Presidente Alex Redano destaca empenho de R$ 500 mil para recuperação de estradas em Monte Negro

Demanda será atendida após indicação do parlamentar, que atuou junto ao Governo para a liberação desse recurso

O município de Monte Negro foi atendido, através de convênio, com a destinação de R$ 500 mil para a recuperação das estradas vicinais, após a indicação do presidente da Assembleia Legislativa, Alex Redano (Republicanos) ao Executivo.

“Fomos informados de que o recurso está empenhado e vai atender à demanda do município, que é a melhoria das estradas vicinais para a garantia do escoamento do produção agropecuária e o livre trânsito de veículos. Fazer estradas é garantir que o acesso aos demais serviços públicos se torne possível”, destacou Redano.

O recursos empenhado via Departamento de Estradas de Rodagens (DER) está na conta da prefeitura de Monte Negro.

Quartel

Neste ano, para Monte Negro, Alex Redano assegurou emenda parlamentar, no valor de R$ 70 mil, para melhorias no quartel do 1° PEL/3°CIA/7°BPM, atendendo ao pedido do sargento 2º PM Walmir, comandante do pelotão. O recurso será utilizado para construir o muro do quartel que abriga o pelotão e também para a compra de alguns utensílios, para melhorar a estrutura da unidade militar.

Educação

Redano também assegurou emenda, no valor de R$ 225.150,00 para a prefeitura de Monte Negro adquirir material didático para a rede municipal de ensino, através do projeto Aprender Construindo. O processo de convênio foi garantido ainda no final de 2020.

Texto: Eranildo Costa Luna-ALE/RO

Presidente Alex Redano avalia como positivos os primeiros meses de gestão

Ele destacou a aprovação do projeto que altera áreas de reserva como dos mais importantes

O presidente da Assembleia Legislativa, Alex Redano (Republicanos), avaliou como positivas as ações do Legislativo Estadual nos primeiros meses de sua gestão, junto com a Mesa Diretora e o apoio dos demais parlamentares.

“Foram inúmeros projetos relevantes discutidos e aprovados. Mesmo com as restrições, não deixamos de abrir espaços para a sociedade contribuir com as discussões e as sessões são transmitidas ao vivo na TV aberta para Porto Velho e nas redes sociais. Pela primeira vez, a Assembleia Legislativa realizou uma sessão em pleno domingo, para votar o programa estadual de imunização contra a covid-19”, destacou Redano.

Ainda segundo o presidente, “o balanço inicial é positivo, fechamos a primeira sessão legislativa com a aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentária (PDO) e destaco principalmente a aprovação do PLC 80, projeto que promove alteração em áreas de reserva, com a criação de novos espaços de preservação e o ajuste nos limites de outras áreas, assegurando a atividade produtiva em áreas já consolidadas”.

Sobre a relação com os demais Poderes e instituições, Redano pontuou o diálogo como essencial nesse período, sempre preservando a autonomia de cada ente. “O bom diálogo entre os Poderes é fundamental, e isso não afeta a autonomia e independência de cada um. E temos buscado atuar com equilíbrio e respeitando as competências de cada ente”, completou.

Por fim, Redano agradeceu aos membros da Mesa Diretora e aos demais deputados, pelo apoio que tem recebido. “Somos um Parlamento, as decisões são tomadas em conjunto. Abrimos espaços para cada parlamentar opinar e damos a liberdade necessária para que cada um exerça seu mandato de acordo com a sua consciência e motivações. Confiamos que iremos seguir trabalhando e contribuindo com o desenvolvimento de Rondônia”, finalizou.

Texto: Eranildo Costa Luna-ALE/RO

Presidente Alex Redano prestigia a posse do novo superintendente da PRF

Evento foi realizado no auditório da Assembleia Legislativa, na manhã desta quinta-feira

Rondônia – O presidente da Assembleia Legislativa, Alex Redano (Republicanos), prestigiou na manhã desta quinta-feira (15), a solenidade de transmissão de função de superintendente da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Rondônia. Rommel Dantas assumiu o comando, com a saída de Gilson Alves.

