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Agevisa informa que não será mais responsável por Dispensação de receitas médicas controladas em RO

Segundo a Agência, a responsabilidade passou a ser para a Divisão de Vigilância, Licenciamento e Risco Sanitário de Porto Velho.

A Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa) informa aos profissionais de saúde que a partir do mês de novembro, as receitas médicas para prescrição de substâncias e medicamentos sujeitos a controle especial, o popularmente chamado remédio controlado, serão concedidas pela Vigilância Sanitária do município de Porto Velho.

A Agevisa não será mais responsável pela dispensação dos numerários e notificação de receitas a profissional e estabelecimentos assistenciais à saúde, sendo essa responsabilidade transferida para a Divisão de Vigilância, Licenciamento e Risco Sanitário de Porto Velho.

A diretora da Agevisa, Ana Flora Camargo Gerhardt, destacou a importância da divulgação para que os profissionais da saúde fiquem atentos ao novo procedimento.

PORTARIA N° 344

A medida tem como respaldo legal a Portaria nº 344, de 12 de maio de 1998, que aprova o regulamento Técnico sobre substâncias e medicamentos sujeitos a controle especial; a Lei nº 6.360, de 23 de setembro de 1976, que dispõe sobre a Vigilância Sanitária a que ficam sujeitos os medicamentos, as drogas, os insumos farmacêuticos e correlatos, cosméticos, saneantes e outros produtos.  Ainda em acordo com a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, que dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes.

Prefeitura informa sobre Campanha de Vacinação contra raiva animal

De acordo com a secretaria, em Porto Velho, a retomada das vacinações estão previstas para novembro dependendo da situação das ações contra o coronavírus no estado.

A imunização de cães e gatos com a antirrábica é a única preconizada e normatizada no Brasil por intermédio do Ministério da Saúde (MS) que objetiva a prevenção e controle de zoonoses no país. As atividades de vacinação animal devem ser reiniciadas em breve, assim informa a prefeitura por meio da Unidade de Vigilância em Zoonoses (UVZ) da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa).

De acordo com a Unidade de Vigilância em Zoonoses (UVZ), a campanha começará pelos distritos de Extrema e Nova Califórnia. Este é um trabalho da Divisão de Controle de Zoonoses (DCZ).

A idade para aplicação da vacina em cães e gatos para o controle da raiva no município de Porto Velho é a partir dos 3 meses de vida. As aplicações acontecem durante as campanhas de rotina que são realizadas anualmente e ocorrem normalmente todos os dias, das 8h às 18h, na Unidade de Vigilância em Zoonoses, à avenida Mamoré, 1120 – Cascalheira, Zona Leste da cidade.

A DCZ não faz resgate, remove ou abriga animais, apenas captura aqueles que oferecem risco de doenças com alta capacidade de transmissão entre animais e seres humanos relevantes para a saúde pública. A vacina de raiva para cães e gatos é efetuada em massa ou mediante bloqueio de foco epidemiológico, uma estratégia do Programa Nacional de Vigilância e Controle de Raiva no Brasil.

Em Porto Velho, as ações estão previstas para terem início em novembro conforme a real situação do novo coronavírus(Covid-19) no município. A vacinação animal é controlada, aplicada e examinada pelo setor de saúde que tem como objetivo proteger e promover a saúde da população.

As unidades itinerantes de vigilância e controle de zoonoses inauguradas pelo prefeito Hildon Chaves em 2019 para ampliar a cobertura no atendimento a vacinação antirrábica na capital, também estarão à disposição da população.

Fonte: Comdecom

Eleições 2020 :TSE contará com consultoria sanitária de três instituições

Durante a votação haverá um protocolo de segurança a ser adotado em todas as seções eleitorais do Brasil.

Um acordo firmado entre o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a fundação Fiocruz e os hospitais Sírio Libanês e Albert Einstein vai garantir consultoria sanitária para a Justiça Eleitoral sobre cuidados a serem adotados nas eleições municipais em razão da pandemia causada pelo coronavírus (Covid-19). Conforme a emenda constitucional promulgada pelo Congresso Nacional, o primeiro turno será no dia 15 de novembro, e o segundo turno no dia 29 de novembro. 

Haverá um protocolo de segurança a ser adotado em todas as seções eleitorais do Brasil com o objetivo “proporcionar o mais alto grau de segurança possível para os eleitores, mesários e demais colaboradores da Justiça Eleitoral” diante do cenário de contágio. 

O trabalho consistirá na avaliação de todos os riscos à saúde pública durante a votação, além do desenvolvimento e divulgação dos procedimentos e protocolos sanitários e ambientais a serem adotados.

Ministro e Presidente do TSE Roberto Barroso

Em ofício dirigido às três instituições, o presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, agradeceu a ajuda “patriótica”, prestada “graciosamente”, sem custos aos cofres públicos.

