que Lula tem feito sobre as manifestações que vem ocorrendo em Cuba, Boris expôs a hipocrisia da militância esquerdista e, principalmente, do ex-presidiário:

“O Lula deu um pau nos Estados Unidos na questão de Cuba. Cuba prendeu 150 pessoas, já morreu um nas manifestações, o pessoal lá clama por comida, liberdade, vacina, não tem nada.

Os petistas que apoiam Cuba, silêncio, ou então dizem que Cuba tem razão, com essa mentira, que a culpa é dos Estados Unidos. Tudo é culpa dos Estados Unidos. Então aí vem o Lula: Para defender regime de Cuba, Lula ataca os Estados Unidos: Luiz Inácio Lula Da Silva recorreu à violência policial contra negros nos Estados Unidos para defender a legitimidade do governo cubano, alvo de atos no domingo”, citou Boris.

Boris aproveitou para ironizar o posicionamento de Lula sobre a questão:

“O ‘professor’ Lula bota as suas manguinhas de fora defendendo o regime cubano, onde não tem liberdade, onde falta tudo!

O regime faliu. o comunismo é um laboratório que mostra como o comunismo se transforma em um instrumento autoritário, totalitário, e como esmaga a população. A população estava apenas pedindo liberdade.

Os petistas estão chamando esse pessoal de delinquentes.[…] Chamaram não só de delinquentes, como de mercenários. Parece que foram para Miami buscar um monte de mercenários para fazer ‘injustas manifestações’ em Cuba.

Cuba está começando a cair. O regime comunista não funciona. Os comunistas brasileiros, e os petistas que se aproximam do comunismo, e aí eu incluo o Lula, estão totalmente equivocados”, disparou ele.

Boris lembrou ao povo brasileiro os governos que Lula admira e defende, e fez questão de mandar um recado ao ex-presidente:

“O Lula gosta de Cuba, elogiou o Partido Comunista Chinês, apoia a ditadura da Venezuela e, aqui, bate no peito dizendo que o Bolsonaro é totalitário, é genocida. Agora, ‘professor’ Lula, vai perder as eleições com essa história!”.

Confira:

Fonte: JCO

Lula rasga elogios a ditadura chinesa e declara…

“Partido forte, um estado forte, porque tem pulso, tem voz de comando”

O ex-presidiário Luiz Inácio Lula da Silva, em entrevista ao site chinês Guancha, exaltou o governo da China.

Ao comentar o modo como o país asiático vem gerenciando o combate à pandemia, o ‘ex-criminoso’ elogiou a ação do governo do Partido Comunista Chinês:

“A China só conseguiu combater o coronavírus com a rapidez que ela combateu porque tem um partido forte, um estado forte, porque tem pulso, tem voz de comando”.

E o petista continuou rasgando elogios:

“A China é um exemplo de desenvolvimento para o mundo. Espero que outros países aprendam a lição com a China para que a gente possa ser mais forte, com mais distribuição de riqueza”.

Há cerca de um mês, o ex-presidiário já havia enaltecido a China em uma outra declaração para o mesmo site:

“Se precisamos cooperar com a China, devemos estabelecer uma parceria estratégica com a China, assim como eu fiz quando era presidente. Se for necessário cooperar com a Rússia, cooperaremos com a Rússia”, enfatizou.

Eis o perigo!

Fonte: Lula – Youtube

Lula tem 35% de intenções de voto e Bolsonaro, 33%, mostra pesquisa

Em eventual 2º turno, petista venceria com 46,8% das intenções de voto. Rejeição de Bolsonaro é de 49,8% contra 36,4% de Lula

A pesquisa mostrou ainda que 8% votariam no ex-juiz Sérgio Moro, 6,8% escolheriam Ciro Gomes (PDT) para a Presidência, 3,1%, o atual governador de São Paulo, João Doria (PSDB), 2,5% votariam no ex-ministro da saúde Henrique Mandetta (DEM). Votariam em branco ou nulo 4,5% dos brasileiros e 5,9% não soube responder.