Participaram da solenidade o deputado Cabo Jhony Paixão (Republicanos), o diretor-geral da PRF, Silvinei Vazques, o presidente do TCE, conselheiro Paulo Cury Neto; o secretário de Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), Hélio Pachá, o coronel Souza Pires, da 17ª Brigada, entre outras autoridades.

“Esta Casa está aberta para a PRF, nos colocamos à disposição para colaborar com a corporação, por entendermos a importância do trabalho da PRF para dar segurança a quem transita pelas rodovias federais. O espaço na Assembleia Legislativa está também aberto para qualquer evento que as entidades e instituições precisem realizar”, disse Redano.

Um vídeo com a história e o trabalho da PRF foi exibido logo no inicio da solenidade, destacando as ações da corporação, executadas levando em conta as peculiaridades de cada região do país. Policiais rodoviários federais e servidores, inclusive aposentados, foram homenageados com certificados de reconhecimento.

Silvinei Vasques aproveitou a solenidade para anunciar a retomada das obras da sede da PRF em Rondônia. “Está autorizada a nova licitação para a retomada dos serviços, para que o Estado tenha esse novo espaço de trabalho”, assegurou.
Falando em nome do Governo, o secretário de Segurança assegurou que será dada continuidade à cooperação com a PRF. “Esse trabalho integrado, que trouxe tão bons resultados, vai continuar com a gestão do Rommel Dantas a frente da PRF, estou convencido disso”, pontuou.

Troca de comando

Em seu discurso de despedida, Gilson Alves disse que “a promessa é de que ficaria apenas seis meses, mas somei quase dois anos de atuação aqui em Rondônia. Logo que cheguei aqui, minha prioridade foi fazer uma aproximação com os demais órgãos, instituições e com a sociedade, visando uma cooperação mútua”.

Já o novo superintendente, fez uma agradecimento a Deus e a sua família, fazendo uma menção honrosa aos colegas policiais rodoviários federais, pelo apoio e o trabalho em parceria.

“Quando você sucede uma gestão bem sucedida, é preciso se esforçar mais para manter o mesmo padrão de trabalho. Conto com o comprometimento de todos os colegas nessa luta. Temos que ser ousados e inovar sempre e um dos nossos desafios é o de entregar a nova sede da PRF, que esperamos retomar a licitação para a conclusão da obra”, destacou Rommel.



Texto: Eranildo Costa Luna-ALE/RO

Presidente Alex Redano prestigia encontro promovida pela Arom

Incremento financeiro aos municípios é discutido na Assembleia Legislativa

O presidente da Assembleia Legislativa, Alex Redano (Republicanos), participou na manhã desta quarta-feira (14), no auditório da Casa, da abertura da Roda de Conversa promovida pela Associação Rondoniense dos Municípios (Arom), para a discussão da otimização e captação de incrementos financeiros em benefício dos municípios.

“Sempre me posicionei em defesa do municipalismo e do fortalecimento das receitas municipais. Esse evento é uma oportunidade de se discutir o incremento nas receitas, assunto que tem o interesse de todos os gestores municipais”, declarou Redano.

Alex Redano disse que é uma honra receber autoridades e profissionais de outros Estados, que vêm trazer a sua experiência e dialogar com os nossos gestores. “Ser prefeito é uma missão árdua. Sei que não é fácil para um gestor municipal, mas o Célio Lang tem agido com muita maestria como prefeito e presidente da Arom e tem o nosso reconhecimento”, acrescentou.

Prefeitos, secretários, procuradores e técnicos acompanham presencial e virtualmente o evento, que conta com a presença de gestores de outros Estados, que trazem suas experiências que podem ser aproveitadas também nos municípios rondonienses.

“É um tema que todos os prefeitos têm interesse. No pós pandemia, os gestores serão cobrados por resultados como escolas, asfalto, drenagem, estradas, apoio para os agricultores e muitas outras ações. Agora, de forma justa, o foco é o combate à pandemia, mas isso deve mudar e obriga os gestores a buscarem incremento na receita, ampliando a sua capacidade de investimentos”, completou Redano.

