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Conheça o assistente virtual que tira dúvidas sobre eleições no WhatsApp

‘Tira-Dúvidas Eleitoral no WhatsApp’ é um chatbot no qual eleitores podem esclarecer informações sobre o pleito de 2020 e até checar informações falsas

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) lançou, para as eleições municipais, o “Tira-Dúvidas Eleitoral no WhatsApp”, um assistente virtual criado a fim de oferecer ao eleitor mais informações sobre o pleito de 2020.

Lançado em parceria com o aplicativo de mensagens, o dispositivo oferece diversos assuntos de interesse do eleitorado, como o dia, horário e local de votação, dicas para mesários e respostas às perguntas mais recebidas pela Justiça Eleitoral.

O chatbot ainda fornece o “Fato ou Botato?”, um serviço de verificação de notícias falsas por meio do dispositivo: o usuário seleciona um determinado tópico e terá acesso a conteúdos já desmentidos por agências de checagem de fatos, podendo assim descobrir o que é boato e o que é verdade nas informações recebidas a respeito das eleições.

O serviço oferece, também, vídeos do biólogo e divulgador científico Átila Iamarino dando dicas para auxiliar o usuário na identificação de conteúdos enganosos pelo meio digital durante a pandemia do novo coronavírus.

Para ter contato com o assistente virtual, bastar adicionar o número de telefone +55 61 9637-1078, falar diretamente com o assistente neste link ou apontar a câmera do telefone ao QR Code abaixo.

Reprodução/TSE

Esta foi a primeira parceria do tipo para o WhatsApp com uma autoridade eleitoral no mundo, como informou o Tribunal Superior Eleitoral.

Além disso, o acordo com o aplicativo gerou a criação de um formulário para a denúncia de contas suspeitas de realização de disparos em massa.

Procon alerta para golpe que faz clonagem do WhatsApp

Golpista envia mensagens para os contatos pedindo dinheiro

Um golpe da clonagem da conta do WhatsApp está fazendo vítimas, alerta o Procon de São Paulo. O golpe acontece da seguinte forma: uma pessoa envia mensagem dizendo ser funcionário de site de compra, o golpista entra em contato e pede que a vítima digite um código de seis números para supostamente ativar um anúncio; esse código é a verificação do WhatsApp e com ele o criminoso consegue clonar a conta do consumidor.

Após a clonagem, o golpista passa a enviar mensagens para os contatos da vitima pedindo dinheiro no nome dela. Na maioria das vezes, o infrator pede dinheiro para parentes e conhecidos, simulando alguma necessidade urgente.

O Procon-SP alerta os consumidores para não enviar o código de seis números. É importante ainda habilitar a “verificação em duas etapas” no WhatsApp: clicando em “configurações”, “conta” e “verificação em duas etapas”.

De acordo com o secretário de defesa do consumidor, Fernando Capez, os golpes pela internet e por redes sociais explodiram nesse momento de pandemia de covid-19. “É preciso que o consumidor desconfie sempre, redobre a atenção e nunca forneça senhas ou sequência de números”, alerta. Caso tenha sido vítima deste golpe, a pessoa deve entrar em contato com support@whatsapp.com e pedir a desativação temporária da conta.

Consequências dos golpes

Segundo o chefe de gabinete do Procon-SP, Guilherme Farid, os principais golpes realizados por WhatsApp envolvem o envio de mensagens com links fraudulentos, seja para encaminhar o consumidor a uma página falsa de um fornecedor, seja para enganar o consumidor para que este forneça o código de acesso ao aplicativo, “oportunidade em que o golpista sequestra todos os dados”, destaca.

“A principal consequência é o prejuízo financeiro causado ao consumidor, no primeiro caso por comprar um produto ou serviço numa página falsa criada por um criminoso que não realizará a entrega: no segundo por ser vítima de extorsão para recuperar o acesso ao seu aplicativo”, completa Farid.