Entre as mulheres, 38,6% votariam em Lula e 28,9%, em Bolsonaro. Já entre os homens, 31,6% escolheriam Lula e 39,6%, Bolsonaro.

A pesquisa também indica que 43,9% de jovens entre 16 e 19 votariam em Lula. Com essa mesma faixa etária, 24% escolheriam Bolsonaro. Entre os eleitores de 20 a 35 anos, Lula e Bolsonaro têm empate técnico com 35,2% e 35,4%, respectivamente.

Já entre os eleitores da faixa etária dos 36 aos 65 anos, Bolsonaro seria eleito por 36% dos eleitores e Lula, por 35%. Por fim, entre os votantes acima dos 66 anos, Lula venceria com 29,3%. Bolsonaro tem 26,6% da preferência nessa faixa etária.

No recorte por renda, Lula tem a preferência entre os eleitores com salário até R$ 1.045, com 44% do eleitorado contra 23% para Bolsonaro. Nas demais faixas salarias, Bolsonaro tem a preferência dos eleitores. Entre votantes com renda entre R$ 1.045 e R$ 2 mil, Bolsonaro têm 37% da preferência contra 34% de Lula. Na faixa entre R$ 2 mil e R$ 5 mil, o atual presidente lidera com 36% e o petista com 33%. Entre R$ 5 mil e R$ 10 mil, Bolsonaro tem 39% contra 27% de Lula.

Entre R$ 10 mil e R$ 15 mil, Bolsonaro é preferido por 34% dos eleitores contra 27% de Lula. Por fim, entre pessoas que ganham mais de R$ 15 mil, Bolsonaro tem a preferência de 48% e Lula, por 21%.

No recorte por região, a pesquisa demonstra que no Centro-Oeste, Norte e Sul, Bolsonaro lidera as intenções de voto com 41,7%, 37,8% e 44,4%, respectivamente. Já nas regiões Nordeste e Sudeste, Lula é o preferido por 43,4% e 34,6% dos votantes.

Percentual de rejeição

Segundo o levantamento, não votariam em Bolsonaro de jeito nenhum 49,8% de eleitores e não votariam em Lula de jeito nenhum, 36,4%. O percentual de rejeição dos demais candidatos é de 3,3% para João Doria, 2,2% para Sergio Moro, 2,1% no caso de Ciro, 1,4% para Mandetta, 1% votaria em qualquer candidato e 3,8% não soube responder.

O índice de rejeição por sexo mostra que, entre as mulheres, 53,8% não votariam de jeito nenhum em Bolsonaro e 31,6% em Lula. Entre os homens, não votariam em Lula 44,3% e 42,9% em Bolsonaro.

O instituto também perguntou para diferentes faixas etárias em qual candidato não votariam de jeito nenhum. Entre 16 e 19 anos, não votariam em Bolsonaro 56,4% e 29,1% em Lula. Dos 20 aos 35 anos, não escolheriam Bolsonaro 51,3% e 37%, Lula. Entre os 36 e 65 anos, não votariam em Bolsonaro 47,9% e 39,3% em Lula. Por fim, acima dos 66 anos, não escolheriam Bolsonaro, 42,6% e 30,9%, Lula.

O recorte por renda mostra que não votariam em Bolsonaro 56% das pessoas com salário até R$ 1.045, 47% com renda entre R$ 1.045 e R$ 2 mil, 49% dos votantes com salário entre R$ 2 mil e R$ 5 mil. Entre os que ganham de R$ 5 mil a R$ 10 mil, 48% não votaria em Bolsonaro. Entre os eleitores com renda de R$ 10 mil a R$ 15 mil, o índice de rejeição a Bolsonaro cai para 44%. No caso dos eleitores que ganham acima de R$ 15 mil esse índice de rejeição é de 42%.