Dívidas

O prefeito Célio Lang fez um pedido aos deputados estaduais, para que as grandes empresas devedoras possam ter acesso ao Refis, que possam pagar os débitos, o que contemplaria aos municípios. “Prefeitos esperam essa aprovação e são milhões que entrariam nos cofres dos municípios e também nos Estados. Peço apoio dos deputados para que o Governo encaminhe esse projeto aqui para a Casa, para ser apreciado e aprovado”, disse Lang.

Segundo Redano, “temos mais de 100 empresas que devem valores elevados. Estamos sim discutindo esse assunto, que é muito polêmico e cabe ao Governo encaminhar o projeto. É importante receber, mas que isso gere um impacto financeiro para os municípios, que beneficiem a população, de forma direta”.

Texto: Eranildo Costa Luna-ALE/RO

Emenda do presidente Alex Redano é liberada para hortifrutigranjeiros de Ariquemes

Associação de produtores vai adquirir câmara fria e embaladeira de polpa de frutas com o recurso

O apoio ao setor produtivo é uma das prioridades do mandato do presidente da Assembleia Legislativa, Alex Redano (Republicanos). E o apoio e incentivo aos pequenos produtores da agricultura familiar tem ainda uma atenção especial, por assegurar a permanência das famílias no campo, produzindo e vivendo com dignidade.

Nesta semana, foi liberada a emenda de Alex Redano, no valor de R$ 180 mil, para a aquisição de câmara fria e embaladeira de polpa de fruta, atendendo a Associação dos Produtores do Projeto Hortifrutigranjeiro (Asprorti), cumprindo com o compromisso assumido pelo parlamentar com os produtores.

“É fundamental que haja o apoio do poder público, para que especialmente os pequenos produtores possam seguir produzindo, ampliando sua capacidade produtiva e seus ganhos. Só assim teremos as famílias no campo, sobrevivendo com dignidade”, destacou Redano.

A Asprorti tem sua sede na RO- 257, KM 15, na zona rural de Ariquemes e é presidida pela Josiane Alves Moises de Goes. A câmera de congelamento e a embaladeira para polpa de fruta serão ferramentas importantes para o incremento da produção.

Fonte: Eranildo Costa Luna-ALE/RO

Suposto mandante do assassinato do presidente haitiano é detido

A polícia do Haiti informou ter detido o suposto mandante do assassinato do presidente do Haiti Jovenel Moïse, identificado como Christian Emmanuel Sanon, um médico residente no estado norte-americano da Flórida.

“A primeira pessoa que chamaram quando o avanço dos bandidos foi bloqueado foi Enmanuel Sanon, que trabalhava com outras duas pessoas envolvidas na autoria intelectual do assassinato”, confirmou o chefe da Polícia, León Charles.

Sanon é médico e é o terceiro haitiano detido pelas investigações, que já resultaram na prisão de 18 colombianos, enquanto cinco continuam desaparecidos, e três morreram em confrontos com as forças do país.

Charles assegurou que Santon chegou ao país no início de junho a bordo de um avião privado, junto com alguns dos detidos, sob o pretexto de proteger seus negócios, mas que “esta missão mudou”.

Sanon mantinha vínculos com uma empresa especializada em segurança. Durante uma busca em sua residência, foram encontrados equipamentos, armas, munições e autorizações de circulação da República Dominicana, entre outros itens.

Na manhã de quarta-feira (7), Jovenel Moïse, presidente do Haiti, foi assassinado a tiros em sua residência.

De acordo com a Polícia haitiana, o ato foi perpetrado por um grupo de 28 mercenários, 26 dos quais eram colombianos e dois haitianos-americanos.

Fonte: Sputnik

Presidente Alex Redano recebe direção da Associação de Pais e Amigos do Autista de Rondônia

Entidade busca apoio para a doação de um terreno para sede e parcerias para a manutenção dos serviços

O presidente da Assembleia Legislativa, Alex Redano (Republicanos), se reuniu na tarde desta quinta-feira (08) com a presidente da Associação de Pais e Amigos do Autista de Rondônia (AMA-RO), Nilza Maria Ferreira, acompanhada de diretores da entidade, que atua em Porto Velho atendendo 86 pessoas com Transtornos do Espectro Autista (TEA) e suas famílias.

