Chega ao fim o “silêncio” das Forças Armadas!

Foto: Ricardo Stuckert/PT

O comandante da Aeronáutica Marcelo Damasceno, como já era de se esperar, expressou seu total apoio a uma “investigação completa” realizada pela Polícia Federal (PF) sobre o envolvimento de membros militares em uma suposta tentativa de golpe de Estado.

A declaração ocorre após o lançamento da Operação Tempus Veritatis pela PF que resultou na execução de 33 mandados judiciais sob autorização do Supremo Tribunal Federal, mirando indivíduos ativos nas Forças Armadas.

Damasceno enfatizou a postura rigorosa da Aeronáutica frente a qualquer violação dos códigos disciplinares:

“Qualquer coisa que fira nossos diplomas disciplinares será punida”, afirmou ele.

Questionado sobre a reunião com o ex-presidente Jair Bolsonaro, que foi divulgada pela PF, Damasceno assegurou não possuir “informação nenhuma a respeito”.

Ele destacou a ausência de conhecimento sobre as atividades internas do Palácio do Planalto.

“Não sabia do que acontecia dentro do Palácio do Planalto”, disse. “A Força Aérea foi profissional, focada na sua missão. Nesta mesa aqui, do Alto Comando, não se falava de política. A nossa posição foi de isenção em relação ao governo Bolsonaro.”

Outra manifestação foi da Marinha do Brasil. A instituição manteve uma postura reservada sobre as investigações em andamento e sob sigilo judicial:

“Em relação à operação da PF Tempus Veritatis, a Marinha do Brasil reitera que não se manifesta sobre processos investigatórios em curso, sob sigilo, no âmbito do Poder Judiciário”, comunicou.

Além disso, a Marinha reiterou seu compromisso com a missão constitucional, enfatizando a aderência aos valores éticos, legais e à transparência em suas ações.

Outro a se manifestar foi o comandante do Exército, general Tomás Paiva, que já avisou internamente que os quatro militares da ativa que foram alvos da operação serão afastados de suas funções. Segundo informações de bastidores, a avaliação feita pela cúpula do Exército é que as medidas judiciais contra os oficiais precisam ser respeitadas e que é preciso “individualizar a culpa” e que “quem errou tem que responder”.

Certamente, as manifestações decepcionaram muitos brasileiros.

Não a toa, na web o termo “melancia” vem viralizando cada vez mais.

Toda essa perseguição ocorre com um objetivo claro: prender Jair Bolsonaro.

O ex-presidente sabe disso e já tem trabalhado nos bastidores para evitar uma eventual prisão meramente política.

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