Ainda no caso de obter o acesso ao aplicativo do consumidor, o golpista encaminha a todos os contatos novos links fraudulentos com o objetivo de aumentar o número de vítimas.

Procon dá dicas para evitar golpes:

– Não forneça dados, senhas, códigos etc.;

– Não acredite em ofertas de ajuda, sorteio, dinheiro etc. enviadas pelo WhatsApp, redes sociais, e-mails e não clique nesses links;

-Não confie e não compartilhe links e informações dos quais não tenha certeza da origem;

-Não preencha formulários que não estejam nos sites oficiais;

-Baixe aplicativos apenas das lojas oficiais;

-Em caso de dúvidas ou dificuldades, procure um familiar ou amigo que possa ajudar;

– Utilize antivírus no computador, tablet e smartphone;

– O Procon-SP não pede informações do consumidor e não envia mensagens via WhatsApp; o consumidor deve procurar a instituição pelos canais oficiais.

Fonte: Agência Brasil

Banco do Brasil renegocia mais de R$ 7 milhões em dívidas por WhatsApp

Inédita no país, ferramenta funciona desde o início de agosto

Em quase um mês de funcionamento, a renegociação de dívidas de clientes do Banco do Brasil (BB) por meio do WhatsApp refinanciou R$ 7 milhões. Desde a estreia da ferramenta, no início de agosto, cerca de 800 acordos com pessoas físicas foram firmados exclusivamente com o uso do sistema de inteligência artificial. O banco espera encerrar o ano com R$ 100 milhões em débitos renegociados pela plataforma.

O assistente virtual está disponível na API do WhatsApp Business, versão do aplicativo destinada a contas comerciais. A ferramenta facilita a comunicação de empresas de médio e grande porte com os seus clientes por meio do WhatsApp e permite a renegociação de dívidas de até R$ 1 milhão, usando um fluxo simples e intuitivo fornecido pelo assistente virtual.

Caso o cliente se enquadre no público-alvo, o sistema oferecerá três opções para solução do débito. A ferramenta permite ainda cancelar acordo realizado, emitir segunda via de boleto de renegociação e liquidar acordos de forma antecipada.

Para usar a funcionalidade, o cliente deve acessar o WhatsApp do BB, pelo número (61) 4004-0001. Ele pode iniciar uma conversa com o assistente virtual ou enviar o texto #renegocie, escrito com hashtag. O assistente virtual identifica as ofertas de renegociação disponíveis e oferece as opções ao cliente. O boleto é enviado pelo próprio WhatsApp.

Em qualquer momento, o cliente pode pedir para conversar com um atendente, mas o processo pode ser concluído apenas com o uso da inteligência artificial. Para fazer uso da ferramenta, o dispositivo móvel do cliente deve estar liberado para transações pelo WhatsApp.

Segundo o Banco do Brasil, o atendimento e a realização de transações pelo WhatsApp aumentaram durante a pandemia do novo coronavírus, que ocasionou restrições de mobilidade e redução do horário de funcionamento das agências. Nos últimos quatro meses, a instituição atendeu a quase 5 milhões de pessoas pelo aplicativo, movimentação recorde na plataforma.

O banco começou a usar o WhatsApp como canal de atendimento em 2017, apenas para consultas. Em 2018, o uso da inteligência artificial foi ampliado para a realização de transações financeiras.

Fonte: Graça Adjuto A/B

CPI das Fake News: presidente quer acesso a contas bloqueadas do PT

Dez contas do ‘Zap do PT’ foram canceladas desde o dia 25 de junho por, segundo o WhatsApp, envio mensagens em massa ou automatizadas

O presidente da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) das Fake News, senador Angelo Coronel (PSD-BA), protocolou nesta segunda-feira (13) documento em que solicita acesso as contas do PT (Partido dos Trabalhadores) bloqueadas pelo WhatsApp.