Na pauta, o principal assunto foi a necessidade de a instituição filantrópica, mantida com doações da sociedade, eventos e apadrinhamentos, conseguir a doação de um terreno para a construção da sede própria. “É uma pauta importante, mas que depende de uma ação municipal ou do Governo para a doação e vamos buscar esse caminho”, disse Redano.

O chefe de gabinete da presidência, Rogério Gago, também participou da reunião e foi designado para acompanhar essa possibilidade do terreno ser doado. Redano colocou seu gabinete à disposição para ações e parcerias, incluindo a possibilidade de destinação de emendas, quando a entidade estiver apta a receber.

Texto: Eranildo Costa Luna-ALE/RO

Analista comenta crise haitiana e as consequências do assassinato do presidente

Jovenel Moïse foi morto com 12 tiros, segundo o juiz Carl Henry Destin, que investiga o caso.

Professor de antropologia da UFRGS conversa com a Sputnik Brasil sobre a morte do presidente haitiano, os distúrbios que ocorrem no país desde 2018 e como Porto Príncipe pode romper com uma tradição de autoritarismo.

Na madrugada de quarta-feira (7), o primeiro-ministro interino do Haiti, Claude Joseph, anunciou que o presidente do país, Jovenel Moïse, havia sido assassinado em casa e que a primeira-dama Martine Moïse ficou ferida e está sendo tratada em um hospital em Miami, EUA.

O homicídio chocou o país e a comunidade internacional. Jovenel Moïse venceu as eleições haitianas em 2016 e assumiu a presidência fevereiro em 2017. Desde 2018, Moïse sofria críticas por querer mudar a Constituição do país para tentar se reeleger e, mais recentemente, era repreendido por não conseguir combater as gangues que aterrorizam os cidadãos.

“Se antes disso [o assassinato do presidente] o país mergulhava numa insegurança, sem dúvida as previsões são de mais insegurança e incerteza em relação ao futuro do país”, afirma Handerson Joseph, professor de antropologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), à Sputnik Brasil.

Jovenel Moïse, presidente do Haiti, discursa na 73ª sessão da Assembleia Geral nas Nações Unidas em Nova York, EUA, em 2018. Foto de arquivo
© AFP 2021 / TIMOTHY A. CLARYJ ovenel Moïse, presidente do Haiti, discursa na 73ª sessão da Assembleia Geral nas Nações Unidas em Nova York, EUA, em 2018. Foto de arquivo
‘Assassinato covarde’

Jovenel Moïse foi morto com 12 tiros, segundo o juiz Carl Henry Destin, que investiga o caso.

“Nós o encontramos deitado de costas, calça azul, camisa branca manchada de sangue, boca aberta, olho esquerdo perfurado. Vimos um buraco de bala na testa, um em cada mamilo, três no quadril, um no abdômen,” detalhou o juiz, citado pelo jornal Le Nouvelliste.

Os disparos que atingiram o presidente haitiano foram realizados por armas de grosso calibre e por projéteis de nove milímetros.

Handerson Joseph lamenta a morte do presidente e destaca o momento de tristeza que o país atravessa.

“Uma notícia trágica, um assassinato de forma covarde. Em nenhuma uma democracia se espera o assassinato de um presidente no exercício do seu mandato […]. Não é uma boa lição para a democracia […]. Ontem [7 de junho], as pessoas praticamente ficaram em suas casas, não saíram para as ruas porque causou um momento de incerteza, de insegurança […]. Sem dúvida é um momento de tristeza para o país, que séculos atrás foi o berço da liberdade, da democracia.”

Ambulância carregando corpo do presidente do Haiti, Jovenel Moïse, passa por parede com sua imagem perto da residência onde ele foi assassinado, Haiti, 7 de julho de 2021
© AP PHOTO / JOSEPH ODELYN Ambulância carregando corpo do presidente do Haiti, Jovenel Moïse, passa por parede com sua imagem perto da residência onde ele foi assassinado, Haiti, 7 de julho de 2021
Homicídio encomendado?

