Questão da imigração nos EUA é tensa, mas o que preocupa é o aceno de Lula para a criminalidade

Foto: Ricardo Stuckert

Se você perguntar o que foi que o presidente Joe Biden fez efetivamente que tenha modificado a legislação americana no que concerne à imigração, a resposta é: nada.

Sua única real interferência no trato do imigrante é que ele reverteu a decisão de seu antecessor, Donald Trump. Biden voltou a permitir que os imigrantes ilegais aguardem o julgamento de seus processos em solo americano. Como são processos demorados, o imigrante ilegal acaba se estabelecendo economicamente, tendo filhos americanos e fazendo jus à cidadania americana por outros motivos.

Trump acabou com essa festa. Ainda que o imigrante desse início ao pedido em terras americanas, deveria sair do território e aguardar o julgamento do seu pedido fora do país.

Em efeitos práticos, Biden só fez isso: retrocedeu à velha política de acolhimento ao imigrante e todos os avanços do Trump desceram pelo ralo – o problema é o efeito moral – foi fulminante.

Esse aceno de Biden se mostrando simpático à causa imigratória ecoou no mundo inteiro. Àqueles que só precisavam de um pequeno empurrãozinho, isso foi o suficiente. Outros mais resistentes encontraram esse momento como o mais oportuno para se aventurar a imigrar ilegalmente para os EUA – e assim começou um efeito dominó.

O brasileiro sabe bem o que é o efeito moral. Foi só Lula ganhar as eleições que o clima nas ruas mudou – a bandidagem ganhou corpo, levantou a moral. Ficaram mais abusados, mais prepotentes e confiantes. De fato, a criminalidade violenta cresceu muito em 2023.

Suas declarações, suas visitas à comunidades dominadas pelo tráfico, caem como um aceno de boas-vindas aos criminosos.

A imigração está para o governo Biden assim como a criminalidade está para o governo Lula – a culpa é toda deles.

Opa! Mas essas caravanas de imigrantes nos EUA ganharam muito corpo – muito volume – são mega caravanas! Ainda que o efeito moral do aceno de Biden e sua simpatia à causa imigratória tenha sido devastador, não justifica essa massa de gente vinda de toda a parte do mundo. Tem algo estranho no ar – e realmente tem.

No meio desses imigrantes estão sendo infiltrados terroristas do Hezbollah, traficantes de pessoas, de mulheres e de crianças – enfim, gente de fino trato e da mais alta estirpe.

Essas pessoas vindas de todas as partes do planeta seguem o corredor imigratório desde a América do Sul. De todo o circuito, o trecho mais perigoso, é uma linha sinuosa de 225 km de extensão, ao noroeste da Colômbia e que separa o país do Panamá. Essa mesma linha de fronteira é o que separa a América do Sul da América Central – é o chamado Darien Gap.

Pois bem, do lado do Panamá, para recepcionar os imigrantes já na América Central, está a ONU, a Cruz Vermelha e diversas ONGs. Os viajantes chegam famintos, fracos, com sede e exaustos. São recebidos com alimentação e são alojados – se recuperam e seguem viagem.

Quer saber quem está por trás dessas mega caravanas de imigração? São os mesmo que financiam a ONU e essas ONGs. Você vai encontrar países comunistas, totalitários e de esquerda.

É meu amigo, o jogo é bruto.

Mas essa situação americana está longe de se comparar à situação crítica do Brasil. O próprio povo americano trata de colocar a boca no mundo. As imagens das caravanas gigantes já rodam o globo terrestre, como uma denúncia de que algo está errado.

O povo de lá não é otário. O Estado do Texas, então, é o mais armado do país. O povo americano sabe a força que tem.

Assim como o aceno de Biden ao imigrante atraiu a atenção do mundo, o aceno de Lula para a criminalidade também chamou a atenção de todos. Além dos índices dos crimes explodirem, hoje temos inúmeras organizações internacionais como o próprio Hezbollah e os cartéis mexicanos atuando em território brasileiro. A Amazônia foi entregue aos traficantes.

A diferença é que nós não somos o povo americano. Não sabemos a força que temos.

Os EUA irão conseguir conter essa onda de imigração, mas e nós? Conseguiremos conter essa onda de violência?

Nesse país tupiniquim, a tendência é só piorar.

 

Foto de Carlos Fernando Maggiolo
Carlos Fernando Maggiolo

 

 

Carlos Fernando é Advogado criminalista e professor de Direito Penal. Crítico político e de segurança pública. Presidente da Associação dos Motociclistas do Estado do Rio de Janeiro – AMO-RJ*

 

*As opiniões expressas neste artigo é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Portal Correio de Notícia não tem responsabilidade legal pela “OPINIÃO” que é exclusiva do autor.