Dez contas administradas pelo PT foram canceladas no WhatsApp desde o dia 25 de junho. Os bloqueios ocorreram, segundo a empresa, após o envio de mensagens em massa ou automatizadas. O partido, contudo, diz que não foi informado sobre o motivo.

As contas fazem parte do ‘Zap do PT’, canal institucional do partido com seus filiados e simpatizantes, por meio do qual são transmitidas notícias, informações, mensagens e orientações.

Coronel argumenta que a CPMI das Fake News deva ter acesso às contas e às razões que levaram à remoção. “Ao mesmo tempo que é necessário garantir a segurança dos usuários e o uso correto das ferramentas que a tecnologia oferece, é preciso também assegurar a livre circulação de ideias, a liberdade de expressão e de manifestação do pagamento, além de garantir o cumprimento do preceito constitucional que assegura o sigilo das correspondências”, diz.

Fonte: R7

Procon de Rondônia Orienta população sobre golpe do FGTS Emergencial

Segundo coordenador, o golpe da facilidade do recebimento para colher dados da pessoa, através de plataformas é antigo. E já lesou milhares de brasileiros.

O Programa de Proteção e Defesa do Consumidor de Rondônia (Procon) está orientando a população e chamando a atenção do consumidor sobre o risco de ficar exposto a esta nova estratégia dos criminosos o golpe do recebimento facilitado do dinheiro (R$ 1.045,00) do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Conforme o coordenador estadual do Procon, Ihgor Rego, este é um golpe antigo, que foi aprimorado pelos criminosos e já lesou milhares de brasileiros que repassaram seus dados por meio de aplicativos, como WhatsApp, Facebook Messenger e SMS, e foram surpreendidos com pesadas dívidas feitas em seu nome, como abertura de contas, saques de cartão, empréstimos e uma série de outros serviços bancários, devidamente “autorizados”, sem que o consumidor tenha legalmente proposto.

Ele explicou que, na versão aprimorada, os golpistas estão se aproveitando do início do novo saque emergencial de R$ 1.045,00 do FGTS para enganar beneficiários, prometendo facilitar o recebimento do valor, que é creditado pela Caixa Econômica Federal, de acordo com o mês de nascimento, em contas poupanças sociais digitais abertas em nome dos trabalhadores, e assim, na ânsia de receber os valores antecipadamente, eles arriscam e passam seus dados aos criminosos.

O golpe é aplicado por meio de aplicativos e SMS

Segundo ele, este é um crime afeto à Delegacia de Crimes contra o Consumidor, mas que é papel do Procon alertar a população, repassando orientações importantes para evitar o golpe. Ele disse que autoridades e empresas especializadas em segurança digital, como o PSafe (dfndr lab) já identificaram vários novos links do golpe que promete o saque do FGTS. Em geral, na página falsa, os golpistas solicitam dados pessoais das vítimas e, em seguida, pedem o compartilhamento do link falso com seus contatos, como uma suposta garantia para o recebimento do dinheiro.

COMO O CONSUMIDOR DEVE AGIR?

Ihgor Rego chegou a ser didático ao informar que o consumidor, não deve, por nada, repassar seus dados pessoais por meio de aplicativos como WhatsApp, Facebook Messenger e SMS, por que isso facilita o trabalho dos criminosos. Ele fez questão de lembrar que a rede bancária não se comunica por aplicativos com seus clientes, o que feito diretamente no site de cada banco, e que o consumidor ainda tem que checar se aquela página é oficial e tem segurança, se não é falsa.

De acordo com pesquisa publicada pela Revista Exame, e recomendada pelo coordenador do Procon, o consumidor deve atentar para três dicas importantes para se proteger do golpe: “1 – Os aplicativos de conversa são os principais meios utilizados para disseminar golpes digitais. Utilize soluções de segurança no celular, como o dfndr security, que oferecem proteção em tempo real contra links maliciosos compartilhados por meio de WhatsApp, Facebook Messenger e SMS e no navegador; 2 – Evite fornecer seus dados pessoais sem antes saber se o site é oficial e confiável, e por fim, 3 – Tenha cuidado ao clicar em links compartilhados no WhatsApp ou nas redes sociais. Antes de compartilhar informações, procure em veículos confiáveis e fontes oficiais, jornais e sites para confirmar se aquilo é realmente verdadeiro”.

