Mais um traidor de Bolsonaro está prestes a ser “chutado” e entrar na sarjeta

O União Brasil nunca correspondeu ao seu nome…

A alta expectativa foi por água abaixo nas eleições de 2022.

Hoje, a sigla – que planejava se tornar o maior partido do Brasil e ocupar a maior bancada na Câmara dos Deputados – vive um dolorido terceiro lugar.

O partido não sabe o que quer… Enquanto apoia ferrenhos opositores do governo Lula, como Sergio e Rosângela Moro, o partido também ocupa cargos no governo, liderando os ministérios das Comunicações, Turismo, e indiretamente, o Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional, através de Waldez Góes, indicado por Davi Alcolumbre, um dos líderes do partido.

A derrocada do partido parece ter um nome: Luciano Bivar, deputado federal responsável pela “traição” a Jair Bolsonaro e a fusão do então PSL com o Democratas.

Agora, Bivar vê os próprios membros do partido fazendo mudanças na sigla planejando as eleições municipais de 2024.

Diante disso, Bivar já foi informado que seu mandato será encurtado em três meses, encerrando-se em fevereiro do próximo ano.

De acordo com cinco líderes do partido, a Executiva se reunirá em Brasília em 20 de novembro para comunicar os próximos passos. Bivar, que lidera o partido desde o início, passará o comando para o advogado pernambucano Antonio de Rueda, vice-presidente nacional do partido e seu pupilo.

Longe dos holofotes, Rueda trabalhou nos bastidores para isolar Bivar, que não pretende concorrer à reeleição e está desapontado com a situação.

Rueda assegurou:

“Estou certo de que o partido sairá unido”.

Bivar está provando do próprio veneno.

Em breve estará na sarjeta.

 

Source: JCO

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