Na quarta-feira (7), autoridades do Haiti anunciaram que prenderam duas pessoas que supostamente estariam envolvidas no ataque e que outras quatro morreram durante troca de tiros. Nesta quinta-feira (8), foi divulgada a prisão de mais quatro suspeitos, um deles cidadão norte-americano. As autoridades os tratam como “mercenários”, mas não disseram até agora a serviço de quem eles estariam.

O primeiro-ministro interino Claude Joseph afirmou que os assassinos falavam inglês e espanhol. Questionado sobre a possibilidade de o atentado ter contado com intervenção estrangeira, o professor da UFRGS é cauteloso.

“[Há] vários rumores circulando, um vídeo [que supostamente registra o ataque] mostra que eles usaram um megafone e ouve-se que falavam em inglês, espanhol e criolo. E, segundo o primeiro-ministro, algumas pessoas desse comando teriam se identificado como agentes norte-americanos, o que o governo norte-americano negou […]. [Não podemos ser] precipitados em relação a quem são os mandantes do crime, podem ser pessoas de dentro do país, de fora do país, ou os dois. São investigações bem apuradas, bem aprofundadas que vão chegar a conclusões, assim espero, em relação ao que ocorreu.”

Manifestante segura cópia da Constituição do Haiti durante protestos na capital do país, Porto Príncipe, em 10 de fevereiro de 2021
© REUTERS / JEANTY JUNIOR AUGUSTIN Manifestante segura cópia da Constituição do Haiti durante protestos na capital do país, Porto Príncipe, em 10 de fevereiro de 2021
Moïse no poder

O professor de antropologia recorda que o falecido presidente era muito contestado no país e que em outubro de 2019 reuniu uma grande manifestação, que reuniu, pela primeira vez, quase todos os grupos da sociedade civil haitiana: igrejas, artistas, intelectuais, partidos da oposição. Mas desde o início da pandemia os protestos perderam força.

O governo queria fazer uma constituinte para mudar alguns artigos da Constituição haitiana, entre eles o Artigo 134, que versa sobre o mandato presidencial.

“Uma das metas do presidente era mudar a Constituição, ele queria fazer uma consulta popular para mudar a Constituição de forma autoritária. A princípio era fazer em junho, mas não conseguiram articular e mudaram a data para setembro, mas infelizmente o presidente morreu. A ideia era mudar alguns artigos, entre eles o que permitiria que o presidente fosse reeleito, que tivesse dois mandatos consecutivos, o que a Constituição atual, de 1987, não permite. O mandato tem duração de cinco anos”, explica o especialista.

Mas o desejo de perpetuação no poder não era o único problema da presidência de Moïse. Embora as manifestações tivessem começado reclamando da corrupção e a impunidade, a violência e, especificamente, sequestros no país cresceu exponencialmente este ano, comenta Handerson Joseph.

“Alguns setores da sociedade relacionam o crescimento das gangues com o governo atual, dizendo que há um emparelhamento estatal, onde o Estado se beneficia disso. É uma crítica da oposição, mas não há provas. As forças policiais do país ainda não conseguiram intervir em algumas áreas [dominadas por] gangues e as pessoas comuns não conseguem transitar. E há um apelo para frear essa onda de sequestros, que aumentou significantemente […]. Isso tudo tornou a situação ainda mais dramática”, lamenta o professor da UFRGS.

Presidente haitiano Jovenel Moïse (ao centro), caminha com a primeira-dama Martine Moïse (esquerda) e com o primeiro-ministro interino Claude Joseph (direita) durante cerimônia que marcou o 218º aniversário da criação da bandeira haitiana. Foto de arquivo
© AP PHOTO / JOSEPH ODELYNPresidente haitiano Jovenel Moïse (ao centro), caminha com a primeira-dama Martine Moïse (esquerda) e com o primeiro-ministro interino Claude Joseph (direita) durante cerimônia que marcou o 218º aniversário da criação da bandeira haitiana. Foto de arquivo
Futuro do Haiti

Horas após o assassinato do presidente, Claude Joseph, primeiro-ministro interino, assumiu provisoriamente o comando do país e declarou estado de sítio por duas semanas.

Claude Joseph estava de saída do governo. Moïse havia anunciado seu substituto, o médico Ariel Henry, que seria empossado esta semana. Como esse protocolo não ocorreu, Joseph segue como primeiro-ministro.