Ihgor Rego afirmou, por fim, que usou a publicação para explicar que quando a vítima informa seus dados no link malicioso, ela fica vulnerável ao vazamento de suas informações pessoais, que podem ser usadas pelo cibercriminoso para realizar todo tipo de crime. Disse também que outro problema é que, quando a vítima compartilha o link malicioso com seus contatos, ela torna-se um vetor de disseminação da ação, o que garante aos cibercriminosos um crescimento acelerado do golpe que, como consequência, explica o ataque a mais de 100 mil brasileiros lesados só no golpe do FGTS.

Fonte: Procon-RO

Em discussão no Senado PL das fake news permite até rastreamento no Whatsapp

Apesar da polêmica do projeto, e de alguns senadores dividirem opiniões, Alcolumbre quer, que novas regras entrem em vigor antes do começo da campanha eleitoral.

Após semanas de discussão, o Senado pode votar nesta quinta-feira (25) o projeto de lei que visa combater a disseminação de notícias falsas, as chamadas fake news, nas redes sociais (PL 2630/2020). Apesar da resistência de alguns senadores, o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), quer acelerar a votação para que as novas regras entrem em vigor antes do começo da campanha eleitoral, em resposta a ataques constantemente direcionados a políticos.

De autoria do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), o projeto é polêmico. Empresas, organizações e entidades dedicadas aos direitos civis na internet questionam a votação de uma proposta complexa no momento de pandemia, em que estão suspensas as discussões mais técnicas no âmbito das comissões. Também reclamam que algumas das medidas propostas podem restringir a liberdade de expressão e expor a segurança dos usuários na rede (veja os principais pontos da proposta mais abaixo).

O senador Angelo Coronel (PSD-BA) apresentou ontem (24) seu relatório, com alguns recuos em relação a versões preliminares que circularam entre senadores. Ele manteve pontos polêmicos, como a exigência de apresentação de documento oficial e número de celular para cadastro em redes sociais e a exigência de que aplicativos de bate-papo como o WhatsApp guardem os registros de reenvios de mensagens em massa (a cadeia de encaminhamentos).

Além disso, o projeto também exige que as plataformas tenham sede no Brasil e mantenham bancos de dados sobre os usuários brasileiros no território nacional. A cada três meses, elas deverão divulgar em seus sites e em português relatórios de transparência.

Coronel evitou tratar da classificação de conteúdo como desinformação. “Ainda que o propósito da medida seja louvável, evitando a disseminação de informações incorretas ou desvirtuadas, entendo que estaria se abrindo espaço para espécie de censura nas redes sociais”, escreveu ele.

Em busca de um consenso mínimo, outras questões foram retiradas do texto, tais como a regulação das agências de checagem de informações e a definição de um sistema de pontuação na qual cada usuário avaliaria o outro. Por conta desse último ponto, alguns especialistas chegaram a apelidar o projeto de PL Black Mirror, em referência à série que aborda os efeitos nocivos da tecnologia na sociedade.

Fonte: relatório do senador Angelo Coronel (PSD-BA)

A nova versão também retirou a parte que tipificava os crimes contra a honra na internet, com punições mais severas do que as previstas atualmente no Código Penal para essas práticas em ambientes não-virtuais. Também havia intenção de incluir na Lei das Organizações Criminosas as organizações que atuam na internet praticando ilícitos ou subvertendo os termos e políticas de uso. Angelo Coronel considerou que temas penais e criminais deverão ser tratados em um projeto à parte em outro momento.

