Deputados afirmam que a retirada das mordomias dos procuradores está mantida

Agora é esperada a reação dos procuradores, pois eles mamam desde 2011 e não vão querer largar a teta

Confúcio Moura, não se sabe por qual motivo, concedeu aos procuradores duas férias por ano, permitiu que advogassem e que recebesse dinheiro dos cartórios. Mas eles já não ganham do estado para trabalhar?

A afirmação dos deputados sobre a manutenção da retirada das mordomias dos procuradores indica que há um debate em curso sobre questões relacionadas aos benefícios e privilégios concedidos a esses profissionais. Geralmente, as “mordomias” podem incluir uma série de benefícios, como salários mais altos, planos de saúde diferenciados, auxílios diversos, entre outros. A decisão de retirar essas mordomias pode estar relacionada a uma busca por maior equidade e transparência nas políticas de remuneração e benefícios no serviço público.

A retirada das chamadas “mordomias” dos procuradores certamente parece ser uma questão de grande repercussão política, o que pode fazer dela a principal notícia do mês na esfera política. Esse tipo de medida costuma atrair muita atenção da mídia e do público, especialmente quando se trata de mudanças nas condições de trabalho ou benefícios de uma categoria profissional específica, como os procuradores. O debate em torno dessas questões tende a ser intenso, com diferentes opiniões e interesses em jogo, o que contribui para aumentar sua relevância como notícia política.

Devido à repercussão, a notícia política do mês deverá ser a retirada da mamata dos procuradores do estado, com a aprovação da emenda coletiva ao projeto de lei complementar nº 52/24. O deputado Ribeiro do Sinpol (PRD), que está em seu primeiro mandato, foi o relator da matéria no plenário, e agora os procuradores devem reagir, pois mamam desde 2011 e não vão querer largar a teta.

O vídeo mostra o que aconteceu. Parece uma coisa muito simples, mas o caldeirão político ferveu com a atitude dos deputados.

A reação dos procuradores diante da notícia da possível retirada de benefícios que existem desde 2011 certamente será um aspecto importante a ser acompanhado.

Por outro lado, também é provável que haja vozes que apoiem a retirada dessas mordomias, argumentando em favor da equidade e da necessidade de ajustes nas políticas de remuneração do serviço público.

Após a fala do relator, deputado Ribeiro do Sinpol, a votação foi nominal

Na prática, a emenda coletiva acaba com as duas férias por ano que haviam sido concedidas aos procuradores do estado. Agora eles têm direito a um período de férias de 30 dias por ano, como os demais servidores.

Eles não poderão mais advogar, como muitos vinham fazendo. É bom lembrar que advogar é algo vedado a juízes e promotores. Apenas procuradores faziam isso. Tinham mais direitos do que juízes.

E os procuradores também terão que prestar conta do dinheiro repassado pelos cartórios. Apesar de receberem do estado, e receberem bem, os procuradores administravam o dinheiro das chamadas sucumbências. O valor não é pequeno.

Além dessas mudanças, os deputados retiraram poderes do procurador-geral. O que foi retirado está grafado em amarelo.

Seria interessante apurar a razão de o então governador Confúcio Moura (MDB), hoje senador, ter concedido esses benefícios aos procuradores. Em troca do que ele fez isso? Com toda certeza não foi somente porque achou os procuradores uns caras legais. E por que os deputados da época aprovaram essa aberração?

Outro ponto interessante: é claro que os procuradores vão espernear, vão alegar direito adquirido. Mas quem vai defender os procuradores? Eles mesmos ajuizarão uma ação contra a mudança? Vão advogar contra o estado? Como farão para defender a mamata?

Leitores do Entrelinhas apresentaram uma proposta em relação ao dinheiro repassado pelos cartórios, que hoje é administrado pelos procuradores. Que esse dinheiro seja repassado ao Tribunal de Justiça para ajudar no pagamento dos precatórios. Parece justo.

Como o dinheiro vem de custas judiciais para advogados, e os procuradores já recebem um excelente salário do estado, nada melhor do que deixar dinheiro de custas judiciais com o Judiciário. Os precatórios são dívidas do próprio estado, reconhecidas por ações na Justiça.

O blog apurou que na última terça-feira (7) o procurador-geral ainda tentou conversar com os deputados, mas os parlamentares não aceitaram. Eles alegam que não mudarão de opinião, e que o corte das mordomias está mantido.

Veja a emenda coletiva apresentada ao projeto de lei complementar:

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Jotta Martins
Jotta Martins
14 dias atrás

POLÍTICOS VIVEM DE SONHOS E FANTASÍAS PARA PODER CHEGAR AO SEUS VERDADEIROS OBJETIVOS NOS DIAS DE HOJE

Por Jotta Martins 08.mai.2024) quarta-feira ás 11h25 Explica e Descomplica jmartins360pvh@gmail.com

Comentar a respeito dessa figura política do Estado, deve-se voltar ao passado é relembrar do professor é filósofo, Confúslcio, que nasceu em 551 a.c. Com certeza, se estivesse entre nós estaria indignado com as promessas de campanhia do SEU xara.

Acredito que ainda tem eleitores vivos que acompanhou as reuniões que ele fazia tinha como bandeira, a solução do Hospital e Pronto Socorro João ll ,promessas de campanhia que foi eleito

Não concluiu no primeiro mandato, retorno para a reeleição, com a mesma ladainha, acreditando por ser um médico o eleitorado deu mais uma oportunidade não chegou ao término sem realizar, sair dessa vez para o senado dizendo que se for eleito seria mais fácil trazer recursos para o estado, em resumo volta em ano de eleição para fazer suas. pruesas.

Voltando a relembrar do professor e filósofo CONFUCIO:, tinha como lema, do Estado sempre dando exemplo de um ser moral, ou seja, preocupado com justiça, isso nos dias atuais estar deixando a desejar. Confúcio Moura, estar muito longe de chegar aos pés do seu xara.

Jotta Martins “quem não deve não treme é a mais pura verdade”.

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