Se você perguntar o que foi que o presidente Joe Biden fez efetivamente que tenha modificado a legislação americana no que concerne à imigração, a resposta é: nada.

Sua única real interferência no trato do imigrante é que ele reverteu a decisão de seu antecessor, Donald Trump. Biden voltou a permitir que os imigrantes ilegais aguardem o julgamento de seus processos em solo americano. Como são processos demorados, o imigrante ilegal acaba se estabelecendo economicamente, tendo filhos americanos e fazendo jus à cidadania americana por outros motivos.

Trump acabou com essa festa. Ainda que o imigrante desse início ao pedido em terras americanas, deveria sair do território e aguardar o julgamento do seu pedido fora do país.

Em efeitos práticos, Biden só fez isso: retrocedeu à velha política de acolhimento ao imigrante e todos os avanços do Trump desceram pelo ralo – o problema é o efeito moral – foi fulminante.

Esse aceno de Biden se mostrando simpático à causa imigratória ecoou no mundo inteiro. Àqueles que só precisavam de um pequeno empurrãozinho, isso foi o suficiente. Outros mais resistentes encontraram esse momento como o mais oportuno para se aventurar a imigrar ilegalmente para os EUA – e assim começou um efeito dominó.

O brasileiro sabe bem o que é o efeito moral. Foi só Lula ganhar as eleições que o clima nas ruas mudou – a bandidagem ganhou corpo, levantou a moral. Ficaram mais abusados, mais prepotentes e confiantes. De fato, a criminalidade violenta cresceu muito em 2023.

Suas declarações, suas visitas à comunidades dominadas pelo tráfico, caem como um aceno de boas-vindas aos criminosos.

A imigração está para o governo Biden assim como a criminalidade está para o governo Lula – a culpa é toda deles.

Opa! Mas essas caravanas de imigrantes nos EUA ganharam muito corpo – muito volume – são mega caravanas! Ainda que o efeito moral do aceno de Biden e sua simpatia à causa imigratória tenha sido devastador, não justifica essa massa de gente vinda de toda a parte do mundo. Tem algo estranho no ar – e realmente tem.

No meio desses imigrantes estão sendo infiltrados terroristas do Hezbollah, traficantes de pessoas, de mulheres e de crianças – enfim, gente de fino trato e da mais alta estirpe.

Essas pessoas vindas de todas as partes do planeta seguem o corredor imigratório desde a América do Sul. De todo o circuito, o trecho mais perigoso, é uma linha sinuosa de 225 km de extensão, ao noroeste da Colômbia e que separa o país do Panamá. Essa mesma linha de fronteira é o que separa a América do Sul da América Central – é o chamado Darien Gap.

Pois bem, do lado do Panamá, para recepcionar os imigrantes já na América Central, está a ONU, a Cruz Vermelha e diversas ONGs. Os viajantes chegam famintos, fracos, com sede e exaustos. São recebidos com alimentação e são alojados – se recuperam e seguem viagem.

Quer saber quem está por trás dessas mega caravanas de imigração? São os mesmo que financiam a ONU e essas ONGs. Você vai encontrar países comunistas, totalitários e de esquerda.

É meu amigo, o jogo é bruto.

Mas essa situação americana está longe de se comparar à situação crítica do Brasil. O próprio povo americano trata de colocar a boca no mundo. As imagens das caravanas gigantes já rodam o globo terrestre, como uma denúncia de que algo está errado.

O povo de lá não é otário. O Estado do Texas, então, é o mais armado do país. O povo americano sabe a força que tem.

Assim como o aceno de Biden ao imigrante atraiu a atenção do mundo, o aceno de Lula para a criminalidade também chamou a atenção de todos. Além dos índices dos crimes explodirem, hoje temos inúmeras organizações internacionais como o próprio Hezbollah e os cartéis mexicanos atuando em território brasileiro. A Amazônia foi entregue aos traficantes.

A diferença é que nós não somos o povo americano. Não sabemos a força que temos.

Os EUA irão conseguir conter essa onda de imigração, mas e nós? Conseguiremos conter essa onda de violência?

Nesse país tupiniquim, a tendência é só piorar.

 

Foto de Carlos Fernando Maggiolo
Carlos Fernando Maggiolo

 

 

Carlos Fernando é Advogado criminalista e professor de Direito Penal. Crítico político e de segurança pública. Presidente da Associação dos Motociclistas do Estado do Rio de Janeiro – AMO-RJ*

 

*As opiniões expressas neste artigo é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Portal Correio de Notícia não tem responsabilidade legal pela “OPINIÃO” que é exclusiva do autor.

Welcome Back!

Login to your account below

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Are you sure want to unlock this post?
Unlock left : 0
Are you sure want to cancel subscription?
× Canal de denúncias