Já o indice de rejeição do candidato Lula é de 26% entre pessoas com renda até R$ 1.045. Na faixa dos R$ 1.045 a R$ 2 mil, 38% não votariam no candidato do PT de jeito nenhum, 41% dos eleitores que ganham de R$ 2 mil a R$ 5 mil não votariam no ex-presidente. Entre os votantes que recebem entre R$ 5 mil e 10 mil, 44% não votaria mem Lula, 46% das pessoas com salários entre R$ 10 mil e R$ 15 mil não votaria no petista e, por fim, não escolheriam Lula metade dos eleitores que ganham acima de R$ 15 mil.

A pesquisa mostrou também a rejeição dos candidatos por região. No Centro-Oeste, Bolsonaro é rejeitado por 42,6% dos eleitores contra 41,9% de Lula. No Nordeste, 54,2% não votariam de jeito algum em Bolsonaro. Em Lula, 32,5% não votariam naquela região. No Norte, a rejeição de Bolsonaro é de 46,2% e de Lula, 39,1%. No Sudeste, 51,5% não votariam em Bolsonaro e 33,1% não escolheriam Lula. No Sul, a rejeição de Lula é maior: são 52,5% que não escolheriam o petista. Rejeitam Bolsonaro 39,8% nos estados sulistas.

Segundo turno

Em um eventual segundo turno entre Lula e Bolsonaro, Lula venceria com 46,8% das intenções de voto contra 38,9% para Bolsonaro, 11,4% votariam branco ou nulo e 2,9% não soube responder.

No recorte por sexo, o levantamento mostra que 51,1% das mulheres votariam em Lula e 34% votariam em Bolsonaro, 11,3% das mulheres votariam branco ou nulo e 3,6% não soube responder. Entre os homens, 40,9% votariam em Lula e 45,5% em Bolsonaro, 11,6% branco ou nulo e 2% não soube responder.

Na divisão por faixa etária, a pesquisa mostrou que, entre os 16 e 19 anos, 57,7% escolheriam Lula e 29,9% Bolsonaro. Entre as pessoas de 20 a 35 anos, 46,7% votariam em Lula e 40,3% em Bolsonaro. Entre os eleitores com 36 e 65 anos, 45% escolheriam Lula e 41,3% Bolsonaro. Por fim, entre os eleitores com mais de 66 anos, 40,8% votariam em Lula e 34,2% em Bolsonaro.

A pesquisa também revelou o cenário de um eventual segundo turno entre os candidatos por renda. Na primeira faixa salarial (até R$ 1.045), votariam em Lula 58% contra 27% de eleitores de Bolsonaro. Escolheriam Lula 44% dos eleitores com salário entre R$ 1.045 e R$ 2 mil e 42%, Bolsonaro. Os candidatos ficam empatatos com 43% das intenções de votos entre eleitores com renda entre R$ 2 mil e R$ 5 mil.

Já na faixa salarial de R$ 5 mil a R$ 10 mil, Bolsonaro é preferido entre 44% dos eleitores contra 41% de preferência para Lula. Para quem ganha entre R$ 10 mil e R$ 15 mil, Bolsonaro tem 43% das intenções de voto e Lula, 39%. Entre os votantes com renda acima de R$ 15 mil, Bolsonaro reúne 52% das intenções de voto contra 33% de Lula.

Em um segundo turno, o recorte por região revela que Lula teria 37,8% contra 47,8% de Bolsonaro no Centro-Oeste. No Nordeste, reduto eleitoral do petista, Lula têm 53,1% das intenções de voto contra 34,2% para Bolsonaro. No Norte, Lula tem 43,5% contra 44% de Bolsonaro. No Sudeste, Lula reúne 48,6% das intenções de voto e Bolsonaro, 35,6%. E no Sul, Bolsonaro tem 51,9% da preferência contra 32,3% para Lula.

Processo de impeachment

A pesquisa do instituto Orbis também questionou os eleitores sobre a instauração de um processo de impeachment contra o atual presidente, Jair Bolsonaro. O levantamento mostrou que 49% é a favor da interrupção do mandato e 44,4% contra, 6,6% não soube responder.