Nesta semana, Barroso e técnicos do TSE se reunirão com três infectologistas para início dos trabalhos do grupo: David Uip, pelo Sírio Libanês, Marília Santini, pela Fiocruz, e Luís Fernando Aranha, pelo Albert Einstein.

O adiamento das eleições de outubro para novembro, aprovado pelo Congresso, foi defendido pelo TSE para atender as recomendações médicas e sanitárias de que postergar o pleito por algumas semanas seria mais seguro para eleitores e mesários. Tags:

Fonte: Assessoria de Comunicação TSE

Coronavírus está no Brasil desde novembro, indica pesquisa da UFSC

Descoberta só foi possível, porque cientistas tiveram acesso às amostras que já eram coletadas por outros estudos.

Partículas do novo coronavírus foram encontradas em duas amostras de esgoto em Florianópolis colhidas em 27 de novembro de 2019, três meses antes do primeiro caso clínico ser relatado no Brasil. Apesar de já ter sido submetido à plataforma MedRxiv, o estudo ainda não foi avaliado por demais cientistas dos comitês das publicações.

A descoberta, no entanto, é descrita na pesquisa SARS-CoV-2 in human sewage in Santa Catarina, Brazil, November 2019, de pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Universidade de Burgos, na Espanha e da startup BiomeHub.

A professora da UFSC, Gislaine Fongaro, explica que amostras de esgoto do final de outubro de 2019 até o início de março de 2020 foram analisadas. “Acessamos amostras congeladas do esgoto bruto para investigar o material como ferramenta epidemiológica”. Até o momento, o relato consta como o da primeira presença confirmada do vírus nas Américas.

Estudos semelhantes, conforme lembra a professora, também foram realizados no esgoto de Wuhan, na China, em outubro de 2019, e na Itália no início de dezembro, antes mesmo do vírus ser descrito em dezembro de 2019.

Metodologia

A UFSC realizou um teste RT-PCR onde o RNA do vírus é transformado em DNA para poder investigar a presença do genoma viral. Para se chegar aos resultados de que se tratavam de partículas do novo coronavírus foram feitos testes com base em quatro marcadores para o genoma do vírus e para cada amostra os cientistas realizaram ao menos oito novas testagens.

Em 27 de novembro as mostras demonstraram carga diminuta do vírus, 100 mil cópias de genoma do vírus por litro. Já em 11 de dezembro e 20 de fevereiro novas amostras deram positivo em doses mais elevadas. Até que em 4 de março a carga de SARS-CoV-2 chegou a um milhão de cópias de genoma por litro de esgoto. “As pessoas não precisam ficar apavoradas com contaminação. O esgoto só é uma representatividade do que já tem na população”, diz Gislaine.

A cientista pondera, no entanto, que as pessoas podem ou não ter ficado doentes ou apresentado sintomas neste período. A descoberta só foi possível, diz Gislaine, porque os cientistas tiveram acesso às amostras que já eram coletadas por outros estudos.

Fonte: Congresso em Foco

Eleições 2020: Senado e TSE discutem hoje adiamento

Nova data para a escolha de prefeitos e vereadores deverá ser votada na terça-feira; opção mais provável é a transferência de outubro para novembro

O Senado Federal discute nesta segunda-feira (22) o provável adiamento das eleições de 2020. Marcada inicialmente para 4 e 25 de outubro, a votação deve ocorrer mais tarde, para evitar aglomerações de eleitores em um período em que o país ainda estará preocupado com a pandemia da covid-19.

É esperado na sessão desta segunda, a partir das 14h, o presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Luís Roberto Barroso, além da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), a Confederação Nacional dos Municípios e outras entidades nacionais interessadas no tema.

O que for decidido no debate será submetido à escolha do Senado. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), marcou a votação para esta terça-feira (23).

A alternativa mais provável às eleições em outubro deve ser o adiamento para novembro deste ano. 

Se o texto for aprovado em dois turnos pelo Senado, seguirá para análise da Câmara dos Deputados. 

Alcolumbre e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), têm se mostrado favorável à alteração. 

Na semana passada, o presidente do TSE afirmou que a tendência era realmente a mudança de data. “O adiamento tem sido a recomendação consensual dos médicos e cientistas que têm se pronunciado sobre isso. E, nessa eventualidade, há muitas questões de prazo e aspectos operacionais que precisam ser equacionados”, explicou Barroso. 

A PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que tenta alterar a data da escolha de prefeitos e vereadores de todo o país é de autoria do senador Weverton (PDT-MA).

Além do risco de aglomerações nos dias de eleição, outro problema apontado por partidos políticos é a falta de tempo que os candidatos terão para fazer suas campanhas, considerando-se que o principal assunto nacional tem sido a covid-19.

Barroso tem afirmado em entrevistas que não se cogita a hipótese de prorrogação do mandato dos atuais prefeitos e vereadores, o que obriga que, seja lá como for, a votação ocorra ainda neste ano.

Fonte: R7