A matéria foi apresentada no dia 15 de maio e ganhou impulso após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de dar prosseguimento no inquérito que apura a atuação de organização responsável por disseminar notícias falsas. Foram alvos da Polícia Federal  empresários, influenciadores digitais e deputados aliados do presidente Jair Bolsonaro.

Além das grandes empresas da área, receosas de uma regulação mais forte sobre suas atividades e serviços, o projeto também preocupa organizações ligadas aos direitos civis na internet, tais como a Coalização Direitos na Rede. Há uma preocupação com a violação à liberdade dos usuários. 

Depois da apreciação no Senado, o projeto precisa ser analisado pela Câmara. O presidente da Casa, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), tem demonstrado interesse em pautar a matéria com urgência.

Fonte: Congresso em Foco

Especialistas alertam para impactos de pagamento pelo WhatsApp

O novo serviço pode facilitar atividades como compras online

O Whatsapp anunciou que passará a permitir transações financeiras entre os usuários, utilizando a plataforma de finança digital da empresa controladora do app, o serviço Facebook pay. O serviço, com grande potencial de se tornar popular em um país com mais de 130 milhões de usuários do app, traz impactos e cuidados, segundo especialistas e pesquisadores.

Na avaliação da especialista em direitos digitais do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Juliana Oms, o novo serviço pode facilitar atividades como compras online, pagamentos e transferência de recursos para muitas pessoas. Mas a novidade também pode provocar prejuízos aos consumidores.

“O Facebook, embora seja uma rede social, tem seu negócio centrado na publicidade. Lucra a partir da exploração dos dados de seus usuários, que são utilizados para permitir envio de publicidades direcionadas aos consumidores. Esta nova funcionalidade permite ao Facebook adentrar em um novo meio de informações, ou seja, saber com quem você realiza transações financeiras, o que você compra, com qual frequência etc. Tudo isso pode ser integrado às demais informações que o Facebook possui sobre cada consumidor”, analisa a especialista do Idec.

“Isso é preocupante”, continua Juliana Oms, “se considerado que o Facebook tem um histórico de uso abusivo e vazamento de dados dos usuários. Por isso é importante tomar cuidado quanto à segurança das informações. O controle de uma grande base de dados reforça também, completa a representante do Idec, o domínio de mercado da empresa, dificultando a entrada de novos competidores”.

Mercado

O professor de sociologia econômica da Universidade Federal do Ceará e autor de livros sobre finanças digitalizadas, Edemilson Paraná prevê um impacto no mercado de carteiras digitais brasileiro, que já conta com serviços semelhantes de grandes empresas de tecnologia, como o Samsung Pay, Apple Pay e Google Pay.

“Certamente, devido a sua dimensão, escala e capilaridade há um potencial para causar um enorme impacto nesse mercado, reconfigurando-o por completo. A enorme base de usuários previamente cadastrados e utilizando ativamente a plataforma dá, sem dúvida alguma, uma posição privilegiada e desigual ao Facebook na concorrência com outros serviços de pagamento digital”, disse.

A capacidade de integração dos serviços informacionais e agora financeiros do Facebook e de suas aplicações, acrescenta Paraná, abre novas possibilidades à empresa “para a customização na divulgação e venda de produtos, tornando esse um espaço em que estar de fora – tanto para consumidores, mas sobretudo para as empresas – será cada vez mais difícil e custoso”.

Segurança

Em termos de segurança, o Whatsapp tem se tornado foco de golpes que clonam o app do usuário para pedir dinheiro a amigos. Com a possibilidade de fazer transações, esse tipo de procedimento abre espaço para acesso indevido aos recursos movimentados pela pessoa pelo aplicativo. Por isso, cuidados com a segurança envolvendo seus smartphones e programas são fundamentais, como a Agência Brasil mostrou na reportagem Covid-19: uso maior da internet requer mais cuidado com segurança, publicado em 27 de março deste ano.