Entre as mulheres, 52,7% são favoráveis ao impeachment e 39,1% são contrárias, 8,2% não soube responder. Entre homens, 43,9% são favoráveis ao impedimento do presidente e 51,6% são contrários, 4,5% não soube responder.

Entre os jovens da faixa etária dos 16 aos 19 anos, 59,1% é favorável ao impedimento e 34,3% contrária, 6,6% não soube responder. Já entre pessoas de 20 a 35 anos, 49,4% se diz favorável a instauração do processo e 45,8%, contrária, 4,8% não sabe responder. Na faixa dos 36 a 65 anos, 46,9% é favorável ao impeachment e 46,3%, contrária. Nesta faixa, 6,8% não sabe responder. Por fim, acima dos 66 anos, 42,3% é a favor da instauração do impedimento e 43,8%, contrária.

Entre quem recebe até R$ 1.045, 54% é a favor e 34% contra o impeachment, 12% não sabe responder. Na faixa salarial de R$ 1.045 e R$ 2 mil, 46% se mostrou favorável a interrupção do mandato presencial e 49% contrária, 5% não soube responder. Para os que ganham entre R$ 2 mil e R$ 5 mil, 49% são favoráveis e 47% contrários, 4% não sabe responder.

Na faixa salarial de R$ 5 mil a R$ 10 mil, 48% querem o impedimento e 47% não querem, 5% não soube responder. Entre os eleitores que ganham de R$ 10 mil a R$ 15 mil, o percentual a favor e contra o impeachment é o mesmo: 49% e 2% não soube responder. Finalmente, entre as pessoas que ganham mais de R$ 15 mil, 41% querem a instauração do processo de impeachment e 57% não querem.

O desejo da instauração de um proceso de impeachment também varia por região. No Centro-Oeste 36% é a favor e 53,7% contra, 10,3% não soube responder. No Nordeste, 51,5% são a favor do processo e 41,9% contrários, 6,6% não soube responder. No Norte, defendem a interrupção do mandato 48% e refutam o impedimento 47,5%. Nessa região, 4,5% não soube responder.

No Sudeste, 52,3% são a favor do impeachment e 41,1% é contra, 6,6% não soube responder. No Sul, 53,1% são contrários ao impedimento do presidente e 40,9% favoráveis.

Na pesquisa foram ouvidas 2.992 pessoas. O levantamento foi realizado entre os dias 7 e 8 de julho em todo o território nacional. A margem de erro da pesquisa é de 1,8% com 95% de confiança

Fonte: R7

Vídeo de jornalista viraliza e Lula pede à justiça retirada do ar (veja o vídeo)

Desta vez, o trabalho dos advogados de Lula será mais difícil que anular condenações.

Os advogados de Lula parecem estar sem trabalho depois que o STF anulou suas condenações.

A novidade agora é que a defesa de Lula está monitorando as redes sociais de Bolsonaristas.

A jornalista Carina Belomé agora virou alvo da alma mais honesta do Brasil ao apontar quem são os eleitores que votam em Lula e no Bolsonaro.

Contrariado, Lula entrou com ação no TJ de SP pedindo a retirada do vídeo do ar e uma indenização.

Desta vez, o trabalho dos advogados de Lula será mais difícil que anular condenações.

Não compartilhe o vídeo da jornalista Carina Belomé, já que Lula não gostou.

Veja o vídeo:

Foto de Emílio Kerber Filho

Por Emílio Kerber Filho*

*Emílio é Escritor, Jornalista e Autor do livro “O Mito – Os bastidores do Alvorada”.

Filho de Lula entra na Justiça contra Amado Batista

Batista também teria acusado Lula e Lulinha de enriquecimento ilícito

O filho do ex-presidente e ex-presidiário Lula, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, apresentou uma queixa-crime à Justiça de Pernambuco, contra o cantor Amado Batista.