Questionado sobre prognósticos políticos, Handerson Joseph receia o estado de sítio e espera que o país tenha eleições democráticas em breve.

“O país está de luto. É o momento de respeita a sociedade haitiana, esse luto da família, perdeu sua liderança número um do país. Mas, sem dúvida, ontem [7 de julho] já começaram a se articular […]. Quem seria o ex-primeiro-ministro foi quem tomou a frente do país, reunindo-se com outros ministros e determinando o estado de sítio para os próximos 15 dias, que um processo de militarização do Estado, onde o Estado restringe a comunicação, a circulação de pessoas, de ideias e assim por diante”, comenta.

O professor conclui afirmando que, nas próximas eleições, tanto a oposição quanto a situação vão “mobilizar as narrativas em torno da morte [do presidente] para uma possível condução do governo atual ou para erguer um governo novo, alternativo”. Handerson Joseph faz votos para que, independentemente de quem vença, o novo presidente “seja capaz de romper com essa tradição de autoritarismo, tragédia, insegurança e incertezas no país, que seja [uma] liderança política que lutem em prol da sociedade haitiana, de um país novo e que faça jus da importância da revolução haitiana, a importância dos ideais de liberdade e democracia que tanto os ancestrais lutaram para erguer o país”.

Fonte: Sputnik

Presidente da Assembleia Legislativa, deputado Alex Redano, abona ficha de filiação da jornalista Diana Braga ao Republicanos

“É uma alegria e uma satisfação muito grande receber mais um parceiro à família Republicanos. Seja muito bem-vinda”

O deputado Estadual Alex Redano, presidente estadual do Partido Republicanos Brasileiro (PRB) e presidente da Assembleia Legislativa de Rondônia, abonou na tarde desta quarta-feira, 07, a ficha de filiação da jornalista Diana Braga, ao Republicanos.

No encontro, além do presidente da Casa de Leis, estiveram presentes o ex-deputado federal Lindomar Garçon, a candidata à vice-prefeita pelo Republicanos em 2020, cabo Milene Barreto, e o jornalista Edilson Neves. Na ocasião, Alex Redano desejou as boas vindas ao novo membro do partido. “É uma alegria e uma satisfação muito grande receber mais um parceiro à família Republicanos. Seja muito bem-vinda”, disse.

Redano destacou a importância do ingresso da jornalista Diana Braga. “O Partido Republicanos não é de caciques e sim de líderes como a jornalista e empresária Diana Braga, que vai contribuir ainda mais para o fortalecimento do partido”, afirmou.

“Estamos muito felizes em receber Diana Braga, que tem uma trajetória admirável na área da comunicação em Rondônia. Diana é natural da cidade de Porto Velho e certamente trará grandes contribuições à política rondoniense, além de fortalecer o partido Republicanos”, declarou Garçon.

Redação/CN

Presidente Alex Redano prestigia evento da Arom que tratou da reforma da previdência

Evento ocorreu no Legislativo Estadual e reuniu representantes dos municípios com previdência própria

O presidente da Assembleia Legislativa, Alex Redano (Republicanos), participou do ciclo de palestras sobre a reforma da previdência, promovido pela Associação Rondoniense dos Municípios (Arom). O evento reuniu representantes dos 25 municípios de Rondônia que possuem previdência própria.

Redano aproveitou para destacar que seu mandato sempre tem a pauta municipalista como prioridade e que essa discussão é importante para a construção de um modelo de previdência que leve em consideração a realidade de cada município, com base na reforma aprovada no Congresso. “Essa discussão precisa ser bem consolidada, para que os municípios tenham a segurança em aprovar as mudanças necessárias, levando em conta a sua realidade”, completou Redano.

Com mais de uma centena de inscritos, composto por prefeitos, vereadores, controladores públicos, procuradores e técnicos previdenciários municipais, entre outros, o evento ocorreu no auditório da Assembleia Legislativa.

O presidente da Arom, Célio Lang, agradeceu a Redano pela parceria para a realização do evento e disse que a pauta municipalista sempre tem encontrado apoio na Casa de Leis.

Texto: Eranildo Costa Luna-ALE/RO

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