Fonte: Agência Brasil

Procon-RO alerta ao novo golpe envio de links falsos

Através de um link enviado por mensagens através das redes sociais, tem seus dados expostos que efetua compras online, abre contas, solicita cartões de crédito e faz empréstimo em nome das vítimas.

Golpe através de Whatsapp

Fraudadores estão se aproveitando da pandemia do coronavírus para roubar dados dos cidadãos por meio do envio de links falsos, as informações são do Programa de Orientação, Proteção e Defesa do Consumidor em Rondônia (Procon-RO), que também orienta sobre os cuidados necessários ao usar os aplicativos bancários para evitar futuros problemas financeiros. Através de um link enviado por mensagens através das redes sociais, tem seus dados expostos que efetua compras online, abre contas, solicita cartões de crédito e faz empréstimo em nome das vítimas.

Segundo o coordenador do Proncon-RO, Ihgor Rego, devido à limitação que temos hoje com a dificuldade de ir até ao banco realizar pagamentos e outros serviços, estamos conhecendo novos instrumentos, que já existiam antes da pandemia, mas eram pouco utilizados, para realização dessas transações.

 “ Todas as instituições bancarias que temos no Brasil tem um site próprio e aplicativo para auxiliar o consumidor no manuseio das suas contas, realização de transações, consulta de saldo e todas essas atividades e finalidades que, por ventura, tem no caixa eletrônico, também temos na palma da mão. A única diferença é que não conseguimos, por meio de aplicativo, sacar o dinheiro. Mas você pode movimentar, realizar pagamentos, contratar serviços e realizar consultas simples como saldo e extrato”.

Para o coordenador do Procon, o consumidor precisa ficar atendo ao utilizar a internet, pois pode existe um fraldador tentando tirar vantagem da inexperiência do usuário.

Golpe através de SMS

“ Vale lembrar que os bancos e as instituições financeiras não enviam SMS, e-mail ou mensagem de Whatsapp alarmando que suas contas serão encerradas por não atualizar o cadastro. Essa situação chama atenção do consumir, e por algum motivo, pedem a ele que preencham algumas informações pessoais para regularização do cadastro. O banco não cobrará isso de você , portanto é muito importante que o consumidor tenha consciência dos seus direitos, mas tomem os cuidados necessários para não informar os seus dados aos golpistas”.

Quando o consumidor cair em um golpe, deve imediatamente denunciar à polícia e entrar em contato com a instituição financeira para romper com o ciclo da fraude.

“ A pessoa precisa pedir o cancelamento do cartão de crédito, de algum serviço que seja alvo de ataque fraudulento e comunicar às autoridades policiais. Se o banco se recusar a restituir o dinheiro, que de alguma forma foi objeto de fraude, o cliente poderá procurar o Procon para mediar a situação ou o Poder Judiciário para obter o dinheiro, que foi desviado ilicitamente, de volta”, orienta o coordenador do Procon-Ro, Ihgor Rego.

Em caso de dúvidas, o consumidor poderá entrar em contato por meio dos canais de atendimento do Procon: Telefone 151; Whatsapp (69) 98491-2986 ou (69) 98482-0928, ou pelo perfil no Facebook Procon Rondônia.

FIQUE ATENTO ÀS ORIENTAÇÕES

– Utilize antivírus no computador, tablet e smartphone;

– Em caso de dúvidas ou dificuldades, procure um familiar ou amigo que possa ajudar;

– Baixe aplicativos apenas das lojas oficiais;

– Não preencha formulários que não estejam nos sites oficiais;

– Não confie e não compartilhe links e informações dos quais não tenha certeza da origem;

– Não acredite em ofertas de ajuda, auxílio, dinheiro, entre outros serviços, enviadas pelo WhatsApp, redes sociais, e-mails e não clique nesses links;

– Para obter informações sempre acesse os sites oficiais dos bancos ou do serviço que desejar.

Fonte: Procon