Segundo a alegação de Lulinha na queixa-crime, o cantor teria cometido injúria ao dizer, durante uma entrevista à Rede Nordeste de Rádio, ‘Lula e seus filhos roubaram durante os governos do PT’.

Amado Batista também teria acusado Lula e Lulinha de enriquecimento ilícito e de serem proprietários de vastas extensões de terras no Pará e em Mato Grosso.

“Antes do Bolsonaro, o dinheiro brasileiro era investido para ajudar países comunistas… Além de roubar pra caramba, né? Além de ter roubado pra caramba. Existem pessoas que eram pobres antes do comunismo aqui, antes da esquerda, e que estão milionários hoje”, foi uma das declarações do cantor na entrevista.

Logo após, Amado Batista foi questionado pelo jornalista Magno Martins:

“O ex-presidente se encaixa nessas condições que você descreve?”.

Ao que o cantor respondeu sem titubear:

“Com certeza. Tanto ele quanto os filhos dele, né? É só ir para o Pará, lá para o Mato Grosso, para vocês verem (a posse de terras). Ao vivo e a cores”, apontou Amado Batista.

No início de junho, a deputada federal e atual presidente do PT, Gleisi Hoffmann, já havia saído em defesa de Lula em suas redes sociais, ameaçando processar Amado Batista:

“Amado Batista terá de enfrentar a Justiça, assim como outros que mentiram sobre Lula e sua família. Quem faz acusação falsa tem de ser responsabilizado pelo que diz, seja famoso ou não”, escreveu Gleisi, na ocasião.

Agora, os advogados de Lulinha analisam a situação visando processar o cantor também pelos eventuais ‘danos morais à Lulinha e seus familiares’.

É a mais completa inversão de valores.

Que prevaleça a Justiça e, assim, certamente, Lulinha será derrotado.

Amado Batista está preparado para o embate.

Fonte: JCO

‘Tiraram o Lula da cadeia para ser eleito na fraude’, diz Bolsonaro

Presidente fala em “fraude escancarada” no modelo eleitoral e disse que três ministros do STF são contra o “voto auditável”

O presidente Jair Bolsonaro saiu novamente em defesa do voto impresso na manhã desta quinta-feira (1º) e ressaltou que existe uma “fraude escancarada” no modelo eleitoral atual. “Tiraram o Lula da cadeia e tornaram elegível para ele ser presidente na fraude”, afirmou Bolsonaro em conversa com apoiadores.

Cabe ressaltar que, desde a adoção da urna eletrônica em todo o território nacional, em 2000, Bolsonaro foi eleito quatro vezes deputado federal (2002, 2006, 2010 e 2014) e alcançou a presidência no segundo turno das eleições de 2018, com 55,2 milhões de votos. Ele já afirmou ter provas de que o pleito foi fraudado, mas nunca as apresentou.

Na conversa, ele ainda disse existir uma movimentação de três ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) contra a adoção do voto impresso. “Se não tiver, eles vão ter que inventar uma outra maneira de termos eleições confiáveis, com a contagem pública dos votos”, disse Bolsonaro.

Para o presidente, os ministros contra a adoção do voto impresso estão preocupados com a judicialização do tema e o que ele defende é a “expressão da democracia” e a “transparência”. “Não adianta vir com argumentozinho de que é muito caro, porque dinheiro tem. Já está arranjado o dinheiro para comprar as impressoras, porque queremos eleições limpas no ano que vem”.

Ele afirma que a manifestação a favor do voto impresso é uma antecipação para evitar problemas no pleito do ano que vem. Como está aí a fraude está escancarada, não só para presidente, mas para deputados e senadores também”, apontou.

Fonte: R7

STF confirma decisão que considera Moro parcial no caso do tríplex

Marco Aurélio e Luiz Fux votaram contra parcialidade do ex-juiz

Por 7 votos a 4, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (23) manter a decisão que reconheceu a parcialidade do ex-juiz Sergio Moro na condução do processo do triplex envolvendo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Operação Lava Jato. 

