Joao Brandinho tem o potencial terapêutico para combater câncer de pele, diz pesquisadores

A pesquisa da Universidade Tecnológica Federal do Paraná – UTFPR, revela uma descoberta importante do potencial terapêutico de uma planta conhecida por “João Brandinho”. Os pesquisadores descobriram que a planta original a região Norte tem forte potencial no combate ao câncer de pele.

A pesquisa revela ainda que a nanopartículas do “João Brandinho” tem um alto potencial para aplicação na produção de novos medicamentos com atividade antitumoral, especialmente para o tratamento de câncer de pele.

Sem dúvida, essa descoberta científica é mais uma fonte importante no tratamento e terapias no combate contra doenças graves como o câncer.

Veja o vídeo ou leia a degravação:

“E uma pesquisa da Universidade Tecnológica Federal do Paraná UTFPR Campus de Pato branco, apresentou descobertas promissoras acerca do potencial terapêutico de uma planta nativa da região norte do Brasil, conhecida Como João Bandinho.

E olha que boa notícia, a planta revela potencial para o combate ao câncer de pele.

A pesquisa desenvolvida pelo discente Bruno Henrique Fontoura durante seu mestrado no programa de pós-graduação em tecnologia de processos, químicos do campus Pato Branco apresentou descobertas promissoras acerca do potencial terapêutico da planta nativa Piper corcovadensis, popularmente chamada de João Brandinho.

Eu me interessei por essa planta pela atividade anestésica que ela tem.

Então se a gente pegar extrato e pingar ela na língua ou mastigar a folha, a gente sente adormece o boca.

Então esse foi o principal motivo de eu me interessar por esse estudo.

De forma espontânea na natureza e ela pode ser considerada uma planta nativa do Brasil.

Essa pesquisa foi realizada no meu mestrado.

A gente encontrou a atividade antioxidante que ela ajuda a prevenir doenças degenerativas causadas por radicais livres, atividade antitumoral, frente a câncer de pele.

Essa célula que a gente testou é bastante metastático, então ela tem uma capacidade muito grande de se espalhar.

A gente testou também a toxicidade celular, então se eu ingerir o óleo essencial ele não vai fazer, mal para a saúde.

E também a gente determinou a atividade antimicrobiana  com quatro bactérias , sendo uma delas a Listeria monocytogenes, que é uma bactéria que pode causar meningite bacteriana e geralmente ela se espalha por infecção hospitalar, causada

A pesquisa explorou o potencial do óleo essencial da planta como fonte de compostos terapêuticos paro combater o melanoma cutâneo, forma altamente agressiva de câncer de pele.

O óleo essencial extraído dessa planta, a gente fez algumas parcerias com outras instituições, com a Universidade Fronteira Sul de Chapecó, juntamente com a professora Margarete Bagattini, onde ela usou esse nosso óleo para verificar se ela tem propriedades anticarcerígenas.

E ela apresentou um poder muito bom, muito eficiente, e ela conseguiu inibiir a viabilidade celular de células do melanoma cutâneo, que são a SK-MEL28”.

– O produto nanoparticulado possui alta eficácia contra células cancerígenas e baixa toxicidade contra células normais.

É verdade que muitas vezes a sabedoria tradicional ou conhecimentos empíricos podem estar alinhados com descobertas científicas mais recentes. No caso do “João brandinho” ou de outras plantas medicinais, é possível que suas propriedades terapêuticas tenham sido reconhecidas ao longo do tempo por meio da observação e do uso prático. Quando a ciência valida esses conhecimentos, isso pode abrir portas para uma compreensão mais profunda de como essas plantas funcionam e como podem ser melhor utilizadas na medicina moderna. É importante integrar saberes tradicionais com a pesquisa científica para avançar no campo da medicina e oferecer tratamentos mais eficazes e acessíveis.

Essa pesquisa científica ressalta a importância dessa planta e potencialmente valida o nosso entendimento sobre o poder de cura do “João Brandinho”. Essa descoberta não só confirma aquilo que já sabemos, sobretudo, reforça a nossa confiança no poder de cura dessa planta sagrada, que também pode levar a avanços significativos em termos de aplicação prática, como o tratamento do câncer de pele mencionado.

Sobretudo a necessidade de preservar e cultivar as plantas medicinais.

O “João Brandinho” por exemplo, são encontradas aqui na região amazônica, principalmente na região de Rondônia, contudo, estão em risco de extinção devido à exploração excessiva e à destruição do habitat. Preservar essas plantas ajuda a proteger a diversidade biológica e a manter os ecossistemas saudáveis.

Medicina tradicional

Muitas culturas nativas dependem dessas plantas medicinais como parte integrante de seus sistemas de saúde tradicionais. Preservar essas plantas e seus conhecimentos associados é essencial para a preservação da cultura e da identidade cultural da nossa comunidade.

Continuar a cultivar e estudar essas plantas pode levar à descoberta de novos tratamentos e terapias para uma variedade de condições médicas.

Portanto, é crucial promover a preservação e o cultivo responsável não só do “João Brandinho”, mais também de várias plantas medicinais, tanto para proteger o meio ambiente quanto para garantir que esses recursos valiosos estejam disponíveis para as gerações futuras.

Source: Redação/CN
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