Em abril, quando o placar da votação estava em 7 votos a 2 pela parcialidade, o julgamento foi interrompido após um pedido de vista do ministro Marco Aurélio. 

Em votos proferidos hoje, Marco Aurélio e o presidente do tribunal Luiz Fux votaram contra o reconhecimento da parcialidade do ex-juiz. Para os ministros, os diálogos entre procuradores da Operação Lava Jato, que foram alvo de hackers, são ilegais e não podem ser considerados no processo. 

“Estes autores que obtiveram prova ilícita, roubada e lavada, foram denunciados e presos por isso, então não há como não se considerar ilícita esta prova”, afirmou Fux. 

A Corte finalizou o julgamento do recurso da defesa de Lula para manter decisão da Segunda Turma da Corte, que decidiu, em março, pela parcialidade de Moro. A Procuradoria-Geral da República (PGR) também recorreu da decisão. 

Com a confirmação da decisão do colegiado, o processo sobre o triplex deverá ser retomado do início e ser remetido para a Justiça Federal em Brasília. Antes da decisão sobre a parcialidade de Moro, a pena do ex-presidente era de 8 anos e 10 meses de prisão. 

Fonte: Aline Leal A/B

STF deve concluir julgamento que declarou Moro parcial em ações de Lula

Caso está definido desde Abril.

O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) deve concluir, nesta quarta-feira (23), o julgamento de um habeas corpus em que julga se houve parcialidade do ex-juiz federal Sergio Moro quando julgou o ex-presidente Lula na Lava Jato.

O caso, no entanto, está definido desde 22 de abril: já há maioria de sete votos a favor da decisão da turma do STF que definiu Moro como suspeito.

Edson Fachin e Luis Roberto Barroso votaram contra a suspeição. Ainda faltam votar os ministros Marco Aurélio Mello e Luiz Fux. Na quarta-feira (24), a corte pautou uma ação em que se discute
a necessidade do cartão de vacinação para formação do cálculo previdenciário de empregadas domésticas.

Ainda está na pauta da corte um recurso movido pela Câmara Municipal de São Paulo, para discutir se
a Guarda Municipal da cidade pode proteger bens, serviços e instalações do município, ou se essa é uma competência das polícias militar e civil.

Fonte: Congresso em Foco

De mala pronta para o PSD, Maia faz caminho inverso e se aproxima de Lula

Maia rompeu com o DEM por não aceitar a aproximação do partido com Jair Bolsonaro.

O ex-presidente da Câmara Rodrigo Maia (DEM-RJ) espera apenas a oficialização de sua saída do DEM para se filiar ao PSD. Ele acompanhará o prefeito do Rio, Eduardo Paes, e deve levar outros políticos para o partido criado por Gilberto Kassab, que também deixou o DEM por discordâncias políticas. Paes e Maia terão o controle da legeanda no Rio e serão, ao lado de Kassab, as principais estrelas da sigla no plano nacional.

O PSD nasceu de uma dissidência do DEM. Curiosamente, na época, Rodrigo Maia se opôs a Kassab. O primeiro defendia que o partido permanecesse na oposição ao PT. Já o segundo, que virou ministro de Dilma Rousseff, criou a nova legenda para se aliar ao governo petista. Agora, Maia rompe com o DEM por não aceitar a aproximação do partido com Jair Bolsonaro.

Nos últimos meses, o ex-presidente da Câmara fez elogios a Lula, chamado por ele de estadista e democrata. O presidente do DEM, ACM Neto, com quem Maia rompeu durante a eleição na Câmara, quer a expulsão dele. Já o deputado alega falta de espaço político para se desfiliar sem perder o mandato por infidelidade partidária.

O nome de Maia é lembrado como um possível de vice de Lula. Os dois se encontraram no início do mês. Kassab também tem defendido publicamente a indicação do atual presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), como um possível presidenciável. Pacheco deve trocar o DEM pelo PSD e também é lembrado como um possível vice do petista em 2022.

Fonte: Congresso em Foco